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  • há 13 horas
A Federação das Indústrias do Estado do Pará (Fiepa) criou o Núcleo de Óleo e Gás como resposta antecipada às perspectivas de exploração petrolífera na margem equatorial, na costa da região Norte. Segundo o presidente da entidade, Alex Carvalho, a iniciativa se apoia nos 25 anos de experiência da Rede Fiepa no desenvolvimento de fornecedores locais, historicamente voltada à mineração e à geração de energia elétrica, e tem como objetivo preparar empresas da região, incluindo micro e pequenas, para atender a demanda de uma cadeia produtiva que o estado ainda não conhece. Para isso, a Fiepa mantém contato com entidades e outros estados que já acumulam a experiência de lidar com esse segmento.

Repórter:
Maycon Marte

Imagem:
Wagner Santana

Categoria

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Notícias
Transcrição
00:00A Redes Fiepa é uma iniciativa que já completou recentemente 25 anos
00:05e ela se especializou, ficou uma iniciativa que trouxe como pilar central
00:15o desenvolvimento de fornecedores locais para atender grandes demandas.
00:21Isso teve um eixo muito focado nas grandes mineradoras,
00:28nos grandes projetos de geração de energia elétrica, entre elétricas.
00:34Mais recentemente, nos frigoríficos, são equipamentos industriais, digamos assim,
00:41plantas industriais com bastante pujança e que demandam grandes compras
00:49e isso faz com que haja uma participação mais efetiva de empresas locais.
00:56Com a chegada da margem equatorial, com o assunto em voga e com as perspectivas
01:03que nós entendemos e esperamos que sejam positivos, o resultado dessa prospecção,
01:11dessa campanha exploratória, positivo no sentido de encontrar que haverá reservas de petróleo
01:17na costa do estado do Pará.
01:20Isso vai nos levar também para um novo capítulo de oportunidades que as nossas empresas,
01:29desde as micro e pequenas empresas, associando o SEBRAE nessa esteira de oportunidades,
01:39trazendo a expertise que o Redes Fiepa já adquiriu ao longo desses 25 anos
01:44e ter mais assertividade no atendimento dessas demandas.
01:50Então, é um mercado novo, é uma cadeia produtiva que nós não conhecemos,
01:55nunca tivemos a possibilidade de uma exploração petrolífera no nosso território.
02:01Então, o que estamos fazendo é nos antecipar, seja no letramento,
02:07de conhecer melhor essa cadeia produtiva, e ao conhecer melhor, saber em que nós podemos contribuir.
02:17E uma das melhores formas de contribuir é internalizando, fazendo com que essa circulação
02:22de negócios, de compra e venda de produtos e serviços demandados por essas empresas,
02:30seja a Petrobras, seja as companhias petrolíferas, mas como todas as atividades dessa cadeia produtiva,
02:39que é gigante, mas que nós tenhamos, sim, a melhor e maior possibilidade de atender.
02:46Então, para além do fomento a negócios locais, digamos assim,
02:55nós temos também, dentro de uma perspectiva, a geração de 52 mil novos postos de trabalho.
03:03Quem se notabilizou por qualificar e fazer a formação profissional industrial é o Senai.
03:13Então, aí nos leva uma responsabilidade também de já preparar, fazer boas parcerias, alianças,
03:22e fomos beber da fonte.
03:24Não por acaso estamos há dois anos participando da OTC,
03:28que é a maior feira de óleo e gás do mundo, em Houston, no Texas, nos Estados Unidos.
03:34Estamos participando de feiras no Rio de Janeiro e buscando esse entrelace com o Estado do Rio,
03:43com a Fijam, com o Senai do Rio, com outros agentes, outros entes institucionais especializados nesta...
03:52que já viveram, experimentaram o sucesso, os insucessos,
03:58e trazer como troca de conhecimento, expertise, experiência,
04:04para que a gente se aproprie e seja mais bem-sucedido nessa nova fronteira
04:13e vai criar automaticamente um polo metal-mecânico fantástico na nossa região.
