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O mercado financeiro reduziu as projeções para o dólar e para a taxa básica de juros em 2026, segundo o Boletim Focus divulgado nesta segunda-feira (02) pelo Banco Central do Brasil. A estimativa para a moeda norte-americana caiu para R$ 5,42, marcando a segunda semana consecutiva de recuo. Já a expectativa para a Taxa Selic em 2026 foi ajustada para 12,00%, também acumulando duas semanas de queda.

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Transcrição
00:00Conflito que também mexe com a economia. O mercado financeiro reduz as projeções para o dólar e a taxa básica
00:06de juros em 2026, segundo o boletim Focus, isso aqui no Brasil.
00:09Quem tem os detalhes pra gente é o Rodrigo Viga.
00:12Em meio ao conflito entre Estados Unidos e Irã, que abrange para aliados norte-americanos, o mercado financeiro brasileiro reduziu
00:23as projeções para o câmbio e para a taxa básica de juros este ano.
00:28Essa pesquisa, a do boletim Focus do Banco Central, foi confeccionada antes dos ataques norte-americanos, a instalações e personagens
00:38do Irã no último final de semana.
00:41Agora, o mercado financeiro, segundo Focus, que houve mais de 100 analistas especialistas, está apostando uma taxa de câmbio no
00:49fechamento deste ano de um dólar valendo R$ 5,42.
00:54Essa foi a segunda semana consecutiva de queda nessas projeções.
01:00Para 2027, a projeção ficou estável em 5,50%.
01:05E pela segunda semana consecutiva, o mercado financeiro também reduziu as projeções para a taxa básica de juros a Selic.
01:15Esse mês de março tem reunião do Copom.
01:18Antes, 12,25%.
01:21Agora, o mercado financeiro está apostando em 12% para a Selic no fechamento do ano.
01:29Gustavo Sung, economista e chefe da Suno Research, analisa aqui na Jovem Pan essas novas perspectivas, agora em meio a
01:39um conflito geopolítico relevante em nível internacional.
01:44O mercado reduziu as projeções para a taxa Selic deste ano, agora em 12%, e também reduziu as expectativas de
01:50inflação para 2027, uma queda marginal.
01:53Mas se essa tendência continuar, será bastante benigno para o cenário do Banco Central.
01:58A discussão do momento é os efeitos do conflito no Oriente Médio sobre a economia brasileira.
02:04E aqui eu faço a minha análise de duas formas.
02:07Existe um choque de curtíssimo prazo, que tem gerado estresse sobre o preço do petróleo, sobre a nossa taxa de
02:13câmbio.
02:13Mas nós precisamos compreender o nível e quanto tempo essas variáveis vão permanecer em níveis elevados para que haja um
02:21efeito real sobre a economia brasileira, sobre a inflação, sobre a atividade econômica, que é um efeito mais de curto
02:27e médio prazo.
02:28Essa dúvida gera de fato incertezas para o Banco Central, mas ainda espaço para corte de juros em março.
02:35Com o conflito entre Estados Unidos, Irã e aliados norte-americanos, o preço do barco do petróleo do tipo Brent
02:42subiu bastante nos últimos dias, gerando preocupações com inflação e com juros dos países.
02:50Peter Sorriso, da área de relação com investidores, da gestora Multiplique, analisa aqui na Jovem Pan esse cenário geopolítico em
03:02meio a uma guerra que ninguém sabe quando será o fim.
03:06O cenário captado pelo Focus ainda não reflete plenamente a recente escalada das tensões entre Estados Unidos e Irã.
03:13As projeções seguem indicando inflação comportada, juros elevados, mas com ciclo de cortes gradual da Selic em 2026, em linha
03:21com uma leitura mais benigna do ambiente macro.
03:24O mercado vinha, até então, sinalizando inflação mais controlada tanto no Brasil quanto no exterior, abrindo espaço para um afrouxamento
03:31monetário gradual.
03:32No entanto, o choque geopolítico aumenta a incerteza global e reforça uma postura mais defensiva dos agentes econômicos.
03:39Um ambiente internacional mais tenso tende a pressionar preços de energia e combustíveis no mundo todo, elevando o risco da
03:47reaceleração da inflação global.
03:49No Brasil, esse movimento se transmite principalmente via petróleo e câmbio, afetando a inflação de curto prazo e reduzindo o
03:56grau de conforto do Banco Central.
03:58Caso esse cenário se prolongue e gere impactos persistentes sobre preços e expectativas, o risco é de revisões autistas para
04:05a inflação global e doméstica.
04:07E, consequentemente, de um ritmo mais lento ou até mesmo adiado no ciclo de queda dos juros do país.
04:13O mercado financeiro manteve as suas projeções para outras duas importantes variáveis.
04:18Inflação, que vinha numa trajetória de declínio nas projeções, 3,91% e também para o produto interno bruto.
04:26A expectativa agora do Boletim Focus continua sendo que a economia brasileira vai crescer este ano menos de 2%, 1
04:34,82%.
04:36Todo Rio, Rodrigo Fiaga.
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