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  • há 2 dias
Conteúdos:
- Características gerais do Brasil;
- Organização política e administrativa do Brasil (república, federação, entes federados etc.);
- Formação territorial do Brasil (áreas ocupadas, produção, capitais, tratados etc.);
- Regionalizações do Brasil (Macrorregiões do IBGE, Regiões Geoeconômicas ou Complexos Regionais, Quatro Brasis);
- Aspectos físicos ou naturais (clima, relevo, biomas e hidrografia).
Transcrição
00:02Primeiro trimestre de Geografia, então nós vimos sobre Geografia do Brasil e nós vimos alguns aspectos diferentes do Brasil neste
00:12primeiro trimestre.
00:13Então a primeira coisa que nós vimos foram as características gerais do território brasileiro, nós vimos também a organização política
00:19e administrativa,
00:21vimos também a formação territorial do Brasil ao longo dos anos, as regionalizações do Brasil e aspectos naturais do território
00:29brasileiro também.
00:30Então aqui é o mapa mental geral do que nós vimos e as coisas elas mais ou menos vão se
00:35conectando, afinal de contas um mapa mental serve para isso,
00:39e aí a gente vai iniciar num processo de ordem cronológica daquilo que nós vimos primeiro e vamos avançando para
00:45o que vimos posteriormente.
00:47E a primeira coisa que nós vimos então foi Brasil, e quando vimos o Brasil nós procuramos então as características
00:53gerais do nosso território.
00:55O Brasil então, gente, ele é um país localizado no subcontinente da América do Sul, então nós fazemos parte das
01:01Américas, mas especificamente da América do Sul.
01:04Nós podemos dizer que o Brasil tem dimensões continentais, o nosso tamanho ele é comparável ao tamanho da Europa.
01:10Se vocês pensarem, um estado brasileiro, então, por exemplo, o Rio Grande do Sul, tem um tamanho mais ou menos
01:16comparável ao tamanho de um país europeu.
01:18Então, por exemplo, quando tem um jogo do Brasileirão, como se tivesse um jogo da Champions League, em questão de
01:24distância, se vocês pararem para pensar, né?
01:26É como se Porto Alegre e Salvador ficassem muito longe um do outro, né?
01:31Como se o Reino Unido estivesse, sei lá, jogando contra um país a leste da Polônia, por exemplo, né?
01:39Além disso, gente, o Brasil, se nós fôssemos ver os hemisférios do mundo, ele está no hemisfério sul, a maior
01:45parte dele, mas ele também está no hemisfério norte, né?
01:47Então, nós temos aqui o mapa do clima do Brasil e a linha do Equador, ela está passando aqui, ó.
01:53Então, vocês podem ver que tem uma parte do território brasileiro que está sim no hemisfério norte, tá?
01:57Então, a região norte do Brasil está sim no hemisfério norte também.
02:01E quais são os entes da nossa federação?
02:03Então, nós temos a União, que é o governo federal, mais ou menos, os estados, como o Rio Grande do
02:09Sul, e os municípios, como as prefeituras, como o Esteio.
02:12Então, dentro da educação, por exemplo, nós vamos ter um compartilhamento de corresponsabilidades.
02:19Então, olha só, a União, ela tem, por exemplo, o ensino superior, então as universidades federais, por exemplo.
02:24Já os estados são mais focados, por exemplo, no ensino médio, e os municípios são mais focados na educação infantil,
02:30com creches e pré-escola, e no ensino fundamental.
02:34Cada ente vai ter, então, uma atribuição diferente, e essa atribuição vai ser compartilhada com outros entes.
02:41Os entes, eles gozam de relativa autonomia financeira e decisória.
02:46Então, os estados, os municípios e a União, por exemplo, vão ter os seus próprios orçamentos, o seu próprio dinheiro,
02:53etc.
02:54E eles vão ter também os seus próprios impostos, as suas formas de se bancar.
02:59Além disso, gente, o governo federal tem a constituição, a lei penal, etc.
03:03E os governos estaduais também têm constituições estaduais, leis estaduais, que servem só para o Estado.
03:09E o município também tem leis municipais.
03:11No caso do município, nós não temos uma constituição, nós temos uma lei orgânica municipal.
03:16Cada município vai ter, então, uma legislação.
03:19Só que essa legislação tem que ser sempre consoante, sempre tem que fazer sentido com a legislação estadual e com
03:24a legislação federal.
03:26Porque a constituição, ela submete todos os entes.
03:30Um outro conteúdo que nós vimos também, ao longo desse anulativo, foi as regionalizações.
03:35Mas, primeiro, nós vamos ver a formação territorial do Brasil, para seguir a ordem cronológica e fazer mais sentido.
03:40Então, olha só, gente.
03:41Quando a gente pensa em Brasil, nós vimos, então, a formação territorial e a gente pensa.
03:45Beleza. E quando que o Brasil começa?
03:47Porque o Brasil, ele depende, mais ou menos, de três matrizes, né?
03:51Nós temos três matrizes.
03:52Nós temos os europeus...
03:59Nós temos os africanos.
04:03E nós temos os que já estavam aqui, que são a população, então, indígena.
04:07O Brasil, gente, para ser o Brasil, ele vai depender desses elementos aqui.
04:12Então, quando começa o Brasil?
04:13O Brasil começa antes dos europeus e dos africanos existirem?
04:17Bom, essa é uma questão importante, mas é uma questão que eu deixo para os professores de história,
04:22ou para discussão sociológica, etc e tal, que não vem muito ao caso para essa aula,
04:26para a gente ter mais fins práticos mesmos.
04:29Então, a gente vai começar a ver o Brasil com uma parte dos aspectos indígenas
04:33e depois com a chegada dos europeus ao território brasileiro.
04:36Então, aqui nós temos os povos indígenas, que faziam parte do Brasil, que ainda fazem.
04:40E vocês podem ver que nós temos vários povos indígenas, mas eles são menos do que são na realidade.
04:44Por quê?
04:45Porque os povos indígenas aqui estão agrupados.
04:47Do mesmo modo que português, espanhol, italiano e francês são parecidos e são línguas latinas,
04:54fazem parte do grupo latim, aqui é a mesma coisa.