04:20Então, trazer, fazer com que nós sejamos esse hub de distribuição de conhecimentos e excelência
04:27num polo metal-mecânico, um Estado que já tem uma história exitosa
04:34de um desenvolvimento territorial advindo da mineração,
04:39na qual também tem como característica esse polo metal-mecânico,
04:43isso traz para nós, faz com que o Pará se coloque de uma maneira estratégica muito importante,
04:49e, como você falou, trazendo para esse recorte regional,
04:56fazer com que não só a geração de divisas,
05:00que vão trazer um eventual e virtual descobrimento dessas reservas,
05:06manterá o Brasil na autossuficiência da produção de petróleo,
05:10mas outras cadeias se fazem muito, poderão ser muito bem aquinoadas e oportunizadas.
05:19Estou falando de resgatar um polo naval, de construção naval,
05:27que é que o Estado do Pará tem expertise disso,
05:30além de pesquisas, e o Pará é excelência,
05:33renomado mundialmente como geração de conhecimento em pesquisas,
05:40a UFPA está aí para mostrar na parte geofísica, na geossciência,
05:46então isso para nós também é uma grande oportunidade de criar,
05:52amplificar esse manancial de conhecimento.
05:54E aí, quando a gente tem oportunidades de mercado, de negócio,
06:00quando tem a capacidade de internalizar desenvolvimento de pesquisas e inovação,
06:06nós poderemos estar diante de uma grande oportunidade
06:10de aquilo para se transformar na grande prática da transição justa,
06:16da transição energética justa,
06:18porque com o recurso que a atividade vai nos propiciar,
06:22se formos inteligentes o suficiente,
06:25endereçaremos esses recursos para que mais pesquisas sejam aplicadas
06:30para que nós tenhamos outras fontes de geração de energia
06:33que possam, ali adiante, vão ser necessárias para a substituição
06:38de combustíveis fósseis, porque é um recurso finito.
06:42Então, tem tudo a ver com a nossa realidade.
06:45Por que eu digo isso?
06:47Que o Pará já também se coloca como uma grande potencialidade
06:50na ampliação de combustíveis renováveis,
06:56do etanol, do biodiesel.
06:59Então, uma fonte acaba alimentando essa transitoriedade
07:05de uma forma mais veloz, de uma forma mais assertiva
07:09e com conhecimento, com excelência,
07:11nossos polos, nossas academias, nossas universidades,
07:14nossos hubs e ecossistemas de inovação.
07:18Então, nós teremos uma grande chance de oxigenar de forma muito capilar
07:24os vários elos dessa cadeia produtiva que se ramificam.
07:30E já que se trata de um recurso finito,
07:33ser inteligente e estratégico na aplicação desse recurso,
07:37para que nós cheguemos à vitrine do desenvolvimento,
07:44mas que a gente torne isso perene e longevo,
07:46com a melhor assertividade desses recursos que poderiam vir.
07:50Se eu não estou equivocado, os 51 mil são para a região.
07:53Ah, são para a região distribuídos em todos os estados.
07:56São para a região.
07:57São concentrados mais...
07:58Concentrados, é.
07:59Aí vai depender da composição estratégica.
08:02Agora, como o Pará já sai na frente com um ativo,
08:06com alguns ativos importantes,
08:08o principal deles é o conhecimento técnico.
08:12Nós temos um corpo de profissionais, de pesquisa, docentes,
08:19muito...
08:19Não, do estado do Pará.
08:21O Pará é reconhecido, então,
08:23isso nos coloca numa condição privilegiada.
08:25A posição geográfica nos favorece também.
08:29Dentro da Amazônia, nós somos naturalmente esse hub de distribuição
08:33para vários estados,
08:36seja a Oeste, a Norte e a Leste.
08:41Os combustíveis renováveis,
08:42a gente vai tratar muito sobre isso no Amazon Energy.
08:45A primeira edição, nós fizemos muito centrado na possibilidade do óleo e gás.
