O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), encerra o ano legislativo com um balanço positivo, ressaltando o clima de "estabilidade e diálogo" entre o Legislativo e o Executivo.
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NotíciasTranscrição
00:00Agora, Nelly, todo mundo aproveita o fim de ano para fazer balanço de mandato e o Gumota foi no mesmo caminho, né?
00:08Exatamente, Evandro. O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Mota, disse que ao longo de 2025 foram 300, mais de 300 projetos aprovados em plenário.
00:19Acabou destacando justamente, então, aquilo que o presidente Lula já trouxe como pauta principal ao longo de 2025, que foi o aumento da faixa de isenção do imposto de renda.
00:30E o Gumota prometeu, então, continuar, de certa forma, alinhado ao governo federal, à atual administração, no sentido de garantir a aprovação ou, pelo menos, apreciação de tudo aquilo que é de interesse e que é, portanto, então, uma prioridade do Palácio do Planalto.
00:49O Gumota citou especificamente os projetos de segurança pública. Mais uma vez, eu destaco aqui a PEC da segurança pública, que prevê a implementação do Sistema Único de Segurança Pública,
01:00colocando o governo federal como uma espécie ali de padrão a ser seguido na área do combate à criminalidade e também o projeto de lei antifacção, que prevê, entre outras coisas, penas mais duras
01:13para os milicianos, membros de organizações criminosas, enfim, no sentido de fazer com que sejam desmobilizados esses núcleos do crime organizado.
01:24Então, nas palavras de Hugo Mota, vai ser um ano de dois mil e vinte e seis, embora tenha aquele aperto da agenda causado pela questão eleitoral,
01:32que muitas vezes tira os parlamentares aqui de Brasília para servirem como cabos eleitorais,
01:38inviabilizando ainda mais a agenda de votações, deixando a agenda mais curta para o ano,
01:44mas ainda assim o Gumota garantiu, então, a apreciação desses temas que têm mais apelo popular.
01:51Obrigado pelas informações, André Anneli, um abraço para você.
01:54Vamos falar primeiro sobre essa estratégia do governo federal de comunicar as decisões, programas, projetos que foram trazidos aí para o fim de ano
02:01e que são mais populares, que têm mais apelo aí para o povo.
02:06E eu quero saber de você, Bruno Mousa, o quanto isso expõe o governo também a uma linha muito tênue,
02:11porque como é um governo que pretende concorrer à reeleição em dois mil e vinte e seis,
02:17há ali aquele risco grande de, ao divulgar esse tipo de informação, já significar uma espécie de pré-campanha,
02:25o que pelas regras eleitorais não seria permitido, exatamente porque com a máquina na mão você já tem vantagem.
02:32Se você utiliza essa máquina na mão ainda para comunicar questões que possam te favorecer eleitoralmente,
02:39aí a questão se torna ainda mais perigosa.
02:43Ótimo ponto. E realmente isso de fato acontece.
02:46Você tem a máquina, você utiliza a seu favor, o que obviamente é um meio de propaganda bastante claro.
02:52Outro ponto que devemos colocar aqui são todos esses programas que Lula vem anunciando
02:58e que claramente ele faria isso e continuará fazendo pisando no acelerador.
03:04Só que tem um grande problema. O orçamento ele é limitado e ele já está chegando no limite.
03:10Duvida? Não sou eu ou pelo meu viés econômico não.
03:13A própria Simone Tebet, ministra do governo Lula, falou que em dois mil e vinte e sete já não há mais gastos
03:18liberados dentro do chamado gasto discricionário, ou seja, os gastos não obrigatórios.
03:24Por quê? Porque os gastos obrigatórios, pagamento de salário, manutenção da máquina pública,
03:28já estrangulou por completo todo o restante do orçamento, que inclui investimentos.
03:34Ou seja, não há mais espaço para investimento a partir de dois mil e vinte e sete.
03:38Nulo, a máquina para. A Simone Tebet falou.
03:41Claro, eles vão achar artimanhas, começam a pagar precatório por fora,
03:45começam a fazer os gastos parafiscais, como a gente já explicou aqui diversas outras vezes,
03:49ou seja, colocam como despesa financeira e não despesa primária,
03:52se não há, não entra dentro do arcabouço fiscal e, portanto, abre espaço dentro do orçamento,
03:57imprime mais dinheiro emitindo dívida e tudo isso ele é inflacionário no médio e no longo prazo.
04:04O real, desde 1º de julho de 1994, o primeiro dia de circulação dele,
04:07ele já perdeu 90% do seu poder de compra.
04:11O que 100 reais comprava naquela época, hoje compra-se 10 reais.
04:15Isso é inflação, é a tua moeda que perde poder de compra porque há um excesso dessa moeda,
04:20uma demanda menor, ela perde valor.
04:22Moeda com menor valor, alta dos preços, mais inflação.