04:56Então, eles agrupam povos diferentes dentro do mesmo grupo daqueles que são parecidos entre si.
05:02Então, observe que no leste do Brasil nós temos, então, a presença dos tupis guaranis,
05:07que foram os povos que os portugueses encontraram inicialmente.
05:10Nós temos também os gês, habitando o centro do território brasileiro, que são também muito numerosos.
05:15Nós temos os aruaques, caraíbas, panos e tucanos no norte do Brasil, de modo geral.
05:21Nós temos também os cariri, aqui no nordeste brasileiro, o corpo da caatinga, de modo geral.
05:26E nós temos no Rio Grande do Sul os guaranis, principalmente, e os charruas aqui no sul,
05:31que vão se tornar nome de refrigerante, nome de posto de gasolina, nome de parque,
05:35como o Parque Tupã, que é um deus guarani, e assim vai, né?
05:40Então, nós temos essa grande diversidade de povos no Brasil, de povos indígenas, no caso, né?
05:47Em 1494, gente, no século XV, o Tratado de Tordesilhas foi assinado.
05:52O que o Tratado de Tordesilhas fez?
05:54Ele basicamente seguiu esse paralelo 50 Oeste, aliás, esse meridiano, né?
05:59E ele dividiu o mundo ao meio.
06:01Então, uma parte pertencia a Portugal, no caso, esse tratado passava em cima do Brasil,
06:06e outra parte pertencia à Espanha.
06:08Esse tratado, gente, ele está sendo representado aqui.
06:12Então, olha só.
06:13A linha roxa é o Tratado de Tordesilhas.
06:16Uma coisa interessante é que o Rio Grande do Sul, ele fazia inteiramente parte da Espanha,
06:21quando o Brasil recebeu a chegada dos portugueses, né?
06:24Enfim, Portugal tinha o direito de colonizar, agora, pelo menos no início,
06:29essa região a leste do Tratado de Tordesilhas.
06:32Então, aqui pertencia a Portugal.
06:35Os portugueses, gente, eles organizaram o sistema de capitanias hereditárias,
06:39que foram territórios mais ou menos doados à elite portuguesa, à nobreza portuguesa,
06:44e os nobres eram, então, encarregados de custear as navegações,
06:48custear a colonização, a proteção do território, e ganhar dinheiro com isso, né?
06:54Então, a primeira coisa que foi explorada no Brasil, gente,
06:56foi, então, o Pau Brasil, que vai dar nome ao nosso país,
06:59que está aqui representado em verde.
07:01Então, nessa região aqui, gente, o Pau Brasil, ele é uma árvore.
07:05Então, a árvore não foi plantada, a árvore já estava ali.
07:08Enquanto o ciclo do Pau Brasil durou, o Brasil ganhou dinheiro com isso.
07:13Então, depois surgiu um problema, né?
07:14Que o Brasil, ele tinha que continuar colonizando o território,
07:17e não tinha mais o Pau Brasil, não tinha mais nada que desse lucro,
07:20já que o ouro não foi encontrado nesse primeiro momento.
07:23E aí, sim, que a coroa portuguesa cria o sistema de capitanias hereditárias
07:26que dividiu o Brasil em latitudes, né?
07:29Dividiu o Brasil nessas faixas horizontais, digamos assim,
07:32com cada uma delas pertencendo a uma família.
07:36Nós vivemos, também, no século XVI, gente,
07:38o início da colonização a partir do Pau Brasil,
07:43aliás, da cana-de-açúcar.
07:44Então, plantar cana-de-açúcar nos engenhos,
07:46com mão de obra escrava, etc., e tal,
07:48voltada à exportação, naquelas grandes fazendas, etc., e tal.
07:51Nós tínhamos, também, a região de pecuária
07:53para alimentar a colônia interna ao Brasil.
07:58Então, vocês podem observar, gente,
07:59que o Rio Grande do Sul, inicialmente, não tinha sido colonizado,
08:02ao menos por Portugal.
08:04Tinha indígenas, e já se tinha o contato com europeus,
08:07mas nada de uma colonização mais séria.
08:14O Brasil, ao longo do século XVII,
08:18que são, então, os anos de 1700,
08:21a nossa colonização vai avançar um pouco.
08:23Então, o Brasil vai ganhar
08:30mais relevância econômica para Portugal,
08:33que é um paizinho bem pequeno.
08:35A guiana brasileira é bem pequena.
08:38Já no século XVII,
08:40a colonização avança.
08:41Então, nós ganhamos novas áreas de cana-de-açúcar,
08:44que são representadas em vermelho.
08:46Então, aqui no Nordeste Brasileiro, nós temos bastante.
08:49Aqui no Sudeste Brasileiro,
08:51as áreas de pecuária, gente,
08:52elas vão avançar nesses formatos meio aleatórios.
08:56Esses formatos, na verdade, são rios.
08:59Por quê, gente?
08:59Porque os rios, eles vão funcionar
09:01como se fossem espécies de rodovias.
09:03A gente chama de hidrovias.
09:04Então, é muito mais fácil navegar através dos rios
09:07do que cortando a mata, por exemplo.
09:09Então, os rios, eles vão servir como áreas de pecuária,
09:11tanto pela facilidade de navegação,
09:13quanto pela fertilidade que o rio vai trazer, né?
09:16Então, esse rio aqui, gente, é o rio São Francisco,
09:19que é o rio mais importante do Nordeste Brasileiro.
09:21Além disso, nós podemos ver que o ouro
09:24foi começar a ser encontrado.
09:26E nós vemos também as drogas do sertão.
09:28As drogas do sertão, gente,
09:29elas também vão seguir o padrão de rio.
09:32Então, aqui é o rio Amazonas,
09:33maior rio do mundo em volume d'água.
09:35E as drogas do sertão são drogas como, por exemplo,
09:39o cacau.
09:41O guaraná, as ervas medicinais, e assim vai.
09:44O Rio Grande do Sul também começa a ter pecuária,
09:47de novo, para o abastecimento interno da colônia.