08:50Mas até mesmo usando um pouco desse colírio de realidade,
08:55pode ser que não aconteça.
08:57Vamos dizer que, catastroficamente,
08:59ou então, fatalmente não aconteça.
09:01Catastrófico também seria demais.
09:04Mas vamos dizer que, lamentavelmente, não se encontre.
09:07Ou se postergue a ponto de se perder essa janela de oportunidade.
09:12Mas isso não impede que o Pará possa continuar
09:17num processo de crescimento significativo
09:19e experimentando novas plantas de processamento de biodiesel, de etanol
09:28e nos colocar o Pará, estabelecer o Pará como também um ativo importante
09:34na geração de combustíveis renováveis.
09:36Temos uma matriz energética diante de nós,
09:39pouquíssima explorada, que são o biogás.
09:42Então, nós desperdiçamos, temos pouquíssimos aterros sanitários,
09:47temos isso como um grande ativo a ser avançado, a ser explorado.
09:53Agora, por que não investir nisso prioritariamente?
09:57Porque ainda não compete.
09:59Ainda é muito caro fazer uso dessas matrizes,
10:03que são insuficientes para demanda e são muito caras.
10:07Então, a expectativa é usar o dinheiro, né?
10:08Exatamente. Por isso fazer...
10:10Eu nunca fui...
10:11Mas eu passei dois meses a minha vida querendo ser DJ.
10:15Só a mixagem, sabe?
10:16E é isso. É a mixagem, sabe?
10:18Você sair de um e entrar no outro de forma fluida,
10:21de forma harmônica, sem quebrar o clima.
10:25Não é uma defesa.
10:26Nós estamos fazendo uma defesa,
10:27ou então vamos às ruas para defender os combustíveis de força.
10:32Nós reconhecemos que é uma fonte mais poluente.
10:34Só que o que nós estamos diante é se nós vamos produzir um petróleo
10:40que apontam os estudos sísmicos
10:45e apontam que, ao se descobrir petróleo,
10:48assim como foi no pré-sal, na costa brasileira,
10:51nós temos uma fonte de combustíveis fósseis
10:55muito menos poluente do que a produzida, por exemplo,
10:58nos Estados Unidos, que advém de óleo de xisto,
10:59de outros países que são produtores,
11:02que têm, na sua concepção,
11:05um petróleo com menos...
11:09mais poluente, com mais hidrocarboneto,
11:12mais componentes que poluem mais o meio ambiente
11:16que o Brasil produz.
11:19E a decisão é...
11:22Nós não queremos trabalhar em prol do clima,
11:27de ter um planeta equilibrado
11:29que tente minimizar os efeitos das mudanças climáticas?
11:36Sim, queremos.
11:37Então, por isso que nós entendemos que
11:39não se trata de uma questão de querer ou não querer a matriz,
11:43mas nós vamos precisar dessa matriz.
11:46Então, além de ter que comprar de países,
11:50de fazerem uma importação de petróleo,
11:52ainda vamos comprar petróleo que vai poluir mais
11:55do que a gente poderia produzir,
11:57essa é a pergunta que a gente deixa
11:59para as autoridades que ainda, ideologicamente,
12:03insistem em postergar o avanço dessa campanha exploratória.
12:07Não digo politizada, está sendo ainda muito
12:09com o idealismo, com uma ideologia
12:14que pode prejudicar muito o Brasil.
12:18O Brasil já corre risco,
12:20porque essa campanha exploratória,
12:22ao se descobrir que tem reservas,
12:24ao se implantar e começar a produção,
12:27são pelo menos,
12:29nas condições normais de temperatura e pressão,
12:32de seis a oito anos.
12:33Já se sabe que, em 2032 em diante,
12:36o Brasil deixa de ser autossuficiente
12:38na produção de petróleo.
12:40Então, nós estamos correndo risco
12:42e já fomos impactados,
12:46eu estou falando como brasileiro,
12:48já fomos impactados
12:49por conta de excesso de rigor,
12:53por conta de uma ideologia.
