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  • há 5 horas
Pesquisa destaca os desafios enfrentados pelo público feminino para conquistar respeito e ocupar cargos de alta gestão no ambiente corporativo.
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Transcrição
00:00Agora a gente vai falar sobre a nossa entrevista do dia. Eu já te lanço uma pergunta.
00:05Aí no seu local de trabalho, existe alguma mulher ocupando um alto posto, liderando uma equipe, por exemplo?
00:12Como ela é vista nessa posição de destaque e decisão? Ela é respeitada?
00:17Bom, um estudo recente mostrou que para 91,9% das mulheres é quase a totalidade.
00:24Ser competente no trabalho, naquilo que faz, não foi suficiente.
00:29Sabe o que elas precisaram fazer? Ajustar a própria postura para serem levadas a sério.
00:35Hoje nós vamos conhecer mulheres que enfrentam barreiras ainda presentes no mundo corporativo.
00:41Uma delas, por exemplo, saiu da área de segurança do trabalho, hoje atua como engenheira
00:47e teve que mudar porque o ambiente de trabalho influenciou essa mudança de carreira e de área.
00:54A gente recebe também outra mulher que desempenha uma função geralmente atribuída a um homem.
00:59Você já contratou, já ouviu falar em esposa de aluguel?
01:03Hoje vocês vão conhecer.
01:05E é claro, tem também uma especialista em recursos humanos para nos explicar como está o lugar da mulher do
01:11mercado.
01:12Todas elas já estão aqui ao meu lado, na mesa.
01:15Vou apresentar a cada uma.
01:16Aqui ao meu lado a Eliana Machado, especialista em gestão de pessoas.
01:20Bom dia, Eliana.
01:21Seja bem-vinda.
01:22Bom dia.
01:22Bom dia, prazer.
01:23Aqui.
01:24Alô, Ruama Cisternas, engenheira civil e a Érica Carlin, esposa de aluguel.
01:30Bom dia, meninas.
01:31Bom dia.
01:32Gente, chama muita atenção.
01:33Temos histórias diversas aqui e antes da gente entender a fundo como é que o mercado
01:38está enxergando essas mulheres, já vou começar.
01:40Vou começar aqui pela Érica que está na ponta.
01:44Érica, conta pra gente, esposa de aluguel.
01:47É a primeira vez que eu ouço falar.
01:49Eu já ouvi falar do contrário, né?
01:51Você desempenha, então, aqueles serviços básicos dentro de casa que a maioria das
01:55pessoas não dominam.
01:57Não só as mulheres.
01:58Tem muito homem também que não sabe fazer.
01:59Mas fala um pouquinho do que você faz, do serviço que você faz.
02:02É.
02:03Tudo bem?
02:04Bom dia, Eliana.
02:04Então, Juliana.
02:05Eu tenho realmente cliente, 90% dos meus clientes são mulheres.
02:09E os outros são homens, mas na maioria são mulheres mesmo.
02:13É um papel que eu aprendi com o tempo.
02:15Eu sou muito curiosa, sabe?
02:18Eu acho que se alguém fez, eu consigo.
02:19Eu só tenho que prestar atenção, me organizar, porque se está feito, eu consigo.
02:24É assim que funciona.
02:25E também você vai apertando um pouquinho aqui, apertando um pouquinho ali.
02:28Aí você fala, eu pago ou eu faço?
02:30Peraí, deixa eu aprender.
02:31Aí você vai se especializando e assim vai fluindo.
02:34E foi uma decisão também de mudança de carreira.
02:36Você atuava em outra área.
02:37E agora você está atuando em uma profissão que ajuda também a dar autonomia para outras
02:42mulheres, né?
02:43Poder te contratar uma profissional, né?
02:45Muito.
02:45Mulher.
02:46Muito.
02:46Eu faço questão de todos os meus serviços.
02:48Eu faço questão de explicar o que eu estou fazendo, o porquê que eu estou fazendo.
02:52A minha intenção sempre é consertar.
02:53Porque se tiver conserto, vamos consertar.
02:56Não dá?
02:56Epa, peraí, isso aqui tem que ser trocado.
02:59E assim funciona.
03:00Maravilha.
03:00Está fluindo.
03:01Ô, Erika, antes da gente entrar nessa sua transição de carreira, vamos conhecer também
03:05a história da Lohuama.
03:07Lohuama, então você teve que trocar de área, né?
03:10Foi da segurança do trabalho para a engenharia civil.
03:14O que motivou essa decisão sua?
03:17Bom dia.
03:18Eu comecei na segurança do trabalho e aí meu primeiro emprego nessa área foi numa
03:24empresa de engenharia.
03:26E ali eu comecei a gostar muito da área.
03:28E ali eu pensei, por que não ir além?
03:30Aí fui lá, fiz a faculdade, fiz tudo.