09:51É nessa época, gente,
09:53que o Brasil começa a se interiorizar também.
09:54Então, o Brasil começa a ter a presença dos bandeirantes,
09:57que vai dar nome, então, à emissora de televisão, né?
09:59Que são principalmente paulistas.
10:01Eles eram mais ou menos indígenas e portugueses.
10:04E aí, eles vão ser responsáveis
10:06pela captura dos indígenas
10:08para a escravização,
10:09tentar encontrar ouro, etc.
10:11Chegando no século XVIII,
10:12ou seja, anos 1700,
10:14nós temos, de novo,
10:15o avanço da colonização,
10:16cada vez mais a tomada do interior do Brasil,
10:20com a ação dos bandeirantes, né?
10:23Mas nós podemos ver, então,
10:24que a pecuária, ela se expandiu muito
10:25para consumo interno da colônia
10:27e colonização efetiva do território.
10:29As drogas do sertão, ela se mantém.
10:32A cana-de-açúcar, ela se expande cada vez mais,
10:35ganha relevância.
10:36Mas, na verdade, ela acaba perdendo relevância.
10:39Ela aumenta, mas perde relevância.
10:41Por quê?
10:41Porque os portugueses finalmente encontraram
10:43aquilo que eles tanto queriam,
10:44que era, então, ouro
10:46e outras pedras preciosas.
10:48A maior parte do ouro encontrado
10:49estava presente nas Minas Gerais,
10:51aqui, né?
10:51Que eu estou mostrando no mapa.
10:54onde ficava a cidade de Ouro Preto,
10:56que foi uma das maiores cidades
10:57daquela época.
11:03Aqui, a gente teve muito fortemente
11:05a presença da mão de obra escrava,
11:07que minerou as minas, né?
11:09No caso, tínhamos mão de obra escrava
11:11nos engenhos de açúcar também.
11:13E o Rio Grande do Sul, gente,
11:14ele vai ser responsável
11:16por produzir parte do gado vendido
11:19para Minas Gerais,
11:21para o Brasil mais fortemente habitado
11:22com a economia exportadora.
11:24Só que nós temos o ciclo do ouro, né?
11:26O Brasil passa por uma série de ciclos.
11:28O ciclo do pau-brasil,
11:29o ciclo da cana-de-açúcar,
11:31o ciclo do ouro, etc e tal.
11:33Agora, gente, nessa época,
11:35nós temos a mudança de capital.
11:36A capital, que era salvadora antigamente,
11:38ela vem para o Rio de Janeiro.
11:40Por quê para o Rio de Janeiro?
11:41Porque é no Rio de Janeiro
11:42que nós vamos ter o maior porto
11:44para a exportação deste ouro.
11:46E aqui, a administração da colônia
11:48fica mais próxima
11:49de onde era extraído
11:52para ter maior controle
11:53por parte de Portugal.
11:54Não é verdade?
11:55É no século XVIII também
11:57que nós vamos ter o movimento
11:58da Inconfidência Mineira.
11:59No caso, estou gravando o vídeo
12:00e publicando ele
12:01na segunda-feira de Tiradentes,
12:04que é, então,
12:04um cara que foi morto,
12:06assassinado por Portugal
12:07por tentar fazer um movimento
12:09mais ou menos colonial, né?
12:11Ao longo do século XIX,
12:14nós temos, então,
12:15a produção do café.
12:16Então, o café, ele vai ganhar
12:17muita força nessa época.
12:19E aí, nós vamos ter
12:20alguns processos bem importantes
12:22na história brasileira.
12:23O processo de independência,
12:261822,
12:26e a abolição da escravatura,
12:28que começou no século XIX
12:30e foi acabar em 1888,
12:32passando por vários processos, né?
12:34A proibição do tráfico negreiro,
12:36a proibição,
12:37a lei dos sexagenários,
12:39do ventre livre,
12:40e, finalmente,
12:41a abolição da escravatura.
12:42É nessa época, então,
12:43que começa a ter
12:44mais trabalhadores livres.
12:46Quando a gente começa
12:46a ter um processo
12:47de trabalhadores livres,
12:48muitos europeus
12:49foram trazidos da Europa para cá.
12:51É quando chegam os italianos
12:52e os alemães
12:53aqui no território gaúcho, né?
12:55Que fazem, então,
12:55parte da nossa
12:57constituição enquanto povo,
12:58faz parte do sobrenome
12:59de alguns de vocês.
13:01E esses trabalhadores livres,
13:02eles foram também
13:03para São Paulo,
13:04onde eles foram trabalhar
13:05nas fazendas de café.
13:06E o Brasil também
13:07começa um processo
13:08de modernização,
13:10de ferrovias,
13:11de industrialização
13:13incipiente,
13:14inicial, né?
13:15A industrialização
13:16de verdade, gente,
13:17ela vai acontecer
13:18no século XX.
13:19Então, principalmente
13:20Getúlio Vargas
13:21vai culminar
13:22o processo de industrialização
13:24que já acontecia antes
13:25e vai incentivar
13:26ainda mais.
13:27Então, a chegada
13:28das multinacionais,
13:29a criação de empresas
13:30brasileiras, etc e tal.
13:32É no século XX também
13:33que nós temos
13:33o processo de interiorização
13:35ainda maior.
13:36Por quê?
13:37Porque o Centro-Oeste,
13:38ele não tinha sido
13:38propriamente tomado.
13:40Então, o processo
13:41de tomada
13:42do Centro-Oeste
13:43e do Norte,
13:43ele vai ganhar
13:44muita força
13:44no século XX
13:45com a venda
13:46de fazendas gigantescas
13:48para fazendeiros
13:49do Centro-Sul
13:50do Brasil,
13:51então, do próprio
13:52Rio Grande do Sul,
13:52por exemplo,
13:54que vão, então,
13:54começar a plantar
13:55soja, etc e tal.
13:56E aí, a gente vai ter
13:57aquele agronegócio
13:58começando a ficar
13:58muito forte
13:59na região Centro-Oeste,
14:01Mato Grosso,
14:01Goiás, Mato Grosso do Sul
14:03e assim vai.
