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O BOLSO AGRADECE: XBOX RECUA E PGB 2026 REVELA NOVO PERFIL GAMER

A Microsoft surpreendeu o mercado brasileiro em abril de 2026 ao reduzir o preço do Xbox Game Pass Ultimate para R$ 76,90. A decisão ocorre após uma alta polêmica que quase dobrou o valor da assinatura, gerando uma debandada silenciosa de usuários. O movimento coincide com a nova gestão de Asha Sharma, que já foca no sucessor da geração atual: o Projeto Helix.

A VOZ DO PÚBLICO E O MEDO DA IA

Os dados da 13ª Pesquisa Game Brasil (PGB 2026) mostram um cenário de transição ética e geracional. Quase metade dos jogadores brasileiros (45,7%) teme a perda de empregos devido ao uso de Inteligência Artificial no desenvolvimento de jogos. Por outro lado, o protagonismo feminino segue inabalável: as mulheres representam a maioria do público nacional há quase uma década.

NINTENDO ENCANTA NOS CINEMAS

Enquanto o Xbox recalcula a rota, a Nintendo colhe frutos com Mario Galaxy nos cinemas. A crítica destaca que o filme vence por priorizar a lógica visual do videogame sobre as convenções tradicionais do cinema. Com personagens como Rosalinda e Bowser Jr., a empresa sinaliza uma expansão agressiva para as telonas, provando que a "fórmula Nintendo" de cinema-jogável é o novo padrão.

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#Xbox #GamePass #Nintendo #MarioGalaxy #PGB2026 #GamesBrasil #Tecnologia #IA

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Transcrição
00:00No Glitch de hoje, a Microsoft dá um passo atrás e seu bolso agradece.
00:04O Xbox Game Pass baixou o preço no Brasil e a gente te explica o que está por trás dessa
00:08manobra.
00:09Mario Galaxy nos cinemas.
00:11Será que a Nintendo descobriu a fórmula mágica de transformar gameplay em filme sem perder a essência?
00:16Nossa crítica detalha esse espetáculo visual.
00:19E saiu a PGB 2026.
00:21A geração Z tomou conta do pedaço e as mulheres seguem dominando o cenário brasileiro, como fazem há quase 10
00:27anos.
00:28Mas nem tudo é festa.
00:30A galera está de olho na inteligência artificial.
00:32Quase metade dos jogadores brasileiros temem pela qualidade e pelos empregos na indústria.
00:37Puxa a cadeira, dá o play e vem com a gente no Glitch que começa agora.
00:46Olá pra você que acompanha o Glitch, o podcast de games, cultura pop, tecnologia aqui no jornal Estado de Minas.
00:53Eu sou o Leo Lima, repórter de tecnologia e hoje a gente vai falar do que aconteceu de mais relevante
00:57no mês de abril no mundo dos games.
00:59E aqui comigo, Isabela. Bem-vinda, Isabela. O que você achou desse mês?
01:03Oi, Leo. Muito bom estar aqui com vocês, gente, novamente.
01:07E esse mês nós temos aí um recuo do Xbox.
01:09Então foi uma coisa muito interessante para nós gamers analisar esse cenário.
01:14E o que pode vir a desembolar depois disso aí.
01:18E nós temos também no cinema, né?
01:21Então o mundo dos games extrapolando aí um pouquinho essa esfera do console, do celular,
01:27indo para outras áreas que a gente pode comentar aqui também.
01:29Acho bem bacana.
01:30Isso. E ainda para complementar nessa discussão que a gente vai ter hoje,
01:33nós vamos ter aí um raio-x do gamer brasileiro.
01:36Com a pesquisa Game Brasil, né?
01:37Que ela já é bem consolidada em números, consegue pegar muito aí qual que é o recorte do público brasileiro
01:43e como que eles consomem jogos, como que eles jogam, o que que está com tendência.
01:47E a gente vai falar sobre tudo isso hoje, não é mesmo?
01:49Bora! Vamos começar então.
01:51Então é isso, Isabela.
01:52Para começar, a gente vai falar desse recuo estratégico do Xbox.
01:56O que aconteceu, né?
01:57Depois de meses de críticas pesadas e uma debandada silenciosa de assinantes,
02:01a Microsoft finalmente ouviu o clamor do boleto.
02:04O Xbox Game Pass reduziu o preço no Brasil e após uma queda polêmica do que quase quebrou a internet.
02:11Então é isso, né?
02:12Essa semana, no dia 21 de abril de 2026, a Xbox anunciou aquele recuo do aumento
02:19que foi extremamente alto que aconteceu lá em outubro do ano passado.
02:22Que a gente saiu de um valor de R$59,90 para R$120,00 assim e todo mundo ficou
02:28sem entender o que estava acontecendo.
02:30Aí agora eles voltaram e o valor está em R$76,90 no plano Ultimate.
02:34O que a gente pode analisar dessa situação, Isabela?
02:36Bom, eu acho que é...
02:39Primeiro, né?
02:40Vamos começar lá do início em outubro, né?
02:42Eu acho que eu cheguei a falar isso na época porque foi assim...
02:46Aumentar a gente até entende.
02:48Tem uma questão de inflação, de ajuste e tudo mais.
02:50Mas, poxa, dobrou.
02:52Então, assim, assusta.
02:54É muito, né?
02:55Dá aquele choque.
02:56E não foi um choque que depois passou e a galera foi tipo...
02:59Ai, tudo bem, de boa.
03:00E foi recalculando a rota e foi acomodando.
03:04Continuou sendo muito criticado.
03:06E houve realmente, como a gente falou, uma debandada.
03:09Então, assim, eles devem ter sentido no bolso.
03:10Deve ter visto que diminuiu muito.
03:13E recalcularam a rota para não continuar perdendo.
03:16Eu acho realmente que foi isso que aconteceu porque, do meu ponto de vista, reajustar tudo bem.
03:22Mas, pô, dobrar o preço...
03:24É, foi uma coisa muito delicada que aconteceu, né?
03:27Que a gente já estava vendo essa escalada dos acontecimentos acontecendo e a gente achou que não ia chegar nesse
03:33nível.
03:33O que aconteceu?
03:34A Microsoft já estava investindo em comprar novos estudos para poder fortalecer seu portfólio, sua biblioteca.
03:40Dentro, principalmente, desse serviço que é o Game Pass, que serve como uma Netflix dos jogos.
03:44Você paga ali por mês e consegue jogar tudo que está naquele catálogo.
03:48E, com isso, eles foram comprando algumas empresas ali que desenvolvem jogos.
03:53E isso foi muito relevante para aumentar esse preço de uma vez.
03:56Porque você vai comprando muitos jogos e acaba que o custo disso vai ficando alto.
04:00Eles precisavam bancar esse plano deles, de alguma forma, e eles jogaram tudo para cima dos clientes.
04:07É, basicamente, isso que aconteceu.
04:10Mas, eles poderiam ter pensado em outras estratégias para poder enfrentar esse momento deles aí.
04:16O quê?
04:17Não sei.
04:17Mas, eu imagino que várias outras empresas também já passaram por isso.
04:22Estúdios, estúdios tanto de filme quanto de jogos, de crescer, investir na compra de outros estúdios menores
04:31ou de novas tecnologias, que seja.
04:34E não desconta isso no consumidor.
04:36É, pois é.
04:36E a Microsoft, ela nunca vai falar sobre isso publicamente.