03:33E o legal era que eu conseguia viver na prática o que eu aprendia na faculdade.
03:38E ali eu só fui me aperfeiçoando.
03:40Depois fiz pós, hoje eu sou engenheira civil, engenheira de segurança e tenho especialidade
03:45em patologia das construções.
03:47Uau!
03:48Foi longe na especialização.
03:50E a gente acompanha algumas imagens de você ali na prática, né?
03:54Ali dando orientações, hoje você está à frente de uma equipe?
03:57Você tem que comandar, inclusive, homens?
04:00Eu já comandei.
04:02Já tive uma equipe até de 17 pessoas que eu liderava.
04:06Hoje eu saí do CLT, hoje eu empreendo.
04:09Eu sou sócia com uma outra engenheira.
04:12E a gente atua nessa área de condomínios, inspeções prediais, nessa área de patologias.
04:19Entendi.
04:20Mas essa mudança, ela passou por algumas barreiras que você enfrentou, né?
04:24Muitas.
04:24Essa decisão, ela veio de que situações específicas que você viveu no ambiente de trabalho?
04:28No meio corporativo, eu passei por algumas situações bem constrangedoras que me abalaram
04:33muito, né?
04:35E chegou um ponto que eu falei assim, eu não quero mais passar por isso e eu não aceito
04:39mais.
04:39E aí eu tomei coragem e fui fazer o meu, né?
04:43E assim, o mais interessante é que muitas das vezes não eram de homens que vinham.
04:49Apesar de serem ambientes majoritariamente de homens, muitos dos preconceitos e das situações
04:56que eu passei vinham de mulheres.
04:57E eu acho que é o que mais impacta a gente, né?
05:01Que é, às vezes, você ouvir uma frase, ouvir uma coisa que te rebaixa vindo de outra mulher.
05:06Que infelizmente tem mulheres que chegam no cargo de liderança e acham que tem que agir
05:10como homens, né?
05:12E aí acabam...
05:13Essa mudança de postura, né?
05:15Inclusive, vou aproveitar e conversar aqui com a Eliana.
05:18Eliana, como é que o mundo aí corporativo, né?
05:22Quando se pensa em recrutar pessoas?
05:24Essa coisa que a Lohuama falou de mudar a postura, mudar a atitude.
05:28Geralmente, se fala, né?
05:30Acha que a mulher é mais emotiva, né?
05:33Dando esses atributos, né?
05:35Mas isso é algo valorizado, essa sensibilidade que se atribui diretamente à mulher?
05:41Embora não seja, assim, uma regra, né?
05:43Mas isso é valorizado no trabalho?
05:45Ou questões mais objetivas que atribuem a homens é só algo que o trabalho vê também?
05:53Na verdade, hoje as questões têm mudado bastante, né?
05:59As organizações têm buscado contratar as pessoas por competência, pelas suas qualificações,
06:05pelo seu conhecimento, seu histórico, graças a Deus, né?
06:10E isso tem, de uma forma muito abrangente, sido um ponto positivo para nós mulheres.
06:18Por quê?
06:19Porque a mulher, ela sempre estuda mais, né?
06:21Ela busca, como a Erika colocou, ela está sempre atenta, né?
06:27E tem as habilidades comportamentais, que são muito importantes, como você pontuou.
06:33Ela é mais atenta, ela é observadora, ela consegue fazer várias coisas ali ao mesmo tempo.
06:37Tudo isso que são pontos importantes para a colocação dela no mercado.
06:43E até mesmo, principalmente, no cargo de liderança.
06:48Ô, Eliana, chegou uma pergunta interessante aqui pra gente, né?
06:51Inclusive o WhatsApp tá na tela, podem participar, mandar a pergunta aí de vocês, contar a história de vocês.
06:57É da Glória, lá de Vila Velha.
06:59Ela perguntou, assim, se na prática do RH, alguma coisa hoje mais, pesa mais na hora de promover alguém pela
07:07liderança.
07:08Então, o RH observa algo mais específico? Existe essa diferenciação?
07:14Sim, é importante, principalmente as empresas que fazem o acompanhamento, né?
07:20Avaliações por competência, onde ela consegue ali alinhar, reunir várias questões que são importantes para aquele cargo, né?
07:30Para aquele perfil, daquela promoção e identificar se aquela candidata tem esse perfil ideal.
07:38Então, hoje nós temos ferramentas específicas, através dos processos de PDI, que você consegue realizar uma promoção justa.
07:46Isso, porque então, quando o currículo é equivalente, homens e mulheres, eles tendem a ser avaliados da mesma forma?
07:54Sim, são avaliações que são feitas, tanto as avaliações psicológicas, como as avaliações comportamentais,
07:59que são ferramentas que vão possibilitar a definição de qual dos candidatos tem o perfil ideal para aquela vaga.
