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O cenário eleitoral para 2026 começa a se desenhar com vantagem para o atual governo. Segundo os dados mais recentes, o presidente Lula mantém a dianteira em todas as simulações de primeiro turno.

Nos cenários de segundo turno, Lula aparece à frente de nomes como Tarcísio de Freitas e Flávio Bolsonaro, mantendo uma margem segura fora do limite da variável de erro.

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Transcrição
00:00O Instituto Atlas Intel, que foi divulgada nesta quarta-feira, mostra que o presidente Lula venceria em todos os cenários de segundo turno.
00:07A gente vai dar uma olhada agora nessa pesquisa divulgada nesta quarta-feira.
00:13Primeiro, nós temos a corrida para a presidência da República, intenção de voto.
00:19Presidente Lula, 49% das intenções.
00:23Jair Bolsonaro, 46%.
00:25Lula, 49% contra 45% de Tarcísio de Freitas.
00:29O presidente da República tem 49% contra 45% de Michele Bolsonaro, mesma porcentagem, já com 45% de Flávio Bolsonaro.
00:4049% a 39% quando o adversário é Ronaldo Caiado.
00:4449% a 39% quando o adversário é Romeu Zema.
00:4749% a 39% quando o adversário é Ratinho Júnior.
00:50São as projeções para o segundo turno, segundo as informações.
00:54Temos no nosso próximo Ilustra, aqui para falar sobre a corrida presidencial, intenção de voto para a presidência da República.
01:02Primeiro turno aqui nesse caso.
01:04Lula, 48,4%.
01:06Flávio Bolsonaro, 28%.
01:08Tarcísio, com 11%.
01:11Renan Santos, 2,9%.
01:12Caiado, 2,9%.
01:14Ratinho, 1,7%.
01:16Romeu Zema, 1,7%.
01:17Aldo Rebelo, 1%.
01:18Nenhum.
01:19Branco, nulo, 2,1%.
01:20Não sabe, não respondeu, 0,3%.
01:23Aqui, a Atlas Intel coloca todos os pré-candidatos, inclusive com o possível duelo entre Flávio Bolsonaro e Tarcísio, num primeiro turno.
01:32Na sequência, temos outras projeções.
01:35Ainda intenção de voto para a presidência da República.
01:37Lula, 48,8%.
01:39Flávio Bolsonaro, 35%.
01:42Esse cenário sem o governador de São Paulo.
01:44Ronaldo Caiado, do União Brasil, 4,3%.
01:46Renan Santos, 3,4%.
01:48Ratinho Júnior, 2,8%.
01:50Zema, 2,8%.
01:51Aldo Rebelo, 1%.
01:53Nenhum.
01:53Branco, nulo, 1,5%.
01:55Não sabe, não respondeu, 0,4%.
01:57Temos mais uma projeção.
02:01Presidente Lula, com 48,5%.
02:03Quando o adversário é Tarcísio de Freitas, 28,4% no primeiro turno.
02:08Esse cenário sem Flávio Bolsonaro.
02:10Ronaldo Caiado, 5%.
02:12Ratinho, 3,9%.
02:14Zema, 3,9%.
02:16Interessante que eles têm números praticamente iguais em todas essas projeções.
02:20Renan Santos, 3,2%.
02:22Aldo Rebelo, 1,1%.
02:24Nenhum.
02:25Branco, nulo, 5%.
02:26Não sabe, não respondeu, 1,1%.
02:29Mais uma projeção aqui na Jovem Pan.
02:31A rejeição dos líderes políticos.
02:34Jair Bolsonaro, 50%.
02:36Lula, 49,7%.
02:39Empate na margem de erro.
02:40Flávio Bolsonaro, 47,4%.
02:43Renan Santos, 45,6%.
02:46Michele Bolsonaro, 44,9%.
02:49Nicolas Ferreira, 44,7%.
02:51Ciro Gomes, 43,4%.
02:54Aqui, Ciro Gomes aparece.
02:56Temos mais uma projeção.
02:58Ou esse aqui foi o último.
02:59A gente continua falando sobre as projeções.
03:02Já.
03:03Então, agora, girando os nossos comentaristas.
03:05Vou começar por você, Denise Campos de Toledo.
03:07Bom, nesse cenário aí, o pesquisador faz muitas projeções, mistura Flávio Bolsonaro com Tarciso no primeiro turno.