14:03E como um símbolo
14:05desse processo,
14:06a capital vai se mudar,
14:07então, para Brasília
14:08em 1960
14:09para tanto incentivar
14:11a população no interior,
14:12para ir morar lá,
14:13mas também para simbolizar
14:14esse processo
14:15de interiorização,
14:16que é como se fosse
14:17uma corrida para o Oeste.
14:18Igual tem no
14:19Red Dead Redemption 2,
14:21a corrida para o Oeste,
14:22nós temos uma espécie
14:23de corrida
14:24para o Oeste
14:25aqui no Brasil.
14:27O século XXI,
14:28gente, por sua vez,
14:29ele é marcado
14:29por desigualdade regional,
14:31a fronteira agrícola
14:32estando na Amazônia
14:33e o Brasil,
14:33hoje em dia,
14:34vai ser altamente urbanizado,
14:35com a parte da população
14:37morando em ambientes urbanos.
14:38Então, aqui nós temos
14:39o mapa do Brasil.
14:40Observem, gente,
14:41em verde,
14:42nós temos áreas
14:43de agropecuária
14:45mais moderna,
14:45que está aqui
14:46no centro-sul do Brasil
14:48e algumas áreas
14:48do centro-oeste, né?
14:50Então, olha só,
14:51aqui é aquela área
14:54com agronegócio
14:54mais pugente,
14:56com mais tecnologia,
14:57mais intensivo em capital,
14:59informação,
15:00etc e tal.
15:00Então, aqui nós vamos ter
15:02aquele agro bem voltado
15:03à exportação
15:03que a gente vê propaganda,
15:05que se fala muito sobre.
15:07Nessa mesma área verde,
15:09só que agora achurada,
15:10ou seja, arriscadinha,
15:12em roxo, em lilás,
15:14nós temos áreas
15:16industrializadas
15:16e urbanizadas
15:17aqui no Brasil.
15:18Então, boa parte da população
15:19vive nessas áreas
15:20e onde nós temos
15:21uma indústria
15:21bem diversificada.
15:23Notem que aqui
15:23no nordeste brasileiro
15:24nós temos essas mesmas áreas
15:26também, concentrada
15:27nas capitais,
15:28enquanto no centro-sul,
15:29essa área é mais expandida
15:30para o interior dos estados.
15:32Então, nós temos
15:32várias empresas brasileiras
15:34que exportam para o mundo
15:35coisas mais difíceis,
15:37mais complexas,
15:38como carros, aviões,
15:40produtos eletrônicos,
15:42mas também
15:42manufaturas mais simples
15:44ou a simples transformação
15:45dos produtos do agro
15:47para produtos
15:48um pouquinho
15:49mais qualificados.
15:51Em Rosa,
15:52a maior parte do Brasil,
15:53nós temos áreas
15:53com técnicas agropecuárias
15:55tradicionais
15:56com algumas grandes
15:56cidades e indústrias.
15:57Então, áreas com
15:59a produção agropecuária
16:01mais tradicional
16:01com menos tecnologia
16:03e algumas cidades
16:04que concentram
16:05a população,
16:06os serviços e as indústrias.
16:07Então, boa parte
16:08do nordeste brasileiro
16:09e do centro-oeste brasileiro
16:10tem essa característica,
16:11inclusive o sul
16:12do Rio Grande do Sul
16:13na região do Pampa.
16:15Em Amarelo,
16:16nós temos áreas
16:16pouco povoadas
16:17com paisagens naturais
16:18pouco alteradas.
16:19Aqui, a gente está falando
16:20da Amazônia,
16:21que tem menos gente
16:22e a população
16:23se concentra em cidades
16:24como Manaus,
16:25Boa Vista e Macapá.
16:26E nós temos também
16:27a região do Pantanal,
16:28que está sofrendo
16:29devastação,
16:30queimadas, etc.
16:31e tal,
16:31para a criação
16:32de áreas de pastagem,
16:33áreas de pecuária.
16:34Em Laranja,
16:35aqui na região nordeste,
16:37nós temos, então,
16:37áreas pouco povoadas
16:39com economia estagnada.
16:40Então, uma economia
16:41mais ou menos parada
16:42que não cresce tanto.
16:43A Amare é muito seca,
16:44que é a área do semiárido,
16:46é a área da Caatinga,
16:47onde a gente não consegue
16:47produzir muita coisa
16:49por conta da falta
16:50de disponibilidade hídrica.
16:52ou seja,
16:53falta água
16:54para se produzir
16:54muitas coisas
16:55mais complexas.
16:56Então, é uma região
16:57diferente do resto do Brasil.
16:59E nós temos também
17:00a expansão da fronteira
17:01agropecuária,
17:01que são essas linhas vermelhas,
17:03que elas se concentram,
17:04se direcionam
17:05a duas grandes partes.
17:06Ao norte do Brasil,
17:07a região da Amazônia,
17:08que está sendo
17:09muito devastada,
17:10e também no centro-oeste
17:11do Brasil,
17:12a região do Cerrado,
17:13que também está sendo
17:15crescentemente devastada
17:16para a abertura
17:16de novas pastagens,
17:18produção de soja,
17:18algodão,
17:19milho, etc.
17:20Então, assim,
17:21nós caracterizamos
17:22mais ou menos
17:22o Brasil do século XXI,
17:23e esse mapa aqui
17:25nós vamos utilizar
17:25para pensar
17:26as outras regionalizações.
17:27Então, é bem importante
17:28vocês compreendam
17:29o que ele mostra,
17:30o que ele significa.
17:34Indo agora
17:35para as regionalizações
17:36do Brasil,
17:36vamos pensar.
17:37Regionalizar, gente,
17:38serve para coletar
17:39informações,
17:40coletar dados,
17:41encontrar semelhanças
17:42entre os diferentes estados,
17:44lugares, etc.
17:45e tal,
17:45e para usar essas informações
17:47para gerir o território.