04:39Mas teve essa saída também do principal executivo deles, né?
04:43Que era o Phil Spencer e também da Sarah Bond, que era ali o braço direito dele, né?
04:48Na divisão da Xbox.
04:50E, com isso, veio uma nova CEO do núcleo da Microsoft, que é a Asha Sharma.
04:55Que ela já estava na equipe de IA.
04:57E isso deu uma preocupada com o pessoal.
04:58Mas, até agora, o que a gente está vendo é uma recalculada de volta, realmente, como você falou.
05:03Para poder tentar trazer tudo isso que foi perdido nessas últimas decisões.
05:07Porque, além desse aumento de preço, né?
05:09Que acabou caindo na conta do consumidor.
05:11Também estavam tendo algumas campanhas que não estavam conversando muito bem com o público.
05:15Como, por exemplo, transformar tudo em Xbox.
05:18Eles estavam chamando isso de Xbox.
05:19O slogan era exatamente isso, né?
05:21Isso é Xbox.
05:22Então, eles colocavam o celular é um Xbox, o computador é um Xbox.
05:25Para transformar tudo em uma plataforma unificada.
05:27E acabou que o público não gostou muito disso.
05:30Na hora que essa nova CEO, ela entrou, essa executiva, ela acabou com essa comunicação de falar que isso tudo
05:36é Xbox.
05:37Focou nos consoles e já anunciou ainda, inclusive, que já tem um novo Xbox em desenvolvimento no que chama Projeto
05:44Helix.
05:45Que já vai suceder a essa geração do Xbox Series.
05:48A gente já estava meio que esperando que a geração já estaria se renovando.
05:53Renovando não, né?
05:54Indo para uma nova geração, né?
05:56Isso.
05:58O ciclo já estava meio que apontando para isso.
06:00Eu acho que...
06:02Você acha o quê?
06:03Uns dois anos?
06:04É, eu também estou achando isso.
06:05Dentro dos próximos dois anos?
06:06É, porque se a gente for olhar, a geração de videogame é uma coisa que dura entre seis e sete
06:10anos.
06:10O Playstation 5 e o Xbox Series foram lançados em 2020.
06:14A gente já tem em 2026.
06:15Ainda não teve um anúncio oficial, né?
06:18Até então, aí teve o Xbox Helix agora.
06:20E agora a gente vai começar a ver uma nova geração aí nascendo, alguma coisa assim.
06:26Apesar do que a gente vê dessa crise de condutores.
06:29Pois é, porque tem essa questão dos componentes, que está aumentando o preço.
06:33Tem a questão também que...
06:35Teve algum grande salto de tecnologia também para justificar uma nova geração?
06:39É, a gente poderia falar, né?
06:41Talvez dessa inteligência artificial, do DLSS, de outras coisas.
06:44Mas não é uma coisa que justifica para o público geral.
06:46A gente vai falar mais para o cara que é entusiasta, que quer comprar o melhor videogame do mundo naquele
06:51momento.
06:52Para jogar com o gráfico 8K, 30K, sabe-se lá o que.
06:56Então, para essa galera, realmente o videogame já está ficando defasado.
06:59Mas para o público geral, você vai ver.
07:00A Nintendo com o Switch 2 está vendendo aí o videogame a rodo também.
07:05Está tendo, na verdade, até um medo, né?
07:07Por causa dessa crise, de não conseguir fabricar o suficiente para atender a demanda que eles estão tendo.
07:11Então, eu acho que uma nova geração seria mais para trazer alguma coisa de inteligência artificial,
07:16outras coisas assim, do que de gráficos de fato para o público.
07:20É, seria interessante isso.
07:23É, eu vejo também o pessoal falando que essa próxima geração, ela vai ser mais para trazer o console para
07:28uma coisa mais portátil,
07:29igual está tendo o Steam Deck, o Switch, essas coisas.
07:32Não é uma coisa tão física, né?
07:33É, sair muito...
07:34Talvez a grande mudança não seja isso, né?
07:37Talvez a portabilidade, não tanto ficar preso ao console físico.
07:41Exatamente.
07:43E essa, voltando agora para essa parte dos reajustes, a gente está vendo reajustes indo e voltando muito rápido nessa
07:50indústria.
07:50A gente teve em fevereiro também, né?
07:52A Nintendo diminuindo os preços no Brasil do Switch Online, que é o serviço online deles,
07:57que tem catálogo de jogos, se tem como jogar online, abaixou.
08:00Mas foi um baixinho, né?
08:03É.
08:03Não foi um grande, igual agora, igual o do Xbox, que realmente teve uma queda considerável.
08:11O do Nintendo foi mais tímido.
08:16Mas pensando que esses streams, eles têm sempre um reajuste e a gente pode dizer que 90% só aumenta.
08:22A gente não está falando só de Game Pass, a gente está falando só de jogos,
08:24a gente está falando também de Netflix, de Amazon Prime, só aumenta.
08:28E aí, nessa demandada toda, a gente vê dois serviços abaixo do preço,
08:32eu acho que isso é para a gente soltar foguete e comemorar mesmo.
08:35Por mais que a gente não saia o que está para vir aí nos próximos meses, o que está vindo
08:39aí no futuro.
08:39Ah, tem outro ponto que eu quero comentar também do Xbox,
08:42que é a questão dos jogos que são lançamentos, eles só iram muito depois.
08:47Eu acho isso, ainda é um problema.
08:51Eu acho que quando estava em R$119, era um grande problema,
08:55porque você estava pagando R$119 por mês e não tinha acesso aos jogos que eram lançamentos.
09:01Já acho um absurdo que você está pagando R$119 por mês.
09:05Agora, ainda acho um problema, mas é um problema um pouco menor.
09:10Mas ainda assim, você está pagando uma assinatura, sabe?
09:14E assim, não é a mesma lógica do cinema,
09:17que enquanto está no cinema, não está no streaming, ok.
09:20Mas aí é uma questão só de o quê? Um mês? Um mês e meio que o filme fica em
09:24cartaz?
09:25Exato.
09:25Agora, um ano, se tirar um ano falando de jogar um lançamento, aí todo mundo já jogou.
09:29Isso aí.
09:30Isso meio que força a pessoa a comprar o jogo.
09:32É, isso aí que foi uma das críticas ainda, por mais que teve esse reajuste, né?
09:36Teve uma mudança que os jogos como Call of Duty, que são de grande orçamento,
09:40eles não vão estar no catálogo no dia do lançamento, né?
09:43Eles só vão aparecer só no ano seguinte, naquela época de Natal.
09:46Então, por exemplo, um jogo do Call of Duty que vai lançar agora em setembro, outubro,
09:50que sempre lançando essa janela, só vai entrar nesse catálogo lá pro final do ano que vem,
09:55que é 2027. Então isso não vai acontecer.
09:56E isso aí gerou críticas, né?
09:58Porque o principal motivo de uma pessoa assinar um tipo de serviço desse é pra jogar esses lançamentos.
10:03E agora com isso, né, o plano mais caro não ter mais essa função, acaba que perde motivo.
10:09Ainda continua sendo...
10:10O mais que eu vejo que eles ainda vão colocar alguns lançamentos estratégicos dentro desse catálogo.
10:15Por exemplo, o Forza, ele sempre vai entrar, eu imagino, esses Guias of War.
10:19Agora, quando é um orçamento maior, eu acho que eles não vão colocar...
10:21Eu gosto do seu imagino.