03:16Agora, de fato, que no segundo turno ainda há uma vantagem do presidente Lula, mas com todos os potenciais de uma reviravolta.
03:25A gente vê que vai se repetir no cenário das eleições anteriores, em que há uma polarização.
03:32E talvez Flávio Bolsonaro agora esteja consolidando como um candidato de direita com o apoio do ex-presidente Bolsonaro.
03:39Então, seria o bolsonarismo aparecendo mais nas pesquisas.
03:42Eu acho que, de início, a indicação do nome de Flávio Bolsonaro foi pegamento, levou, provocou um certo susto.
03:49Porque não houve uma indicação formal através do partido.
03:53Ele disse que ele tinha o apoio do presidente, que já estava preso.
03:58E, a partir daí, é que se começou a discutir a candidatura de fato dele.
04:03Então, as primeiras pesquisas com o nome de Flávio mostravam ele numa posição mais desfavorável em relação ao governador Tarciso de Frentas.
04:12E, agora, parece que muita gente começa a confiar na possibilidade dele efetivamente ser candidato e representante do ex-presidente Bolsonaro.
04:21Então, é por aí que tem essa diferença.
04:23Agora, tem uma faixa de indecisos que vai determinar o resultado dessas eleições,
04:28independentemente dessa polarização entre direita e esquerda.
04:32E é isso, provavelmente, que veremos no segundo turno.
04:35A capacidade de Lula de aumentar esse percentual, que é muito estável.
04:40É 48%, 49%.
04:42E ele tem que ultrapassar, passar dos 50%.
04:44Bom, Dora, você sempre fala que, em janeiro, o cenário da eleição não deve se repetir,
04:52ou, pelo menos, tem muita distância até lá.
04:55Mas, eu pergunto para você o seguinte.
04:57Além dessa fotografia do momento, que você vai analisar aqui com a gente,
05:00eu te pergunto, você falou, no outro comentário, que não há racha,
05:04porque, por enquanto, eles deveriam, a direita, no caso, disputar o primeiro turno e, quem sabe, no segundo aí se juntam.
05:12Mas, se a direita não estiver unida no primeiro turno, não tem uma pulverização, nesse caso?
05:19Ué, mas e daí?
05:20Mas aí tem o segundo turno e o segundo turno é que decide.
05:23Não tem a menor hipótese dessa eleição ser decidida no primeiro turno.
05:29Então, e daí?
05:30Pode ter pulverização de votos.
05:33Agora, o que interessa, na etapa final, é se as pessoas vão estar unidas ou não.
05:39Se estiverem brigando, se se configurar um racha, aí pronto.
05:43Aí é outra história.
05:44Mas, ó, eu queria dizer o seguinte.
05:47Primeiro, pesquisa boa de intenção de voto, a pesquisa começa a ser, assim, no início do segundo semestre.
05:54Nessa que a gente deve prestar atenção.
05:57Prestar atenção em todas, mas eu digo assim, acreditar.
06:01Nessa, agora, duas coisas chamam a atenção.
06:04O favoritismo do presidente Lula, que é perfeitamente explicado por três motivos principais.
06:10Devem ter vários, mas três principais.
06:13Primeiro, a melhora da aprovação do governo dele, né, ao longo de dois mil e vinte e cinco.
06:19Segundo, o fato dele estar praticamente sozinho nessa vitrine.
06:25Ele está em campanha, sozinho, e tem um tempão.
06:29O ano de dois mil e vinte e cinco inteiro de campanha.
06:31Qualquer ato de governo é ato de campanha.
06:35E outra, ele tem a vantagem do uso, ao meu ver, abusivo da máquina.
06:43Do governo.
06:43Como eu disse agora mesmo, qualquer ato de governo é ato de campanha.
06:49Então, tal seria se ele não tivesse favorecido.
06:55Apresentado como, sendo apresentado na pesquisa como favorito.
06:59Aí estava lascado, tá certo?
07:01Então, eu acho perfeitamente normal essa situação dele.
07:05Agora, o que me chama a atenção, gente, vocês viram os índices de reprovação dessa moçada?
07:13É todo mundo acima de 40%.
07:16Não tem ninguém bem nessa foto.
07:19Começa lá com o Bolsonaro, que nem é candidato, não devia nem estar aí.
