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Pesquisa Real Time Big Data divulgada nesta segunda-feira (9) apresenta três cenários para o primeiro turno da eleição presidencial de 2026, com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na liderança e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) em segundo lugar nas simulações. O levantamento ouviu 2 mil eleitores em todo o país entre os dias 6 e 7 de fevereiro de 2026. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. Lucas Mehero e Thulio Nassa comentaram.

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00:00Agora eu quero falar com vocês sobre o movimento político, porque foi divulgada mais uma pesquisa de intenções de voto para a presidência da República
00:06e o levantamento da Real Time Big Data aponta o presidente Lula à frente do senador Flávio Bolsonaro nesse primeiro turno.
00:13Vamos dar uma olhadinha aqui, Bia? Como você se classifica do ponto de vista ideológico?
00:17Vamos começar com essa aqui e depois a gente vai aprofundando para outros dados que mostram o presidente Lula à frente
00:23e de que maneira que esses resultados vão se comportando com essas pessoas que foram ouvidas.
00:2918% estão à direita, 24% se reconhecem na centro-direita, 26% no centro, centro-esquerda com 17%, esquerda com 14% e não sabe 1%.
00:44Agora é interessante a gente perceber o quanto o centrão vai ocupando boa parte desse eleitorado
00:50e o quanto isso vai se tornar uma das estratégias principais desses candidatos para trazer essas pessoas que estão ali, muitas vezes em cima do muro
01:01e que podem se identificar com uma possível campanha eleitoral, caminhando com um ou com o outro ou utilizando um pouquinho também aquele voto de rejeição.
01:10Esse aqui eu não voto de jeito nenhum, vou precisar escolher alguém, vou caminhar com esse candidato aqui.
01:15Exatamente, num ambiente mais polarizado, nós temos visto nos últimos levantamentos, cada vez mais o eleitor se posicionando de forma moderada.
01:24Nós temos uma outra página aqui de tela e aí a gente vai narrar justamente aqui a intenção de voto para presidente,
01:31falando aqui em primeiro turno, segundo o levantamento da Real Time Big Data.
01:35Lula, do PT, com 39% das intenções de voto, é o presidente da República, é o nome que acaba sendo mais lembrado pelos eleitores de fato.
01:44Essa é a pesquisa estimulada. Já explicamos para vocês o que isso significa no levantamento.
01:50O Flávio Bolsonaro, do PL, aparece com 30% das intenções de voto.
01:55E aí, depois dos nomes da chamada polarização, vem aqui Ratinho Júnior, do PSD, com 10%.
02:02Romeu Zema, do Novo, com 3% das intenções de voto.
02:06O Aldo Rabelo, do Democracia, com 2% de intenção de voto, do DC, do Democratas.
02:13Renan Santos, Missão...
02:14DC, Democracia Cristã.
02:15Democracia Cristã, obrigada, Evandro Cine.
02:17Renan Santos, do Missão, com 1%.
02:19Nulo, 7%, não sabem ou não opinaram, 8% dos entrevistados.
02:24A pesquisa estimulada, interessante a gente reforçar aqui, é quando o nome dos candidatos é apresentado para os eleitores.
02:33Então, não é aquela memória que vem fresca, espontânea, para quem é entrevistado.
02:38Os nomes são apresentados e as pessoas vão pontuando quem seriam os favoritos delas.
02:43Hoje nós temos aqui os nossos comentaristas.
02:44Já vamos distribuindo para a gente entender parte a parte dessas pesquisas.
02:48Recebo aqui Túlio Nassa e Lucas Berreiro.
02:51Muito bom dia para vocês, que bom recebê-los aqui.
02:53Túlio, vou começar contigo e falando um pouquinho sobre esse blocão que se encontra no centro, na centro-direita ou na centro-esquerda,
03:01e que pode ser uma importante definidora das eleições deste ano no ambiente de extrema polarização.
03:09Como é que você vê as estratégias políticas atuando em cima desse grupo?
03:13Bem-vindo, meu amigo.
03:14Obrigado, Evandro.
03:16Bom, primeiramente, quero dar as boas-vindas ao Evandro e à Bia, que ainda não dei as boas-vindas, porque estava de férias, voltei agora em 2026.
03:24E também ao Lucas Merreiro, um craque dos comentários.
03:29Evandro, a sua pergunta, ela revela aquilo que eu venho falando há meses aqui na Jovem Pan.