08:06É uma meta, né, do mundo corporativo, sempre deixar mais equalitário esse processo.
08:11E me conta, me conta, Erika, quando você decidiu sair, você trabalhava em que ramo?
08:18Eu trabalhei no shopping 21 anos, dedicando ao shopping.
08:23E ali, com a minha primeira, primeira, não, no meu segundo lugar onde eu trabalhei,
08:30a dona vinha algumas coisinhas que ela falou, Erika, você consegue mexer?
08:33E daí ela começou a me agonçar.
08:35Dali eu comecei, dali eu comecei a mexer, comecei a entender, comecei a...
08:39E foi indo, eu saí do shopping, trabalhei 21 anos no shopping Vitória, trabalhei em 3 lojas,
08:45aí nesse período todo de tempo, tá, gente?
08:47Aí depois, foi ano passado, que eu saí, vou me dedicar só à minha área, que está dando certo.
08:54Por quê?
08:55Até porque não é fácil achar mulher nesse ramo.
08:57Eu até convoco gente, vamos, vamos pra cima.
09:00Tem mercado, tem mercado.
09:03Vamos pra cima, vamos fazer, estamos aqui pra isso.
09:06Não existe esse negócio de gênero.
09:07Você tem intenção de aprender?
09:09Vamos, eu ensino, é prático.
09:12Mas pra coisas não precisa de gênero.
09:14Precisa de ter disposição.
09:16Você quer aprender?
09:17Vamos, é simples.
09:18Inclusive, a Erika até rebate essa questão de tarefas que são mais propensas pra homem,
09:24pra mulher, equipamentos que você vai usar, tudo isso, assim, você veio também quebrando
09:29essa barreira de que não existe isso.
09:31Sim, até porque o homem, a questão, vamos colocar aqui, a questão, o homem pega muito
09:35mais força do que a mulher, mas tem tanta máquina aí que a gente equivale.
09:39Então, eu não preciso fazer força, eu tenho que pensar de que jeito eu vou estar fazendo
09:42aquele serviço.
09:43E tá aí, tá pra todo mundo, é fácil.
09:46Agora é só buscar.
09:47Se tá feito, você consegue fazer.
09:49Tá sendo um sucesso, então, na área, empreender nessa área.
09:53Ainda bem.
09:54Eu acho que foi uma das melhores coisas que eu fiz.
09:56Trabalhei muito para os outros, agora eu trabalho pra mim.
09:58Eu tenho meu tempo, a minha agenda, curto a minha família, e assim vai.
10:03Tá dando certo, tanto é que estou aqui hoje.
10:06Maravilha, compartilhando essa história com a gente.
10:08Maravilha, no seu caso, ao mudar de área, decidir agora também empreender, abrir um negócio
10:16próprio, essa adesão de mercado, como é que foi enfrentar, se colocar nesse lugar também?
10:22Quando a gente vem de um meio que já te lapidou tanto, as coisas começam a ficar um pouco
10:29mais leves na sua vida, né?
10:31E hoje em dia, a gente tem muitas formas de ser ajudada, muitas associações, né?
10:37Eu faço parte mesmo da FEAG, eu trouxe até o capacete rosa, que é o nosso símbolo,
10:43né?
10:43Que é pra mostrar que a gente tá ali, que o lugar de mulher é onde ela quiser, né?
10:49A FEAG é a Associação Feminina de Engenharia, Agronomia e Geossciências do Estado do Espírito
10:53Santo.
10:54E é muito legal ver histórias de mulheres que se ajudam, a gente sempre tem grupos,
10:59tá sempre juntas, trocando experiência, indicando, né?
11:04Então, assim, quando você vê mulheres que já chegaram lá, mulheres que estão vindo,
11:09né?
11:09E você, às vezes, consegue tanto estar de um lado quanto do outro ajudando, né?
11:13Dando força.
11:14Isso tudo faz a gente ficar mais forte, né?
11:17Hoje todas as entidades...
11:18Mostrei o capacete, né?
11:19Uma capacete rosa.
11:21E hoje as entidades de classe têm se atentado muito pra isso também, né?
11:25Eu, como engenheira, faço parte do CREA.
11:27O CREA, ele tem incentivado muito essa questão da mulher, dando muito auxílio, muito custo
11:33de capacitação e até ajuda mesmo, às vezes, quando tem uma mulher que sofre alguma violência,
11:39alguma coisa, as entidades estão lá, ativas, né?
11:42Isso é muito importante, porque a gente vê que a gente não tá sozinha, né?
11:45E com parceria a gente vai muito mais longe.
11:48Isso, muito importante essa união, cada uma ajudando a outra, né?
11:52Com certeza.
11:53Eliana, você falou aí sobre esses processos cada vez mais igualitários que as empresas
11:58buscam, mas existem ainda desafios?
