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O Super Bowl do próximo domingo (08), entre New England Patriots e Seattle Seahawks, já fez história antes mesmo do apito inicial. Os espaços publicitários atingiram o recorde de US$ 10 milhões por 30 segundos. No quadro Negócios em Jogo, Cacá Bueno analisa a audiência global, o impacto para as marcas, a força dos eventos esportivos ao vivo, o show do intervalo com Bad Bunny e as novas estratégias de mídia no esporte.

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Transcrição
00:00Bora falar de Super Bowl que vai ser disputado no próximo domingo entre New England Patriots e Seattle Seahawks e já cravou um marco histórico antes mesmo do apito inicial.
00:16Os preços dos espaços publicitários atingiram um recorde de 10 milhões de dólares. Cerca de 52 milhões e meio de reais por inserções de 30 segundos sobre esse mercado milionário.
00:30Eu vou conversar com o piloto empresário, um dos notáveis do nosso canal, Cacá Bueno, que está aqui. Tudo bem? Bem-vindo.
00:36Obrigado.
00:36Números nada terrestres, né, Cacá?
00:38Não, surpreendentes, né? E números que estão aumentando nos Estados Unidos. A inflação americana é algo real e sempre notificado por aqui.
00:45Mas nem de longe nesse caminho que vem acontecendo. O comercial do Super Bowl sempre foi o comercial mais caro da televisão mundial, né?
00:53O intervalo 30 segundos do Super Bowl sempre foi muito caro. Algo em torno de 4, 5, 6 milhões de dólares por 30 segundos.
01:01Mas nos últimos anos vem aumentando demais e teve empresa que chegou esse ano a pagar 10 milhões de dólares.
01:07Mais de 50 milhões de reais apenas por 30 segundos do Super Bowl.
01:11Isso é para pegar uma audiência que é enorme, esmagadora.
01:15Só nos Estados Unidos, mais de 120 milhões de pessoas acompanham o Super Bowl.
01:21Só nos Estados Unidos, fora os fãs globais da NFL.
01:26E isso, para o americano, vale ouro.
01:28O americano a gente sabe que é um país consumista, um país realmente com consumo elevado.
01:34E essa quantidade de gente vendo, é hora de vender o seu produto.
01:36É, eu acho curioso, eu vou tentar explicar aqui, porque eu não sei se eu vou conseguir ser clara no que eu estou pensando.
01:42Mas é uma loucura esse intervalo, porque não importa só o que aparece ali, se é criativo, se é legal.
01:49Antes, né, de que ele apareça, já tem essa expectativa sobre quem vai estar lá, quanto está custando.
01:55Então, parece que já tem um holofote pronto antes.
01:59É um espaço garantido, né?
02:00É um espaço garantido e ele não vale só pela quantidade de gente que você impacta.
02:05Não é o CPM que o mercado gosta de falar, porque ele tem sim, ele participa das redes sociais como quase um esquenta da balada.
02:15Exato.
02:15Ele vai esquentando.
02:16Quem será que vai estar no comercial?
02:18Como é que vai ser a propaganda?
02:19Olha quanto está custando.
02:20Quanto está custando.
02:21A gente está falando isso aqui no mundo inteiro, está falando sobre isso.
02:24Isso.
02:24Desculpa.
02:25E no final das contas, eles vão ali para aquele lado, são um comercial mais engraçadinho.
02:30Comerciais que viram virais também, que viram memes.
02:33Sim.
02:33Então, esse comercial do Super Bowl é um comercial que realmente é diferente, num ano diferente, tá?
02:41Porque é um ano de Copa do Mundo, é um ano de Olimpíada de Inverno, que para o americano tem muito valor.
02:46E também é um ano de aumento da audiência da Fórmula 1 dos Estados Unidos.
02:50A gente já está com três etapas nos Estados Unidos.
02:52Os americanos compraram a Fórmula 1, ela vem ganhando relevância.
02:55Ou seja, não parecia que estava sobrando tanto dinheiro no mercado assim.
02:59Mas, mesmo assim, o intervalo do Super Bowl bateu recorde.
03:01Então, e aí tem Super Bowl, você falou, né?
