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A adoção de inteligência artificial na América Latina pode gerar até US$ 1 trilhão até 2038, impulsionando setores como comércio, logística, saúde e educação tecnológica. Elaine Coimbra, VP de comunicação e marketing da Abria, destaca o papel da população entusiasta e a importância de investimentos em data centers e dados.

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Transcrição
00:00Bom, uma notícia que acabou de chegar agora, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump,
00:04disse que vai atacar com muita força se o Irã continuar reprimindo as manifestações
00:09que a gente acabou de mostrar aqui, que estão acontecendo já há mais de duas semanas.
00:13Daqui a pouquinho a gente volta com detalhes desse assunto para você.
00:16Agora a gente mostra que um estudo da Linux Foundation projeta que a inteligência artificial
00:21pode adicionar um trilhão de dólares à economia da América Latina até 2038.
00:26A gente vai falar sobre esse assunto agora com a Elayne Coimbra,
00:30que é vice-presidente de Comunicação e Marketing da Associação Brasileira de Inteligência Artificial.
00:35Boa tarde para você, Elayne. Seja muito bem-vinda ao Radar.
00:39Boa tarde a todos.
00:41Bom, a gente sabe que a América Latina está longe de entrar na briga para desenvolver inteligência artificial,
00:46porque essa é uma briga travada principalmente entre China e Estados Unidos.
00:50Mas, obviamente, tem muitas outras maneiras da gente se inserir na corrida da inteligência artificial.
00:55Eu queria que você explicasse para a gente, esse trilhão de dólares, que por enquanto é apenas uma promessa,
01:01ele vai chegar por que canais aqui na América Latina e aqui no Brasil?
01:08O estudo projeta que a gente vai ter um crescimento anual de mais de 28%, chegando até 2038 a 1 trilhão.
01:18Então, isso é uma grande oportunidade.
01:20E, por incrível que pareça, o grande diferencial na América Latina e no Brasil são as pessoas.
01:26O brasileiro e o latino é o entusiasta da tecnologia.
01:31Então, isso vai chegar pela adoção das pessoas,
01:34que os brasileiros, frente à média mensal, é mais entusiasta,
01:39é mais o que a gente chama de adoção fácil de novas tecnologias.
01:48Então, vai começar pelas pessoas e as pessoas vão levando a outros setores da economia,
01:54indústria, comércio, principalmente logística, finanças e etc.
01:59Que tipo de indústria você acha que vai apostar mais ou que já está apostando mais
02:02no uso da inteligência artificial quando a gente fala aqui de Brasil?
02:05Olha, todas as indústrias estão fazendo o atendimento via inteligência artificial, a maioria delas,
02:15mas a logística vai, tá?
02:18A gente vai ter uma predição logística antes da gente carregar caminhão,
02:23como a gente vai fazer a logística.
02:25A gente tem um atendimento a cliente, call center e outros canais digitais,
02:30isso como setor dentro das empresas.
02:32Na área de saúde, é o setor que eu mais aposto de forma pessoal,
02:37que aí a gente vai ter uma melhor condição de saúde, né?
02:40Para nós brasileiros, latinos e todos, né?
02:44A população do planeta.
02:46Mas todos os setores, comércio também e principalmente dentro das empresas.
02:51Antes, a IA era vista no marketing e no atendimento ao cliente.
02:55Hoje, ela está penetrando, segundo estudo, na logística, na predição algoritma,
03:00na predição de futuros possíveis para que a gente faça um planejamento.
03:06Então, ela saiu da área de TI e entrou dentro das salas dos CEOs
03:10de quem realmente faz o planejamento estratégico da empresa.
03:14Você falou agora há pouco que na América Latina,
03:16a população é entusiasta da tecnologia.
03:18Eles são, como se diz em inglês, early adopters, né?
03:21Gostam de usar assim que a tecnologia sai.
03:24Mas eu queria falar das pessoas num outro ponto de vista agora.
03:27Você acha que a mão de obra de países como o Brasil
03:29está preparada para trabalhar nessa nova indústria que está crescendo aí?
03:35Você acha que o Brasil está fazendo a lição de casa
03:38de preparar a sua mão de obra?
03:41Não.
03:42Ainda não na velocidade e no volume que a gente precisa.
03:46Isso é uma das coisas que a gente,
03:48na Associação Brasileira de Inteligência Artificial, foca.
03:51É na educação da população, não só dos profissionais, né?
03:55Mas dos professores, as crianças, aos profissionais adultos,
04:00até os idosos, para não caírem em golpes,
04:02em tudo que tem o outro lado da IANA.
04:05Mas nós não estamos fazendo no volume.
04:07O governo precisa começar com políticas claras, né?
04:12De investimento, não só na educação da população,
04:15como no fomento da educação científica, em projeto científico.
04:20A gente tem mão de obra boa, mas que está indo embora do Brasil
04:24para procurar oportunidade de desenvolvimento de ir a fora
04:28por não ter oportunidade de investimento aqui.
04:30Também passa por políticas públicas,
04:33por investimento em infraestrutura, em data centers.
04:36Então, eu acredito que na educação a gente está longe do que a gente imagina.
04:40A gente não vai ganhar dos Estados Unidos e da China em termos de tecnologia.
04:46Eles estão muito à frente.
04:47Mas a gente tem pessoas entusiastas,
04:51pessoas que podem ser capacitadas e levar o Brasil a um outro patamar,
04:55frente à corrida global pela IA.
04:58Como é que você acha que o Brasil pode acelerar um pouco
05:01essa inserção global aí no mercado de IA?
05:03Um nicho que o Brasil está postando são os data centers, por exemplo.
05:09Exato.
05:10Tem os data centers, que são extremamente...
05:12A gente tem energia limpa, os investimentos poderiam ser bem deslocados para ir.
05:17Embora a data center não tenha muita mão de obra humana,
05:20mas eles são essenciais, eles operam sozinhos.
05:24Uma outra coisa que eu acho que o Brasil deveria investir,
05:27que a gente é o país com a maior riqueza de dados genética do mundo.
05:32A gente tem a maior diversidade de população geneticamente diferenciada,
05:38são os dados.
05:40Isso não só da população humana, como vegetal, animal.
05:43IA precisa do quê para ser treinada?
05:45Dados.
05:46E o Brasil não está aproveitando isso.
05:48Ele não está rentabilizando, não está treinando os modelos
05:52por falta de incentivo do governo e uma série de outros fatores.
05:56Então, eu acho que o diferencial do Brasil, além de construção de data centers,
06:00poderia ser o uso de dados, dessa riqueza de dados que a gente tem.
06:05A gente tem riqueza de dados também, além de geneticamente,
06:08dessas populações humanas, vegetais e animais.
06:11A gente tem riqueza de dados de saúde,
06:14da saúde do brasileiro dentro dos bancos de dados do governo.
06:19A gente tem riqueza de dados em várias situações no Brasil
06:23que a gente conseguiu acumular dados.
06:26E isso não está sendo rentabilizado.
06:29Eu falei aqui com a Elayne Coimbra,
06:31que é vice-presidente de comunicação e marketing
06:33da Associação Brasileira de Inteligência Artificial.
06:36Obrigado pela sua participação, Elayne.
06:37Boa tarde para você.
06:39Boa tarde.
06:40Boa tarde.
06:41Boa tarde.
06:42Boa tarde.
06:43Boa tarde.
06:44Boa tarde.
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