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O chanceler brasileiro, Mauro Vieira, negou categoricamente os apontamentos de um relatório do Congresso dos Estados Unidos sobre uma suposta presença militar da China em território nacional. Vieira garantiu que não existem bases, antenas ou parcerias militares chinesas operando no país, classificando a informação como especulações infundadas da internet.


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Transcrição
00:00O ministro das relações exteriores, o Mauro Vieira, participou de uma comissão no Congresso Nacional.
00:06Nesse encontro, Vieira negou a presença militar da China no Brasil
00:10e comentou sobre a possível classificação de facções criminosas no Brasil como organizações terroristas.
00:17Andréa Nelly.
00:19Em audiência na Comissão de Relações Exteriores, o chanceler brasileiro negou qualquer presença militar da China no Brasil
00:26como vinha sendo apontado pelos Estados Unidos.
00:30A informação consta num relatório do Congresso americano citando o suposto uso de instalações especiais na América Latina
00:38e duas bases em território brasileiro.
00:41Não existe estação, nem antena, nem operação chinesa, nem parceria militar,
00:48nem qualquer elemento que justifique as ilações descritas no relatório ou nas denúncias subsequentes.
00:55Estamos falando, portanto, de especulações derivadas de notícias de internet
01:00cujos conteúdos foram descontextualizados e distorcidos.
01:05O ministro Mauro Vieira classificou como graves as possíveis consequências jurídicas e políticas
01:11de uma eventual classificação de facções criminosas do Brasil como organizações terroristas.
01:18De acordo com Mauro Vieira, esse eventual entendimento, se for formalizado pelo governo americano,
01:26abre caminho até mesmo para ofensivas armadas no território brasileiro.
01:31As declarações foram dadas na Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional da Câmara dos Deputados.
01:38A classificação por outros governos e pelo governo americano de organizações criminosas como organizações terroristas
01:47tem uma série de consequências nas relações entre os países.
01:51Pode, inclusive, justificar a intervenção militar em outro país para combater algo que uma organização terrorista
02:04é classificada, por exemplo, na lei americana, como um risco à segurança nacional americana.
02:09Então isso permitiria que o Exército, as Forças Armadas ou qualquer tipo de força americana
02:20viesse ao território brasileiro, invadisse o território brasileiro para exterminar grupos terroristas.
02:28Mauro Vieira também sustentou que o governo federal é contrário à classificação das facções como terroristas
02:35devido a objetivos diferentes para as práticas criminosas desempenhadas em cada um desses grupos.
02:43Que a posição oficial do governo brasileiro é contrária, obviamente, à classificação por governos estrangeiros
02:51de organizações criminosas como organizações terroristas.
02:56O que existe, e o deputado Donizete disse muito claramente, que o que existe é crime, é organização criminosa
03:06se aproveitando para extorquir e ter ganhos financeiros e não organizações terroristas.
03:15As organizações terroristas têm algum tipo de inspiração política que não é o caso das outras.
03:22Apesar dos argumentos do governo brasileiro, tem crescido a pressão da gestão Donald Trump
03:28para que o Brasil apresente um plano concreto de enfrentamento ao primeiro comando da capital, PCC,
03:35e ao comando vermelho, CV.
03:38O governo americano também apresentou uma proposta para que o Brasil receba, nos presídios,
03:44estrangeiros detidos em solo americano, nos mesmos moldes do que já acontece em El Salvador, na América Central.
03:52O governo brasileiro deve recusar essa medida, criando ainda mais empecilhos entre os Estados Unidos e o Brasil
04:00sobre o combate ao crime organizado.
04:03De Brasília, André Anelli.
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