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O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, afirmou em nota oficial divulgada na noite desta terça-feira (23) que não telefonou ao presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, para pressionar pela aquisição do Banco Master pelo BRB, o Banco de Brasília. Segundo Moraes, a primeira reunião entre ambos ocorreu em 14 de agosto, após ele ter sido sancionado pelo governo dos Estados Unidos com base na Lei Magnitsky, em 30 de julho.
Reportagem: Janaína Camelo

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Transcrição
00:00Destaque importante também em Brasília, Janaína Camelo.
00:06Pois é, Nonato, o ministro Alexandre de Moraes, do STF, publicou uma segunda nota de esclarecimento
00:14pra negar que tenha se reunido, se encontrado com o presidente do Banco Central, Gabriel Calímpolo,
00:21pra tratar sobre a venda do Banco Master.
00:24O presidente, o ministro do STF, o ministro do Supremo, ele tem tentado se explicar sobre notícias
00:30de que ele teria procurado o presidente do Banco Central pra falar sobre a venda do Banco Master ao BRB,
00:37o Banco de Brasília, o banco aqui do Distrito Federal, um contrato bilionário, mas que acabou não acontecendo.
00:45E segundo notícias, o ministro teria tentado convencer o presidente do Banco Central
00:51na época de que essa negociação valeria a pena, de que essa venda deveria acontecer.
00:59Porque na época o Banco Central estava analisando ali os tratados, os acordos dessa negociação bilionária,
01:06mas que acabou não acontecendo.
01:08E essas notícias envolvendo o ministro do Supremo e o presidente do Banco Central
01:12acontecem todas num contexto em que o escritório de advocacia da esposa do ministro Alexandre de Moraes,
01:19Viviane Barce de Moraes, tem um contrato milionário pra defender negócios do Banco Master.
01:26A gente tem essa segunda nota pra mostrar na tela, sobre o que o ministro Alexandre de Moraes explicou.
01:32Uma nota que foi divulgada ontem à noite.
01:35E ele diz exatamente o seguinte, ele esclarece que realizou, no gabinete dele,
01:40duas reuniões com o presidente do Banco Central pra tratar dos efeitos da aplicação da lei Magnitsky.
01:46Segundo o ministro, ele conversou com o presidente do Banco Central apenas sobre os efeitos da lei Magnitsky,
01:53só sobre esse assunto.
01:53E aí ele detalha ali as datas desse encontro.
01:56A primeira é no dia 14 de agosto, que foi logo depois que a aplicação da lei foi estabelecida pelo governo dos Estados Unidos,
02:07que foi no dia 30 de agosto.
02:08A segunda reunião com o Galípolo foi no dia 30 de setembro,
02:13depois que a lei passou a ser aplicada também a Viviane Barce,
02:17que isso foi no dia 22 de setembro.
02:19E aí o ministro diz que em nenhuma das reuniões foi tratado sobre qualquer assunto
02:25ou realizado qualquer pressão referente à aquisição do BRB pelo Banco Master.
02:30E esclarece ainda que jamais esteve no Banco Central e que inexistiu qualquer ligação telefônica
02:37entre ambos pra esse ou qualquer outro assunto.
02:41E aí, por fim, o ministro diz que o escritório de advocacia de Viviane Barce
02:47jamais atuou na operação de aquisição BRB Master perante o Banco Central.
02:53Essa foi a segunda nota então divulgada, mais cedo, horas antes,
02:57o ministro tinha divulgado uma outra nota também,
03:00dizendo que as reuniões com o Galípolo se trataram somente sobre lei magnística.
03:05Ele inclusive diz que não foi uma reunião só com o Galípolo,
03:08ele também se reuniu com o presidente do Banco Central,
03:11o presidente e o vice-presidente jurídico do Banco Itaú.
03:14Também se reuniu numa reunião conjunta com presidentes da Confederação Nacional das Instituições Financeiras,
03:20da FEBRABAN, do BTG e vice-presidentes do Santander e Itaú,
03:25mas todas trataram exclusivamente sobre os efeitos da lei Magnitsky,
03:30bem na época que o ministro foi penalizado por determinação do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.
03:37Agora, Nonato, Paula, muito se discute entre especialistas que o ministro teria,
03:42se o ministro teria nessas ocasiões, se de fato ele teria tratado sobre o Banco Master,
03:48se ele teria cometido o crime de advocacia administrativa.
03:54Segundo o Código Penal, o crime de advocacia administrativa acontece quando o servidor público
03:59patrocina, direta ou indiretamente, o interesse privado perante a administração pública,
04:06usando ali a sua qualidade de funcionário para obter vantagens.
04:11Mas até agora, o ministro Alexandre de Moraes nega que tenha tratado sobre assunto de Banco Master
04:17com o presidente do Banco Central, Nonato e Paula.
04:21Janaína Camelo, direto de Brasília, assunto para a gente continuar acompanhando,
04:25monitorando de perto, certamente você terá as informações aqui na Jovem Pan.
04:28Obrigado, viu, Janaína.
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