10:23Vamos esperar pra ver a gente comer no próximo?
10:25Porque não dá pra colocar esse tipo de análise e tirar todos os lançamentos,
10:31porque aí realmente vai perder toda a lógica de colocar um serviço desse pra funcionar ainda.
10:38Então vamos ver, porque tem muita coisa pra gente conversar.
10:42E aí a gente pode falar disso nos próximos meses.
10:44Vamos ver o que eles vão movimentar até lá.
10:46Sim.
10:48Segundo assunto que a gente vai comentar aqui hoje, Isabela,
10:51é o lançamento do filme do Mario Galaxy nos cinemas, né?
10:54Muitos tentam transformar games em filmes e seguindo a cartilha de Hollywood.
10:58Mas essa crítica aqui que a gente fez no Jornal Estádio Minas esse mês,
11:02ela aponta o contrário, que o filme ele vence justamente por colocar a lógica lúdica do videogame
11:07acima das convenções do cinema tradicional.
11:09Isso mostra, na verdade, o grande sucesso do 1,
11:12porque se tivesse ido mal nas bilheterias, não teria tido fôlego pra um segundo.
11:17Acho que não é nem fôlego, aumentou, né?
11:19Acho que a aposta foi ainda maior.
11:22Então, aí a gente vê o sucesso que pode ser a linguagem dos games indo pro cinema.
11:28Porque o que a gente vê, até que tava na sua análise que você escreveu,
11:33inclusive tá aqui no Jornal Hoje, e eu concordo com você,
11:38que é deles terem uma linguagem única deles,
11:44que eles desenvolveram, que faz parte da personalidade dos jogos do Mario,
11:49e eles conseguiram levar isso pro cinema muito bem.
11:52Eles conseguiram transpor isso de uma linguagem pra outra muito bem.
11:56E continuou isso no Galaxy 2, né?
12:00Me conta aí, o que você achou do filme?
12:02Então, é exatamente isso que a gente tá falando.
12:05O filme do Mario Galaxy, que lançou esse ano,
12:08ele não tá querendo seguir uma cartilha de um filme, por exemplo,
12:12do Scorsese ou de alguma outra animação da Pixar.
12:14Inclusive, esse filme foi feito pelo estúdio da Illumination,
12:17que é o mesmo que fez o Meu Malvado Favorito, o filme dos Minions.
12:20E eles não tentaram pegar aquela essência, de fato, do filme dos Minions,
12:24ou do Meu Malvado Favorito, que fez sucesso.
12:26Na verdade, eles tentaram estruturar aquele universo da Nintendo
12:29que eles já fizeram com o filme do Mario, dentro da lógica do cinema.
12:33Não é, talvez, um filme que vai ter o melhor enredo, a melhor história,
12:37mas é um tipo de filme, é um tipo de experiência, como você disse,
12:43que vai ser agradável pra quem, principalmente, gosta dessa franquia,
12:48pra quem gosta desse universo dos jogos.
12:50E eu acho que causou muito bem essa ideia,
12:51ao invés de tentar fazer uma coisa que não encaixa dentro do universo do Mario.
12:57E o primeiro filme, ele serviu, né, pra estabelecer aquele universo.
13:00O que que ele é?
13:00Agora, no segundo, já tá no passo seguinte,
13:02nós temos a expansão desse universo, né,
13:05novos personagens, tipo Bowser Jr., tipo Yoshi, né,
13:09então nós temos novos personagens.
13:11O que que você achou desses novos personagens?
13:14Eles se encaixaram nesse universo, o que que você achou?
13:16Sim, eu acho que eles se encaixaram muito bem,
13:18todo mundo ali tem uma relevância muito bacana,
13:21e muda muito aquela perspectiva que a gente tinha nos jogos, né,
13:23principalmente com protagonismo feminino.
13:25Porque, ao contrário dos jogos que a gente sempre via o Mario, o Luigi,
13:29e o salvar a princesa, nesse aqui não.
13:31Lá no primeiro filme já foi construída uma história
13:33de que a princesa Peach era tão protagonista quanto o Mario e o Luigi,
13:37na verdade, eu diria que até mais no início, né,
13:39porque o Mario...
13:39Sim, porque ela ensina pro Mario.
13:41É, exatamente.
13:42Então, o Mario e o Luigi, eles têm ali uma história ali
13:45de duas pessoas vulneráveis ali naquele mundo do reino do cogumelo,
13:50e a Peach, que já é uma princesa,
13:52que já tem todo aquele conhecimento daquele universo,
13:54daquele lugar, ela vai lá, ensina eles, né,
13:56e principalmente o Mario, que vai resgatar o Luigi,
13:58que no caso foi resgatado é o Luigi, não é uma princesa,
14:01de como ter sucesso naquele mundo ali, né.
14:05Então, tem aquela jornada do herói do Mario,
14:07de salvar o irmão dele, mas totalmente com o auxílio da Peach,
14:11que vai mostrando ele o caminho das pedras pra poder fazer isso.
14:14Sim, é verdade.
14:17Esse protagonismo aí se expande, né,
14:20como você mesmo falou,
14:20porque agora nós temos outra princesa, né,
14:23que é a Rosalinda.
14:24O que você achou dela, da personagem dela?
14:27Eu gostei muito dessa introdução da Rosalinda,
14:29porque ela, sem spoilers,
14:31ela consegue trazer essa relação das duas princesas
14:34com uma coisa que acontece muito no filme Frozen, né,
14:37naquela trilogia, agora já vai ter o 3 também,
14:40no filme Frozen, que é a relação entre as duas princesas,
14:42e tem uma coisa muito bacana aí,
14:43não tem como dar spoiler.
14:45Descola um pouco daquela lógica de princesa com príncipe, né.
14:48Então as duas que têm aquela relevância,
14:51tem o protagonismo,
14:52elas são responsáveis pelas próprias atitudes,
14:55elas conseguem fazer aquilo ali que elas estão dispostas a fazer,
14:59então eu gostei muito disso.
15:00Elas têm o protagonismo delas,
15:02elas têm a relevância,
15:04e não fica presa só em salvar a princesa do Mario e de novo.
15:08Ah, tem uma curiosidade também.
15:09Você assistiu em português ou em inglês?
15:12Eu assisti em português.
15:13O que você achou da dublagem?
15:14Eu achei a dublagem muito bacana,
15:15e eu gostei muito do elenco que foi escolhido
15:17e de quem ia fazer as vozes.
15:19Gostei que já pegaram um ator mais jovem,
15:22assim, pra acompanhar, né,
15:23porque a gente deve ver o universo da Nintendo expandindo
15:25pros próximos anos.
15:26Então foi muito bacana nessa parte.
15:28Eu acho que o elenco foi bem escolhido.
15:30E a sensação de gravidade zero,
15:31que é tão forte, né, no...
15:34No jogo do Mario Galaxy não teve, né,
15:36essa coisa da gravidade zero.
15:38Na verdade, eu acho que o título,
15:40ele veio mais porque a gente tá vendo agora
15:42essa corrida espacial nova nos Estados Unidos.
15:44Eu acho que esse título pode ser
15:46pra tentar chamar a atenção desse público
15:47com uma coisa mais espacial.
15:49A gente viu a missão da Artemis 2
15:50que aconteceu agora.
15:51Então eu acho que a escolha do título
15:52foi mais uma coisa comercial,
15:54alguma coisa de timing,
15:55do que, de fato,
15:57alguma coisa da história do jogo mesmo.
