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O Ministério Público alertou que o Primeiro Comando da Capital atingiu um nível de organização semelhante ao das máfias italianas, com domínio territorial, infiltração na economia formal, lavagem de dinheiro e atuação internacional.
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NotíciasTranscrição
00:00Pois é, a gente vai seguir tratando de questões que envolvem segurança pública,
00:05porque o primeiro comando da capital atingiu um nível de organização comparável ao das máfias italianas,
00:12com domínio territorial, infiltração na economia formal, lavagem de dinheiro e atuação transnacional.
00:18Quem vai trazer os detalhes desse levantamento e dessa classificação é o Misael Mainetti.
00:24Chegar ao vivo aqui em Os Pingos nos Is, vai trazer todos os detalhes.
00:26Misael, seja bem-vindo, ótima noite a você.
00:29Conta para a nossa audiência, tem promotor, então, comparando o PCC com a máfia italiana, é isso?
00:38É, Lincoln Gacchia, ele que é uma figura central nessa discussão, promotor de justiça,
00:44ele fala e compara, comando vermelho, PCC, as facções, as máfias italianas.
00:51Muito boa noite para você, Caniato, para todo mundo que acompanha Os Pingos nos Is.
00:55Logo vem na nossa cabeça aquela imagem cinematográfica, né?
00:59De máfia italiana, mas que hoje ganhou uma conotação muito importante,
01:04porque além de se infiltrar no mercado ilegal, ou melhor, no mercado de drogas,
01:10também se infiltra em fintech, se infiltra no mercado financeiro e em vários outros tipos de atividade.
01:17Em uma entrevista para o Estadão, Lincoln Gacchia falou justamente sobre esse poder das facções criminosas,
01:25o PCC e o Comando Vermelho, as maiores, né, a nível Brasil, e comparou com as máfias italianas.
01:32Elas são muito bem organizadas, têm um vínculo familiar, têm uma estrutura muito densa e robusta,
01:40é uma estrutura muito organizada, não é algo, né, que fica descentralizado,
01:45ou seja, cada pessoa dentro, né, da organização criminosa tem uma função muito específica,
01:52e acabou aquele tempo onde a gente via funções apenas com o mercado de drogas, de cocaína, por exemplo,
02:00que ainda é o carro-chefe, de acordo com o promotor.
02:03Mas hoje, tanto o PCC quanto o Comando Vermelho e as máfias italianas,
02:09isso de acordo com o Lincoln Gacchia, trabalham numa forma ampla, numa forma mais horizontal,
02:18ou seja, tem o carro-chefe do tráfico de drogas, mas também tem aí atividades no mercado financeiro,
02:25no setor de combustível, também em outros setores.
02:29E o lucro dessas organizações criminosas chega a 10 bilhões de reais ao ano.
02:35Outra coisa, outra característica muito importante,
02:38são organizações criminosas que têm influência também no Estado.
02:42A gente não fala só, então, de um poder paralelo,
02:45mas é um poder que se camufla e que se mistura junto às estruturas do Estado,
02:51e isso é, de fato, muito preocupante.
02:54A gente viu, agora há pouco, a resolução do caso do ex-delegado-geral de Polícia Civil,
03:00Rui Santos, que foi assassinado em Praia Grande, no litoral de São Paulo,
03:04também aí a mando de pessoas que estavam infiltradas no PCC.
03:09Essas foram as declarações, portanto, de Lincoln Gacchia,
03:12e daí dá para tirar muito conteúdo para vocês conversarem.
03:16Sem dúvida alguma, boas informações, um bom resumo das informações
03:20trazidas pelo Misael Mainete, que segue acompanhando as movimentações.
03:25Daqui a pouco ele volta na programação com outros destaques.
03:28Bom trabalho para você, Misael.
03:29Deixa eu começar essa com o Luiz Felipe Dávila.
03:31O Dávila sempre destaca que a necessidade de um arcabouço jurídico,
03:38uma lei antimáfia, por diversas vezes nós tratávamos dessa questão,
03:42e o Dávila resgatava experiências na Itália a respeito.
03:48Tem três máfias muito conhecidas lá, né, Dávila?
03:51Acho que os filmes já mostraram um pouco dessa atuação dos criminosos na Itália,
03:57a Cosa Nostra, Nedrangheta e também a Camorra, né?
04:01Acho que talvez as máfias mais conhecidas.
