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O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, voltou a declarar que não tem interesse em se candidatar em 2026, apesar de já haver especulação. Embora já tenha conversado com os líderes da legenda, Haddad disse que ainda não conversou com o presidente Lula sobre o assunto.

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Transcrição
00:00Agora vamos falar um pouco sobre economia?
00:02Em entrevista ao UOL, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad,
00:07voltou a declarar que não tem interesse em se candidatar em 2026,
00:13como já tem uma especulação.
00:15Apesar de já ter conversado com os líderes da legenda,
00:19Haddad disse que ainda não conversou com o presidente Lula sobre este assunto.
00:24Vamos ver.
00:25Eu continuo com a mesma opinião sobre 2026.
00:28Eu não tenho intenção, neste momento, não tenho intenção de ser candidato em 2026.
00:34Já expressei isso para a direção do partido.
00:38Para o presidente Lula também?
00:39Para o presidente, nós não tratamos esse assunto ainda, para bem da verdade.
00:44Mas já conversei com o Edinho, com outras lideranças do PT.
00:50Renato, esta resposta durante essa entrevista é uma resposta de momento.
00:56Isso pode ser alterado como as nuvens no azul do céu, que agora tem e amanhã não mais.
01:03Se a economia, os números estiverem com um certo otimismo no ano que vem,
01:08abre uma chance, uma oportunidade para Haddad ser candidato em São Paulo ou de forma alguma?
01:14Assim, Haddad em São Paulo não é uma disputa fácil, porque o PT tem um teto de rejeição no segundo turno histórico,
01:26tanto na capital como no próprio estado.
01:28A última eleição governador foi isso.
01:30Haddad até teve um bom desempenho no primeiro turno, mas no segundo turno o Tarcísio ganhou dele ali fácil.
01:35E na capital idem, o Boulos ali teve um bom desempenho, mas quando chega no segundo turno o Nunes coloca bastante votos em cima.
01:43O PT tem um problema de rejeição.
01:44Agora, sem dúvida nenhuma, é o grande player do PT, é o grande nome do PT em São Paulo.
01:50Falam aí também de Geraldo Alckmin, mas não pelo PT, mas pelo PSB, mas hoje é do mesmo grupo ali, da mesma corrente.
01:58Mas assim, não é fácil para o Haddad, ele sabe muito bem que é muito mais ali uma missão para ajudar Lula na disputa nacional, né?
02:09Do que realmente uma eleição que ele pode vir a vencer.
02:12Agora, no Senado, ele tem talvez ali uma chance, porque é uma eleição de duas vagas,
02:18e a esquerda ali tem uns 25, 30% de votos, pode chegar a isso numa eleição majoritária.
02:25Agora eu chamo o Túlio Nassa para essa conversa também.
02:29Túlio, vamos relembrar os últimos acontecimentos ali, dos últimos dias, desse cenário político.
02:35Jair Bolsonaro disse que pode levar filhos e até a própria esposa ao Senado também, que eles sejam candidatos.
02:43Também teve a situação de Lula, que comentou ontem que ele sim é o candidato de 2026,
02:48e já se colocou à frente de Tarciso de Freitas como o principal embate ali entre os dois.
02:55Como é que você enxerga esse cenário, Nassa?
03:00Olha, Márcia, eu venho dizendo isso há muito tempo e está virando quase que um jargão meu,
03:05que é a política é a arte do possível.
03:08Essa frase não é minha, é de Otto von Bismarck.
03:10Mas vamos lá, o porquê disso?
03:12Primeiro, Jair Bolsonaro inelegível, ele abre um vácuo, evidentemente, para os candidatos de centro-direita.
03:19E na política não tem vácuo.
03:21Então é evidente que os candidatos, nesse momento, eles estão testando a sua popularidade,
03:25estão tentando amelhar os cacifes políticos para que eles sejam os escolhidos
03:29nesse grande eixo de centro-direita, quando se avizinhar e quando for o momento certo da eleição.
03:35De outro lado, Lula já percebeu o jogo.
03:37Qual é o jogo? O jogo é acirrar a disputa, nesse momento, entre o clã Bolsonaro,
03:44que ainda quer salvar a pele de Jair Bolsonaro, que ainda sonha com a candidatura própria,
03:48com os governadores, que, de outro lado, tem que esperar o momento certo.
03:52Não pode roer a corda com Jair Bolsonaro, mas também dependem muito do eleitor de centro
03:57para poderem serem competitivos contra o presidente Lula.
04:00Então, o presidente Lula, sabendo dessa situação, já crava que Tarciso seria o seu candidato.
04:06Ou seja, força uma rixa, força um cenário de disputa entre esses dois eixos políticos.
04:12Por isso que eu sempre digo, a política é a arte do possível, minha cara.
04:16Agora, Dorgan, rapidamente, antes de passar para a próxima pauta,
04:20você acredita, então, que houve um esvaziamento nos nomes de esquerda,
04:25principalmente aqui no Sudeste?
04:26A gente não tem mais alguém que se coloque ali, realmente, na disputa,
04:33tanto para governo quanto para a presidência?
04:36O crescimento da esquerda que é visível.
04:39Em 2024, a gente viu isso acentuado nos resultados para as eleições de prefeito,
04:44pelo Brasil inteiro.
04:45Os candidatos, inclusive, da esquerda, que chegaram mais perto,
04:49eles tiveram que centralizar o discurso.
04:51Hoje, a discussão nacional é muito mais entre candidatos de centro-direita
04:54e da direita mais radical, que a gente chama.
04:58Então, assim, e o PT também não fez renovação.
05:01O pessoal é muito estigmatizado ali, como um partido de costumes,
05:05e os partidos de centro-esquerda, PDT, PSB, começam a ter lideranças.
05:11O PDT perdeu o Ciro Gomes agora, mas o PSB ali está voltando, aos poucos,
05:15com o que ele deixou ali com o Eduardo Campos, agora voltando com o Clã dos Campos,
05:20ali com o João Campos, mas ainda muito no início ali para uma disputa nacional.
05:25O Lula não fez ali a geração ali do Meisalão e da Lava Jato.
05:32Ela matou ali toda uma geração do PT e não tem sucessor.
05:35O Haddad acaba sendo sempre esse nome, mas não tem esse fôlego necessário
05:39para vencer uma eleição de dois turnos.
05:41Parece que nem ele mais quer, né?
05:43Toda vez que ele é perguntado, ele já diz, não, não, vamos analisar.
05:47Obrigada pelas análises de vocês.
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