15:58Você acha que tem a ver com a temática espacial
16:00que voltou a ter relevância hoje em dia,
16:02que nem lá na década de 60 e tudo mais,
16:04que voltou isso?
16:05Eu acho que é mais isso, né,
16:07porque tem essa coisa espacial,
16:08mas não é a mesma coisa do jogo do Mario Galaxy.
16:11Eu acho que é mais pra talvez trazer
16:13um público que gosta do jogo,
16:16do Mario Galaxy,
16:17viu ali alguma coisa espacial,
16:18não tem filme no espaço no cinema,
16:20o que que tá falando sobre espaço?
16:22Aí a gente vê um filme do Mario Galaxy,
16:23vamos lá ver o que que é.
16:25Eu acho que não tem aquela mesma pegada
16:28de explorar estrelas, essas coisas,
16:31mas tem algumas coisas ali,
16:32alguma coisa que pesca,
16:33mas eu acho que é muito mais comercial esse nome,
16:35por isso que talvez eles pularam
16:36o Mario World ou outra coisa assim,
16:38o Mario Land.
16:39Eles não seguiram a linha dos jogos, né?
16:41Então, pela análise,
16:42eu acho que fez sentido
16:43por causa do time comercialmente,
16:45mais do que outra coisa assim.
16:46Nossa, faz muito sentido.
16:47Pois é, eu acho também.
16:47Agora que você falou,
16:48eu não tinha pensado nisso,
16:49mas agora que você falou,
16:50faz muito sentido.
16:50Eu queria fazer uma menção honrosa
16:54ao Mario Popozudo da Lua.
16:57Que aí já entra nessa coisa
16:58que eu tô falando aí do time.
17:00É, o time foi tão bom
17:03que na...
17:04Se vocês não sabem, né?
17:05Agora com a missão da Artemis,
17:07viralizou a imagem de uma lua colorida,
17:09tirada por um fotógrafo japonês.
17:12E algum fã, muito fã de Mario,
17:16conseguiu enxergar um Mario na lua.
17:20Procure aí,
17:20Malho Popozudo na Lua,
17:22que vocês vão ver do que eu tô falando.
17:23E depois que você vê,
17:24é impossível desver.
17:25Não tem como dizer aquilo.
17:27É impossível.
17:28Foi muito criativo o cara
17:29que conseguiu montar ali
17:31o Super Mario daquele jeito.
17:33Muito bom.
17:35Mas enfim,
17:35voltando aqui à nossa temática,
17:37era só uma menção honrosa.
17:39Você acha que vai expandir esse universo?
17:41A gente vai ver Zelda
17:42e outros jogos da Nintendo.
17:45Você acha que vai ser...
17:45É possível?
17:46Você acha que vai ser, tipo,
17:48os Vingadores?
17:49Cada um vai ter seu filme,
17:50depois todo mundo vai se encontrar.
17:51O que você espera?
17:52O que você quer que aconteça?
17:54Eu tenho esperança
17:54de que aconteça isso
17:55e a Nintendo tá dando
17:57alguns sinais
17:58de que isso vai acontecer.
17:59no primeiro filme,
18:00a gente teve a presença
18:01do Donkey Kong
18:04naquela disputa,
18:04no começo do filme.
18:06E aí, agora,
18:07nesse segundo,
18:07também tem uma outra aparição
18:09que é muito relevante
18:10que pode, talvez,
18:10expandir isso
18:11pra um spin-off,
18:12pra um outro filme.
18:14Eu acho que isso vai ser bem bacana
18:15e eu tô muito curioso pra ver.
18:16E, além disso,
18:17a gente também tem anunciado já
18:19em produção,
18:19um live action
18:20do filme do Zelda, né?
18:21Não tá dentro desse universo,
18:22eu imagino,
18:23do Mario.
18:24É difícil, né?
18:25Mas eu acho que...
18:28Live action.
18:29dessas marcas da Nintendo
18:30pro cinema
18:31e que vai ser muito bacana.
18:32E eu acho que também
18:33vai ter essa
18:34dentro do universo
18:34também do Mario,
18:36uma coisa mais cinematográfica,
18:37parecendo o que a Marvel faz.
18:39Eu vi um fã,
18:40fez um vídeo
18:41com inteligência artificial,
18:42que é o nosso próximo tema,
18:44né?
18:44Inclusive.
18:46que ele fez como se fosse
18:47um roteiro mesmo,
18:48juntando vários desses jogos
18:50num único universo e tal,
18:52tipo, os heróis se juntando.
18:54E aí...
18:56Muito épico,
18:57muito legal.
18:59E é uma coisa que,
19:00na hora que eu vi,
19:01eu falei assim,
19:01caramba,
19:01seria muito legal de ver.
19:02Eles colaborando, assim,
19:06pra além do Donkey Kong
19:08aparecer no primeiro, né?
19:09Assim, realmente fazer uns
19:11Vingadores, sabe?
19:12Cada um com o seu filme,
19:13e em algum momento
19:14eles se juntam numa missão.
19:16Nossa, seria muito legal.
19:17Nossa, isso seria muito legal.
19:17E é uma coisa inimaginável
19:19há um tempo atrás, né?
19:20E a Nintendo,
19:20ela tem essa possibilidade
19:21de fazer esse universo
19:22porque eles têm aquele jogo
19:23que é o Smash Bros, né?
19:25Que eles reúnem
19:26todos os personagens
19:27pra cair na porrada.
19:28Então, imagina se isso acontece.
19:29Nossa, ia ser maravilhoso.
19:32Mas, pra acabar
19:32com um pouco
19:33essa nossa expectativa,
19:34o executivo da Nintendo
19:35lá, que foi entrevistado,
19:37ele disse que não tem
19:38previsão nenhuma
19:39de ter um filme
19:40de Smash Bros
19:40num futuro próximo.
19:42Ah, futuro próximo.
19:43Tem, tem o a longo prazo
19:45aí pra gente sonhar.
19:46Então, eu espero
19:47que isso aconteça.
19:48Sim.
19:49Agora, a gente indo
19:50pra nossa parte final,
19:52nossa terceira notícia
19:53aqui que a gente
19:54vai embarcar
19:55nesse podcast,
19:56que é um raio-x
19:57do gamer brasileiro.
19:59A 13ª edição
20:00da Pesquisa Game Brasil,
20:01ela acaba de sair
20:03e o dado
20:03que salta aos olhos
20:04é ético.
20:05Quase metade
20:06dos jogadores brasileiros
20:07está de olho
20:08e com medo
20:08do uso da IA
20:10e no desenvolvimento
20:11dos jogos
20:11com essa ferramenta.
20:12Então, é isso.
20:13A gente tem várias coisas
20:14aqui, tem vários pontos
20:15de discussão.
20:16O dilema da inteligência artificial
20:17que mostra que
20:1945,7% dos gamers
20:21se preocupam
20:22com a perda
20:23de empregos
20:23e a precarização
20:24do trabalho criativo.
20:26E, por outro lado,
20:2739,3%
20:29afirmam
20:29que comprariam
20:30um jogo
20:30sabendo que,
20:31mesmo assim,
20:32boa parte do desenvolvimento
20:33usou essa tecnologia.
20:34E o público
20:35está mais preocupado
20:36com a ética
20:36do que o produto final.
20:37você concorda com isso?
20:40Infelizmente,
20:41eu acho que
20:42no mundo ideal,
20:44não.
