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Chefe de quadrilha que falsificava habeas corpus tem prisão mantida

A justiça de Belo Horizonte manteve a prisão preventiva de Ricardo Lopes Araújo, conhecido como “Dom”, detido nessa quarta-feira (14/1), pela Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) no Rio de Janeiro. O homem é apontado como o chefe de uma organização criminosa especializada em invadir sistemas de segurança e comercializar decisões de habeas corpus. Dom foi preso pela primeira vez em 11 de dezembro de 2025, mas fugiu nove dias depois do Ceresp Gameleira, em BH, ao apresentar um alvará de soltura falso. O documento foi obtido usando login e senha de um juiz.

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Transcrição
00:00A justiça manteve a prisão de Ricardo Lopes Araújo, conhecido como Dom,
00:04Matheus Felipe do Nascimento Silva e Wanderson Henrique Lucena Salomão.
00:08O TRI é apontado como integrante de uma organização criminosa responsável por hackear
00:13o Banco Nacional de Mandados de Prisão do Conselho Nacional de Justiça.
00:17Dom e Matheus Felipe foram presos nesta quarta-feira em um apartamento no Rio de Janeiro.
00:22Já Wanderson se entregou à polícia na segunda-feira.
00:25Dom e Wanderson estavam presos no Cerespe Gameleira, em Belo Horizonte, quando fugiram em 20 de dezembro.
00:31Os dois foram detidos nove dias antes, durante a Operação Veredito Sombrio, que investiga a gangue.
00:37Já Matheus Felipe estava foragido desde a operação.
00:41Na época da fuga, Dom e Wanderson apresentaram documentos de abescorpos falsos.
00:45Os alvarás foram obtidos usando o login e a senha de um juiz.
00:49Dom é apontado como líder da organização.
00:52Já Matheus Felipe seria o seu braço direito.
00:54Ontem, os dois homens encontrados no Rio foram trazidos para BH de avião
00:59e de lá foram levados para a sede do Departamento de Operações Especiais da Polícia Civil.
01:04Mesmo com as prisões, a corporação segue investigando o caso e possíveis outros envolvidos.
01:10Mais informações sobre a fraude no CNJ você encontra no site do Estado de Minas em em.com.br.
01:16E aí
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