03:33Hoje nós vivemos um cenário do eleitor tripolarizado.
03:37Não existe mais uma polarização tão simples como nas últimas eleições, em que havia só direita e esquerda.
03:44Hoje existe um eleitor de centro.
03:46E essa realidade já foi testada, medida e verificada nas últimas eleições aqui na Prefeitura de São Paulo,
03:52onde nós tínhamos um candidato de direita mais radical, como era o Pablo Marçal,
03:57um candidato mais ao centro, como o Ricardo Nunes, é bem verdade que é apoiado por Jair Bolsonaro,
04:02e um outro candidato à esquerda, que era o Guilherme Boulos.
04:05E quem venceu as eleições? O candidato mais ao centro.
04:09É exatamente nesse xadrez que Kassab está de olho.
04:13Kassab sabe que existe uma chance, é difícil, mas existe uma chance do seu candidato de centro-direita
04:19ter uma boa participação no primeiro turno.
04:21E quem sabe ir ao segundo turno.
04:23E aí ele vai carregar consigo a vantagem de não ter a rejeição que Flávio Bolsonaro tem
04:28e que Lula também tem.
04:30Caso o candidato dele não vá ao segundo turno, ainda assim ele tem chance.
04:35Por quê? Porque ele pode se aliar à centro-direita, se aliar a Flávio Bolsonaro
04:39e até mesmo dividir as lideranças políticas nos estados
04:43e manter um pezinho na canoa do presidente Lula.
04:46Ou seja, de um lado ou de outro, o centrão vai ganhar nas eleições de 2026.
04:52Da fruta da política, meu caro, o centrão come até o caroço.
04:56Exatamente, Túlio Nassa.
04:57Só para deixar claro para vocês, essa pesquisa estimulada é aquela em que você já apresenta
05:01os nomes dos candidatos e, por isso, muitas vezes a porcentagem acaba sendo um pouquinho maior
05:06do que quando você pergunta naturalmente para a pessoa que candidato que ela escolheria.
05:10E aí ela fala o nome que vem à cabeça dela.
05:12É, na pesquisa espontânea, muitas vezes, até o nome de Jair Bolsonaro aparece
05:16porque as pessoas falam realmente aquilo que vem à memória,
05:19mesmo o Bolsonaro estando impedido de concorrer às eleições e não sendo um pré-candidato.
05:24Nós temos também o voto por perfil ideológico do eleitor de centro.
05:29Interessante.
05:29Com os nomes colocados também na pesquisa estimulada,
05:32quem que o eleitor do centrão, de fato, escolhe?
05:36Olha só, os nomes da polarização aparecem entre as preferências, sim.
05:39Lula do PT com 38%, Flávio Bolsonaro do PL com 24% das intenções,
05:45Ratinho Júnior, que está aqui compondo esse cenário,
05:48o candidato do PSD com 15% das intenções, cresce em relação...
05:53Cresce em relação ao anterior.
05:53Exatamente.
05:55Romeu Zema do Novo, que também seria uma opção mais moderada para os eleitores,
06:00pontua apenas ali 5%.
06:02O Renan Santos do Missão, 1%.
06:04Nulo 7, não sabem ou não opinaram, chegam a 10%.
06:08Lucas Merreiro, a gente falou sobre o centrão,
06:11sobre o quanto ele também deve ser decisivo nessa escolha eleitoral
06:15a nível nacional para presidente da República,
06:18só que quando a gente olha aqui o perfil dos eleitores de centro,
06:22a escolha ainda continua dentro da polarização,
06:24pelo menos na maior parte desse extrato.
06:27Qual que é a sua avaliação desse comportamento?
06:29Por que disso, mesmo com eleitores que dizem se posicionar de forma mais moderada?
06:34Bom dia, Evandro, bom dia, Bia, bom dia, Túlio.
06:39É um prazer estar com todos vocês aqui nesse Jornal da Manhã.
06:42Veja, esse padrão se repete porque, como eu fiz no comentário de ontem,
06:48como eu falei no comentário de ontem, é a eleição da rejeição.
06:52É aquele eleitor que ele não necessariamente gosta do Lula, por exemplo,
06:56mas ele vê no Lula um mal menos pior do que no Flávio Bolsonaro.
07:00Assim como tem muita gente que vota no Flávio Bolsonaro porque quer evitar o Lula.
07:05Agora, essas definições, esquerda, direita, centro,
07:10para o Brasil profundo isso não quer dizer muita coisa.
