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O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP), celebrou o avanço da direita na América Latina com a posse do presidente da Bolívia, Rodrigo Paz.

Assista na íntegra: https://youtube.com/live/54RcaVR40J0

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00:00Nós estamos de volta em mais uma edição dos Pingos nos Isos, hoje dia 21 de outubro, terça-feira.
00:05Eu sigo por aqui nosso Kobayashi com o Luiz Felipe Dávila, o Roberto Mota e o Cristiano Beraldo
00:10comentando as principais notícias no Brasil e no mundo e agora a gente fala sobre Bolívia.
00:15Integrantes da oposição comemoraram a vitória de Rodrigo Paz do Partido Democrata Cristão à presidência da Bolívia.
00:22O governador de São Paulo, Tarcígio de Freitas, afirmou que o resultado põe fim há quase 20 anos
00:27de domínio da esquerda no país vizinho e simboliza o início de um novo tempo com a América Latina
00:32expulsando os progressistas do poder.
00:36Tarcígio disse ainda que várias nações estão clamando por mudança, responsabilidade e liberdade.
00:43Portanto, está aí o resultado, a repercussão, principalmente aqui no território brasileiro
00:49e com um presidenciável da centro-direita, o Tarcígio de Freitas,
00:52celebrando o avanço da centro-direita ou da direita também na América Latina
00:57principalmente em relação à vitória de Rodrigo Paz nas eleições bolivianas
01:03tirando do poder, depois de quase 20 anos, a esquerda do poder da presidência da Bolívia
01:10eleições que aconteceram nessa última semana e que tem repercutindo mundo afora
01:14e principalmente aqui no Brasil também.
01:19Agora são 19 horas e 30 minutos, 7 e meia da noite, eu quero receber você que estava
01:23no intervalo da rádio.
01:25Estamos aqui em Os Pinhos no Ziz, eu sou o Nelson Kobayashi, sigo com o Luiz Felipe Dávila,
01:29Roberto Mota e o Cristiano Beraldo comentando as principais notícias no Brasil e do mundo
01:33e agora a gente fala sobre a repercussão da vitória de Rodrigo Paz, senador da centro-direita
01:38que venceu as eleições para presidente da Bolívia e tirando, depois de quase 20 anos,
01:43a esquerda do poder.
01:45Isso repercutiu aqui com o Tarcísio de Freitas celebrando esse avanço da direita na América Latina.
01:51Deixa eu chamar o Cristiano Beraldo para comentar a respeito disso, Beraldo.
01:56Aqui no Brasil, o Tarcísio de Freitas já celebra e entende que há aí uma onda
02:02que pode também repercutir nas eleições aqui no Brasil também, né?
02:05Sem dúvida nenhuma, a vitória de um candidato de direita na Bolívia é muito simbólico,
02:13porque a Bolívia é um país que passou por um longo período de uma administração obscura.
02:21A gente precisa lembrar que ativos de empresas brasileiras, inclusive,
02:26foram expropriados pelo governo de Evo Morales na época, se não me engano,
02:32e isso causou um problema gravíssimo para o Brasil, perdas muito objetivas para o Brasil.
02:40E a gente vê o Brasil absolutamente de quatro para esse tipo de ação de um país como a Bolívia,
02:49que deveria ser o contrário.
02:50O Brasil quer se colocar como um líder regional,
02:53mas na hora que é desafiado por um país muito menor,
02:57tanto do ponto de vista econômico, quanto do ponto de vista de território, de população,
03:03o Brasil se acovarda.
03:04Aliás, era o governo de esquerda que estava aqui no comando do país.
03:09Então, quando você vê essa transformação no governo da Bolívia,
03:13obviamente é preciso celebrar.
03:16É um sinal de que alguma coisa está acontecendo.
03:18Agora, isso quer dizer que o Brasil passará pelo mesmo processo de forma automática?
03:24Não.
03:25O Brasil é um animal muito diferente do que é a Bolívia.