04:26Então, todos esses anúncios, essas campanhas, no médio e no longo prazo, elas são inflacionárias.
04:32Aí você vai me falar, mas tudo bem, o médio e longo prazo pode demorar muito tempo.
04:36Não porque isso começou há 20 anos atrás.
04:38O espaço de endividamento das famílias e das empresas e do Estado brasileiro
04:42era muito maior lá no começo dos anos 2000.
04:45E praticamente 72% do período do século governado pelo PT,
04:49o endividamento cresceu exponencialmente, o que já estrangulou, a partir de 2027,
04:54o orçamento público por completo.
04:57Porque a dívida continua crescendo frente ao PIB,
05:00o que obriga o governo a emitir taxas de juros, a pagar taxas de juros mais altas
05:05ao emitir mais dívida para pagar os seus gastos.
05:08Então, eu estou falando tudo isso, Evandro,
05:11porque da mesma forma que ele utiliza a máquina pública a seu favor,
05:15o que, como você muito bem falou, ele não poderia fazer.
05:18Por outro lado, quanto mais ele acelera nesse processo
05:21de campanha e de liberação de dinheiro para a população,
05:26endividando a máquina pública, maior o problema dele em 2027 se ele for reeleito.
05:31Então, como administrar esses dois pontos?
05:33Não é tão simples a questão.
05:35Só vale lembrar, para finalizar, que o Sérgio Massa,
05:38um mês antes dele perder as eleições para o Milley,
05:41ele liberou o que ficou conhecido como Plano Platito, Plano Platito.
05:45Que ele liberava muito dinheiro e, mesmo assim, não funcionou.
05:49Zé Maria Trindade, como é que você avalia a necessidade de se equilibrar tudo isso
05:53e tomar cuidado também, porque o governo está pisando no ano eleitoral
05:58em que as regras ficam bastante rígidas?
06:02Pois é, esse cenário aí traçado pelo Musa,
06:04e ele entende muito disso aí e de projeção de futuro, é real.
06:09É por isso que eu tenho tanta má vontade com a emenda parlamentar.
06:13São 66 bilhões de reais pulverizados, desaparecidos.
06:17Isso não é investimento, né?
06:19Aí o discurso do deputado, ah, ninguém conhece o município mais do que o deputado.
06:25Mas esse dinheiro é um dinheiro federal para infraestrutura.
06:28Então, 66 bilhões com mais o dinheiro do governo, 100 bilhões,
06:33daria para fazer, teoricamente, nem sempre faz, né?
06:36Mas, enfim, a infraestrutura seria o bom gasto.
06:40E aí, os 66 bilhões vão para calçamento de rua lá com interesse político,
06:46que não é nem o interesse do município.
06:49O deputado já está interferindo no município.
06:51Ele é que decide onde o dinheiro vai ser aplicado, né?
06:54Calçamento de rua.
06:55Não que o calçamento não seja importante,
06:57mas é que esse dinheiro pulverizado pelo Brasil inteiro, ele desaparece.
07:01Se ele ficasse na máquina pública federal,
07:05evidentemente, estamos falando de nossas condições perfeitas,
07:10de um gestor eficiente.
07:12Ele daria para fazer estradas, usinas, enfim, grandes investimentos.
07:18O pior, Bruno, é que você traçou aí essa história de gastar mais,
07:21está sendo mal gasto o dinheiro.
07:23O dinheiro gasto com folha de pagamento, com previdência,
07:27são situações que não promovem o desenvolvimento do país,
07:31não ajudam a indústria brasileira, o parque industrial brasileiro, nem nada.
07:36Esse é o grande problema.
07:37A dívida PIB vai atingir 100%, rapidamente, né?
07:41E o mercado sabe disso.
07:42Então, a aposta é que o Brasil vai quebrar.
07:45O debate é quando isso vai acontecer.
07:48Essa é a realidade.
07:49É preciso transmitir credibilidade através de um rigor fiscal muito forte,
07:54que o Fernando Henrique fez.
07:56O Fernando Henrique fez um rigor fiscal, sim, absurdo.
08:00E Lula, no primeiro mandato ali, com o Palocci, também fez.
08:04E foi criticado pelo PSDB por tentar superávit, superávit, superávit.
08:09No primeiro mandato, Lula foi assim, né?
08:11Aí, depois, a coisa desandou.
08:13Um exemplo do que você, Bruno, está falando,
08:17e que o Cine faz aí a provocação, é a Dilma.
08:22A Dilma, para ser reeleita, né?
08:24Ela fez o diabo.
08:26Segurou preços de energia, preços administrados e tal.
08:30Aí, inviabilizou o governo dela.
08:31Ela ganhou e não pôde governar.
08:34Exatamente, Zé Maria Trindade.
08:35Esse é um ótimo exemplo, né?