20:44Mas hoje,
20:45as pessoas vão comprar.
20:47Se for um jogo
20:47muito foda,
20:49elas vão comprar
20:50mesmo sabendo
20:50que foi feito
20:51com o IA.
20:52Sabe?
20:53Eu acho isso...
20:55Eu acho que é o mesmo
20:56dilema que o cinema
20:57está vivendo.
20:58Sabe?
20:58Que teve até aquela greve
20:59dos roteiristas
21:01lá nos Estados Unidos
21:02e tudo mais.
21:03Que é assim,
21:04até onde a inteligência artificial
21:05vai ajudar o mercado?
21:07até onde que é ético usar?
21:09Até onde que
21:11vai tirar o trabalho
21:13das pessoas,
21:13sabe?
21:14De dublagem,
21:16é...
21:17De...
21:18Da imagem mesmo
21:19das pessoas.
21:20De toda a parte criativa
21:21a gente pode falar, né?
21:21É, a parte criativa.
21:23Vai gerar imagens,
21:24vai gerar o conceito
21:26como um todo,
21:27vai só fazer a legenda.
21:30Então, assim,
21:31eu acho que
21:31ao mesmo tempo
21:33que é necessário
21:33conversar sobre isso,
21:35eu duvido muito
21:37que principalmente
21:38o mundo
21:39vai chegar no consenso.
21:41Sabe?
21:41Porque os estúdios
21:42estão espalhados
21:43pelo mundo inteiro.
21:44Tem vários países.
21:45Aí um país vai lá
21:46e faz uma legislação.
21:47Só que outros países
21:48vão continuar
21:48do mesmo jeito,
21:50por exemplo.
21:50Sabe?
21:50Então, assim,
21:51é difícil o mundo inteiro
21:52entrar no consenso
21:53de até onde
21:54se deve usar e há.
21:56Porque não usar
21:57já é impossível.
21:58Já faz parte
21:58do nosso dia a dia.
21:59Mas até onde?
22:00Eu acho que
22:01não tem como
22:02entrar no consenso.
22:03e quem quer jogar
22:05vai jogar.
22:07E aí o que a gente
22:09viu também
22:09nessa pesquisa
22:10mostrou que
22:11tem quase metade também,
22:1339%,
22:13a gente pode falar
22:14quase 40%,
22:15quase metade,
22:16uma parte considerável
22:17disso que compraria
22:18um jogo
22:19mesmo sabendo
22:20que ele teria
22:20inteligência artificial
22:22dentro do seu desenvolvimento.
22:23Pois é.
22:24E aí a gente está falando
22:25de pessoas que estão
22:26considerando parte criativa,
22:27parte artística,
22:28todo esse montante.
22:30E aí eu conversei
22:31com algumas pessoas
22:31para escrever uma matéria
22:32sobre isso
22:33e o que eu vi
22:34é que as pessoas
22:35falando que consumiria
22:36realmente se tivesse
22:37inteligência artificial
22:38mas que mostrasse
22:39onde foi usado
22:41para poder desenvolver.
22:42Ah, igual tem
22:42nas redes sociais
22:43hoje em dia
22:44que tem que ter
22:46o...
22:46Isso.
22:47Que tem que ter
22:47essa...
22:49A tag.
22:50É, disclaimer, né?
22:51Tem que ter
22:52a bandeirinha,
22:53não é a bandeirinha?
22:54Esqueci.
22:54A tagzinha lá.
22:55Tem que ter uma orientação
22:55ali de que o conteúdo
22:57foi produzido
22:58com a ajuda
22:58da inteligência artificial.
23:00Principalmente
23:00quando é na parte
23:01criativa,
23:02na parte artística,
23:03eu acho que realmente
23:03tem que ter.
23:04Aí eu conversei
23:05com algumas pessoas
23:05e elas falaram
23:06ah, eu jogaria
23:08mas primeiro eu veria
23:08como é que está sendo
23:09as críticas,
23:10a análise,
23:11como que foi usado,
23:12mesmo que foi usado
23:13na parte criativa,
23:15foi de forma ética,
23:16então tem muita coisa assim.
23:18Agora eu já vi
23:18que tem também
23:20uma outra pessoa
23:20que eu entrevistei
23:21que ela disse
23:21que usaria,
23:23que compraria um jogo
23:24que tem a IA
23:26dentro do desenvolvimento
23:27para ver no que que dá,
23:29para ver como foi usado.
23:30Se foi usado
23:31de uma forma criativa
23:32a inteligência artificial,
23:33ele disse que
23:34seria uma forma
23:35inteligente,
23:36interessante de poder
23:37consumir esse produto.
23:38Então ele falou sobre isso,
23:40é uma dessas fontes.
23:41Eu tenho até um outro ponto
23:42também para levantar
23:43em relação a isso
23:44que é o seguinte,
23:47o que que isso pode
23:48acarretar nos jogos
23:50em questão de qualidade,
23:51de enredo,
23:52de mecânica,
23:54porque assim,
23:56a gente até tem comentado
23:57ultimamente
23:58que as grandes indústrias
23:59estão apostando
23:59sempre no mesmo.
24:01Está ficando um pouco repetitivo,
24:02está faltando um pouco
24:03de criatividade,
24:04um pouco de ousadia
24:04e que os jogos indie
24:06estão ocupando esse espaço
24:08de trazer novidade,
24:10de trazer temáticas diferentes
24:13e tudo mais.
24:14a gente viu até
24:14o último Game Awards
24:16que cresceu muito
24:18os jogos indie,
24:20muito elogiado
24:21inclusive roteiros.
24:24Será que a IA
24:25sendo utilizada,
24:26por exemplo,
24:27para o processo criativo,
24:30será que vai pasteurizar
24:32os jogos?
24:33Eles vão ficar tudo
24:34mais igual ainda?
24:36Sabe?
24:36É perder a essência,
24:38é perder a alma?
24:39O que que isso pode acarretar?
24:40Ou você acha que tem
24:42a possibilidade de melhorar?
24:43Eu acho que não.
24:45É isso que as pessoas
24:46estão falando.
24:46Inclusive eu conversei
24:47com o Marcos Paulo
24:48que já veio aqui,
24:49o da Gas Games,
24:51e ele disse que
24:52é exatamente isso,
24:54tem que ter
24:54uma forma ética
24:56e criativa
24:56de usar a IA,
24:57é uma ferramenta
24:58que veio para ajudar a gente.
24:59Então se ela for usada
25:01dentro da parte criativa,
25:02é interessante
25:03desde que faça realmente
25:04o jogo ter a sua alma,
25:06ter a sua identidade.
25:06então por exemplo,
25:08a IA já é usada em jogos
25:09desde, sei lá,
25:11desde que jogo é jogo.
25:12Porque tem, por exemplo,
25:14os NPCs que tem ali
25:15uma IA realmente,
25:16aquilo ali já é
25:17uma IA.
25:18A questão que agora realmente
25:19a gente está falando
25:20da parte criativa
25:21sendo afetada
25:22por causa dessa ferramenta.
25:23Então se for para usar
25:25na parte criativa
25:26a IA,
25:27da gente tentar usar
25:28realmente de uma forma
25:29que faça sentido,
25:31que faça o jogo
25:32realmente ser uma coisa diferente.
25:33e não só mais um commodity
25:34ali dentro da Steam.
