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Segundo o instituto de pesquisa Datafolha, o presidente Lula lidera, de forma isolada em todas as simulações e cenários, as intenções de voto para as eleições de 2026. O petista se distanciou de Jair Bolsonaro e Tarcísio de Freitas, aponta o levantamento.
Comentaristas: Thulio Nassa e Jesualdo Almeida.

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Transcrição
00:00O Instituto Datafolha divulgou também, nessa pesquisa divulgada, ele mostrou também que o presidente Lula lidera de forma isolada em todas as simulações de cenários de intenções de voto no primeiro turno das eleições presidenciais de 2026.
00:17No segundo turno, o petista se descolou, ali no limite da margem de erro, de Jair Bolsonaro, que está inelegível até 2030 e também do governador Tarcísio de Freitas.
00:28Para o Datafolha, a pesquisa mostra uma ligeira recuperação da posição de Lula na disputa pela reeleição.
00:35A margem de erro do levantamento é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, e foram ouvidas 2.004 pessoas com mais de 16 anos em 130 cidades do país nos dias 29 e 30 de julho.
00:49É assunto aqui para os nossos analistas Túlio Nassa e Gesualdo Almeida, que estão com a gente nesta manhã de domingo.
00:55Gesualdo, vou começar contigo desta vez, que é a interpretação que você tem dessa pesquisa, a medida em que a gente tem aí um descolamento do Lula e um melhor posicionamento dele também no primeiro turno.
01:08Isso em relação a vários cenários que o Datafolha colocou ali de pessoas que poderiam enfrentá-lo num espectro mais à direita da nossa política, Gesualdo.
01:17Renato, ele está colhendo momentaneamente os frutos de todo esse imbróglio criado com os Estados Unidos.
01:23Mas eu digo que é momentâneo porque a conta está por chegar.
01:26E a possibilidade dessa positividade dele cair bastante nas suas avaliações é muito significativa.
01:34Vejam que a negação ao governo Lula veio aumentando ao longo do tempo.
01:38Eu faria uma conta de padaria aqui.
01:40Um terço apoia, um terço rejeita e um terço transita ali hora de um lado, hora de um outro.
01:46Ocorre que esse um terço que o apoia hoje faz apenas 29%.
01:50Portanto, ele tem perdido credibilidade na sua massa de apoio.
01:54E aqueles que estariam transitando entre hora cá, hora lá, estão para o lado de lá.
01:58São 40% que o desaprovam.
02:00Portanto, não obstante ele ter melhorado nos índices de confronto direto numa eventual eleição,
02:06tanto no primeiro quanto no segundo turno, a sua desaprovação ainda é muito significativa.
02:11E o que chama atenção nesses dados é que o principal nicho que o desaprova é da classe média baixa,
02:17algo em torno de 62%, que sente na pele a inflação, mas que sempre foi a base do eleitorado do petismo.
02:25É exatamente na base que ele precisa reconstruir a sua imagem
02:28para tentar se consolidar como um candidato aí em 2026.
02:32Então, esse índice de desaprovação do presidente Lula chama atenção também
02:36à medida que a gente está perto das eleições aí, é o ano pré-eleitoral.
02:40Pois é, Paula. O Gesualdo tocou num ponto muito importante.
02:44O índice de aprovação do governo não aumentou.
02:47Isso significa que no cenário eleitoral há uma palavra que pode ser o fiel da balança,
02:53que se chama rejeição.
02:54Isso mesmo. Se nós olharmos para um histórico recente, nós vamos verificar,
02:58por exemplo, nas eleições para a Prefeitura de São Paulo,
03:01que é um termômetro do índice eleitoral brasileiro,
03:05nós vamos perceber, por exemplo, que numa época em que o brasileiro
03:08estava num sentimento de rejeição contra a política, contra o sistema,
03:12João Dória foi eleito em primeiro turno, pela primeira vez na história de São Paulo,
03:17sem nunca ter ocupado um cargo público,
03:19e na sequência Jair Bolsonaro foi eleito presidente da República,
03:23sem nenhum favoritismo anterior,
03:26exatamente por conta dessa rejeição ao antipolítico, ao antissistema.
03:30Passado aquelas eleições, na última eleição aqui para a Prefeitura de São Paulo,
03:35ganhou Ricardo Nunes também muito em razão da rejeição em relação a Guilherme Boulos,
03:40em relação ao espectro político da esquerda.
03:43Então, o que a gente prevê para as próximas eleições aqui presidenciais,
03:47muito embora não temos bola de cristal,
03:49mas é uma situação em que o presidente Lula se coloca numa sinuca,
03:53porque muito embora ele possa ser forte no primeiro turno,
03:56se o seu governo não for aprovado por uma grande maioria de pessoas,
04:00aquele um terço do centro que o Josualdo bem falou,
04:03que fica como fiel da balança,
04:05ele vai muito para aquele candidato que não tem rejeição,
04:08que a rejeição é menor.
04:09E se o presidente, se o ex-presidente Bolsonaro não ficar elegível,
04:14se for um outro candidato, menos radical,
04:17num espectro mais de centro-direita,
04:19é muito difícil para que a esquerda,
04:21para que o presidente Lula vença as eleições no segundo turno.
04:25Evidentemente, considerando o cenário atual,
04:28nós não sabemos se daqui para frente poderá acontecer fatos imprevisíveis
04:32e que possam mudar essa lógica,
04:35mas por hoje a lógica me parece em torno da rejeição.
04:39Paula.
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