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O empresário Renê da Silva Nogueira Júnior, que confessou ter feito o disparo que atingiu e matou o gari Laudemir de Souza Ferreira, em agosto, realizou pesquisas relacionadas a "gari" logo após o crime. A informação foi dada, nesta sexta-feira (29/8), pela Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG).

A corporação concluiu o inquérito criminal e indiciou o suspeito por homicídio duplamente qualificado, ameaça e porte ilegal de arma de fogo de uso permitido, podendo ser condenado a até 35 anos de prisão . A delegada Ana Paula Lamego Balbino Nogueira, esposa do assassino confesso, também foi indiciada.

Imagens: Clara Mariz/EM/D.A Press

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#gari #delegada #bh

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Transcrição
00:00Podemos concluir que esse investigado, ele realizou, após a prática do crime, já no período do início da tarde,
00:07após ele sair da empresa, quando ele retornava para a sua casa, ele realizou diversas pesquisas no seu aparelho celular
00:14referentes às consequências do que ele havia praticado.
00:21Bom, então, concluímos que ele, mesmo quando apresentou a versão na qual ele confessa ter disparado com a arma de fogo
00:31e disse que não sabia que havia praticado um crime de homicídio, nós conseguimos desclassificar ou desqualificar
00:39essas declarações que ele prestou, justamente porque conseguimos apurar que ele teve, sim, ciência do que ele praticou,
00:47tanto é que ele estava pesquisando, fez pesquisas com palavras, Gari, pesquisando, inclusive, pesquisou, inclusive, o nome da rua em que ele estava
00:57e fez esse tipo de pesquisa pelo aparelho celular.
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