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Pesquisa divulgada pelo Real Time Big Data mostra que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lidera o primeiro turno em três cenários estimulados para a Presidência da República. Em todas as simulações, o senador Flávio Bolsonaro (PL) aparece em segundo lugar. No eventual segundo turno entre os dois, o levantamento aponta empate técnico dentro da margem de erro. Lucas Mehero e Thulio Nassa comentaram.

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Transcrição
00:00A gente também tem um levantamento aqui pra mostrar pra você pesquisa fresquinha eleitoral do Instituto Real Time Big Data,
00:07que mostra o presidente Lula liderando em todos os cenários de primeiro turno.
00:11Só que também tem empate técnico lá pro segundo turno.
00:14Antes, vamos avaliar aqui então a nossa primeira tela, que mostra o levantamento pra primeiro turno.
00:20Lula do PT, segundo esse extrato de pesquisa, aparece com 40% das intenções de voto.
00:25Na sequência, o candidato do PL, Flávio Bolsonaro, pontua em 33%.
00:29Ronaldo Caiado aparece como a opção do PSD, lembrando que a sigla ainda não definiu quem é o presidenciável, 5%.
00:36Zema do Novo com 3%, Aldo Rebelo do DC com 2%, Renan Santos do Missão com 2%.
00:43Também, quem disse nessa pesquisa que não votaria em nenhum ou votaria branco ou nulo.
00:48Chega a 7% e aqueles que não sabem ou não responderam 8% dos entrevistados.
00:54Vamos jogar a responsa dessa avaliação aqui pra quem está todos os dias analisando junto conosco aqui, Lucas Merreiro.
01:00Túlio Nassa, qual que é a sua perspectiva?
01:03Porque a gente mostrou nas últimas semanas pesquisas que demonstravam o contrário.
01:09Ou empate técnico já no primeiro turno, ou até mesmo uma vitória, uma vantagem de Flávio Bolsonaro
01:14frente ao atual presidente da República.
01:17E agora, um outro cenário, um outro recorte de momento.
01:22Pois é, Bia.
01:23Por essas e por outras, eu fico com Guimarães Rosa, que dizia que
01:27eu quase que nada não sei, mas desconfio de muita coisa.
01:32Essas pesquisas eleitorais, elas têm que ser lidas com muita desconfiança.
01:36Primeiro, porque elas estão muito longe das eleições.
01:39E segundo, que elas refletem uma tendência de momento, uma fotografia.
01:44E além disso, tem a margem de erro também.
01:46Agora, o que é de concreto que a gente pode extrair realmente de mais consistente nelas?
01:51Primeiro, que existe um eleitor de direita que deve votar em Flávio Bolsonaro e o cacifar
01:57para o segundo turno, a não ser que um outro outsider, um outro personagem de direita consiga
02:02roubar a cena.
02:03E de esquerda, também o presidente Lula deve ser eleito para o segundo turno em relação
02:08aos eleitores de esquerda.
02:09Agora, no segundo turno, a eleição é outra, completamente diferente.
02:14Porque quem vai decidir as eleições é o eleitor despolarizado, aquele de centro,
02:19aquele que não gosta nem do bolsonarismo, nem do lulismo.
02:22E exatamente para esse eleitor, eu tenho visto muito pouca ação, tanto da campanha eleitoral
02:28de Flávio Bolsonaro quanto de Lula, para agradar esse eleitor.
02:31Me parece que eles estão falando muito mais com as bolhas.
02:34Portanto, minha cara, a eleição ainda é uma caixinha de surpresas.
02:38Olha, eu quero trazer mais um cenário aqui, vamos colocar na tela e aí a gente vai ouvir
02:42o Lucas Merreiro sobre essa situação.
02:43Então, se a gente levar em conta também esse primeiro turno, aí a gente tem Lula com
02:4840%, Flávio Bolsonaro com 34% e nesse cenário a gente traz aqui mais um candidato de centro
02:53que pode ser do PSD, que é o Eduardo Leite com 4%.
02:56Romeu Zema performa com 3%, Aldo Rebelo se mantém com 2%, assim como o Renan Santos.
03:017% de nenhum branco ou nulo e não sabem ou não responderam 8%.
03:05Temos mais uma tela e agora a gente vai mudar um pouquinho essa configuração.
03:09Trazendo para a candidatura de centro o Ratinho Júnior do PSD.
03:13E veja que o Ratinho Júnior performa um pouco melhor nessa candidatura de centro, centro-direita,
03:19tirando um pouquinho do que vem de Lula e principalmente de Flávio Bolsonaro.
03:22Aqui Lula cai para 39%, Flávio Bolsonaro para 32%.
03:26Mas se a gente levar em consideração a margem de erro, eles se manteriam na mesma estrutura.
03:31Romeu Zema já caiu um pouquinho, por quê?
03:33Ratinho Júnior absorve 2%.
03:35Aldo Rebelo com 2%, Renan Santos com 2%, nenhum branco ou nulo 7% e não sabem ou não responderam
03:417%.
03:42O Lucas Merreiro, eu estava conversando aqui com o Wilson Pedroso,
03:45que é o diretor estrategista da Real Time Big Data, que conduz essa pesquisa que a gente está divulgando para
03:50vocês agora.
