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O senador Wellington Fagundes (PL-MT) avalia o humor do eleitorado no Direto ao Ponto desta segunda-feira (09), em entrevista a Bruno Pinheiro.

Ao analisar o desempenho do governo federal, Fagundes afirma que há insatisfação crescente da população e ironiza promessas de campanha ao dizer que “a cervejinha e a picanha não estão chegando”.

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Transcrição
00:00O nome, né, Roberto Campos, era um nome internacional, era um nome do Brasil inteiro.
00:05Quem não queria ter Roberto Campos como senador ou deputado federal?
00:09Falo aqui do outro ministro, que foi candidato agora a presidente da República de Goiás,
00:17ministro da Economia, no governo, da Dilma?
00:21Henrique Meirelles.
00:23Henrique Meirelles de Goiás.
00:24Ele foi o deputado mais votado de Goiás.
00:27Ele foi o governo do Lula.
00:32Ele foi o mais votado de Goiás.
00:34E, de repente, foi chamado para ser ministro e ele não assumiu um dia como deputado federal.
00:40Mas eu acredito que Goiás é grata a ter um goiano como ministro da Fazenda.
00:47Eu acho que é.
00:48Não sei se ele elegeria.
00:50Foi candidato a presidente da República, foi mal votado.
00:52Assim como tem circunstâncias.
00:54Olha só como é a eleição.
00:57Nosso homem da direta já perdeu a eleição lá, depois de ter sido tudo.
01:06O nosso famoso, que foi o dono da Constituição brasileira, Ulisses Guimarães.
01:15Ulisses Guimarães foi candidato, o MDB abandonou ele.
01:20Ulisses Guimarães, para presidente, não teve voto nenhum.
01:22Ulisses Guimarães, para deputado, foi o último votado.
01:27E assim vai muitas grandes autoridades e esquece da base.
01:31Mas, por outro lado, também tem grandes nomes que eles conseguem chegar e a população entender.
01:37Eu vejo, não é só pessoas...
01:39Mas aí, senador, só pegando um gancho nessa informação, qual que é a tua perspectiva quando essa...
01:47Não é necessariamente a introdução de um nome externo em um contexto, mas quando há uma divisão.
01:52Dando aqui o exemplo claro a respeito disso, o caso da deputada Carol Detone,
01:56que teve uma quebra de acordo junto ao PL, rifando a candidatura dela ao Senado,
02:01para abrigar o Carlos Bolsonaro, principalmente considerando que com a ida de Flávio Bolsonaro à corrida presidencial,
02:07a vaga ao Senado pelo Rio de Janeiro está lá, disponível, poderia ser ocupada por Carlos.
02:11Como o senhor, como um membro fundador do PL, vê essa estratégia?
02:15De sacrificar uma potencial senadora como Carol Detone, somente para abrigar Carlos Bolsonaro em Santa Catarina?
02:20Claro que está tendo divisão, né?
02:22A própria Michele Bolsonaro declarou apoio à Detone.
02:28Agora, eu não participo da eleição, estou cuidando da minha vida e de Mato Grosso.
02:33Para mim, Mato Grosso, em primeiro lugar, em tudo.
02:35Então, eu não quero, nesse assunto, eu não vou entrar...
02:40Aí é o Valdemar e o Bolsonaro.
02:42Por isso que eu entendo que o Bolsonaro tem que ter direito de falar com o presidente do partido.
02:48Porque nós estamos construindo a democracia para fortalecer a democracia brasileira.
02:53E hoje a Michele não ocupa esse espaço de representar o ex-presidente, senador?
02:57Não, até porque o presidente está vivo e nós esperamos que a justiça entenda isso.
03:01É ele, é ele e está vivo.
03:04Ele está com as suas faculdades mentais perfeitas.
03:07A imprensa noticia bastante sobre uma possível divergência ali nas decisões agora que o ex-presidente está preso entre o Flávio e a Michele.
03:15O senhor que circula bem com a família Bolsonaro, como o senhor vê essa situação?
03:21Aí é como toda família.
03:23Eu sou... Minha família, nós somos seis irmãos.
03:27Eu e mais seis irmãos.
03:29É claro que a gente tem divergências.
03:31É natural.
03:32Agora, depois que toma a decisão, aí...
03:36Por isso que o pai é bom, a mãe é bom, né?
03:38Quando meu pai era vivo, né?
03:40Minha mãe, todos nós estávamos lá sempre juntos.
03:42Quando meu pai faleceu, nós fizemos um compromisso com todos os irmãos, no caixão dele, que nós tínhamos que reunir uma vez por ano.