03:29E a gente precisa entender que existe uma dinâmica interna
03:33que dificulta a percepção do mal que governos de esquerda fazem à população no longo prazo.
03:41Essa falsa sensação de que está tudo bem,
03:45de que o governo está fazendo o possível, de que está tudo certo.
03:49Isso tem o poder de manipular essa percepção no curto prazo
03:54e, com isso, levar à manutenção de um governo que é absolutamente irresponsável
03:59do ponto de vista fiscal, mas que, pior do que isso,
04:03não tem absolutamente nenhum projeto para o país no longo prazo.
04:07Quer dizer, quando a gente olha para o Brasil daqui a 30, 40, 50 anos,
04:11o que a gente vê?
04:12Se perguntar para qualquer um desses que estão aí no poder,
04:15inclusive o presidente da República,
04:17não haverá resposta concreta,
04:19porque não há um pensamento para o Brasil daqui a 30, 40, 50 anos.
04:25Há um pensamento para o Brasil em 2026.
04:28É sempre aquela ideia fixa de vencer a eleição
04:32e o Brasil a gente vê depois.
04:34Quero te ouvir também, Luiz Felipe Dávila.
04:37O Motta até desenhou para a gente aqui o mapa da América Latina
04:41com os comparativos, quais são os países que agora estão se tornando
04:45comandados por líderes de direita.
04:48E se a gente pega a tendência, aqui as últimas eleições foram direitas
04:53vencendo as eleições em relação aos candidatos de esquerda.
04:58Esse movimento, essa amplitude dos candidatos de direita vencendo as eleições
05:04pode, tem o poder de impactar as próximas eleições vindoras?
05:10Como, por exemplo, no Chile, que está com eleições já agendadas,
05:14e também no Brasil em 2026, na própria Colômbia,
05:17que você já tinha citado, hein, Dávila?
05:19Como, o grande escritor Leo Tolstói dizia uma frase célebre
05:27na abertura do Ana Karenina, ele falava o seguinte,
05:30todos os ricos se parecem, mas todos os pobres são diferentes
05:35cada um de acordo com o seu contexto.
05:38Então nós temos que olhar nesse sentido.
05:40Por quê?
05:42Por uma razão muito simples, a direita venceu em países
05:45que foram arrasados pela esquerda.
05:49É o caso da Argentina, o peronismo acabou com a Argentina.
05:54No caso da Bolívia, o partido de Evo Morales
05:59ficou 20 anos no poder e destruiu a Bolívia.
06:04E destruiu de um jeito absurdo.
06:05Para você imaginar assim, a grande reserva, dinheiro que eles tinham
06:10era justamente o gás que o Beraldo acabou de mencionar,
06:12que vendia boa parte desse gás para o Brasil.
06:14Aí nacionalizaram as empresas.
06:17Sabe o que aconteceu?
06:18A produção caiu pela metade.
06:21Caiu pela metade, diminuiu a entrada de dinheiro na Colômbia.
06:25Quando diminuiu a entrada de dinheiro na Colômbia,
06:27começou a dificultar a questão econômica,
06:29paralisia econômica, governo de esquerda destruindo o setor privado.
06:35O que aconteceu?
06:35A inflação disparou na Bolívia,
06:40inflação disparou, poder aquisitivo despencou,
06:43e agora estava tendo fila para abastecer combustível e imposto,
06:47estava tendo fila para comprar alimento.
06:49Ainda era o caos total.
06:51Tanta a situação se tornou caótica na Bolívia,
06:55que no segundo turno não tinha um candidato de esquerda,
06:58foram dois candidatos de direita disputando a eleição.
07:01Então, esses países foram arruinados,
07:06completamente destruídos pela esquerda.
07:09E o Beral trouxe um ponto muito importante.
07:12O Brasil vem decaindo de maneira gradual.
07:16E parece que a gente não vai sentindo muito,
07:18como é que é essa decadência.
07:20Só se você consegue sentir essa decadência
07:22comparando com o que aconteceu com demais países emergentes.
