Cem brasileiros vão viver meses sem ver o sol, dormindo em turno com um reator nuclear ligado a poucos metros. Isso não é ficção. Já está sendo treinado agora.
O Álvaro Alberto ainda está sendo construído em Itaguaí, mas a rotina que vai definir a vida lá dentro já foi desenhada: seleção rigorosa, curso de dois anos e meio, exame da CNEN, cama dividida em turnos, ciclo artificial de dezoito horas que quebra o relógio biológico da tripulação.
Você vai entender como funciona o ar que precisa ser fabricado, por que a comida muda ao longo da missão, o que acontece quando um erro humano fica a metros de um reator ativo, e por que o Brasil está disposto a pagar esse preço para vigiar a Amazônia Azul.
00:00 Por que 100 brasileiros vão viver dentro de um reator nuclear
01:24 Quem pode entrar num submarino nuclear
02:36 Cem metros de aço para cem homens
03:59 O dia que não existe: o ciclo de 18 horas
05:17 O ar que precisa ser fabricado
06:19 A comida que muda ao longo da missão
07:25 Trabalhar ao lado do reator
08:40 Por que a Amazônia Azul exige isso
09:47 O peso humano que o Brasil ainda não resolveu
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