00:00O Banco Central americano previu uma redução da taxa de desemprego para 2027.
00:06A taxa passou de 4,3% para 4,2%.
00:11Para 2025, 2026 e 2028, não houve alteração.
00:17Mais um assunto para o Alan Gannick já está de volta.
00:20A taxa não mudou muito assim, né?
00:23De 4,3% para 4,2%.
00:25Mas foi uma queda.
00:27Pois é, é até curioso, Soraya, porque nos Estados Unidos essa questão da taxa de desemprego
00:33e sendo mencionada pelo Banco Central chama muita atenção por lá, diferente daqui.
00:38Isso porque o Banco Central do Brasil olha exclusivamente para a inflação.
00:44O Banco Central dos Estados Unidos tem uma meta dual.
00:47Então ele olha para a inflação, mas ele olha também para o nível de emprego.
00:52Por isso que a taxa de desemprego nos Estados Unidos é extremamente relevante.
00:56Em outras palavras, o Banco Central norte-americano, o FED, toma a decisão de cortar os juros
01:03ou aumentar a taxa de juros, não apenas olhando para a inflação, mas olha também para o nível de emprego.
01:09Agora, é claro, como você bem colocou, é uma redução pequena de 4,3% para 4,2%.
01:18De qualquer maneira, a gente vive um fenômeno mundial, uma espécie de pleno emprego em vários países,
01:24inclusive nos Estados Unidos, aqui no Brasil, um pouco mais, 5,4% de taxa de desemprego,
01:30mas uma insatisfação por parte da população.
01:33É como se houvesse emprego, mas o que você ganha não é suficiente para acompanhar um custo de vida
01:40extremamente elevado em várias economias do mundo.
01:45Obrigada, Gani.
01:46Até.
01:46Até já.
Comentários