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DESCRIÇÃO:
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência da República, afirmou nesta quinta-feira, dia 12 de fevereiro, que os partidos aliados possuem total liberdade para indicar seus próprios candidatos e discutir composições de chapa. A declaração foi feita durante entrevista ao programa Pânico, da Jovem Pan, em resposta ao movimento de siglas do Centrão que buscam protagonismo na corrida eleitoral de 2026.

Flávio ressaltou que, embora existam "oportunistas" no cenário político, ele é realista quanto à necessidade de construir uma coalizão ampla para enfrentar o atual governo. "Tenho a consciência que, sozinhos, não chegamos em lugar nenhum", declarou o parlamentar.

Assista à íntegra:
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Transcrição
00:00Jovem Pan, Flávio Bolsonaro, minimizou o fato de que ainda não fez alianças com partidos do centro
00:06e comentou as pesquisas relacionadas aos possíveis cenários eleitorais.
00:11O Matheus Dias está ao vivo conosco e vai trazer mais detalhes dessas declarações
00:15do pré-candidato à presidência e senador Flávio Bolsonaro.
00:18Matheus, uma boa noite pra você.
00:23Cássio, boa noite pra você, boa noite a quem nos acompanha.
00:25O senador Flávio Bolsonaro, como você bem disse, deu entrevista exclusiva aqui na Jovem Pan
00:29e ele falou bastante sobre essas alianças ou possíveis alianças a serem formadas com o Centrão.
00:36No caso, ele disse que não vê problema nenhum em partidos do centro lançarem os próprios candidatos
00:42sendo que sejam candidatos que sejam contra o atual governo, ou seja, contra o PT.
00:47No caso, ele fala do PSD, do Partido Novo, que vão lançar, ou pelo menos pretendem lançar candidatos próprios nessa
00:54eleição
00:54e também em relação aos partidos como União, progressistas e republicanos que até então não demonstraram ainda se vão ou
01:01não apoiar Flávio Bolsonaro.
01:02Ele disse que entendeu no começo uma certa questão de desconfiança, mas diz que toda essa desconfiança já mudou
01:09e várias pessoas já passam a apoiar ele como candidato da direita.
01:14No caso, ele disse que alianças são importantes, fazem o partido ou a campanha ganhar mais capilaridade,
01:21mas que elas não são de forma essencial, sendo que na visão dele, as alianças mais importantes são alianças com
01:29os eleitores.
01:30O Flávio Bolsonaro também comentou em relação às últimas pesquisas que saíram,
01:34a pesquisa mais recente, a Genial Quest, que não colocou o nome de Tarcísio de Freitas, dessa vez, na disputa,
01:41apenas Flávio Bolsonaro e Lula. E dessa vez, a diferença de votos entre os dois candidatos diminuiu.
01:48Flávio Bolsonaro enxerga de forma positiva. Vamos ouvir.
01:52Óbvio que eu não me baseio sempre com pesquisa, mas eu gosto da tendência das pesquisas que estão se mostrando
01:57muito favoráveis a gente
01:58e a fórmula não é segredo pra ninguém. É trazer a verdade, falar com muita transparência qual é o nosso
02:05projeto de Brasil,
02:06porque essa eleição o Brasil vai ter que escolher. É o caminho da prosperidade com a gente,
02:09o caminho das trevas com o atual governo.
02:14Pois é, vale lembrar, então, que tanto Flávio Bolsonaro quanto o governador Tarcísio de Freitas
02:19afirmaram pra, em público, né, afirmaram publicamente que vão se encontrar depois do carnaval
02:25pra discutirem ali campanhas eleitorais, tanto aqui em São Paulo como no cenário nacional, viu, Cássio?
02:31Perfeito, Matheus. Obrigado pelas informações. Já já a gente volta a conversar um pouquinho mais.
02:36E olha só, gente, o Flávio Bolsonaro também disse que a possível eleição dele vai acabar com a polarização.
02:43Vamos acompanhar.