12:56Não se trata de questões técnicas,
12:59não se trata de questões puramente
13:02de um ativismo ambiental.
13:04Eu falo isso mesmo com o negrito,
13:13com ênfase, com a ênfase,
13:15porque passou do ponto.
13:19Não preservar, conservar,
13:21não só o meio ambiente,
13:22as comunidades tradicionais,
13:25nós vamos ser categoricamente favoráveis.
13:29Agora, fazer uso disso,
13:30para barrar as atividades,
13:33ou até mesmo para poder sugar
13:35o máximo que puderem ser drenados,
13:39recursos financeiros,
13:41para poder bancar atividades-meio,
13:43atividades que vivem
13:45dessa...
13:51dessa sistemática
13:53de preservação ambiental,
13:56ela não pode desequilibrar
13:58esse ecossistema.
13:59Então, o que nós vimos
14:01é o que já causou um desequilíbrio.
14:03Nós estamos entendendo
14:05que, de alguma forma,
14:08há de se ter pé no chão,
14:11há de se ter equilíbrio,
14:12porque não podemos,
14:14assim como nós não podemos correr risco
14:16e desenfreadamente
14:18soltar uma licença
14:19para qualquer empresa do mundo
14:20sair explorando
14:21a margem equatorial,
14:23qualquer lugar
14:23no território brasileiro,
14:26de forma que não seja
14:27de acordo com a lei,
14:29nós não podemos,
14:30pura e simplesmente,
14:31por subjetivismo,
14:32ou por qualquer questão
14:33que eu valha,
14:34criar embaraços
14:36e postergar aquilo
14:38que é uma necessidade
14:39para o povo brasileiro.
14:41Para nós,
14:41quanto mais nós tivermos,
14:45conseguirmos amplificar
14:46a presença da...
14:49a presença da indústria
14:51no território do Pará,
14:53aquela indústria
14:54que respeita o ambiente,
14:56que respeita a nossa gente,
14:58que traz oportunidade
14:59de trabalho,
15:00oportunidade de negócio,
15:02oportunidade de crescimento
15:03e desenvolvimento sustentável,
15:05será muito bem-vinda.
15:06Nós vamos defender
15:07isso sobre chuva,
15:09sobre sol,
15:10sobre tempestade,
15:11mas nós vamos defender.
15:12Nós vamos fazer o máximo
15:14para fazer esse processo
15:15de atração
15:16desses investimentos.
15:17porque é a nossa convicção
15:21de que assim nós vamos
15:22sair dessa dependência
15:24de um Estado
15:27que ainda majoritariamente
15:28depende de programas
15:30de assistência
15:31e transferência de renda,
15:32de assistência social
15:33e de transferência de renda.
15:34Nós precisamos trazer
15:36para o Estado
15:37o máximo possível
15:38de emprego.
15:39E a indústria tem um papel
15:41peculiar
15:42na questão de emprego.
15:45Primeiro que a história,
15:46historicamente,
15:47mostra que são empregos
15:48que começam de baixo
15:49e vão ascendendo
15:51ao longo do tempo.
15:52Trazem uma série
15:54de benefícios
15:55porque são empregos formais,
15:57naquele famoso emprego
15:59que a gente defende tanto
16:01com a carteira assinada,
16:03que garante direitos.
16:05São empregos que trazem
16:07a ascensão
16:09de renda familiar
16:10além de dignidade.
16:12Porque você tem
16:13perspectiva de vida,
16:14você tem perspectiva
16:15de fazer,
16:17formar e forjar
16:18um ambiente familiar
16:21lastreado
16:22num emprego
16:23que traga segurança,
16:24que é um dos principais
16:25valores
16:25de cada indivíduo.
16:27Pela experiência
16:28que a gente tem
16:28até aqui no Pará,
16:31nós sabemos
16:31que quando
16:33o setor público
16:34recebe
16:35dinheiro de royalty,
16:36quando aplica bem
16:37o recurso,
16:38a sociedade toda
16:40sai beneficiada.