08:36Que mostra que nem sempre também a estratégia eleitoral pode funcionar.
08:40Ou a mesma estratégia que te leva à vitória no momento
08:43é aquela que provoca a tua situação derradeira depois.
08:47A válvula que ele plantou cai no colo dele.
08:49Explodiu lá na frente.
08:50Fala, mano.
08:52A matemática é implacável, né?
08:54Não há ideologia que revogue a aritmética.
08:57E o PT, com a sua tradicional política do gasto é vida,
09:03como se qualquer gasto fosse positivo,
09:07porque tem algum efeito imediato de popularidade,
09:11mas ignora que depois a conta chega
09:14e chega valendo em formato de inflação,
09:19de aumento da pobreza,
09:20de diminuição do crescimento das oportunidades,
09:24roubando o direito dos brasileiros de sonharem na prática
09:28e fica repetindo esse tipo de política.
09:33O Brasil precisa urgentemente,
09:35qualquer que seja o vencedor na eleição de 2026,
09:41construir uma nova estrutura de governança fiscal.
09:45O Zé Maria falou muito bem.
09:47Pior do que gastar muito,
09:50é gastar muito e gastar mal.
09:52E é exatamente isso que o Brasil está fazendo.
09:54E a gente sabe que nada é mais duradouro
09:59do que programas temporários do governo.
10:02Então, cada vez que a gente cria uma nova política
10:05sem avaliação de desempenho,
10:08sem a capacidade de fazer uma avaliação de impacto econômico,
10:13de entender de fato qual vai ser o efeito daquela política,
10:17muito além do que a intenção que está na origem
10:21do discurso político que gerou aquela política,
10:24o que a gente faz é criar um novo gasto
10:27que se torna obrigatório
10:29e que não tem quem tire aquilo mais do orçamento.
10:33A dificuldade de cortar gastos no Brasil é histórica.
10:38Infelizmente, quando a gente tenta controlar
10:41o ritmo do crescimento dos gastos,
10:44como fizemos, por exemplo,
10:46com a política do teto de gastos do governo Temer,
10:49isso é tratado por alguns setores da sociedade
10:52como o PEC do fim do mundo,
10:54como se fosse o maior radicalismo fiscal que existe,
10:59quando, na verdade, é a tentativa
11:02de manter o mínimo de racionalidade econômica.
11:06Então, a gente precisa ser muito mais radical,
11:10olhar para o que a Argentina está fazendo, por exemplo,
11:12e se inspirar na necessidade de ousarmos
11:16na forma de pensar a política e a eficiência
11:20da máquina pública brasileira.
11:23Cada centavo do pagador de imposto
11:25tem que ser gasto com eficiência.
11:28Isso exige uma política rigorosa
11:32de revisão dos gastos,
11:34da gente, de fato, mensurar
11:36qual é o efeito social concreto
11:39que essa política pública está causando.
11:43Esse impacto é maior do que o gasto?
11:46A maioria das vezes, a resposta, infelizmente, é não.
11:50E quando a resposta é não,
11:52essa política tem que ser cortada,
11:54tem que ser extinta.
11:55Essa é a mentalidade que a gente precisa
11:58para conseguir fazer com que haja
12:01o mínimo de racionalidade
12:02e a gente resolva a trajetória da dívida.
12:06Porque, de fato,
12:07independentemente de quem seja
12:09o próximo presidente,
12:11quem paga essa conta
12:12somos todos nós cidadãos brasileiros.
12:15Agora, eu quero falar um pouquinho com vocês também
12:17sobre a gestão de Hugo Mota,
12:18que arrematou o seu ano
12:20dizendo que a Câmara dos Deputados
12:22conseguiu modular projetos do governo
12:25que trouxessem ainda mais resultados
12:27para a população,
12:28até tirando um pouco de jogo
12:30a avaliação negativa que aconteceu
12:33sobre a gestão de Hugo Mota
12:34mais recentemente
12:35por conta da dificuldade que ele teve
12:38de controlar e articular
12:39várias das confusões
12:40que a gente assistiu ali.
12:42E Zé Maria Trindade,
12:43que legado que o Hugo Mota
12:46deixa nesse 2025
12:48no teu ponto de vista?
12:50De desorientação.
12:52Eu não entendo o Congresso Nacional
12:55como maior qualidade
12:57quando se vota mais.
12:58Às vezes, até pelo contrário.
13:00Eu, particularmente,
13:01tenho até um mantra aqui,
13:04de que eu amo o deputado ausente,
13:06eu torço para que os deputados
13:08não venham à Brasília,
13:09como é o comum, né?
13:11E o deputado que não liga muito
13:13em votar essas coisas
13:14é o meu preferido.
13:15Porque todas as vezes
13:17que aquele plenário se enche,
13:19ele vota contra os nossos interesses.
13:21É sempre assim.