04:03Só que com o advento do tráfico de drogas, principalmente a maneira como esses grupos começaram a tratar,
04:10não somente o achar que aos comerciantes, né, o que era feito nos anos 50, roubo de carga,
04:17tráfico de bebidas, tráfico de armas, anos 70, anos 60, 70, com o advento do tráfico de drogas,
04:24essas organizações começaram a negociar valores altíssimos, né,
04:29e se tornaram muito poderosas e estenderam os seus negócios para outros ramos.
04:34O que é preciso considerar em relação a esse paralelo feito por Lincoln Gacchia,
04:39dizendo que as facções criminosas brasileiras, especialmente PCC e Comando Vermelho,
04:45atuam de forma similar, parecida com a máfia italiana, Dávila?
04:50Bom, primeiro, é preciso fazer o diagnóstico correto para poder aplicar o remédio correto.
04:56Então, o que Lincoln Gacchia está fazendo é o diagnóstico correto,
05:00tratando essas organizações como organizações mafiosas,
05:04e não qualquer história de organização terrorista.
05:06Organização terrorista sempre tem um fim político-religioso,
05:09derrubar o governo, impor uma região.
05:12Não, máfia não, máfia só tem uma única ideologia, ganhar dinheiro, fazer negócio.
05:17Então, é preciso entender a natureza de uma organização mafiosa
05:22para poder aplicar o remédio certo,
05:23que é essa legislação antimáfia que eu venho defendendo há um tempo.
05:26Então, aqui eu vou dar seis pontos fundamentais que o Lincoln Gacchia traz.
05:30O primeiro ponto é, tem uma atuação empresarial, essas organizações.
05:34Elas atuam em mercados lícitos e lícitos.
05:36Nós já falamos aqui quantas vezes em mercado de combustível, fintech, bete,
05:41a questão imobiliária, então vários setores.
05:43Então, eles têm uma atitude empresarial em mercados lícitos e lícitos.
05:48Segundo ponto importante, eles estão infiltrados no Estado,
05:52na política, no legislativo, no executivo, no judiciário,
05:57e cada vez querendo colocar mais pessoas afinadas com eles
06:01para defendê-los, protegê-los e evitar que o Estado se torne um estorvo nas suas atividades.
06:07O terceiro ponto fundamental, controlam parte do território e não deixam o Estado entrar.
06:13Nós já vimos isso em várias comunidades, favelas pelo Brasil inteiro.
06:17O crime organizado controla o Estado.
06:20Lá não é a lei do Brasil que vale, é a lei do crime organizado.
06:25Quarto ponto fundamental, são organizações transnacionais.
06:30Elas estão ligadas a outras redes do mundo, nesse comércio internacional de drogas, armas,
06:37movimentação, esquentar dinheiro, lavagem de dinheiro.
06:39Eles estão envolvidos em todos esses lugares.
06:42Segundo ponto, outro ponto importante, tem esse estatuto que ele chama de omertar,
06:46da lei do silêncio, da regra.
06:48Você tem que seguir a regra aí, se você não seguir a regra, você vai ser executado.
06:52Então, e tem essa estrutura de lavagem de dinheiro muito sofisticada.
06:56Esses são os seis pontos que Lincoln Gakia sempre gosta de apontar para essas organizações.
07:04Então, se nós entendermos que isso aqui é uma organização mafiosa,
07:07nós precisamos dessa lei antimáfia.
07:09E a lei italiana é exemplar e está muito afinada com o direito brasileiro.
07:16Você, Mota, a expansão do crime organizado,
07:18a leitura de que as facções criminosas brasileiras acabam se inspirando,
07:23ou se espelhando no modus operandi das máfias da Itália, Mota?
07:30Eu acho que, daqui a pouco, é a Itália que está se inspirando no modelo brasileiro, Caniato.
07:36Acho que a gente já exporta tecnologia nessa área.
07:40O Brasil precisa prestar atenção a tudo que o promotor Lincoln Gakia diz,
07:45porque ele é um verdadeiro herói nacional.
07:48Ele é um promotor de justiça que abriu mão da sua vida privada,
07:52da sua liberdade, na missão de combater o crime.
07:56Todo mundo sabe o ponto ao qual chegou o poder das facções criminosas no Brasil.
08:01É completamente inaceitável.
08:03É um Estado paralelo que domina territórios.
08:06E se o Estado brasileiro, o Estado oficial, quiser sobreviver,
08:13em algum momento ele vai ter que fazer alguma coisa a respeito.
08:17E quem propôs uma reflexão muito interessante sobre isso
08:21foi o jurista André Marciglia, que disse o seguinte,
08:25Se um banco pequeno, como o Master, conseguiu envolver na sua rede
08:31tantas figuras importantes e poderosas,
08:36imaginem vocês o que devem fazer as facções
08:39que movimentam bilhões de reais sem dar satisfação a ninguém.
