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Brasil e China aparecem entre os países que podem ser mais beneficiados pelas mudanças nas tarifas anunciadas pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, entre sexta-feira (20) e sábado (21). As medidas devem alterar o fluxo do comércio internacional, encarecendo produtos de alguns concorrentes e abrindo espaço para exportações brasileiras e chinesas em setores estratégicos.

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Transcrição
00:00A nova taxa global de 15% sobre as exportações para os Estados Unidos começa a valer amanhã.
00:06Apesar das incertezas em torno da decisão do presidente Donald Trump,
00:10alguns países podem ser beneficiados com a mudança no tarifácio.
00:14Acompanhe com o Matheus Dias.
00:17Em entrevista no domingo, o representante comercial dos Estados Unidos, Jameson Greer,
00:21saiu em defesa da nova alíquota global e garantiu que o país vai prosseguir com as investigações de práticas comerciais
00:29que podem resultar em mais tarifas, situação que preocupa o Brasil,
00:33já na mira do tesouro americano por suposta concorrência desleal.
00:38A rede CBS Greer falou em continuidade no atual programa tarifário
00:43e salientou que o presidente Donald Trump aumentou a nova taxa de 10% para 15%
00:49porque a urgência da situação exigia que ele usasse a autoridade plena.
00:55O representante comercial americano reforçou que tem conversado com outros países
00:59sobre os acordos já fechados com os Estados Unidos, incluindo a União Europeia.
01:04Segundo o auxiliar de Trump, nenhum parceiro comercial disse que o acordo está cancelado.
01:10Apesar disso, o chefe de comércio do Parlamento Europeu, Bernd Lund,
01:14quer discutir o congelamento do processo de ratificação do tratado do bloco com Washington
01:20até que a nova política comercial da Casa Branca fique clara.
01:24Em uma rede social ele foi duro, puro caos tarifário da administração dos Estados Unidos.
01:30Ninguém consegue mais entender.
01:32Só restam perguntas em aberto e acrescente incerteza para a União Europeia
01:37e outros parceiros comerciais dos americanos.
01:40Em comunicado, a Comissão Europeia cobrou clareza de Donald Trump
01:44e permitiu que Washington cumpra os termos do acordo comercial firmado no ano passado,
01:49que estabelece tarifas de até 15% sobre a maioria dos produtos europeus.
01:55A doutora em Direito Internacional Priscila Caneparo lembra que a decisão da Suprema Corte,
01:59que barrou o tarifácio, limita a capacidade de Trump de impor tarifas de maneira indiscriminada,
02:06condicionando a manutenção das taxas a um diálogo com o Congresso americano.
02:11Aquela moeda de barganha para negociar com estados como o Brasil, como China, não existe mais,
02:16porque Brasil e China já sabem que a Suprema Corte declarou-as como inconstitucional, como ilegais
02:22e, por consequência, a única alternativa do Trump é utilizar de barreiras
02:26cujas quais vão ter que ser aprovadas pelo Congresso.
02:29E nesse cenário de incerteza, os dois países podem ser os mais beneficiados
02:34com as mudanças no tarifácio norte-americano.
02:36A China, a principal concorrente dos Estados Unidos na guerra comercial com Donald Trump,
02:42E o Brasil?
02:43Segundo o relatório da Global Trade Alert, divulgado pelo jornal Financial Times,
02:50com a nova taxa de 15%, o Brasil terá a maior redução nas tarifas médias,
02:55com queda de 13,6 pontos percentuais.
02:59Na sequência, aparece em China, com queda de 7,1 pontos,
03:03e Índia, com recuo de 5,6 pontos percentuais.
03:07Por outro lado, o Japão, União Europeia e Reino Unido,
03:11tradicionais parceiros da Casa Branca, serão os mais prejudicados.
03:15Para Priscila Caneparo, esse era um cenário esperado.
03:18Agora, com esse retrocesso imposto pela Segunda Suprema Corte,
03:22o Brasil e a China ingressam nesse patamar de estados,
03:25cujos pais já têm essa tarifação em conjunto,
03:28ou seja, aquela tarifação média que o Trump já havia anunciado
03:32e que não foi, por assim dizer, uma perspectiva de imposição política
03:36ou de imposição de privilégio para os Estados Unidos.
03:40Então, é claro que a gente vai sair beneficiado dessa nova imposição
03:43e a gente tem que lembrar, ainda em contrapartida,
03:46que existem algumas tarifas, como, por exemplo, do aço, do alumínio,
03:49que não ingressaram nessa justificativa do Trump.
03:53Então, elas continuam majoradas.
03:55Por consequência, a diplomacia brasileira vai precisar unir esforços
03:59para renegociar essas tarifas que continuam majoradas para o Brasil,
04:04mas que não repousam nessa justificativa que foi derrubada
04:07pela Suprema Corte dos Estados Unidos.
04:09O economista Hugo Garbi avalia que a China será a grande beneficiada
04:13num primeiro momento.
04:14Os chineses vêm ganhando espaço comercial
04:18e já nos últimos três meses, último trimestre, nós tivemos um incremento,
04:22se a gente for comparar China e Estados Unidos,
04:25o incremento da China é de 3% no comércio global,
04:28que é muita coisa, principalmente com relação à Europa,
04:32Índia, que é um grande parceiro, é um grande jogador na economia mundial
04:36e principalmente a América Latina, vem ganhando espaço na América Latina.
04:40A nova taxa global de 15% para quem exporta aos Estados Unidos
04:43começa a valer amanhã, mas não atinge determinados produtos agrícolas,
04:48componentes eletrônicos e minerais críticos.
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