03:05Copa do Mundo, Olimpíadas de Inverno, Fórmula 1, grandes finais esportivas.
03:10Tudo isso voltou a ocupar, Cacá, posição central nos planos de mídia globais?
03:15Nos planos de mídia globais. Tem estudos que dizem que praticamente metade dos CMOs do mundo inteiro
03:22querem investir um pouco mais em comerciais destinados a esportes.
03:27Muitos deles não sabem muito bem como mensurar ainda o retorno disso, mas querem investir.
03:32A gente vê, na verdade, é uma tendência global.
03:35O que aconteceu um pouco com a notícia?
03:37Vamos falar que é a notícia impressa, o nosso jornal impresso.
03:40Quase ninguém mais lê, todo mundo quer a notícia na hora.
03:43A gente teve uma tendência, principalmente quando o mundo foi mais para os streams,
03:46digitalizou outras opções de consumo, a gente teve muito on-demand.
03:52O pessoal, ah, eu quero ver a hora que eu quiser, do jeito que eu quiser, na plataforma que eu quiser.
03:56Sim, para o entretenimento.
03:58Mas, para a notícia, o jornal físico mostrou isso, que a pessoa não quer a notícia arrequentada.
04:02Ela quer ao vivo, ela quer na hora, ela quer saber o que está acontecendo no mundo.
04:06E, para o esporte, demorou um pouco mais, mas todo mundo se deu conta que ninguém quer ver o replay do resultado.
04:13Ali, o replay do jogo, que ele já sabe o resultado.
04:15Ninguém quer ver a corrida depois de já ter terminado.
04:18E voltou a ter muita atenção para os eventos ao vivo, para a transmissão,
04:25tanto para o streaming, para o canal, carnais abertos, os eventos ao vivo de esporte.
04:30Isso é uma tendência global.
04:31A gente vê na Copa do Mundo no Brasil, a gente falou sobre isso aqui,
04:34nas valores também das cotas para a Copa do Mundo no Brasil.
04:38Mas a NFL extrapola, e ela mostra muito claro isso.
04:42Evento esportivo ao vivo, o mundo inteiro ainda se reúne para assistir,
04:46querendo estar presente como uma oportunidade de negócio, de viagem,
04:50mas também para as empresas anunciarem o seu produto,
04:53porque todo mundo se reúne para assistir.
04:54Ô, Cacá, agora, você falou que muita gente ainda tem dificuldade de mensurar,
05:00de calcular o retorno sobre aquele investimento.
05:03Agora, nesse caso de Super Bowl, isso é fácil?
05:07Pelo fato de ser muito automatizado também, métrica?
05:10Isso, é mais fácil.
05:12A inteligência artificial ajuda demais a você fazer a métrica disso também,
05:16mas ele ainda não tem tão claro assim.
05:18Não é como se, olha, eu vou comprar porque a audiência vai ser tanto,
05:21me custa tanto.
05:22Ninguém sabe a repercussão que isso pode dar no pós-jogo.
05:26Depois, qual é o comercial que vai virar meme,
05:28qual é o comercial que vai rodar o mundo através das redes sociais,
05:31os cortes que vão fazer disso.
05:33Ou seja, hoje em dia, esse tipo de publicidade
05:36não é tão fácil de ter a leitura para esse impacto.
05:40E também, até para você ter,
05:42a gente está falando sobre eles aqui no Brasil,
05:44como é que lá dos Estados Unidos eles sabem que a gente está falando sobre isso?
05:46Ou que o consumidor brasileiro está olhando um pouco esse comercial?
05:50Então, tem uma dificuldade maior do que simplesmente comprar aquela audiência.
05:55Ah, vou comprar o 30 segundos daquele canal que tem uma certa audiência.
05:59Tem posicionamento de marca envolvida, tem a questão do brand, do endorsement,
06:03de quem que você escalou para estrelar o seu comercial,
06:07o valor que isso pode gerar para a sua marca.
06:09Então, tem muito sobre posicionamento e valor de marca também,
06:12não só sobre a exibição do produto.
06:14E acertar nisso também, né?
06:16Porque se levantar polêmica, o estrago é tão grande quanto.
06:20Se levantar polêmica, o estrago é tão grande quanto.