08:46Rápida parada para você que nos acompanha pela rede.
08:50Seguimos aqui em Os Pingos nos Is,
08:52trazendo as análises dos nossos comentaristas.
08:55a partir desse diagnóstico, esse raio-x feito por Lincoln Gacchia,
08:59ele que sempre contribui muito com as análises e as informações
09:03a respeito da atuação dessas facções criminosas aqui no Brasil.
09:07Você, delegado Palumbo, o PCC atua de forma parecida
09:11com as máfias italianas, delegado Palumbo,
09:14não somente em relação ao tráfico de drogas,
09:17mas a uma proliferação de negócios que acabam servindo,
09:23negócios legais que servem como uma lavanderia do dinheiro
09:28obtido com o tráfico de drogas.
09:30O promotor Lincoln Gacchia é um promotor extremamente respeitado,
09:37ele combate o crime organizado, em especial o PCC, há muitos anos,
09:40tanto é que ele não tem liberdade para tomar um sorvete com a família
09:44e tem que ficar cercado de pelo menos meia dúzia de policiais,
09:47porque ele corre risco de vida a qualquer momento.
09:51E sem contar que se ele se aposentar,
09:54ele pode se tornar estatística igual o doutor Rui,
09:56que quando estava na ativa tinha uma escolta policial.
10:00Se aposentou, perdeu a escolta e foi morto.
10:03Também era um combatente do crime organizado.
10:06Isso não pode acontecer, essa providência tem que vir
10:08tanto do governo do Estado, que no caso é o Estado de São Paulo,
10:11quanto do governo federal, através de projetos
10:14que eu mesmo propus um, pensando nessas autoridades.
10:17Agora, o PCC é lógico que ele já passou dos limites
10:20de uma simples facção que está somente no território brasileiro.
10:25O PCC está mais em 20 países, tem um lucro bilionário,
10:29tem ramificações na política, em todos os setores,
10:32seja o setor municipal, estadual, federal,
10:36está em transportes, está em unidades de saúde,
10:40está em todos os lugares.
10:41Eles perceberam que eles, além de combater,
10:44além de traficar drogas, a política também é muito vantajosa.
10:48Por isso que eles acabam financiando campanhas políticas
10:51de vereadores, deputados estaduais, federais,
10:53de tudo quanto é candidato, em todos os estados da federação,
10:58prefeitos, né?
10:59Vira e mexe aparece uma notícia de alguém com envolvimento político,
11:03prefeitos que já tem aqui no Estado de São Paulo,
11:05basta dar um Google aí que você vai ver a ficha corrida
11:08de alguns prefeitos.
11:09Então, eles entenderam e eles entendem que o PCC é um negócio,
11:15é uma empresa, só que é uma empresa do crime,
11:17aonde as regras têm que ser cumpridas.
11:19Aliás, a regra é só interna, porque fora da cúpula do PCC,
11:25dos que mandam no PCC, tem a regra deles,
11:29mas fora disso, vale absolutamente tudo.
11:31Vale matar autoridades, é lógico, eu não tenho dúvida
11:35que o crime organizado está envolvido na morte do doutor Rui.
11:39Vale absolutamente tudo, vale bancar campanhas políticas,
11:42e se você não cumpre um acordo, você simplesmente morre,
11:46como a gente teve agora, recentemente, esse escândalo aqui em São Paulo,
11:50com o envolvimento de tanto policiais civis,
11:52quanto militares, que acabaram matando uma testemunha protegida.
11:56O PCC, ele é gigante e cresceu aqui no Estado de São Paulo,
12:01pela omissão de governos, de governos de um mesmo partido,
12:06que hoje também figuram aí na política do Brasil.
12:10Infelizmente, não tiveram a coragem de matar no ninho,
12:14como a gente costuma dizer, o que é ruim a gente mata no ninho,
12:17e não fizeram isso.
12:18Por isso, ele se tornou esse gigante do crime organizado.
12:22É isso, recebendo a rede Jovem Pan,
12:24todos conectados aqui em Os Pingos nos diz,
12:26nós estamos repercutindo, analisando as falas,
12:30as declarações do promotor Lincoln Gacchia,
12:32comparando a atuação das facções brasileiras
12:35com as máfias da Itália.
12:38Inclusive, quem tiver curiosidade,
12:41quiser entender um pouco da maneira como as máfias italianas operam,
12:45tem um autor chamado Roberto Saviano,
12:48muito conhecido, já vendeu milhões de livros em todo o mundo.
