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A nova rodada da Pesquisa Quaest, divulgada nesta terça-feira, traz revelações importantes sobre a sucessão presidencial de 2026.

Segundo os dados, o presidente Lula venceria tanto o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, quanto o senador Flávio Bolsonaro em eventuais cenários de segundo turno.

Assista à íntegra: https://youtube.com/live/u8JMX3ZGhC4

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Transcrição
00:00E a nova pesquisa Genial Quest mostra o presidente Lula com 10 pontos à frente do senador Flávio Bolsonaro
00:06e do governador Tarcísio de Freitas em cenários de segundo turno na corrida ao Planalto.
00:11A gente acompanha agora, aqui na nossa tela, a intenção de voto para a presidência da República.
00:16Segundo turno, Lula do PT com 46% das intenções, Flávio Bolsonaro do PL com 36%,
00:24branco nulo, não vai votar 15%, indecisos 3%.
00:30Então essa é a tela que nós temos aqui mostrando Lula com Flávio Bolsonaro nessa corrida presidencial do ano que vem.
00:39E tem também as simulações que foram feitas com o governador Tarcísio.
00:43E eu quero trazer também para os nossos comentaristas a rejeição que foi apontada por cada uma dessas pesquisas.
00:51Flávio Bolsonaro tem 62% de rejeição, Lula 54%, Tarcísio de Freitas tem 47%.
00:58Deixa eu chamar mais uma vez os nossos comentaristas.
01:00Começa por você agora, Dora.
01:02Já está sorrindo para fazer o comentário sobre a pesquisa e dessa vez não tem o ex-presidente Jair Bolsonaro,
01:09que você sempre falou que não é possível ter uma pesquisa como essa, se alguém como ele está inelegível.
01:16Essa pesquisa talvez reflita um pouco mais a realidade, Dora?
01:21Pois é, porque com Jair Bolsonaro na história não tem.
01:26Era igual Lula em 18 também na pesquisa.
01:30É uma coisa completamente distorcida.
01:32Mas olha, essa primeira pesquisa depois que o senador Flávio Bolsonaro se apresentou como candidato à presidência da República,
01:41mostra que o sobrenome tem peso e não tem pouco peso não.
01:47Porque ele aparece em segundo lugar na preferência do eleitorado, atrás apenas do presidente Lula e na frente de todos os pretendentes ou citados ou cotados do campo dele da direita para a presidência da República.
02:07Então, é bastante significativo e essa é a boa notícia para o senador Flávio Bolsonaro.
02:14Agora, a outra que você acabou de citar, né, Tiago, que é a rejeição.
02:19Ele é campeão de rejeição, algo que atinge a família Bolsonaro.
02:22Ele é Bolsonaro, em exceção apenas em alguns casos, em alguns quadros, a ex-primeira-dama Michele Bolsonaro.
02:30De qualquer modo, essa pesquisa, do jeito que ela dá, ela dá um up aí no Flávio Bolsonaro, que o nome dele foi super mal recebido, inclusive da direita.
02:44Então, quando a pessoa aparece bem na pesquisa, essa situação pode mudar, a pessoa já fica mais bonita, não é não?
02:54Aí já aparece ali competitivo, então os políticos, o mundo político já começa a chamar de bonitinho, né?
03:03Então, isso pode mudar, pode mudar também a situação do governador Tarcísio, que se persistir esse tipo de coisa, vamos àquela coisa, ainda muito cedo e tal e tal.
03:15Mas se persistir, de repente isso pode ser um fator que faça o governador realmente se definir pela reeleição em São Paulo e desistir do Palácio do Planalto por hora.
03:28É, a Denise tem mais números e comparando Lula com Tarcísio e Lula com Ratinho, os números são os mesmos, né?
03:3645 a 35 com a vitória do petista. Denise.
03:40É, tem esse problema, Tiago. Você citou que Flávio lidera a rejeição para a votação, mas a pesquisa também mediu o potencial de voto entre os entrevistados que opinaram sobre a candidatura do senador Flávio Bolsonaro.
03:5362% responderam que não votariam nele de jeito nenhum, poderia votar 23%, vai votar no Flávio 13% e não sabe, não respondeu 2%.
04:04Isso mostra que entre os bolsonaristas, nós temos muitos que seguem a determinação do ex-presidente Bolsonaro, ele indicou Flávio como pré-candidato, então ele passou à frente de Tarcísio.
04:17Mas precisaríamos ver uma condição diferente, por exemplo, se Tarcísio fosse o indicado pelo ex-presidente Bolsonaro.
04:24Inclusive foi questionado também pela pesquisa quem eles achavam que deveria ser indicado e Michele Bolsonaro aparece com 19%, não é?
04:33Então tem esse questionamento da indicação feita também entre os que disseram que votariam nele. Michele seria a preferida.
04:40Pois é, e daqui a pouco a Denise vai falar sobre o mercado financeiro, que também reagiu, entre outros temas, à pesquisa.
04:47Ô, Vilela, e no caso de Ronaldo Caiado, Lula com 44% e Caiado com 33%, estamos falando sobre cenários de segundo turno.
04:56Vilela?