25:36E ele,
25:36conversando com,
25:37principalmente com o Marco
25:38sobre isso,
25:38ele falou,
25:39hoje você entra na Steam
25:41e tem muito jogo ali
25:42que é produzido
25:44100% por IA,
25:4590%,
25:45até as artes
25:46são feitas por IA,
25:47a descrição é feita por IA
25:48e fica muito na cara
25:50e isso fica ali
25:50enchendo aquela loja
25:52de jogos feitos por IA
25:53e acaba fazendo até
25:55aquela loja perder qualidade.
25:57Então,
25:58nessa análise
25:59que a gente conversando
26:00e que eu tive,
26:01é de que em algum momento
26:02as próprias empresas
26:03que tem essas lojas
26:04de jogos,
26:05elas vão falar,
26:05ó,
26:06vamos parar com isso aí
26:07porque vocês estão lotando
26:09a nossa loja de jogos
26:10feitos por IA
26:11e aí,
26:12esses jogos estão ocupando
26:13a primeira página,
26:15estão ocupando ali
26:15esse espaço
26:17que era para estar
26:17com o jogo mais bem desenvolvido
26:19e isso vai ter até
26:20uma bola estourada
26:22dentro desse nicho
26:23dos jogos.
26:24Vai saturar, né?
26:25Eu acho que também
26:26é uma chance,
26:27talvez,
26:28dos indies
26:29ganharem mais espaço ainda,
26:31continuar crescendo.
26:32acho que talvez
26:33é uma oportunidade.
26:34É,
26:35mas aí tem
26:35esse espaço
26:36dos jogos independentes
26:38que vem empresas
26:39que estão querendo
26:40só fazer lucro,
26:40não necessariamente
26:41só essas triple A,
26:42mas empresas que pegam
26:43esse know-how
26:46independente
26:46e quer fazer jogos
26:47por IA também.
26:48Então,
26:48tem jogos independentes
26:49feitos por IA.
26:50então está sendo
26:51uma coisa bem complicada,
26:52está sendo uma disputa
26:53desleal
26:54com os verdadeiros
26:56artistas que estão
26:57ali fazendo
26:57e fica uma coisa
26:59meio difícil.
27:00Eu acho que uma hora
27:01isso aí vai complicar
27:02principalmente para
27:02essas lojas
27:03que vendem esses jogos.
27:04Pois é.
27:05Agora,
27:06eu também queria falar
27:07um pouco sobre
27:07essa parte do protagonismo
27:09feminino que está
27:09dentro da PGB,
27:10que é o seguinte,
27:11as mulheres seguem
27:12como a maioria das pessoas
27:13que jogam videogames
27:14no Brasil,
27:15representando 52,8%
27:17do público
27:18e vale destacar
27:19que essa é uma tendência
27:20histórica
27:20com a presença feminina
27:22liderando o ecossistema
27:23nacional há quase
27:24uma década.
27:25Então,
27:25desde 2018,
27:2619,
27:27que eu vejo essa pesquisa
27:29sendo divulgada,
27:30o público feminino
27:30está sempre ali
27:31e um dos principais
27:33dispositivos que elas usam
27:34é o celular,
27:35assim como também
27:36a maioria do público
27:37masculino está o celular,
27:38mas as mulheres no celular
27:39elas jogam mais
27:40até que os homens.
27:42Bom,
27:42eu acho interessante isso
27:44e eu até queria
27:47ver um detalhamento,
27:49talvez,
27:49sabe,
27:50melhor assim,
27:51porque é uma curiosidade
27:52mesmo,
27:52sabe,
27:53porque mesmo hoje
27:55a indústria ainda é
27:55muito machista,
27:57tanto no desenvolvimento
28:00quanto nos jogos mesmo,
28:04assim,
28:04como o público,
28:05sabe,
28:05ainda é muito masculino,
28:07muito masculino.
28:08Então,
28:08assim,
28:10olha que curioso,
28:11né,
28:11porque as mulheres
28:11são a maioria,
28:13mas os jogos
28:14são feitos
28:15e pensados
28:16para homens
28:16no geral,
28:17assim,
28:18né,
28:19vem mudando
28:20um pouco e tal,
28:21com as temáticas
28:22talvez um pouco
28:22mais inclusivas
28:23nos últimos anos,
28:24mas há 10 anos
28:26atrás
28:26não tinha isso.
28:27Então,
28:27assim,
28:28a maioria dos jogos
28:29são feitos por homens
28:30e pensados por homens,
28:30mas as mulheres
28:31são a maioria.
28:32Então,
28:33onde que essas mulheres
28:33estão?
28:34O que que elas estão
28:35jogando?
28:36O que que interessa
28:36esse público,
28:37sabe?
28:38Me interessa muito
28:39saber,
28:39assim,
28:40de curiosidade mesmo,
28:41de saber o que
28:41que elas estão jogando.
28:42Ah,
28:42é no celular.
28:43o que que elas jogam
28:43no celular?
28:44É Crunch Crush?
28:45É Assassin's Creed?
28:47Tipo assim,
28:47tem uma gama imensa
28:49de jogos.
28:50Desde Crunch Crush
28:51até jogos de ação,
28:52de tiro,
28:53sabe?
28:53Então,
28:54assim,
28:54de guerra.
28:55Sim.
28:55Tem uma temática
28:56muito grande.
28:56Eu gostaria muito
28:57de saber,
28:58sabe?
28:58Um pouco mais detalhado,
29:00porque eu acho
29:00muito legal saber isso.
29:02Eu também acho
29:03interessante isso,
29:04eu também fiquei
29:04nessa curiosidade.
29:05A pesquisa completa,
29:06ela deve estar disponível
29:07por aí já,
29:08eu vou conversar com o pessoal
29:09pra gente entender isso aí,
29:10que eu acho que é muito interessante
29:11a gente trazer isso.
29:13É uma pauta muito bacana,
29:14e eu já vi também,
29:15eu conversei com o executivo
29:16da Crunch Crush,
29:16aquele streaming de animes,
29:18e eles falaram que uma
29:19das principais diferenças
29:20do público brasileiro
29:21pro público da América Latina,
29:23e também a nível global,
29:25e também japonês,
29:26é que o público brasileiro
29:28feminino consome mais anime,
29:30por exemplo,
29:31também do que a média global,
29:32essas coisas também.
29:33Então,
29:33é uma coisa que ele já vem
29:34com essa comunicação,
29:36com essa informação de marketing,
29:37também,
29:37porque o público feminino
29:39aqui realmente consome
29:40cultura pop
29:40em uma escala,
29:42às vezes,
29:43maior do que outros países.
29:44Pois é,
29:44e é bem invisibilizado,
29:46né?
29:46Porque quando fala,
29:47assim,
29:47de jogo,
29:47eu ainda vejo muito
29:51a comunicação voltada
29:52para homens,
29:53sabe?
29:53Então, assim,
29:54se a maioria é mulher,
29:55por que a comunicação
29:56não é dividida,
29:57pelo menos?
29:58É,
29:58não tem alguma coisa,
29:59assim,
30:00mais direcionada
30:01ao público feminino,
30:01alguns jogos,
30:02com uma temática,
30:03assim,
30:05voltada para as mulheres,
30:06também,
30:06porque a gente vê,
30:07às vezes,
30:07tem um jogo
30:08que tem mulheres,
30:08mas a temática
30:10ainda é masculina,
30:11a Tomb Raider
30:11sofreu com isso
30:12por muito tempo.