17:48Gerir o território
17:49é pensar
17:50como você vai desenvolver
17:51o território,
17:52onde você vai proteger,
17:53onde você vai construir
17:55rodovias,
17:56ferrovias,
17:57infraestrutura,
17:57de modo geral,
17:58para onde você vai levar
17:59políticas de subsídio
18:00à industrialização,
18:01políticas de subsídio
18:03ao agronegócio,
18:04por exemplo,
18:06assistencialismo social,
18:07então,
18:08programas de assistência social
18:09como Bolsa Família,
18:10etc.
18:10e tal.
18:11Então,
18:11as regionalizações
18:12vão nos servir
18:13para a gente entender
18:14melhor o território
18:14e gerir esse território,
18:16direcionar recursos
18:17a esse território,
18:18pensar o território.
18:20E aí,
18:21nós temos três
18:21grandes regionalizações.
18:23A oficial do Brasil
18:25é a macro-região
18:26do IBGE,
18:27que são aquelas cinco regiões
18:28que nós conhecemos.
18:29Então,
18:29ela vai utilizar
18:30critérios naturais,
18:31então,
18:32vai olhar para a natureza,
18:33para os aspectos físicos
18:34do Brasil,
18:35vai olhar para a economia,
18:36o que se produz,
18:37o que se exporta,
18:39riqueza,
18:39etc.
18:40e tal.
18:40E para as características
18:41sociais,
18:42então,
18:42a questão cultural,
18:44da música,
18:44do cinema,
18:45da arte visual,
18:48e vai olhar também
18:48para questões como,
18:49por exemplo,
18:50a formação étnica,
18:51para como as pessoas
18:52se parecem,
18:52de onde as pessoas vêm,
18:54qual é a ascendência
18:55das pessoas,
18:56e assim vai.
18:57Nós temos,
18:57então,
18:57as cinco regiões,
18:58que nós vamos ver
18:59no mapa a seguir.
19:00Ela se alterou no tempo,
19:02por quê, gente?
19:02Porque ela respeita
19:03o limite dos estados.
19:04Então,
19:04por exemplo,
19:05um estado faz parte
19:06de uma região só.
19:07Então,
19:07o Rio Grande do Sul
19:08está na região sul,
19:08São Paulo,
19:09na sudeste.
19:10São Paulo não pode estar
19:11no centro-oeste
19:12e na sudeste
19:13ao mesmo tempo,
19:14tá?
19:14Então,
19:14nessa região aqui,
19:16regionalização,
19:17ela respeita
19:18os limites políticos
19:19e ela se alterou
19:20no tempo.
19:20Por exemplo,
19:21o último estado brasileiro
19:22é o estado do Tocantins.
19:24O Tocantins
19:24se desmembrou
19:25de Goiás.
19:26Então,
19:26se tu nasce,
19:27tu tem um novo estado,
19:29então a regionalização
19:30necessariamente muda.
19:31Além disso,
19:33São Paulo já fez parte
19:34da região sul,
19:34por exemplo,
19:35nessa regionalização.
19:36Hoje em dia,
19:36não faz mais.
19:37Então,
19:37ela foi se alterando.
19:38Além disso,
19:39ela é oficial,
19:40né?
19:41Então,
19:41nós temos aqui
19:42o mapa da regionalização.
19:43Então,
19:44observem,
19:44gente.
19:44O Rio Grande do Sul,
19:45Santa Catarina e Paraná
19:46fazem parte da região sul
19:48que está no sul do território.
19:49Já no sudeste do território,
19:51nós temos São Paulo,
19:52Minas Gerais,
19:53Espírito Santo
19:54e Rio.
19:55O centro-oeste,
19:56nós temos Mato Grosso do Sul,
19:58Goiás,
19:58Mato Grosso
19:59e o Distrito Federal
20:00que está dentro de Goiás.
20:01o nordeste,
20:03Bahia,
20:03Sergipe,
20:04Alagoas,
20:05Pernambuco,
20:06Paraíba,
20:06Rio Grande do Norte,
20:07Ceará,
20:08Piauí e Maranhão.
20:09Já o norte do Brasil,
20:11nós temos Acre,
20:12Rondônia,
20:13Amazonas,
20:13Roraima,
20:14Amapá,
20:15Pará e Tocantins.
20:18Outra regionalização possível
20:20é a regionalização dos complexos regionais.
20:22A regionalização dos complexos regionais,
20:24gente,
20:25ela não vai considerar limites políticos.
20:27Ou seja,
20:27tem estado
20:28que está presente
20:29em, por exemplo,
20:31duas regiões,
20:32três regiões
20:33e assim vai.
20:34Além disso,
20:35o critério para o qual ele olha
20:36é a formação socioeconômica.
20:38Então ele vai olhar
20:38para a formação social e econômica
20:40de cada lugar.
20:42Levando em conta
20:43que ela não olha só para o estado,
20:44ela olha para localidades menores
20:46dentro do estado.
20:47Então municípios
20:48e aí ela vai fazer com que
20:49alguns municípios de um estado
20:51estejam numa regionalização,
20:52numa região
20:53e outros municípios estejam em outra.
20:56observando o mapa,
20:57nós vemos aqui então
20:57que são três regiões,
20:58região centro-sul,
21:01região nordeste,
21:01região amazônica.
21:03Gente,
21:03o centro-sul,
21:04naquele mapa
21:05que mostra o século XXI,
21:07ele vai ter então
21:08a região mais rica do Brasil.
21:10Aqui vai ser onde a gente tem
21:11um agro mais moderno.
21:13Então aqui nós temos
21:14o agro mais moderno
21:15nessa região aqui.
21:16Então toda essa região aqui
21:18vai ter um agro mais moderno.
21:20Vocês podem lembrar
21:21que naquele mapa
21:22a regionalização
21:23ela também trazia
21:24uma região achurada
21:25em lilás
21:26que pegava mais ou menos
21:28essa região aqui.
21:29Essa região aqui
21:30então é onde tem mais indústria,
21:31onde tem mais população,
21:32etc e tal.
21:33Então essa indústria
21:34vai trazer riqueza,
21:35etc e tal.
21:37Além disso,
21:37a região centro-sul
21:38ela vai pegar uma parte
21:41do Mato Grosso,
21:41nota que o Mato Grosso
21:42está dividido entre duas regiões
21:44e aqui a gente tem então
21:46a junção de quatro estados brasileiros.