03:51Todos são obrigados aí que a gente chama uma reunião de avivamento.
03:54Avivamento familiar.
03:56Então a gente tem que unir a família.
03:58Tem que procurar.
03:59E é isso que o Flávio está fazendo.
04:00Unindo a família dele e unindo a família brasileira num novo projeto.
04:07De avanços, né?
04:09De reconstrução de um país da burocracia.
04:14De decisões que são demoradas.
04:16Por isso, essa força do Flávio, eu acho que será muito transformadora no país.
04:22E vai ganhar a eleição.
04:24Eu acredito.
04:24Com fé em Deus e com fé na população que quer mudança.
04:27A população está insatisfeita com o governo.
04:29Com certeza, porque não está tendo entrega.
04:33Até a picanha e a cervejinha que ele prometeu não está chegando.
04:37Senador, nós repercutimos há algum tempo aqui na Jovem Pan, um bastidor sobre o governo federal,
04:41o grupo político do Partido dos Trabalhadores, de que havia uma ordem de não criticar Flávio nesse momento.
04:47E de fato é o que a gente observa.
04:48A pré-candidatura de Flávio não tem sido alvo de críticas por parte dos aliados do presidente Lula
04:53e do próprio presidente Lula, que muitas vezes volta às suas críticas a figura do próprio Bolsonaro,
04:58que, como o senhor lembrou muito bem aqui, se encontra preso, inelegível, não é um player eleitoral.
05:03É um player político, mas não um player eleitoral.
05:05O senhor acha que Flávio Bolsonaro consegue manter essa atração quando aquela campanha de desgaste,
05:10que sempre ocorre nas eleições, ela passar a acontecer e aí as questões do passado de Flávio Bolsonaro
05:15vierem à tona, enfim, nesse tipo de campanha mais crítica.
05:19O senhor acha que ele consegue manter essa queda de rejeição, esse aumento de popularidade?
05:25Como que a campanha de Flávio Bolsonaro reagirá nesse outro ecossistema que deve começar a partir de abril,
05:31com o transcurso do prazo para a desincompatibilização?
05:33Olha, com o Flávio eu tenho conversado muito, porque toda terça-feira a gente está junto discutindo.
05:37E eu falo o que eu falo lá no meu estado, o que eu sou no meu estado.
05:42Eu não sou de briga, eu sou de luta.
05:45Em toda a minha vida, eu procurei construir amizade, construir pontes.
05:51Eu sou um sacerdócio da política, adoro política.
05:54Desde criança eu via os políticos nos palanques, eu admirava.
05:58Por isso que eu acho que a gente muda certas coisas.
06:01Comício é algo fenomenal.
06:03Não sei por que acabar, a gente voltar para mudar, para não ter mais showmício.
06:08Olha, uma campanha política tem que ser cultura, tem que ser tudo misturado.
06:13Porque aquilo é que dá a efervescência da democracia.
06:16Então, a internet é bom, mas está tomando muito.
06:20Está deixando... É como na medicina, meu pai falava.
06:22Eu não vou num médico que não pegue em mim.
06:25Então, hoje nós estamos tudo especializados demais.
06:28Então, nós temos que estimular essa juventude a participar.
06:30O jovem hoje está difícil, porque ele não está compreendendo.
06:35Porque nós, os políticos, precisamos melhorar também.
06:37Inclusive, essa relação.
06:39Isso não é um problema de renovação dos partidos, que não fomentam novos quadros.
06:43Nós temos, por exemplo, nessa eleição, dois candidatos que disputaram as eleições de 89.
06:46O problema maior é o seguinte.
06:48É que a renovação aconteceu.
06:50Mas sabe como que ela aconteceu?
06:52Com o telefone celular.
06:54Muitos foram eleitos sem falar com o eleitor.
06:57Só na mídia social.
06:58Isso não pode.
07:00Não é bom.
07:01O político tem que ter contato.
07:03Por isso eu disse aqui da minha monografia.
07:05O político tem que conhecer o seu eleitor.
07:08E o eleitor tem que conhecer o seu político.
07:10O político tem que arrepiar.
07:13O político tem que abraçar o cidadão.
07:15O político tem que gostar do pobre, igual gosta do rico.
07:19O político que só gosta de ser rico e não quer nem ver o pobre.
07:23O pobre é que precisa das políticas públicas.
07:25O rico tem dinheiro para andar de avião e ir para os grandes hospitais.
07:33Esse é algo que no Brasil precisa mudar.
07:35Eu, se Deus me der a oportunidade de ser governador, eu for governador, eu quero ser um governador humano.
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