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A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas e as autoridades de Los Angeles elevaram o nível de prontidão para a 98ª edição do Oscar, que acontece neste domingo (15).

A medida responde a um memorando do FBI enviado às polícias da Califórnia, alertando para a possibilidade de o Irã realizar ataques com drones em retaliação às recentes ações militares dos EUA, como o bombardeio à Ilha de Kharg.

Assista à íntegra:
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Transcrição
00:00No meio da tensão da guerra no Oriente Médio, a Academia de Cinema resolveu redobrar a segurança durante a festa
00:06do Oscar amanhã em Los Angeles. Confira com Pedro Trito.
00:12Antes do início da maior festa do cinema, o clima é de tensão. Os organizadores do Oscar e o Departamento
00:19de Polícia de Los Angeles vão redobrar a segurança da cerimônia.
00:23Após o FBI alertar as autoridades locais sobre possíveis ataques com drones partindo do Irã.
00:30A tensão entre os países é crescente desde 28 de fevereiro, quando a Casa Branca lançou um ataque como parte
00:37do que foi batizado de Operação Fúria Épica.
00:40O canal de TV ABC News noticiou que o FBI alertou todas as forças de segurança da Califórnia sobre possíveis
00:48ataques com drones na costa oeste dos Estados Unidos partindo do Irã.
00:53Em seguida, a revista Variety noticiou que o alerta fez com que a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de
01:00Hollywood, entidade organizadora do Oscar, redobrasse a segurança do evento.
01:05Além disso, o FBI afirmou que a agência está monitorando as redes sociais e informações de inteligência, pois a atual
01:12situação é mais delicada do que em anos anteriores.
01:16Isso porque o Irã voltou a fazer ameaças de um ataque contra os Estados Unidos, dessa vez com foco em
01:22alvos econômicos.
01:24Militarmente, os iranianos vêm alcançando nos últimos anos com forte investimento para desenvolver mísseis ultrassônicos e de longo alcance.
01:32No entanto, ainda não possuem os chamados mísseis intercontinentais, nem aeronaves ou embarcações que possam atingir o território norte-americano.
01:42Dessa forma, a maior vantagem de Donald Trump é a distância.
01:45Cerca de 10 mil quilômetros em linha reta separam as capitais Teherã e Washington, D.C.
01:51No entanto, Teherã tem capacidade de provocar grandes estragos no Oriente Médio e em países parceiros de Washington, como explica
01:59o especialista em sistemas de defesa Rodolfo Latesa.
02:03O Irã não possui capacidade de combate, através de seus sistemas de mísseis balísticos, para alcance intercontinental.
02:14Ou seja, são categorias de mísseis para alcance intermediário, que podem atingir bases norte-americanas em todo o Oriente Médio
02:22e até mesmo na Bulgária, na Romênia, na Grécia e também bases da OTAN no Chipre.
02:28E mesmo que os iranianos possuíssem mísseis intercontinentais, a tarefa de atingir os Estados Unidos não seria das mais fáceis.
02:36As Forças Armadas Americanas têm cerca de 800 instalações pelo planeta.
02:41São mais de 150 bases em 51 países, com 170 mil tropas.
02:47O posicionamento dessas bases é estratégico e ajuda tanto na detecção quanto na destruição de possíveis ameaças.
02:54O caminho mais curto para um disparo desses sobrevoaria o continente europeu, possivelmente passando por Ucrânia e por três países
03:02com dezenas de bases americanas.
03:03Polônia, Alemanha e Inglaterra, todos aliados por meio da OTAN, a Aliança Militar do Tratado do Atlântico Norte.
03:11Além disso, os Estados Unidos têm a maior capacidade de deslocamento aeronaval, com uma rede global que conta com 11
03:17porta-aviões e milhares de aeronaves.
03:20Atualmente, poucos países teriam capacidade militar de enfrentar os norte-americanos.
03:26Rússia e China seriam as principais ameaças, enquanto a Coreia do Norte garante que conseguiria atingir o território norte-americano.
03:33Os Estados Unidos contam com um sistema de defesa baseado na detecção precoce de ameaças,
03:39a partir de uma rede de satélites e sonares, além de baterias antiaéreas do sistema TAD.
03:45O país já teve uma rede mais vasta de bunkers e abrigos, mas desde o fim da Guerra Fria, muitos
03:51desses pontos de proteção foram desativados.
03:55Rodolfo Laterza explica o que os cidadãos poderiam fazer em caso de uma ameaça de ataque.
04:00No caso, a detecção da trajetória do míssil, uma vez detectado, há uma evacuação ordenada e sirenes, sirenes de alerta
04:14de ataque aéreo.
04:16E, consequentemente, a população é evacuada para abrigos ou então para áreas subterrâneas, como o metrô da cidade,
04:23dentre outros locais que permitam um abrigo concretado que garanta o máximo de segurança.
04:29O próprio presidente norte-americano Donald Trump já admitiu que o país não está abastecido adequadamente com armamento de ponta.
04:38O republicano reclamou que grande parte do estoque americano foi doado à Ucrânia pelo ex-presidente Joe Biden.
04:44Apesar disso, Trump ressaltou que as forças armadas têm arsenal suficiente para uma guerra de longa duração.
04:51Há, no entanto, uma outra frente de batalha que está, sim, ao alcance dos iranianos.
04:57A guerra cibernética.
04:58O Irã teria um dos principais grupos de hackers do mundo e contaria com o apoio de ativistas digitais russos,
05:05além de grupos independentes que aproveitam o conflito para lançar ataques no ambiente virtual.
05:11A guerra cibernética pode mirar desde bancos e empresas financeiras a sistemas de internet,
05:17de energia e infraestrutura, gerando um verdadeiro caos.
05:21Especialistas reforçam ainda que o emprego cada vez maior de drones e inteligência artificial
05:27para mapear e identificar potenciais inimigos, além de liberar armas,
05:33geram um cenário novo e totalmente incerto.
05:36Essa digitalização da guerra cria dúvidas sobre a efetiva participação humana
05:42e o risco de deixar o conflito nas mãos de algoritmos.
05:46Vamos lá.
05:46Vamos lá.
05:46Vamos lá.
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