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Os novos dados da Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP) revelam um cenário alarmante na capital paulista. De acordo com o balanço consolidado de 2025, divulgado nesta segunda-feira (26), a cidade registra uma média de 17 celulares subtraídos a cada hora. O levantamento aponta que o Centro e a Zona Oeste concentram o maior volume de ocorrências, com destaque para a atuação da "Gangue da Bicicleta" e de falsos entregadores.

Apenas 6% dos aparelhos levados foram recuperados no último ano. O governo estadual aposta no sistema de monitoramento de IMEIs para tentar frear o comércio ilegal, enquanto o Congresso discute o aumento de penas para crimes contra o patrimônio digital.

Assista à íntegra:
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Transcrição
00:00violência aqui em São Paulo. A capital paulista registrou mais de 150 mil roubos e furtos de
00:07celulares no ano passado. O número equivale a cerca de 17 aparelhos por hora. Quem traz todos os detalhes
00:15desse levantamento, o repórter Matheus Dias, mais uma vez aqui com a gente. Tem um ponto, né Matheus?
00:20Os aparelhos encontrados foram devolvidos aos donos. Qual a porcentagem disso? Bem-vindo mais uma vez.
00:30É uma porcentagem pequena, viu Tiago? Boa noite novamente a você, a todos que nos acompanham.
00:34Desses 150 mil celulares furtados ou roubados, a gente fala ao todo de 154 mil, aliás, apenas 10 mil foram
00:42devolvidos aos donos. Então é uma porcentagem bem pequena, se a gente for analisar, menos de 10% dos
00:49celulares roubados, então foram devolvidos. Esses dados são da Secretaria de Segurança Pública em referente
00:54a 2025, dados que, claro, sempre ali é feito esse balanço para comparar também com os anos
01:00anteriores. No caso de 2025, esse balanço da SSP mostrou que bairros no centro de São Paulo
01:07têm sido mais perigosos aqui na capital nessa prática de furtos ou roubos de celulares. A gente
01:12fala também da República Santa Ifigênia, Liberdade e Jardins. Só esses quatro bairros juntos,
01:19Tiago, somaram cerca de 36 mil casos em 2025, seguidos também por outros bairros, esses
01:26mais nobres, mas que também têm essa prática, Pinheiros, Vila Romana, Itaim Bibi e Santo Amaro.
01:33A sensação de insegurança não é exclusividade de um único bairro, né Tiago? E no caso,
01:38para tentar conter esse tipo de prática criminosa, a polícia criou então um programa, o programa
01:42SP Mobile, um aplicativo que cruza informações de boletins de ocorrência com operadoras de
01:49telefone, né? Operadoras telefônicas e no caso, para dar avisos, para criar alertas nesses
01:55celulares, para mostrar que eles são produtos de roubo e furto para futuros compradores. E foi
02:00nesse caso que alguns deles foram devolvidos, a gente fala de 10 mil, como eu disse. Mas mesmo na
02:05criação desse programa, mesmo com tanta fiscalização, 2025 foi o ano com o maior número de furtos e roubos
02:12celulares dos últimos três anos, pelo menos, se comparado com 2024 e 2023. Em 2025, 154 mil casos,
02:21em 2024, 153 mil e em 2023, 136 mil casos, viu Tiago? É bastante, muitos casos, né Tiago, computados e
02:34claro, como você bem disse, 17 celulares por hora é muita coisa, né meu amigo? Isso é o que há de
02:41registro, né? Pessoas que vão, fazem o boletim de ocorrência, tem gente que acaba sendo roubada e nem faz
02:47absolutamente nada, mas é claro que existe uma precaução por causa de contas bancárias e tal, mas o Matheus Dias nos atualizou,
02:54deixa eu chamar Denise Campos de Toledo, nós aqui de São Paulo estamos acostumados, trabalhamos há muitos anos aqui
02:59na região da Avenida Paulista, a Paulista é policiada, temos carros da GCM em cada esquina, em cada canto, a própria
03:06polícia, o problema são as paralelas, as transversais, que aí a polícia desaparece e ainda mais à noite, muita gente de
03:14bicicleta que passa, rouba o celular e vai embora, né? É, a gente tem falado muito da questão de segurança, falando de crime
03:20organizado, mas a gente vê essa situação, é um número absurdo, 17 celulares roubados por hora em São Paulo, ou furtados,
03:29não é? Porque apenas em alguns casos é que há violência, a arma é exposta, aí se caracteriza um roubo
03:36mesmo, mas é um número absurdo e não apenas de celulares, tem a questão do roubo de aliança também, de outros
03:42pertences, celulares ele tem outras implicações, porque as pessoas têm aplicativos de bancos, têm muita informação
03:48no celular e muitas vezes o ladrão fica mais violento no caso do roubo, exatamente porque ele quer a senha da
03:55pessoa, agora roubo de aliança, pouca gente faz o registro mesmo, faz o boletim de ocorrência, porque como vai
04:02resgatar? Em que momento? O ouro vai ser derretido, vai ser vendido, ainda mais com a valorização forte que vem tendo
04:08desde o ano passado, então quando nós vemos aí estatísticas que mostram a redução do roubo, isso não faz diferença na
04:16percepção de insegurança da sociedade, a gente tem medo de sair às ruas, as pessoas que têm de sair, caminhar para poder
04:24pegar a condução, ficam expostas a esse tipo de risco e perdem o celular, que hoje é das coisas mais relevantes que a gente tem
04:30para o dia a dia, não é só bater o papo, só usar a rede social não, é para banco, é para usar inclusive os serviços
04:37do próprio governo, o IGOV, a Previdência, é tudo acessado através do celular, ele é roubado, a pessoa pode ter o
04:45mapeamento total da sua vida, então falta uma resposta mais efetiva das autoridades em relação a isso.
04:53no jornal
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