13:22E agora, se imagine
13:23se existisse um Congresso Nacional
13:26super eficiente
13:28que produzisse leis
13:29como se faz numa usina.
13:31Seria mais ainda,
13:33porque o Brasil já é um paraíso
13:34de advogados, né?
13:35Seria mais ainda
13:36um paraíso de causídicos, né?
13:40Que ficaria o tempo todo
13:42questionando na justiça
13:43leis e leis e leis e leis.
13:45Um país é melhor
13:46se ele tem leis estáveis,
13:48maduras, seguras, né?
13:50Uma segurança jurídica.
13:51Então, eu não vou medir
13:52qualidade de parlamento
13:54pelo número de leis
13:56que ele aprova.
13:57Mas sim pela qualidade.
13:58Qualidade de postura.
14:00Uma...
14:00Se o Congresso existisse
14:02por um só motivo,
14:04seria para votar e fiscalizar
14:05o orçamento geral da União.
14:08E o Congresso não vai bem.
14:09E o presidente da Câmara,
14:11ele não tem que apresentar
14:13números, votamos tantos...
14:15Tá, mas e aí estão
14:16moções de não sei o quê,
14:18indicação de sei lá o quê,
14:20não sei aonde.
14:21Não tem qualidade.
14:23E a liderança do Mota,
14:25ela falhou em várias oportunidades.
14:29Eu conversei com líderes lá
14:31que diziam o seguinte,
14:32o problema dele foi a indicação
14:34de que ele deveria
14:36se ligar ao presidente Lula.
14:38Me disseram que
14:39é uma situação doméstica lá,
14:42um conselho da mãe e tal,
14:44que é política também,
14:45de uma família de políticos,
14:46e que seria melhor
14:48se aliar ao presidente Lula.
14:50E num certo momento,
14:51ele não era nem uma coisa
14:52nem outra.
14:53Ele não era nem aliado
14:54do presidente Lula,
14:55porque ele foi contra
14:56interesses do governo
14:57e também perdeu,
14:59e de uma forma muito forte,
15:01a oposição.
15:02Então, ele ficou vagando
15:03em um presidente da Câmara
15:05e ele não pode ficar solto.
15:07Ele não tem nenhuma unção
15:09de Deus por ser presidente
15:10da Câmara,
15:11como é no Executivo.
15:13Ele depende dos líderes,
15:15o plenário é soberano sempre,
15:17né?
15:17Então, eu acho que ele faltou.
15:19E, assim,
15:20eu digo isso porque,
15:22inclusive,
15:23mandou bater na imprensa,
15:24em jornalistas.
15:25Isso não se faz,
15:26isso nunca foi feito
15:27na Câmara dos Deputados.
15:29Bom,
15:30você quer acrescentar
15:31alguma coisa?
15:32Eu só achei muito interessante
15:33isso que o Zé Maria falou
15:34a respeito de votar muito
15:36significa ser produtivo.
15:38No Brasil,
15:38talvez isso seja
15:39essa compreensão,
15:40a gente viu
15:40há um tempo atrás,
15:42pouco antes de se aposentar,
15:43o ministro Barroso falando
15:44nós somos o judiciário,
15:46um dos melhores judiciários
15:47do mundo,
15:47porque nós votamos muito.
15:49Talvez não precisasse, né?
15:50Não necessariamente
15:51significa produtividade,
15:52muitas vezes é o contrário disso.
15:53Arremate, mano.
15:56Exatamente.
15:57Acho que o Zé também
15:58foi muito feliz
15:59ao falar sobre como
16:01o Hugo Mota
16:02se complicou esse ano, né?
16:03Ele perdeu,
16:05muitas vezes,
16:05a moral
16:06com os deputados
16:08ao ver
16:09a mesa diretora
16:11ser sequestrada.
16:12mais de uma vez,
16:14e não conseguir
16:15restabelecer
16:17a ordem
16:17a ponto
16:18de ter colocado
16:19a polícia legislativa
16:21para bater
16:22jornalista.
16:23Um profundo
16:24desrespeito
16:24à liberdade
16:25de imprensa
16:26e aos princípios
16:27que devem reger
16:29a governança
16:30da casa do povo.
16:32A casa do povo
16:32não existe
16:33sem transparência
16:35e não há transparência
16:36sem o trabalho
16:37livre
16:38dos profissionais
16:38de imprensa.
16:39Então,
16:40Hugo Mota
16:40teve um ano
16:41bastante complicado
16:43porque foi eleito
16:45presidente da Câmara
16:47com o maior apoio
16:48em muitos anos,
16:49com a grande
16:50larga vantagem,
16:51praticamente não teve
16:53adversário,
16:55mas não conseguiu
16:56exercer
16:57liderança concreta
16:59nos momentos
17:00de maior tensão
17:01que vivemos
17:01esse ano.
17:02E aí
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