12:53O livro dele, o principal, O Gomorra,
12:55já foi traduzido em mais de 50 línguas, enfim.
12:58Ele foi criado em Nápoles,
13:01junto com aqueles que já atuavam na máfia.
13:05Ele acabou revelando detalhes da atuação dessa organização.
13:09E, até hoje, ele é jurado de morte.
13:11Então, ele não vive mais de dois meses no mesmo local.
13:16Usa parte do dinheiro que ele conseguiu arrecadar
13:18com a venda de livros e palestras para se proteger,
13:21porque os integrantes da Camorra juraram ele de morte.
13:25Então, ele vive se escondendo.
13:27E aí, eu quis lembrar desse episódio
13:30por conta do que disse o delegado Palumbo
13:32em relação ao estilo de vida de Lincoln Gaquia,
13:36que não tem uma vida normal.
13:38Vive com seguranças, não consegue fazer um passeio em família.
13:42Uma situação muito, muito delicada.
13:45Dávila, só para a gente encerrar, passar régua nessa discussão,
13:48a gente fala dessa situação
13:50e você sempre levanta a necessidade de uma lei antimáfrica.
13:55Parece que isso não vai acontecer.
13:57Eu acho que caminhamos para uma resolução diferente.
14:00O que está mais próximo das autoridades dos nossos legisladores?
14:05O que poderia ser feito já?
14:08Ou, pelo menos, a médio prazo, sei lá, na próxima legislatura?
14:11O que está ao alcance dos nossos legisladores?
14:14O importante é o que Lincoln Gaquia está fazendo.
14:19Colocar o dedo na ferida, definir bem o problema
14:21e começar uma discussão.
14:23É óbvio que essa discussão tem que amadurecer
14:26e jamais vai se concretizar nesse governo
14:29que trata bandido como vítima da sociedade.
14:31Mas é preciso avançar.
14:32Para não repetirmos, como bem disse o delegado Palumbo,
14:36o erro do Estado de São Paulo,
14:38que deixou uma organização criminosa crescer,
14:41de uma pequena organização no presídio de Itaubaté, em 1996,
14:47e se tornar esse gigante transnacional,
14:49por omissão política.
14:52Aliás, né, delegado Palumbo,
14:54você pode mesmo me lembrar aqui
14:55que nós tivemos o secretário de Segurança
14:57que tentou combater pra valer,
14:59que foi o Ferreira Pinto,
15:00que foi mandado embora
15:01porque teve coragem
15:03em começar a enfrentar esse problema de frente
15:05e trouxe muito problema político pro governador
15:08e acabou sendo afastado do cargo.
15:10Então, isso mostra claramente
15:13que foi a omissão do Estado
15:16que levou essas organizações de presídio
15:20se tornarem máfias internacionais.
15:22Foi a omissão do Estado.
15:25Porque, Canhato,
15:25se o Estado mobilizar
15:27todos os recursos existentes
15:29com vontade,
15:31é óbvio que tem poder
15:32para acabar com o crime organizado.
15:34Aliás, poucas nações aqui em São Paulo
15:36não acabamos com a Cracolândia,
15:38não acabamos lá com a favela do Moinho
15:39que controlava,
15:40então dá pra fazer.
15:41Agora, é preciso vontade política,
15:43capacidade de mobilizar
15:44leis, recursos e força
15:47pra desmantelar o crime organizado.
15:50Infelizmente,
15:51essa vontade não existe no governo federal.
15:54quer arrematar, Mota?
15:56Quer só fazer um complemento?
15:58Quando a gente olha pra frente
15:59e pensa em saídas,
16:01resoluções,
16:03ou o que a gente pode esperar
16:05dos nossos legisladores,
16:07especialmente,
16:07você sempre gosta de destacar as ideias, né?
16:11É, eu queria chamar a atenção
16:12pra um aspecto dessa questão
16:15que tem a ver com o meu primeiro comentário.
16:17a capacidade financeira,
16:19o poder oculto
16:21dessas facções.
16:23E é isso que está por trás,
16:26Caniato,
16:26de muitas das defesas
16:29de criminosos
16:30nas quais nós não vemos sentido
16:33à primeira vista.
16:35É o poder dessas facções,
16:37o dinheiro que está por trás
16:39de muitos intelectuais,
16:42de muitos acadêmicos,
16:44de muitos artistas,
16:45de muitos políticos.
16:47que fazem uma defesa
16:48dos direitos dos criminosos
16:50em nome dos direitos humanos.
16:52Mas, na verdade,
16:53o que está por trás
16:54é outra coisa.
16:55É um interesse
16:56muito bem organizado
16:58e financiado.
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