21:48Nessa região aqui
21:49é a região que a gente chama
21:50de Mato Pibá.
21:54Por quê?
21:56Má significa Maranhão,
21:59Tô significa Tocantins,
22:02P.I. significa Piauí,
22:04P.A. significa Bahia.
22:06O que é o tal do Mato Pibá, gente?
22:07Mato Pibá é simples.
22:09Vocês podem observar
22:09que o Mato Pibá
22:10ele tem essa região aqui
22:11meio triangular
22:12pegando uma partezinha
22:13desses estados.
22:14Essa partezinha
22:15desses estados, gente,
22:16tem um agro muito potente.
22:18Então aquele agro
22:19das grandes fazendas
22:20com muito maquinário,
22:22com tecnologia
22:22voltado para exportação.
22:24Então o Mato Pibá
22:25ele se diferencia
22:26do restante da região
22:27Nordeste e Amazônia
22:28por ter essa questão.
22:30Além disso,
22:31nós temos a região Amazônica
22:32que é uma região
22:32menos povoada
22:33com a população
22:34concentrada em grandes cidades
22:36onde acontece
22:36muito desmatamento.
22:38Nós temos o avanço
22:39da fronteira agrícola
22:40e é uma região
22:40de um modo geral
22:41mais empobrecida
22:42e com problemas sociais.
22:43A região Nordeste,
22:44por sua vez,
22:45também é uma região
22:46mais empobrecida,
22:47uma economia
22:47mais estagnada,
22:49a população
22:50mais ou menos
22:50concentrada
22:51nas grandes cidades
22:52que vai ter indústria,
22:53serviços,
22:54comércio, etc.
22:55E nós temos então
22:56a presença da Caatinga
22:57que vai ser uma região
22:58mais pobre
22:58e de menor produção agrícola,
23:00etc.
23:01Lembrando que não dá
23:02para homogenizar
23:03as regiões,
23:04pensar que é tudo
23:05igual dentro delas,
23:06mas de um modo geral
23:07elas têm essas características
23:08similares entre si.
23:11Outra regionalização,
23:12gente,
23:12é a regionalização
23:13dos quatro Brasis,
23:14que vai ter
23:14quatro regiões
23:16dentro dela.
23:17Ela vai olhar
23:17para um critério
23:18meio diferente,
23:19que é o critério
23:20de histórico
23:22e ocupação
23:23e transformação
23:24do território
23:25de acordo com
23:25o conceito
23:26de meio técnico,
23:27científico e informacional.
23:29Ele vai olhar
23:29para o território
23:30a partir do ponto de vista
23:31de tecnologia
23:32e economia,
23:34do que se produz,
23:34do que se exporta,
23:35etc.
23:36Então nós vamos ter
23:37uma regionalização
23:38que vai respeitar
23:40os limites políticos
23:41dos estados.
23:41Ou seja,
23:42um estado vai ser
23:43parte de uma região só.
23:44Olhando para esse mapa,
23:45vocês podem observar,
23:46gente,
23:46que eu vou pintar
23:47mais ou menos
23:47o que era a região
23:48centro-sul.
23:49Então a região centro-sul
23:50ia mais ou menos
23:52assim.
23:54Ela fazia mais ou menos
23:55esse trajeto.
23:57Notem, gente,
23:58a região centro-sul
23:59vai ter a região centro-oeste
24:00dentro dela
24:01e a região concentrada.
24:03A região concentrada
24:04vai ter duas regiões
24:05dentro dela.
24:06Vai ter a região sul,
24:07que é Paraná,
24:08Santa Catarina e Rio Grande do Sul
24:09e São Paulo,
24:11Minas Gerais,
24:11Rio de Janeiro e Espírito Santo
24:12que vão formar
24:13a região do sudeste
24:14que eu coloquei como SE.
24:15Então a região sul e sudeste
24:17formam a região concentrada.
24:19Por quê?
24:19Porque a região mais industrializada
24:21do Brasil
24:21com o agro mais forte
24:22então eu vou pintar de novo
24:24aquilo ali
24:25que estava em verde
24:26naquele mapa
24:27que é a região então
24:28mais industrializada
24:30do Brasil,
24:30mais rica do Brasil.
24:31Isso daqui vai ser
24:32a região concentrada
24:33que exporta de tudo
24:34para o mundo.
24:34Produto do agro,
24:36produto industrializado,
24:37avião, carro,
24:38está mais ou menos
24:39nessa região.
24:40A região centro-oeste
24:41também fazia parte
24:42da região centro-sul,
24:44também vai ser
24:44uma região moderna.
24:45Só que aqui
24:46a modernidade
24:47vai ser na verdade
24:48então o agro muito forte.
24:50Então vai ser
24:50uma região do agro.
24:52E os produtos
24:53de exportação
24:54dessa região
24:54vão ser muito focados
24:55no agro.
24:56Então o que vai se exportar
24:58é muita soja,
24:59gado,
24:59algodão,
25:00etc e tal.
25:00e a indústria
25:02que vai ter
25:02na região centro-oeste
25:03vai ter várias
25:04coisas diferentes,
25:05mas a principal
25:06delas são produtos
25:07do agro.
25:07Então, por exemplo,
25:08é a soja que vira
25:09aparelo,
25:10é o algodão que vira
25:11de fato o algodão
25:13industrializado
25:14e é o gado
25:15que vai ser cortado.
25:16Então são produtos
25:17mais voltados
25:18ao agro.
25:19Então a centro-oeste
25:20ela vai também
25:20se integrar ao mundo,
25:22ela vai vender
25:22para o mundo,
25:23vai exportar,
25:24só que vão ser
25:25produtos do agro
25:26pouco diversificados,
25:27muito focado
25:28na cadeia
25:28da agropecuária.
25:29Já a região nordeste
25:31e a região amazônica
25:32elas vão então
25:32fazer mais ou menos
25:34o que na outra
25:35regionalização
25:35elas tinham em comum.