02:44Estou muito confiante que a gente consiga eleger também um congresso nacional muito alinhado com o que a gente está
02:50pensando em fazer pro Brasil.
02:51Isso certamente vai normalizar as coisas e mais, a minha eleição vai acabar com a polarização.
02:58Porque acabou...
02:59Difícil, hein?
03:00Acabou...
03:00Isso é mais o risco que promessa.
03:02Isso é mais o risco que promessa.
03:03Vou falar por quê, Sander.
03:04E o negócio da idade?
03:06O Lula acabou, rapaz.
03:07Qual outra liderança que a esquerda tem?
03:09O Lula é o calango.
03:10Depois dessa eleição...
03:11O Lula é o calango.
03:13Eu já falei, olha só.
03:14Cuidado.
03:15O povo brasileiro vai aposentar o Lula.
03:18E o Lula pode ter certeza que no nosso governo não vai ter ninguém roubando o INSS, ninguém vai roubar
03:22a sua aposentadoria.
03:23Mas o povo brasileiro vai aposentar o Lula, a esquerda não tem outras lideranças e a gente vai poder governar
03:30com muita tranquilidade.
03:32Porque eles vão perder a força deles, vão perder ali o pouco que resta ainda de credibilidade e de aceitação
03:39em cima do Lula.
03:40Ele está batendo o pior índice da vida dele de aprovação, de aceitação.
03:45Quer dizer, ninguém mais cai na mentira do Lula.
03:46Estou muito confiante que a gente consiga eleger também um congresso nacional muito alinhado com o que a gente está
03:51pensando em fazer pro Brasil.
03:53Bom, Dora, eu quero te ouvir porque o senador Flávio Bolsonaro tocou num ponto interessante que é a questão do
04:00futuro dos próprios partidos.
04:02A esquerda se concentrou muito nesses últimos anos na figura e na imagem do presidente Lula.
04:07E, inclusive, é muito criticada por não ter conseguido surgir ou, pelo menos, emergir uma imagem muito forte que possa
04:15ser competitiva no cenário nacional.
04:17A direita sofreu o contrário.
04:19Em vez de uma carência de um nome, houve uma pulverização de personagens e de atores políticos.
04:24Você acredita, Dora, que Flávio Bolsonaro vai conseguir acabar com a polarização aqui no Brasil?
04:32É, imagina, mas se tudo, tudo o que mantém a dita polarização é exatamente o sobrenome.
04:40Mas, claro, ele tem que fazer o discurso, ele está tentando se vender como moderado porque precisa atrair o centro,
04:48não pode ficar só naquele radicalismo, naquela bolha bolsonarista.
04:54Então, é o discurso que ele tem que fazer.
04:57Agora, evidentemente que o Lula, mesmo se perder a eleição, não está morto, está certo?
05:06Está aí, o PT tem base social, o PT é um partido que existe desde, tem 46 anos de idade,
05:14é um partido arraigado, claro que o Lula não construiu, não deixou que crescesse a grama em volta dele de
05:23novas lideranças.
05:24Ok, mas nem por isso o partido, o PT, com essas forças de esquerda, são forças que não têm nenhuma
05:35relevância.
05:36Evidentemente que têm relevância, e isso mostra exatamente por isso é que o ambiente é polarizado,
05:46porque há dois polos.
05:47Então, uma eventual vitória do Flávio Bolsonaro não faz desaparecer esse polo,
05:56assim como uma eventual vitória do Lula não vai fazer desaparecer a direita, a centro-direita, a extrema-direita.
06:05Nada disso, o mundo não acaba.
06:08E esse, exatamente essas duas forças, por mais que ele tente se vender como moderado,
06:14elas vivem exatamente de posições extremadas.
06:19Ontem mesmo ele estava chamando o presidente Lula de opala velho.
06:24Presidente Lula esse, que dias atrás chamou o Jair Bolsonaro de cachorro louco.
06:29Então, para a gente ver como é que vai ser o ambiente.
06:34E isso não é exatamente um ambiente que denote calmaria, paz e civilidade.
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