Segundo a Agência Espacial Europeia Copernicus, o buraco na camada de ozônio em 2025 deve começar a se formar uma semana antes do que em 2024. Apesar da flutuação, especialistas da Organização Meteorológica Mundial e da ONU afirmam que trata-se de variação normal e que a tendência de recuperação da camada de ozônio permanece positiva, resultado do sucesso do Protocolo de Montreal. No quadro JP Sustentável desta quinta-feira (18), a comentarista Patrícia Costa analisou o assunto. Reportagem: Patrícia Costa
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00:00O buraco na camada de ozônio apareceu mais cedo neste ano, mas segundo os cientistas, isso faz parte de flutuações naturais e não muda a tendência de recuperação.
00:12Veja com a Patrícia Costa no quadro Jovem Pan Sustentável.
00:16A redução do buraco da camada de ozônio é resultado direto do Protocolo de Montreal, tratado internacional que mostrou como acordos ambientais podem dar certo.
00:27Nos anos 80, gases usados em sprays, geladeiras e ar-condicionado foram identificados como os responsáveis pela destruição da camada, que protege a terra da radiação ultravioleta.
00:40Em 1987, o Protocolo de Montreal determinou a eliminação desses produtos e desde os anos 2000 os resultados são claros.
00:48A camada de ozônio está em recuperação, com previsão de voltar aos níveis dos anos 80 entre 2040 e 2060.
00:57Isso mostra que acordos globais, baseados em ciência, funcionam.
01:01Às vésperas da COP30 fica a lição, né?
01:04Se o mundo resolveu o problema do ozônio, também pode enfrentar a crise climática, desde que haja compromisso real.
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