30:13Ah, sim,
30:14a personagem,
30:14eu adoro Tomb Raider,
30:16começando,
30:16já vou deixar isso bem claro,
30:17adoro,
30:18mas, sim,
30:19ela foi muito sexualizada,
30:20e ela ganhou
30:20muita relevância
30:22por isso,
30:22inclusive,
30:23né?
30:24Então, assim,
30:25é interessante analisar,
30:27e, assim,
30:28eu acho que,
30:28assim como o cinema,
30:29é uma análise muito complexa,
30:32e muito profunda,
30:33que eu acho que,
30:34assim,
30:34é o nível de complexidade
30:36do mesmo do cinema,
30:37sabe?
30:37De você entender
30:39um histórico de décadas,
30:41para entender o comportamento atual,
30:43e como que isso vai mudando
30:44de acordo com a sociedade.
30:46Então, assim,
30:47eu fico feliz de saber
30:48que as mulheres
30:50são maioria,
30:52nesse sentido de,
30:53se as indústrias
30:56conseguirem ver isso,
30:57e apostarem nisso,
30:59talvez tenha mais jogos,
31:02já tem rolando,
31:03inclusive, né?
31:04Mas, assim,
31:04que os jogos
31:05sejam menos sexualizados.
31:07Tommy Hyde é um exemplo disso,
31:08sabe?
31:09Que era muito sexualizado,
31:11e a nova geração
31:11já não é tanto,
31:12e já apostou mais,
31:13realmente,
31:14na aventura.
31:15Isso.
31:15A personagem principal,
31:16os seios dela
31:17foram muito reduzidos,
31:18falando claramente.
31:20É.
31:20Os seios dela
31:20foram muito reduzidos,
31:22para uma lógica
31:23um pouco mais real,
31:24mais próxima do real, né?
31:26Então,
31:27eu acho que as indústrias
31:28têm que ficar de olho nisso.
31:29Sim.
31:30E aqui,
31:31durante esse episódio,
31:32a gente falou
31:32sobre o protagonismo feminino
31:33também,
31:34lá no filme do Super Mario,
31:35né?
31:35Então,
31:36a gente está vendo
31:36que já está tendo
31:37essa movimentação
31:38para conversar com esse público.
31:39Eu acho que,
31:40por exemplo,
31:41essa mudança,
31:42no enredo do filme,
31:43pode ser uma dessas
31:45estratégias aí também
31:45para poder abraçar
31:46esse público
31:47que está chegando agora.
31:48E olha que interessante,
31:49o Mario, né?
31:50Ela,
31:51o protagonismo,
31:52ele não foi mudado,
31:52ele foi dividido.
31:54Então, assim,
31:55não precisa tirar
31:56o personagem masculino
31:57para dar protagonismo
31:58para o feminino.
31:59Dá para equilibrar.
32:01Então, assim,
32:02é interessante pensar nisso,
32:04assim,
32:04que tem muita gente
32:05que reclama, né?
32:06Ah, agora tudo é mulher.
32:07É,
32:08em vários jogos agora
32:09as protagonistas
32:09são femininas,
32:10mas olha o tanto
32:11que tem protagonistas
32:11masculinos.
32:12A gente pode falar
32:13que é maioria ainda.
32:14Né?
32:14Ainda é maioria.
32:15Então, assim,
32:16e mesmo...
32:17Quando tem mulheres...
32:19Quando tem...
32:19É,
32:20mas, assim,
32:21dá para dividir,
32:22primeiro,
32:23dá para dividir,
32:24dá para ter protagonismo
32:25dos dois lados
32:25sem um apagar o outro.
32:27e também tem como
32:28ter bons jogos
32:29com protagonistas femininos.
32:32Exato.
32:32Então, dá para ter os dois.
32:33E mesmo assim,
32:34mesmo se tiver personagens
32:35femininas,
32:36a narrativa tem que também
32:37conversar com esse público.
32:38Ah, claro!
32:39Então, é importante
32:39a gente ressaltar isso
32:41que é muito importante,
32:42interessante para as próximas
32:44produções aí
32:45que a gente veja
32:47futuramente.
32:48a gente ainda tem
32:49outros dois temas,
32:50né?
32:50Que é a migração
32:51de plataformas,
32:51nostalgia e propriedade.
32:53Embora o celular
32:54ele continue sendo
32:55a principal porta
32:56de entrada,
32:57que é 44,1%,
32:59há um movimento
33:00de maior adesão
33:02ao PC,
33:02que tem 21%
33:03aqui no Brasil
33:04e os consoles
33:0624%.
33:06O PC, especificamente,
33:08ele tem atraído
33:08a geração Z
33:09pela busca por
33:10competitividade
33:11e pertencimento
33:11aos esportes.
33:12Então, isso é uma coisa
33:13que está mudando o mercado
33:14e a forma das pessoas
33:14consumirem videogame.
33:16É, eu tenho dois comentários, né?
33:17A primeira é sobre o celular.
33:19É porque é um pouco óbvio,
33:20porque é o mais barato.
33:22Então, quem quer jogar,
33:23o celular é mais fácil mesmo,
33:24porque você já tem o celular,
33:25a maioria das pessoas já tem.
33:26Aí, baixa o jogo
33:27e joga,
33:28é a porta de entrada.
33:31Sobre o PC,
33:32eu acho que é isso, né?
33:33Na nossa época,
33:33não tinha como você
33:34virar para a sua mãe
33:35e falar assim,
33:36ah, eu vou ganhar dinheiro
33:38jogando.
33:39A gente não teve isso
33:40quando a gente era pequeno,
33:41tipo assim,
33:41como opção de profissão.
33:43E a galera mais nova
33:44agora tem.
33:46E eu acho que é isso
33:47que muda a questão
33:48do computador
33:49estar crescendo tanto.
33:50É, e eu vejo também
33:51que com a profissionalização
33:53cada vez mais digital também,
33:54principalmente agora
33:55nessa geraçãozinha
33:56que está chegando,
33:56eu faço parte
33:57dessa geraçãozinha
33:57na beiradinha.
33:59E muita gente
33:59que gosta de jogar
34:00também já compra o computador
34:01para poder trabalhar.
34:02Então, eu acho que isso aí
34:03já faz um casamento ali
34:04que não precisa ficar
34:05tirando 3 mil reais
34:07para comprar um console,
34:07já compra um computador
34:08que entrega
34:09as duas demandas
34:10que a pessoa quer.
34:11A de trabalho,
34:11uma necessidade,
34:12e a de lazer,
34:14que faz parte dos jogos.
34:15E o celular também
34:16que é uma coisa acessível,
34:17todo mundo tem,
34:17é mais fácil
34:18de comprar com uma criança.
34:19E aí entra toda aquela
34:20regulamentação
34:21de ECA digital e tal.
34:23Então, tudo está sendo
34:24amarrado nesse contexto.
34:26Eu acho que as coisas
34:26vão mudando
34:27e aí o mundo
34:28vai se adaptando, né?
34:29Igual,
34:29ah, vai criar uma ECA digital,
34:31cria-se novas regras.
34:33Então, assim,
34:33as coisas vão...
34:34É natural.
34:35Vai evoluindo,
34:36vai adaptando
34:37e vai continuar mudando
34:38e daqui a pouco
34:38vai ter novas regras.
34:40porque é assim
34:40que a vida é, né?
