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O ex-presidente do Banco Central Gustavo Franco afirmou há pouco ao Papo Antagonista que as reformas patrocinadas pelo governo federal são extremamente tímidas diante das necessidades do país.

“O que varia [em relação às reformas] são as fronteiras do possível que são dadas pela política de cada tempo, de cada era”, disse Franco. “Agora, o que me preocupa é que a reforma possível está ficando quase um retrocesso. Aí é demais. Aí temos que parar para pensar um pouco”, complementou.

Desde 2019, o governo federal conseguiu entregar apenas uma grande reforma: a previdenciária. As outras, como a tributária e a administrativa, ainda estão em tramitação no Congresso Nacional.


#GustavoFranco #Reformas #PapoAntagonista

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Transcrição
00:00Por favor, boa noite Gustavo, boa noite a todos.
00:03Gustavo, a gente escuta muito aqui em Brasília, nos bastidores do Congresso, a expressão
00:08a reforma possível, a reforma que vai ser aprovada é a reforma possível.
00:13É assim sempre, foi assim na reforma da Previdência, agora de novo a gente começa a escutar essa
00:17mesma expressão nas discussões quanto à reforma administrativa e também quanto à
00:23reforma tributária.
00:25O que você pensa sobre essa expressão a reforma possível?
00:27Que reforma possível é essa que geralmente é aprovada pelo Congresso, Gustavo?
00:32Sempre é a reforma possível, o que varia são as fronteiras do possível que são dadas
00:39pela política de cada tempo, de cada era.
00:44Eu fui governo numa época em que o governo expandiu muito essas fronteiras, a gente fez
00:48coisas que eram consideradas impossíveis antes de serem feitas.
00:53Agora, o que me preocupa é que a reforma possível está ficando quase um retrocesso, aí também
00:59é demais, aí tem que parar para pensar um pouco.
01:03Se nós não tirássemos do ar imediatamente a revista, nós teríamos uma multa pesadíssima
01:08por dia.
01:09É um negócio que nos quebraria.
01:11O que é isso?
01:23O que é isso?
01:24O que é isso?
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