06:22E se você também errar na comunicação, você vira um meme negativo.
06:25Exato.
06:26Interessante.
06:27Vamos, então, acompanhar de perto.
06:29E lembrando que Super Bowl também sempre cria aquela expectativa
06:33sobre o artista que vai se apresentar naquele palco.
06:36Ali o intervalo, né?
06:38Exato.
06:38E aí vem Bad Bunny.
06:40Bad Bunny.
06:41E assim, sempre tiveram grandes artistas no intervalo do Super Bowl.
06:46Isso é muito comum.
06:48É um espetáculo, porque é um espetáculo para todo mundo.
06:52O Super Bowl, principalmente nos Estados Unidos, não é só para o fã de esporte.
06:55É para o americano no geral.
06:56E na hora que eles cuidam daquele show, eles cuidam com muito carinho.
07:00Mas o Bad Bunny é o primeiro latino agora a vencer o Grêmio.
07:02Recentemente venceu.
07:03Está sendo o primeiro num monte de coisa aí.
07:05Isso.
07:05E aí a NFL já é um pouco de globalização.
07:08Ela aposta no crescimento de sua marca ao redor do mundo.
07:11E principalmente nos Estados Unidos.
07:12Entre os latinos.
07:14Ela não é o esporte tanto assim dos latinos.
07:17É muito mais o beisebol americano, que é o esporte dos latinos.
07:21Então, ela vai um pouco nesse caminho também de aumentar a sua base de fãs,
07:25trazendo uma grande personalidade que merece estar no intervalo.
07:29Pela competência dele, pelo grande artista que é impremiado como tem sido.
07:33Mas também é olhar para o mercado da NFL, trazer um latino para o show do intervalo.
07:40O Cacá, e a publicidade pós-evento?
07:43Porque também tem isso como uma estratégia para ampliar alcance, aprofundar narrativa e capturar atenção em outros níveis.
07:50Porque aí vem os cortes do jogo.
07:52O vencedor, o grande herói.
07:54Quem é o grande vilão?
07:55Quem é o grande herói?
07:56Como é que você vai repercutir isso no Instagram, no TikTok, no Facebook, em todas as plataformas, no streaming, na Twitch, no YouTube?
08:04Então, você tem aí uma repercussão tanto esportiva quanto no show.
08:09Vai ter gente analista de show.
08:12O show foi bom, o show foi ruim.
08:13Ele cantou bem.
08:14Era playback?
08:15Não era playback?
08:15A dançarina escorregou no momento?
08:17Então, tem um monte de repercussão.
08:19O mundo inteiro olha para a NFL, principalmente o americano, que é um grande público consumidor de quase todos os produtos.
08:25Então, é um evento esportivo que traduz tudo o que está acontecendo entre os eventos esportivos mundiais.
08:33Aumento de transmissão por streaming, aumento de anunciantes para esporte ao vivo e muito turismo para acompanhar o esporte em loco.
08:43Então, a NFL, ela extrapola um pouco o que é tudo isso e o que a gente deve ver na Copa do Mundo por um interesse enorme.
08:49É verdade.
08:50Isso é fenômeno de esporte, mas cultural também, de mercado, muitas camadas.
08:55A NFL deles é a nossa Copa do Mundo de Futebol, digamos assim.
08:58É como se a Copa do Mundo de Futebol estivesse todo ano acontecendo para o brasileiro.
09:02E eles têm todo ano, no começo do ano, em fevereiro, eles têm esse grande jogo do grande esporte para eles,
09:08que é o esporte número um do americano.
09:09Não é o futebol como o nosso, ali é o futebol diferente, que para eles é o futebol, né?
09:15A gente é o sóccer, para eles é o futebol.
09:18Mas é o grande apelo todo mundo lá.
09:20Então, 10 milhões de dólares para 30 segundos, eu acho que praticamente essa notícia traduz tudo o que a gente falou hoje.
09:28Exatamente.
09:29Vamos fechar com esse número na cabeça, 10 milhões de dólares.
09:3210 milhões de dólares.
09:33Tá certo.
09:34Obrigada.
09:34É domingo, hein?
09:35É domingo, então.
09:36Até a próxima, Cacá.
09:37Valeu.
09:37Obrigado.
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