07:23Mas vai indo com 50%, aí tem pouca margem.
07:28Flávio Bolsonaro, 47 vírgula não sei quanto, batendo quase em 48%.
07:34Tá, assiste todo mundo acima de 40%.
07:37E a gente não deu todos da pesquisa?
07:39Tem mais uns que têm menor rejeição?
07:43Quem tem menor rejeição entre os que estão se apresentando no páreo é o governador Ratinho.
07:48Tem 39, quase 40%.
07:51Então, chama realmente muita atenção, neste momento, como o eleitorado está se manifestando,
08:02grosso modo, contrário a esse quadro que está se apresentando.
08:07Não tem ninguém satisfazendo o eleitorado de uma maneira acentuada.
08:14Mas, ô Vilela, pegando carona nisso que a Dora está falando,
08:17aí também é o retrato da polarização.
08:20E, de novo, as pessoas vão para as urnas, no caso de um segundo turno,
08:25para votar naquele que o eleitor não quer que ganhe.
08:30Vota para o outro não ganhar, para o outro perder.
08:35Exatamente.
08:35Os principais números dessas pesquisas, eles se dão justamente aí,
08:40na desaprobação, na rejeição.
08:42E é justamente nesse contexto onde o ex-presidente Jair Bolsonaro,
08:47ele acaba tendo uma rejeição um pouco superior ao presidente Lula
08:51e, com isso, pode, eventualmente, acabar replicando o resultado das eleições de 2022.
08:57Evidentemente, Jair Bolsonaro não é candidato.
09:00No quadro atual, candidato a filho dele.
09:02E é por isso que se justifica uma pressão, especialmente de partidos ao centro,
09:07de forças antagônicas, forças de oposição ao presidente Lula,
09:12no sentido de tentar a construção de um nome mais palatável a setores ao centro.
09:17No caso, o do governador Tassiço de Freitas.
09:20Agora, um outro ponto, rapidamente, que chamou a atenção nessa pesquisa,
09:23foi o percentual bastante significativo de Renan Santos, do partido Missão, do MBL.
09:29É algo que chama a atenção, não apenas a aprovação,
09:32ultrapassando nomes fortes, governadores de Estado,
09:36mas também a desaprovação bastante alta.
09:38Chama a atenção.
09:39Um político que nunca disputou um cargo eletivo,
09:42um político, talvez, não tão conhecido pelo seu histórico,
09:46mas que, de alguma forma, apareceu nessa pesquisa.
09:48Eu quero ficar de olho nas outras pesquisas
09:50para ver se, de fato, esse resultado acaba sendo replicado.
09:54Mais tempo para um novo giro, Denise.
09:56É, aproveitando o que o Valéria falou,
09:59em relação ao partido Missão,
10:02talvez eles quebrem essa questão da polarização,
10:05porque eles são contra Bolsonaro e contra Lula.
10:07Tem essa manifestação muito clara, por exemplo,
10:09de que em Kataguiri, que é o representante lá no parlamento desse partido,
10:13ele tem origem no MBL,
10:16e eles romperam totalmente com Bolsonaro,
10:18assim como sempre criticaram o presidente Lula.
10:21Então, talvez seja aí um percentual ainda abaixo da população,
10:26mas que vai contra a polarização.
10:29De repente, pode ser uma surpresa,
10:31não que vá despontar lá na frente,
10:32ainda é muito cedo para se falar dessa possibilidade,
10:35mas agradando exatamente.
10:37Eles não têm esse compromisso de tentar agradar
10:40uma parte do eleitorado ou outro eleitorado.
10:42Eles querem ir contra tanto o bolsonarismo como o lulismo.
10:46Ô, Dora, de que forma que as pesquisas devem influenciar
10:51ou podem influenciar a escolha do candidato
10:54desse campo centro-direita?
10:56Para Tarcísio, ou para Flávio Bolsonaro,
10:59ou para outro candidato?
11:02Olha, porque as pesquisas, elas viraram,
11:05a partir de um determinado momento,
11:07uma espécie de oráculo de Delfos, né?
11:09Tanto para os candidatos, para os políticos,
11:12como para o eleitorado.