25:37Uma característica
25:38aqui, gente,
25:38é que a região
25:39Tocantins
25:39ela faz parte
25:40da região norte
25:41na classificação
25:42do IBGE
25:43e aqui ela faz parte
25:44da região centro-oeste
25:45em virtude
25:46do agro mais forte.
25:49agora
25:51olhando para
25:52os aspectos
25:53naturais do Brasil
25:54nós vimos então
25:55quatro aspectos
25:56diferentes.
25:56Nós vimos os climas,
25:58o relevo,
25:59os biomas
26:00e a hidrografia.
26:01Notem que esses mapas
26:02aqui foram os mapas
26:03que eu entreguei a vocês
26:04em sala de aula
26:05e nós temos então
26:06os climas.
26:06Vamos olhar.
26:07O Brasil, gente,
26:08ele tem cinco climas.
26:09Ele tem o clima
26:10equatorial
26:11que está em vermelho,
26:12nós temos o clima
26:12tropical típico
26:14que é boa parte
26:14do Brasil,
26:15então é o clima
26:16tropical mais conhecido
26:17do Brasil,
26:18o tropical úmido,
26:20o tropical úmido
26:21vai ser o clima
26:21da costa brasileira,
26:23então o clima
26:23do Rio de Janeiro,
26:24o clima do Nordeste
26:25brasileiro,
26:25nas grandes cidades,
26:26etc e tal.
26:27Então vai ser aquela
26:28coisa quente,
26:29úmida, etc e tal.
26:30O clima semiárido
26:32que está em amarelo
26:32que é o clima
26:33que vai gerar a Caatinga
26:34e o equatorial
26:35vai gerar a Amazônia
26:36e o clima subtropical
26:37que é o nosso clima
26:38aqui do Rio Grande do Sul
26:39que ele tem um verão quente
26:41e um inverno bem frio
26:42aquelas quatro estações
26:43bem pronunciadas.
26:44Então nós temos
26:45cinco climas
26:46de modo geral,
26:47o Rio Grande do Sul
26:48subtropical
26:49e de modo geral
26:50o Brasil é quente.
26:51Temos áreas frias
26:52no Brasil?
26:53Temos.
26:53Até o Rio Grande do Sul
26:54no inverno é frio,
26:56mas de modo geral
26:56o Brasil é um país quente
26:57tanto que ele é chamado
26:58de país tropical.
26:59Em relação às formas
27:00de relevo,
27:01o Brasil também é
27:02bem diversificado.
27:04Notem,
27:04nós temos
27:06regiões de planalto,
27:08nós temos região
27:10de depressão
27:11e de planície.
27:12Qual que é a diferença
27:13de um para o outro?
27:13O planalto são regiões
27:15mais altas
27:15onde as rochas
27:17estão sendo destruídas.
27:18Então o relevo
27:19está sendo destruído.
27:20O morro
27:21está ficando
27:22cada vez menor.
27:23A depressão,
27:24gente,
27:24no Brasil
27:25são áreas mais baixas
27:27que o seu entorno.
27:28Então nós temos
27:28uma área mais alta,
27:30uma área mais baixa
27:31e uma área mais alta.
27:32Essa área mais baixa
27:33ela vai ser chamada
27:34então de depressão.
27:37E as planícies
27:38são áreas
27:38onde estão recebendo
27:39os sedimentos.
27:40Então o morro
27:41que ele é destruído
27:42ele vai trazer
27:42os sedimentos
27:43para uma área
27:44mais plana
27:45que vai ficando
27:46cada vez mais alta.
27:47De modo geral
27:48são áreas também
27:48mais novas.
27:50Então nós temos
27:51essa caracterização
27:52do território brasileiro
27:54em relação
27:54às unidades de relevo.
27:56As unidades de relevo
27:58elas vão junto
27:59com os climas
28:00atuar em conjunto
28:01para gerar os biomas.
28:02Então aqui nós temos
28:03os biomas do Brasil.
28:04Então vocês podem ver
28:05que o clima equatorial
28:07ele vai gerar
28:07mais ou menos
28:08a Amazônia
28:09o clima semiárido
28:10vai gerar
28:11mais ou menos
28:11a Caatinga
28:12o Cerrado
28:13ele vai ter
28:14o clima tropical
28:14típico
28:15de modo geral
28:16e o clima tropical
28:17típico
28:17também vai ter
28:18o que a gente chama
28:19de Pantanal.
28:19Além disso
28:20uma parte
28:21do clima tropical
28:22típico
28:22uma parte
28:23do tropical
28:23e uma parte
28:24do subtropical
28:26vai gerar
28:27então a Mata Atlântica
28:28que é o bioma
28:29mais devastado
28:30do Brasil.