03:50E ele estava dizendo aqui que essa pesquisa, ela consolida um cenário de polarização
03:56e ela mostra principalmente uma força de Flávio Bolsonaro nesse momento
04:00de conseguir retirar os votos de centro e centro-direita.
04:04Ou seja, reconhecendo que a estratégia dele de buscar um pouco mais esse grupo
04:09e sair apenas da direita, mas ali radical, tem funcionado nesse discurso.
04:17Como é que você avalia esse retrato?
04:20Bom, eu respeitosamente discordo dessa opinião.
04:24Eu não acho que seja um grande mérito do Flávio Bolsonaro crescer nas pesquisas,
04:28até porque para um candidato, geralmente, conseguir crescer em outros momentos, o que ele precisa?
04:35Ele precisa de uma militância fervorosa, pessoas que estejam muito dispostas a fazer campanha,
04:43estejam muito animadas com aquela candidatura.
04:46A gente não vê isso com o Flávio Bolsonaro.
04:48A gente vê uma campanha morna, em que ele não ataca grandes problemas do Brasil,
04:52não oferece grandes propostas.
04:54Ele fica ali na miúda, como dizem por aí.
04:57Então, por que ele está ganhando votos mesmo assim?
05:00Primeiro, é um rescaldo do nome Bolsonaro.
05:03O fato de ele ter o sobrenome Bolsonaro ajuda muito.
05:05E na medida que o tempo vai passando, ele vai sendo cada vez mais aceito como o candidato da direita.
05:11Ou melhor dizendo, o candidato da direita bolsonarista, que a gente vê nomes aí como Aldo Rebelo, Renan Santos,
05:17que são de uma direita ou de um centro não bolsonarista, um centro no caso do Aldo Rebelo.
05:23Mas eu concordo com o Túlio, que é muito difícil analisar essas pesquisas.
05:28Primeiro, por conta da margem de erro, como ele bem colocou.
05:30Segundo, pelo método.
05:32Como é realizado o método dessas pesquisas?
05:34Eu não sei dizer qual é o caso da Big Data, mas eu já vi pesquisas recentes que são feitas
05:40por meio de ligações em telefones fixos.
05:44Quantas pessoas têm telefone fixo em casa hoje?
05:47É um grupo de pessoas muito específico.
05:49Geralmente, de pessoas um pouco mais velhas, um pouco menos instruídas.
05:54Ou seja, jovens escolarizados não costumam atender essas ligações.
05:58Não costumam sequer ter telefone fixo em casa.
06:00Então, como que faz para captar a intenção de voto desse grupo de pessoas?
06:05Fica muito complicado.
06:06E fica mais difícil ainda quando várias pesquisas que saem em períodos parecidos dão resultados tão discrepantes.
06:14Então, ora a gente vê o Ratinho Júnior com 9%, ora a gente vê o Ratinho Júnior com 2%, 3%.
06:19Deve ter algum equívoco no método de pesquisa de algum desses institutos,
06:25porque não faz sentido que eles sejam tão discrepantes assim.
06:27A gente tem o resultado também dessa pesquisa, como seria o cenário em segundo turno.
06:32Olha só como é que fica apertada a margem de um candidato para o outro.
06:36Lula, do PT, o atual presidente, alcançaria 42% dos votos segundo esse levantamento,
06:41se as eleições fossem hoje.
06:43E Flávio Bolsonaro, do PL, 41%.
06:45Nenhum branco ou nulo 10% não sabem ou não responderam 7%.
06:49Túlio Nassa chega para cá para avaliar com a gente esse cenário de segundo turno, de novo,
06:54tecnicamente empatados.
06:56Independente do método ou do extrato, formas que cada instituto usa para fazer o seu levantamento,
07:01a gente tem visto em vários outros essa mesma tendência.
07:06Acho que é a palavra que a gente pode usar aqui.
07:08tendência de uma aproximação muito significativa de Lula com Flávio Bolsonaro em segundo turno.
07:14Pois é, Bia.
07:15Essa tendência reflete uma palavra, que significa rejeição.
07:20A rejeição de Lula e de Flávio Bolsonaro é muito parecida.
07:24E o que acontece?
07:25Numa eleição de segundo turno, como eu disse anteriormente,
07:28quem decide é o eleitor despolarizado.
07:30Na verdade, nós temos uma tripolarização.
07:32Os eleitores de direita, os eleitores de esquerda e os eleitores que não gostam nem do lulismo nem do bolsonarismo.
07:38Quando existe uma rejeição igual entre Flávio Bolsonaro e Lula,
07:41esse eleitor despolarizado, ele se divide.
07:44E por isso, essa disputa acirrada.
07:46Parece que essa tendência se mantém realmente.
07:49Tanto no começo das pesquisas e agora, e pode ser que se projete no futuro.
07:54A única coisa que poderia fazer mudar o cenário no segundo turno é se Lula ou Flávio Bolsonaro não chegarem
08:01ao segundo turno.
08:02Mas aí eu vou precisar de bola de cristal.
08:06A pesquisa foi feita entre os dias 28 de fevereiro e 2 de março,
08:10ouvindo 2 mil pessoas do Brasil inteiro com a margem de erro de 2 pontos percentuais para mais ou para
08:16menos.
08:16O levantamento está registrado sob o número BR-0935-3-2026
08:23e possui um grau de confiabilidade de 95%, mostrando os dados para primeiro e segundo turno.
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