11:14Antigamente, e vou fazer aqui uma nostalgia,
11:19a sessão nostalgia,
11:21a gente ia para os estados,
11:23os jornais mandavam a gente para os estados,
11:26para a gente cobrir, ficar lá acompanhando a campanha
11:28para ver o que ia acontecer,
11:30como é que se comportavam os candidatos,
11:33e aí, mediante esses relatos,
11:36é que se fazia, assim, um cotejo das possibilidades.
11:40Isso acabou, né?
11:41Acabou o dinheiro das redações,
11:42redações pequenas, enfim, outra situação.
11:45E aí, as pesquisas tomaram esse lugar.
11:49Então, as pesquisas é que vão conduzindo,
11:51também, os candidatos, os partidos,
11:54todo mundo mirando nas pesquisas,
11:57não só as quantitativas,
11:59mas, sobretudo, as qualitativas,
12:03que é quando aquele grupo representativo de eleitores,
12:08de bem diverso,
12:10faz a análise de acordo com o que a equipe de propaganda,
12:15os marqueteiros de cada campanha,
12:17de acordo com o que eles querem.
12:19Então, são as pesquisas que comandam.
12:21E, é claro, que lá no fim,
12:23lá no, já na reta final,
12:28tem o eleitorado, tem aquele eleitorado que não quer,
12:31acha que é perder voto.
12:33Votar em quem ele quer,
12:35realmente, com quem se identifica,
12:37mas que não está bem nas pesquisas,
12:40é perder voto.
12:41E aí, também, tem uma parcela,
12:43não sei dizer qual percentual,
12:45porque nunca também vi estudo nesse sentido,
12:48se alguém falar em algum índice é chute,
12:52de quantas pessoas,
12:54qual é a quantidade do universo
12:57que vai conduzido pela pesquisa.
13:02Isso é uma marca do tempo.
13:04Não tem jeito.
13:05A pesquisa é que impera,
13:08é que comanda,
13:09é o que conduz.
13:11E você falou em sessão nostalgia,
13:13Denise vai lembrar disso,
13:14nos anos 2000, 2010,
13:15aqui na Jovem Pan,
13:16a gente tinha enquete Jovem Pan,
13:18os repórteres iam para os estados,
13:20eu fui uma vez para o Maranhão,
13:22veja só,
13:23fazer enquete com as pessoas.
13:24Eu me lembro que foi na eleição do Serra com a Dilma,
13:27e, obviamente, o Nordeste,
13:29a Dilma ganhava de lavada, né?
13:31Hoje em dia não pode isso, viu, Vilela?
13:34Exatamente.
13:35A regra mudou,
13:36e esse tipo de prática,
13:38não só pelos elementos que a Dora trouxe,
13:40mas também por algumas restrições da justiça eleitoral,
13:43acabam ficando limitados.
13:45Agora, nesse sentido,
13:47você vê que, mais do que nunca,
13:49o aspecto rejeição,
13:50ele é muito forte.
13:52Dentro desses pontos que a Dora elencou,
13:54e ainda eu quero destacar um outro ponto,
13:56que é o cidadão, muitas vezes,
13:58aquele cidadão de centro,
14:00desgostoso,
14:01com Lula de um lado,
14:02com Bolsonaro,
14:03Flávio Bolsonaro,
14:04no caso de outro,
14:05acabe não votando.
14:07E aí é o eleitor,
14:08que acaba, uma vez,
14:09deixando de lado de votar,
14:12não vendo diferença entre os candidatos,
14:14achando tudo mais do mesmo,
14:15um repeteco que já foi visto,
14:17de ambos os nomes,
14:19isso acaba, de alguma forma,
14:20fazendo com que aqueles candidatos,
14:23que consigam ter uma penetração maior,
14:25nos seus eleitorados,
14:27acabem com isso,
14:28podendo ser beneficiados.
14:30Então, existe aí uma multiplicidade de fatores
14:33que pode definir o processo eleitoral,
14:36especialmente um processo eleitoral
14:38bastante parelho como é.
14:40Nós vimos aí,
14:41num segundo turno,
14:42números que separavam Lula
14:44e Flávio Bolsonaro,
14:45por exemplo,
14:46de 49 a 45.
14:47Isso é praticamente um empate técnico,
14:49é realmente uma eleição apertada.
14:52Tudo indica que teremos um quadro
14:54bastante apertado,
14:56tal como tivemos nas eleições de 2022,
14:58onde a diferença foi de 1,8% dos votos.
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