12:00As empresas, elas precisam incorporar algum método pra tentar realmente ser cada vez
12:07mais transparente, mais igualitário?
12:09Porque é formado por pessoas, né?
12:11E a gente tá dentro de uma cultura, como a própria Lohama falou, as próprias mulheres
12:16descredibilizando.
12:17Existem ainda avanços?
12:20Sim, estamos, né, cada vez mais avançando nesse sentido.
12:24Hoje tem muitas empresas que têm a própria ouvidoria, né, dentro da organização, onde
12:29o colaborador pode colocar ali o seu problema, muitas vezes até mesmo tem que se identificar.
12:36E aí o RH entra em ação, fazendo desde a conscientização de todos os colaboradores em relação
12:42àquela questão, como também o acompanhamento, né?
12:46Temos empresas que hoje têm o psicólogo que faz esse trabalho, o assistente social e a gestão, né?
12:53A gestão, ela tem que estar o tempo todo atenta a isso, principalmente agora, né?
12:57Estamos aí nesse início de implantação da NR1, onde a gente fala muito sobre a questão da saúde mental
13:04e isso pode, sim, ocasionar, né, qualquer atitude dessa dentro da organização contra uma mulher
13:11pode ocasionar também um problema junto à NR1.
13:17Então, esse acompanhamento, ele é necessário, ele deve ser feito para que, realmente, a empresa
13:24seja transparente dentro dos seus processos, desde a contratação, admissão e manutenção desse colaborador.
13:32Inclusive, quando a gente fala de promoção, especificamente, de mulheres, ainda é colocado
13:38muito em debate a questão se a maternidade, por exemplo, ela influencia ou não nessa decisão
13:43da promoção.
13:44O que você tem observado, Eliana, sobre como as empresas têm visto a decisão de colocar
13:50uma mulher em período fértil ou não, num cargo de chefia?
13:55Como é que as empresas têm avançado sobre esse debate, assim?
13:58É, é algo também que avançamos muito de forma positiva.
14:04Antes, existia até mesmo, né, tem anos nessa área e o cliente, ao passar um perfil, às
14:11vezes, ele falava, ah, eu só quero sexo masculino.
14:13Hoje, isso é até proibido, na verdade.
14:17Então, essas portas têm aberto.
14:19Por quê?
14:20Porque a mulher, ela pôde mostrar que, mesmo ela tendo essa questão da maternidade,
14:26ela não deixou de ser uma profissional.
14:28Ela cumpre seus compromissos, ela cumpre suas obrigações e ela faz falta, inclusive,
14:34dentro dessa organização.
14:35E a partir do momento, inclusive, dessa maternidade, essa maturidade que essa mulher adquire,
14:40contribui muito, muito para a organização, em todos os sentidos.
14:46Acredito que, por isso, que as lideranças têm cada vez mais aumentado aí o número de
14:50mulheres.
14:51Isso, são olhares diversos, né, para poder conduzir.
14:54Meninas, a gente já está chegando ao fim da nossa entrevista, mas eu queria aproveitar
14:59aqui, que vocês estão aqui, passa aí rapidamente, como é que faz para contratar esposa de aluguel,
15:04por exemplo?
15:04Vamos lá, está fácil.
15:07WhatsApp, 27, 027, 99870, 0441.
15:17Érica.
15:17Muito útil, então, no seu dia.
15:19Dona da obra, dona da obra.
15:21Só chamar lá.
15:23Dama, dona da obra.
15:24Dona da obra.
15:25Lohuama, como é que as pessoas podem acompanhar o seu trabalho?
15:29Hoje, no meu Instagram, é arroba enge.lohuamacisternas.
15:34Lá eu posto a rotina, o dia a dia, os serviços que a gente faz, né, os acompanhamentos, até
15:39para as pessoas entenderem também e a gente educar os nossos clientes, né, porque às vezes
15:43tem muitos serviços que eles não conhecem.
15:45Então, a gente faz, eu faço sempre de uma forma onde todo mundo possa entender o que
15:50a gente faz.
15:51E até divulgar também o trabalho da associação, né?
15:53Sim.
15:53Obrigada, tá?
15:54Eliana, você também divulga o seu trabalho através do RH?
16:00Sim.
16:00Hoje, eu sou CEO da Center Recursos Humanos.
16:03Nossa empresa trabalha com recrutamento e seleção de profissionais e também sou mentora de carreira.
16:08As pessoas podem acessar o nosso site, que é o www.centerrh.com.br ou nos ligar no 3315-4818
16:17e estamos
16:18à disposição.
16:19Maravilha, meninas.
16:20Muito obrigada pela presença e da honra aos projetos.
16:24Obrigada.
16:24E que a gente ocupe cada vez todos os lugares, seja de liderança, seja de decisão, tá?
16:30Muito obrigada e até uma próxima, próximo encontro aqui.
16:33Até uma próxima.
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