34:42E para finalizar,
34:43e ainda contraponto
34:44essa digitalização
34:46desse mercado,
34:47tem ainda
34:48essa questão
34:48da propriedade
34:49que a gente
34:50não está tendo mais, né?
34:51E 62,6%
34:53dos brasileiros
34:54têm o hábito
34:54de revisitar
34:55jogos antigos
34:56sozinhos.
34:57No entanto,
34:5722% se preocupam
34:59muito em perder
35:00o acesso
35:01a esses títulos
35:01no futuro
35:03devido à falta
35:04de edições físicas.
35:06Então, a gente
35:06está falando
35:07de uma mudança
35:07de mercado,
35:08do computador aí,
35:09que agora
35:10só funciona
35:11com mídia digital
35:13em alta,
35:14mas ao mesmo tempo
35:15que as pessoas
35:16estão comprando
35:16jogos digitais,
35:17videogames
35:18que não tem como
35:19você comprar
35:19uma mídia física,
35:20elas têm ainda medo
35:20de não ter acesso
35:21àquele jogo futuramente.
35:22Olha, confesso
35:23que eu faço parte
35:24desses 22%.
35:25Isso já passou
35:26pela minha cabeça
35:26muitas vezes, sabe?
35:29Porque eu estou assim,
35:30ok, é difícil?
35:31É.
35:32Mas e se a Microsoft
35:33falha?
35:35Sim.
35:36Sabe?
35:36Tipo, e aí?
35:37O que vai acontecer?
35:38Não comer os jogos.
35:40A gente nem precisa
35:40de muito longe
35:41porque a Epic Games
35:42mesmo agora
35:42fez um layoff,
35:43cortou um monte
35:44de funcionário lá
35:45e inclusive afetou
35:46a Epic Games Brasil
35:47que ela antes
35:49era uma empresa
35:50separada, né?
35:50Ela foi comprada
35:51pela Epic
35:51que ela chamava
35:52Aquiris,
35:53que é a mesma
35:54que fez esse jogo
35:55que chama Horizon Chase,
35:57que é um jogo
35:57de corrida
35:58aqui brasileiro,
35:59100% brasileiro, né?
36:00Com algumas coisas
36:01assim do exterior,
36:03um compositor musical,
36:04essas coisas,
36:04mas é um jogo
36:05que a partir
36:07de junho,
36:07se eu não me engano,
36:08ele vai sair
36:09da loja da Epic
36:10e ninguém vai conseguir
36:10mais comprar.
36:12Pois é,
36:12eu acho que a questão
36:13não é nem comprar
36:14porque imagina,
36:15você já tem.
36:16Aí vamos supor,
36:17eu tenho ali
36:17o meu Playstation.
36:19Não, eu tenho
36:20meu Xbox, né?
36:21Vamos voltar
36:21para a Microsoft.
36:22Eu tenho o meu Xbox
36:23e aí eu tenho o jogo
36:24porque eu tenho
36:25catálogo,
36:25eu tenho assinatura.
36:27Aí, supondo assim,
36:28um cenário apocalíptico,
36:30a Microsoft faliu.
36:32Como eu vou conseguir?
36:33Eu tenho um console,
36:34como que eu vou conseguir
36:35jogar se não tem
36:36mais o servidor?
36:37Exato.
36:38Ele vai continuar
36:38funcionando?
36:39Porque assim,
36:40antigamente aqui,
36:41você joga até hoje.
36:42Você bota o CD aqui,
36:44acabou,
36:45você vai jogar,
36:45ele é seu.
36:46Agora,
36:47esses que você faz
36:48o download
36:48e ainda está
36:49tipo na nuvem,
36:52e aí?
36:52Na hora que acabar
36:53o serviço
36:54ou sair do catálogo
36:55mesmo,
36:55acabou.
36:56Ou você compra
36:57ou sei lá.
36:58Então assim,
36:59eu já pensei
37:00muito sobre isso,
37:02mas é difícil também
37:04tanto por questões
37:06de dinheiro,
37:07quanto por questão
37:07de espaço,
37:08você ficar comprando
37:09todos os jogos
37:10que você quer,
37:12físico,
37:12na mídia física
37:13e tudo mais.
37:13Mas eu acho
37:14que é muito interessante
37:15pensar isso
37:17e estar nessa pesquisa,
37:19essa pergunta,
37:20porque é uma
37:21preocupação real.
37:22É difícil imaginar
37:23esses grandes estúdios
37:24falindo,
37:25mas não é impossível.
37:27Exato.
37:28então tem muita coisa
37:30para a gente conversar
37:30também sobre isso.
37:31desenvolvedor.
37:32Foi mal.
37:32Ah,
37:32as desenvolvedoras também,
37:33né?
37:33Estude desenvolvedora.
37:35Mas então é isso,
37:36Isabela.
37:36A gente falou
37:37sobre muita coisa,
37:38essa pesquisa aí
37:39tem muito pano para a manga
37:40e claro que ela tem
37:41outros dados
37:41muito relevantes
37:42e nos próximos
37:44vídeos aí
37:44a gente pode trazer
37:45para a gente
37:47debruçar
37:47essa pesquisa
37:49e ver o que
37:50entrega
37:51o mercado brasileiro
37:52tudo isso aqui,
37:53né?
37:53Então tem isso
37:53e tem muito mais.
37:55Sim.
37:55Bom,
37:56eu acho que é interessante
37:57entender
37:58o nosso público também,
37:59né?
37:59Porque esse é o nosso público.
38:01É esse é o nosso público.
38:02É quem está nos assistindo
38:03são essas pessoas
38:04que consomem os jogos,
38:05né?
38:05Então eu acho muito legal
38:07e até para a gente
38:08trazer mais daqui para frente
38:10entender melhor o mercado
38:12quando a gente for comentar
38:13próximas notícias
38:14isso serve muito
38:15como base,
38:16sabe?
38:16Serve como base.
38:18Eu acho que é
38:19acho que é uma notícia
38:21que vai fazer a gente
38:22pensar por muito tempo.
38:23Exato.
38:23E eu acho que
38:24interessante também
38:25para a gente usar
38:27o videogame
38:27como recorte
38:28de consumo
38:28de outros produtos,
38:30de outros serviços
38:31como cinema,
38:32música,
38:33outras coisas
38:33que com certeza
38:34deve estar sentindo
38:34essas mesmas dores
38:35que a gente gosta de jogos.
38:37Está tudo interligado, né?
38:37Essa indústria criativa
38:38está toda interligada.
38:40Então é isso, Isabela.
38:41Muito obrigado
38:41por participar
38:42de mais um glitch.
38:44É ótimo estar aqui.
38:45Espero o mês que vem
38:46estar aqui novamente
38:47para fazer o Giro de Maio,
38:49né?
38:49Se tudo der certo.
38:50E é isso, gente.
38:52Um abraço
38:53e até a próxima.
38:53E é isso, pessoal.
38:55E para você
38:55que acompanhou
38:56até agora o Glitch,
38:57muito obrigado.
38:58Siga a gente
38:59nas redes sociais
39:00Estado de Minas
39:00no Instagram
39:01e também Glitch Club
39:02em todas as redes sociais.
39:03Acesse também
39:04em.com.br
39:06para mais notícias
39:07de Minas do mundo.
39:08E a gente vai ficando
39:08por aqui.
39:09Até a próxima.
39:10Valeu!
39:10E aí
39:16E aí
39:20E aí
39:22E aí
39:23E aí
39:26Legenda por Sônia Ruberti
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