04:57É o que eu vejo que é o mais importante nessa corrida eleitoral.
05:02Não adianta nada no primeiro turno, não tenho dúvida que o presidente Lula, ele vai ser o primeiro lugar isolado.
05:09Seja por conta do seu peso político, da sua popularidade, seja pelo fato de que o segmento de oposição se encontra hoje ainda dividido numa série de nomes.
05:18Agora, no segundo turno, é que existe a expectativa de a união de alguns setores contra o governo, vem aquela disputa por rejeições.
05:27Nesse sentido, a gente vê que a diferença de todos os oponentes em relação ao presidente Lula, ela é praticamente a mesma.
05:35Você vê que entre Flávio Bolsonaro e Caiado, por exemplo, há uma diferença de 3, 4 pontos,
05:41quer dizer, coisa pequena no total da disputa no segundo turno com o presidente Lula.
05:48E aí, nesse sentido, Caiado, Tarcísio, Ratinho, tem um aspecto que ganham de braçada de Flávio Bolsonaro,
05:56que é a questão da rejeição, que é muito menor, e a questão do desconhecimento.
06:01Hoje, uma parcela significativa do eleitorado não conhece esses governadores de Estado.
06:07No contexto eleitoral, seguramente o Brasil inteiro vai conhecer.
06:11E aí existe a expectativa de que, sendo mais conhecidos, esses nomes poderão subir nas pesquisas
06:19e, eventualmente, suplantar Lula, que é o mais popular, mas é conhecido por todo o Brasil
06:25e também é quem tem a maior rejeição, salvo a rejeição da família Bolsonaro.
06:30Denise, e o que aconteceu com o mercado nessa terça-feira?
06:34A gente ia acompanhando o dia inteiro aqui, a Bolsa caiu, o dólar subiu, não é?
06:39Foi piorando ao longo do dia, né?
06:40Já começou negativa pela ata do Copom, que eu vou falar daqui a pouquinho,
06:44mas teve o reflexo também da pesquisa que foi divulgada.
06:47Sabemos que o mercado tem como favorito o Tarcísio de Freitas, governador de São Paulo,
06:52que vê com mais chances, na avaliação do mercado, com condições de vitória,
06:58num segundo turno, disputando com o presidente Lula.
07:02E nós tivemos o mercado financeiro, o dólar subiu 0,73%, cotação de venda em R$ 5,46,
07:09a Bolsa caiu 2,42%, a Bolsa que vinha batendo recordes aí, perto dos 165 mil pontos,
07:17hoje fechou pouco acima dos 158 mil pontos.
07:20Então, tem essa preocupação da competitividade de um candidato de direita,
07:25que é a opção do mercado financeiro, que gostaria, pelo menos a maior parte do mercado,
07:30de ver uma derrota do presidente Lula, por mudanças prováveis na gestão da política econômica,
07:36especialmente em relação às finanças públicas,
07:39e o mercado vê com um certo ceticismo a candidatura de Flávio Bolsonaro.
07:44Daí é a segunda vez que há uma reação negativa,
07:46porque pelos dados da pesquisa, com toda essa rejeição,
07:49dificuldade de uma articulação maior, inclusive para o segundo turno,
07:52como o Vilela estava colocando, de conseguir essa adesão, essa força política,
07:57então o mercado fica meio preocupado.
07:59Foi uma reação à pesquisa, mas como eu disse, foi reação também a outros fatores.
08:03A ata do Copom trouxe um tom mais ameno que o comunicado da semana passada.
08:08O Copom reconheceu que há um arrefecimento da inflação,
08:11da atividade econômica, inclusive no setor de serviços,
08:14o que pode colaborar para um comportamento melhor da inflação.
08:17Em relação ao mercado de trabalho,
08:19o Copom agora está considerando fatores estruturais e conjunturais.
08:24Pode ter havido uma mudança mesmo no mercado de trabalho,
08:27que apresenta também uma certa moderação,
08:29mesmo com um recorde de baixa da taxa de desemprego.
08:33Então ele abriria em tese o espaço para discussão de um corte dos juros,
08:37só que ele mantém aquela posição de relevância dessa política de juros elevados
08:44para conseguir fazer com que a inflação caminhe mesmo para a meta.
08:47Então o mercado ficou muito dividido,
08:49mas a aposta dominante ainda é que não ocorra um corte dos juros no mês de janeiro.
08:55E aí nós tivemos também nos Estados Unidos a divulgação de dados do mercado de trabalho,
08:59houve o shutdown lá,
09:00então nós tivemos hoje a divulgação dos dados do mercado de trabalho de outubro e novembro.
09:04Houve aumento da taxa de desemprego para 4,6%, o mercado esperava 4,4%,
09:10mas essa piora teve a ver com os dados de outubro,
09:14porque em novembro a geração de vagas superou as expectativas.
09:17E aí se vê o Federal Reserve numa situação mais confortável,
09:20ele já cortou os juros três vezes seguidas em três reuniões,
09:24então ele poderia observar o cenário por mais tempo antes de promover o novo corte.
09:28Então no final das contas, na leitura do mercado,
09:31o janeiro pode não ter nem corte dos juros no Brasil, nem nos Estados Unidos.
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