07:26O Brasil, de 1990 até agora,
07:29perdeu mais de 20 posições em renda per capita,
07:33de acordo com o estudo do FMI,
07:35comparando com outros países.
07:36Ou seja, nós fomos atropelados por outras nações emergentes.
07:40Então, a gente ainda não sentiu...
07:43Nós somos que nem o tal do sapo na panela.
07:47A água está aumentando a temperatura,
07:49mas ainda não ferveu.
07:51Porque se fervesse, a esquerda não teria a menor chance.
07:54Mas como ainda não ferveu,
07:56tem gente, aquela turma do Brasil que depende do cheque de Estado,
07:59acha que as coisas estão ruins,
08:00mas sem esse cheque do Estado ia ser pior ainda.
08:03Então, ainda tem uma esperança que isso,
08:05de alguma forma, ajuda.
08:07Nesses outros países, como é o caso de Bolívia,
08:10como é o caso da Argentina,
08:12de jeito nenhum.
08:13A situação era dramática.
08:15A esquerda destruiu o país.
08:17E a única opção era votar no candidato de direita.
08:22O próprio presidente Paz, que acabou de assumir na Bolívia,
08:25já disse que vai dar crédito para os empreendedores,
08:30trabalhar em parceria com o setor privado,
08:33aumentar a formalização do emprego
08:35e, principalmente, retomar as relações diplomáticas
08:40com os Estados Unidos,
08:41que foram rompidas pelo governo de esquerda.
08:44Roberto Mota,
08:45o Dávila trouxe um outro ponto muito interessante também,
08:48que não é só a questão de que um candidato de direita
08:51vencendo em um país pode ou não influenciar
08:54nas eleições que vêm no seu país vizinho,
08:57mas é o que a própria esquerda faz ao longo dos anos
09:00com esses países que têm mudado agora de regime,
09:03de espectro político na presidência.
09:05Ou seja, os muitos anos de esquerda na Argentina
09:08fizeram um novo governo de direita.
09:10Assim como os muitos anos de esquerda na Bolívia,
09:14acabando com a economia do país,
09:15com as relações internacionais do país,
09:17acabando com o país,
09:19é que fizeram agora um novo presidente de centro-direita também.
09:23Isso também pode acontecer nesses outros
09:26que você programou aí pela frente
09:28de possibilidade de mudanças nas próximas eleições?
09:34Tudo é possível, Koba,
09:36mas a gente tem que ter um pouco de cuidado
09:40com essa analogia,
09:42porque há países como a União Soviética,
09:44onde o comunismo fez um estrago desgraçado,
09:49matou dezenas de milhões de pessoas
09:51e que não terminou num governo de direita democrático.
09:55A mesma coisa aconteceu com a China,
09:59onde essa história ainda tem que ter um final feliz.
10:03A mesma coisa aconteceu com outros países
10:05que nunca conseguiram se livrar da herança comunista.
10:10Porque o comunismo, o marxismo,
10:13é como uma espécie de vírus.
10:15Ele, quando infecta a mente das pessoas,
10:19é muito difícil você se livrar dele.
10:21O comunismo é uma espécie de religião.
10:24Ele faz com que as pessoas esqueçam
10:26o que está acontecendo na frente dos olhos delas.
10:30Elas preferem acreditar na versão que dizem para elas.
10:35Então, acho que a gente tem que ir com calma.
10:38A mesma coisa em relação à Bolívia.
10:40Dizem que a Bolívia elegeu um presidente de direita.
10:43Eu sempre sou meio cético,
10:45porque o conceito da direita tem sido muito relativizado.
10:49Não basta não ser de esquerda para ser de direita.
10:54Tem muita gente que não é de esquerda,
10:56que diz que não é de esquerda,
10:58mas que não encontra entusiasmo nenhum pelas pautas de direita.
11:02Tem até algumas pessoas chamando o presidente da Bolívia
11:06de centro-direita.
11:07E aí eu tenho a minha opinião.
11:11Eu sei que muita gente discorda de mim,
11:14mas na minha visão de mundo,
11:17centro-direita é uma coisa que não existe.
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