28:31Os portugueses
28:31chegaram nessa região
28:32é a região
28:33mais industrializada
28:34é a região
28:34que mais produz
28:36produtos do agro
28:37então a Mata Atlântica
28:38é o bioma
28:39mais devastado
28:39do Brasil
28:40não é o que está
28:41sendo mais devastado
28:42mas é o mais devastado
28:43é o que menos sobrou
28:44
28:45e nós temos
28:45também o Pampa
28:46aqui no Rio Grande do Sul
28:47que é um bioma
28:48exclusivamente gaúcho
28:49dentro do território
28:50brasileiro
28:50mas que vai também
28:51estar presente
28:52no Uruguai
28:53no Uruguai
28:54Argentina
28:55etc
28:56uma coisa interessante
28:58da gente observar
28:59é que a interação
29:00entre clima
29:00e relevo
29:01vai gerar
29:02então os biomas
29:03olhem só gente
29:04o maior preditor
29:05do clima
29:06é na verdade
29:06a latitude
29:07ou seja
29:07é a posição
29:08de um lugar
29:08em relação à terra
29:09no caso
29:10se nós formos
29:11observar linha reta
29:12era esperado
29:13de que nós
29:14tivéssemos
29:14o mesmo bioma
29:15só que no caso
29:16brasileiro
29:16na mesma linha
29:17nós temos então
29:18a Amazônia
29:19que é o clima equatorial
29:21e do outro lado
29:22do Brasil
29:22nós temos o clima
29:23semiárido
29:24que é muito mais seco
29:26porque que isso acontece
29:27na verdade
29:28nós deveríamos ter
29:29o clima equatorial
29:30em todo o Brasil
29:30é porque
29:31a gente tem a interação
29:32do relevo
29:33então olha só
29:34então aqui nós temos
29:35a representação
29:36da Caatinga
29:38observa gente
29:38a Caatinga
29:39ela vai surgir
29:40da interação
29:41entre relevo
29:42e clima
29:42o que que acontece
29:43gente
29:45o oceano
29:46atlântico aqui
29:47ele então
29:47tem a presença
29:48do sol
29:52e o sol
29:53ele vai fazer
29:54com que a água
29:54ela evapore
29:56o fato da água
29:57evaporar
29:58vai então
29:58formar nuvens
29:59essas nuvens
30:00elas vão seguir
30:01o trajeto
30:01dos ventos alíseos
30:02então elas vão
30:03vir para cá
30:03quando elas chegarem
30:05aqui
30:05elas vão encontrar
30:06uma barreira
30:07que é o planalto
30:08da Borborema
30:08e elas vão então
30:09subir
30:11quando elas forem subir
30:12elas vão ficar
30:13muito pesadas
30:13e vai chover
30:14de um lado
30:14agora
30:15o vento
30:16que vai passar
30:17para a outra parte
30:19do planalto
30:20vai ser um vento
30:20seco
30:21então vai ser um vento
30:22sem nuvem
30:23é por isso que nós
30:23vamos ter a Caatinga
30:25deveria aqui
30:26ter uma espécie
30:26de Amazônia
30:27mas a gente não tem
30:28por conta do planalto
30:29da Borborema
30:29se vocês observarem
30:31o relevo
30:32ele vai continuar
30:32ele vai ter então
30:34um novo planalto
30:35do outro lado
30:35e esse planalto
30:37a gente vai chamar
30:37de planalto
30:38da bacia do Parnaíba
30:39que vai gerar
30:40essa depressão sertaneja
30:41então vai ser
30:41uma região mais baixa
30:42do que o seu entorno
30:43então a Caatinga
30:44ela vai existir
30:45em função
30:45mais ou menos
30:47disso
30:49outra interação
30:50entre clima
30:50e relevo
30:51são os rios voadores
30:52que nós temos
30:53aqui no Brasil
30:53então
30:54a Amazônia
30:55ela é tão grande
30:57que ela mesma
30:58vai gerar a chuva
30:59para ela
30:59então
31:00a água do oceano
31:01ela vai evaporar
31:02e vai para o continente
31:02vai chover forte
31:03sobre a Amazônia
31:04a Amazônia
31:05ela recebe
31:06essa água da chuva
31:07e ela mesma
31:08vai uma espécie
31:09de transpirar
31:09só que não tem
31:10tanta árvore na Amazônia
31:11que essa água
31:13que as árvores
31:13estão transpirando
31:14ela vai formar nuvens
31:15essas nuvens
31:16da Amazônia
31:17elas vão vir
31:18em direção a oeste
31:19na região
31:20da Cordilheira dos Andes
31:21e ela vai
31:22defletir na Cordilheira
31:24ela vai pegar
31:25a Cordilheira
31:25vai vir uma barreira
31:26muito grande
31:27e ela vai desviar
31:28para o sul
31:28e aí o rio voador
31:30ele vai seguir
31:30para a região centro-sul
31:32então onde a gente
31:33tem cerrado
31:33a gente deveria ter deserto
31:34que é o que acontece
31:35no resto do mundo
31:36mas aqui no Brasil
31:37nós não temos deserto
31:38por causa da Amazônia
31:39além disso
31:40ela também tem as chuvas
31:41para São Paulo
31:42para o Rio Grande do Sul
31:43então se tu devastar
31:44a Amazônia
31:45vai trazer como consequência
31:46a falta de chuvas
31:48aqui para o Brasil
31:50então terminando agora
31:51os aspectos naturais
31:53nós temos a nossa hidrografia
31:54então aqui nós estamos
31:55vendo as regiões hidrográficas
31:57do Brasil
31:57as grandes bacias do Brasil
31:59notem como o Brasil
32:00ele tem várias bacias
32:01diferentes
32:01porque o território brasileiro
32:03é um território
32:03cheio de rios
32:04então o Brasil
32:05ele é um território
32:05com muitos, muitos, muitos rios
32:07e boa parte desses rios
32:08são navegáveis
32:09então a gente deveria usar
32:10os rios como meio de transporte
32:12com barcos
32:12que vão transportar
32:13as mercadorias
32:14etc e tal
32:14e isso é uma coisa
32:16que a gente vai ver
32:16que é um dos problemas
32:17do Brasil
32:17então o Brasil
32:19ele tem muitos rios
32:20e as bacias hidrográficas
32:22elas são permanentes
32:22ou seja
32:23os rios do Brasil
32:24eles não acabam
32:25no deserto
32:26tem rios
32:26que quando chove
32:27o rio aparece
32:28e depois ele acaba
32:29no caso do Brasil
32:30os rios são todos permanentes
32:31e as bacias hidrográficas
32:33no Brasil
32:34elas tem níveis diferentes
32:35de poluição
32:36então aqui no centro-sul
32:38a maioria das bacias hidrográficas
32:39estão bem poluídas
32:40e no norte do Brasil
32:42muitas delas não estão
32:43mas estão sendo cada vez mais
32:44então o Brasil
32:45do ponto de vista hidrográfico
32:46é um país cheio de rios
32:49em função da nossa
32:49humildade característica
32:52e assim vai
32:53então com as regiões hidrográficas
32:55e os aspectos naturais
32:56nós mais ou menos
32:57completamos
32:58o conteúdo
32:59que nós vamos ter
33:00na nossa prova
33:01então aqui
33:02é o nosso mapa
33:04mental geral
33:05com alguns grifos
33:06que eu fiz
33:07apaguei
33:08então
33:08isso dá mais ou menos
33:10conta de todas as questões
33:11que vão cair
33:11tanto na prova
33:12quanto na recuperação
33:13então
33:14bons estudos
33:15que vão cair
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