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O Comitê do Acordo de Paris pediu mais recursos financeiros para evitar o fracasso do mercado global de carbono. No quadro JP Sustentável, desta sexta-feira (12), a comentarista Patrícia Costa analisou o assunto.
Reportagem: Patrícia Costa


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Transcrição
00:00O acordo de Paris pediu mais recursos financeiros para evitar o fracasso do mercado global de carbono.
00:05Ao vivo, a Patrícia Costa analisa aqui pra gente essa situação.
00:09Patrícia, que tá aqui no estúdio com a gente, sem esse novo investimento,
00:13ou Patrícia, como cortar emissões de forma efetiva, tem solução pra isso?
00:18Bom dia pra você, bem-vinda.
00:20Bom dia, Nonato, bom dia, Soraya, bom dia, nossa audiência.
00:23Não, gente, não tem solução.
00:25Essas emissões, cortar essas emissões, são essenciais.
00:28E o mercado de carbono surgiu pra isso.
00:30E em Glasgow, na COP26, eles decidiram que isso seria financiado pelos países que fazem parte do Acordo de Paris.
00:39Mas faltam 36 bilhões de dólares, é o que pede o comitê, para ajudar a dar transparência a esse mercado.
00:46Em muitos locais até hoje, as empresas só fazem isso de forma voluntária.
00:51O que significa o mercado de carbono?
00:53A empresa exibe ali uma meta, né, que ela precisa atingir.
00:57E se ela passar dessa meta, ela compra carbono de florestas em outros países que preservaram a vegetação.
01:05Só que existe uma crítica, principalmente ambiental, de as empresas, elas emitirem essas metas e não fazerem nada pra que possa reduzir ainda mais.
01:14Então, sempre comprando carbono.
01:16Então, se houver, sem uma fiscalização muito eficaz, não é possível controlar se isso tá sendo feito.
01:22Então, teria aí um greenwashing.
01:24Então, pra esse mecanismo todo funcionar aqui no Brasil, começou já um incentivo desde o ano passado.
01:30Pra esse mecanismo todo funcionar de forma global, é necessário investimento.
01:35E isso tá faltando.
01:37Então, a gente não consegue avançar aí no equilíbrio aí dessas emissões que causam o efeito estufa, gente.
01:42Patrícia, ainda falando de emissões, né, um estudo internacional revelou que 180 empresas de petróleo, gás e cimento contribuíram com 55 ondas de calor mortais.
01:55A ciência, Patrícia, pode de alguma forma responsabilizar essas empresas na justiça pelas mortes ligadas ao aquecimento?
02:02Olha, isso já ocorreu na Corte Internacional.
02:06É o seguinte, esse estudo, ele liga mais de 200 ondas de calor extremas que afetaram colheitas e causaram até mortes por três atividades econômicas principais causadoras do aquecimento global.
02:19Que é o petróleo, o gás e também a produção de cimento.
02:23A Corte já entendeu, alguns estados, por exemplo, já entraram contra petroleiras e ganharam porque eles acreditam que as mudanças climáticas são responsabilidade delas.
02:35E se elas não fazem nada, elas são responsáveis aí por essas mortes e também pelas perdas, né, na economia por causa do aquecimento do planeta.
02:43O estudo é bem detalhado e pode servir de argumento aí para possíveis ações judiciais.
02:49Ou seja, as empresas até podem se juntar aí de forma voluntária, se querem ou não querem fazer, se acreditam ou não acreditam.
02:57O fato é que a ciência tem mostrado que isso tem acontecido e cada vez mais a sociedade consciente disso vai cobrar ações de quem não atribui aí as metas, né, que são necessárias para a gente evitar as mudanças climáticas.
03:10É isso.
03:11Obrigada.
03:11Obrigada, gente. Bom fim de semana.
03:13Obrigada, igualmente.
03:14Oito horas e trinta e cinco minutos, a gente volta a movimentar a nossa reportagem agora no cenário internacional.
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