16:41porque cria
16:43dentro do município
16:45um ambiente
16:49de negócios
16:51porque investe
16:52bem o recurso,
16:53cria uma
16:56rede de atendimento
16:58na comunidade,
17:00os serviços básicos,
17:01saúde,
17:01mobilidade urbana,
17:03organização da cidade,
17:04coleta de lixo,
17:05tudo porque
17:06isso
17:07com o efeito
17:08com uma circular,
17:10um efeito
17:12dessa espiral positiva
17:14começa a atrair
17:15negócios,
17:16começa a propiciar
17:17um crescimento
17:19ordenado,
17:21que é o nosso famoso
17:23e a gente gosta muito
17:24de dizer
17:24o desenvolvimento sustentável.
17:26Quando o recurso
17:27por sua vez
17:28não é bem aplicado
17:29e aí a gente tem
17:30esses paralelos
17:31para poder comparar,
17:33a coisa não sai legal.
17:35então onde vai ser
17:37o primeiro
17:38ente a ser beneficiado
17:40vão ser
17:40as prefeituras.
17:42Então
17:42esses recursos
17:43vão ter prefeituras
17:44que talvez
17:45ao longo de
17:46cinco décadas
17:47nunca
17:48a soma
17:50dessas cinco décadas
17:51não vai
17:51não vai bater
17:52o que
17:53vai receber
17:54durante um ano
17:55vai ser um
17:56crescimento
17:57assim
17:57exponencial
17:58na geração
17:59de suas receitas
18:00de royalties
18:01que nunca experimentaram
18:02isso.
18:03Então
18:04como ponto
18:05até de
18:06para que não crie
18:07uma euforia
18:08a ser frustrada
18:09um letramento
18:10uma preparação
18:11a esses municípios
18:12de governança
18:13de aplicação
18:15de recursos
18:15por fazer
18:16como nós estamos fazendo
18:17nós estamos indo
18:18beber da fonte
18:18para saber
18:19o que deu certo
18:20e o que não deu tão certo
18:21para não repetir
18:22os mesmos erros.
18:23Então o Rio de Janeiro
18:24está aí
18:25para mostrar
18:26o que
18:27o que municípios
18:28fizeram
18:29o seu dever de casa
18:30é direitinho
18:30e hoje se tornaram
18:31um grande hub
18:32de excelência
18:33não somente
18:35lastreado
18:36e baseado
18:37nessa fonte
18:38do óleo e gás
18:39de combustíveis fósseis
18:40mas criaram
18:41interfaces interessantes
18:43poder pensar
18:44no dia de amanhã
18:45eu acho que esse
18:46é o grande
18:47é o grande
18:48primeiro passo
18:49que deverá
18:50vamos dizer assim
18:50acontecer
18:51nesse município
18:53e veja bem
18:53a maioria desses municípios
18:56é extremamente
18:57dependente
18:57do setor público
18:58a maioria das pessoas
19:00ou vivem
19:01diretamente
19:02empregadas
19:03nas prefeituras
19:05ou nos órgãos públicos
19:07que lá estão
19:07ou dependem
19:09de algum negócio
19:10que está diretamente
19:12ligado
19:12a essas prefeituras
19:14se essas prefeituras
19:15crescerem
19:16nesse município
19:17crescerem
19:18a sua fonte
19:19de arrecadação
19:20através de royalties
19:21e começarem
19:22a investir mais
19:23no município
19:23investir bem
19:24no município
19:24então imediatamente
19:26a população local
19:27tende muito a crescer
19:28tende muito a se beneficiar
19:30então
19:30não há como
19:32nós não
19:33pensarmos
19:34de forma
19:35com uma perspectiva
19:37positiva
19:37é claro
19:38tudo diante
19:40dentro
19:40do mais rigoroso
19:42rigor
19:43com relação
19:43às questões ambientais
19:44do mais
19:46o mais
19:47o mais
19:47o mais
19:49o mais
19:49o mais
19:51Legenda Adriana Zanotto
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