07:13É um tipo de definição que pessoas que são um pouco mais instruídas,
07:18que têm um certo nível de escolaridade,
07:20usam para identificar seus espectros políticos.
07:23Tem um dado interessante,
07:25que uma pesquisa do PT que chegou a essa conclusão, inclusive,
07:28eles pesquisaram com o próprio eleitorado quais eram os principais motivos
07:32que a pessoa gosta do Lula, por exemplo.
07:35E eles se surpreenderam, que eram razões bem capitalistas, de certa forma.
07:39O principal motivo que levava as pessoas a votar no Lula
07:41era aquela auto-identificação com o que se chama de self-made man, né?
07:46Aquele homem que sai do nada e consegue atingir uma grande conquista, né?
07:50No caso do Lula, se tornou presidente da República.
07:53A pessoa olha aquilo e ela se identifica.
07:55Ela fala, nossa, se ele conseguiu subir na vida, eu também consigo.
07:58E o outro motivo é que as pessoas têm uma memória afetiva
08:01dos primeiros governos Lula,
08:03em que a pessoa conseguia comprar uma geladeira,
08:06parcelar uma televisão.
08:07É claro que a gente sabe que essa melhora econômica
08:11não se dava por conta do Lula
08:13ou dos benefícios que ele dava para as pessoas,
08:15e sim porque o mundo se encontrava
08:16numa situação econômica bem melhor.
08:18Mas essa é a razão que leva as pessoas a votarem no Lula.
08:21Outro dado interessante foi uma pesquisa feita em 2018,
08:25na eleição Jair Bolsonaro contra Luiz Inácio Lula da Silva,
08:28onde perguntaram para os eleitores do Lula,
08:30qual é a sua segunda opção caso o Lula não possa se candidatar?
08:36Sabe o que eles responderam?
08:37Jair Bolsonaro.
08:38Jair Bolsonaro era a principal segunda opção do eleitor do Lula.
08:41Então, para vocês verem que esse negócio de centro, esquerda, direita,
08:46muitas vezes, no Brasil profundo, não quer dizer muita coisa.
08:49E eu quero trazer mais um cenário para vocês que nos acompanham,
08:51desta vez com o Eduardo Leite.
08:52Aí Lula aparece aqui com 41% dos votos,
08:55Flávio Bolsonaro com 24%,
08:57Eduardo Leite performa um pouco abaixo de Ratinho Júnior,
09:00chegando a 12% nesta pesquisa.
09:02Romeu Zema chega a 4%,
09:04Aldo Rabelo do DC com 1%,
09:06Renan Santos do Missão com 1%,
09:077% votaram nulo,
09:1110% não sabem.
09:12O Missão, gente, é o partido que foi criado recentemente,
09:16na verdade, já há um trabalho intenso para a criação desse partido
09:18pelo Movimento Brasil Livre,
09:20mas que teve a sua aprovação,
09:22todo o trâmite burocrático finalizado agora,
09:26no final do ano de 2025,
09:28que é o partido, então, esse novo partido,
09:30que tem como principal representante
09:32esse nome bastante conhecido também do Movimento Brasil Livre,
09:35do MBL, que agora representa a omissão.
09:39E, Túlio Nassa, eu quero saber de você
09:40sobre esse posicionamento de Eduardo Leite
09:43e se ele teria força para crescer
09:46como um importante nome da centro,
09:48do centro, da centro-direita,
09:50ou até mesmo pegando um pouquinho ali da centro-esquerda,
09:53a partir da definição que vier do principal líder desse grupo,
09:57que é Gilberto Kassab, presidente do PSD.
09:59Olha, Evandro, o problema do Eduardo Leite
10:03é aquilo que Otto von Bismarck dizia,
10:05que a política é a arte do possível.
10:07Eduardo Leite, ele tem mais ou menos
10:09a mesma dificuldade que Ciro Gomes.
10:11Por quê?
10:12Porque ele não é visto como um político de esquerda
10:15tal como o presidente Lula.
10:17E ele não é visto como um político direita
10:19tal como o Flávio Bolsonaro.
10:21E ele fica num centro em que não há uma personificação
10:24em relação à pessoa dele.
10:26Então, ele é, sim, um político moderado,
10:28ele é um político relativamente bem avaliado,
10:31porque o Rio Grande do Sul é um estado muito problemático,
10:34é difícil você alcançar a unanimidade.
10:36Então, é, sim, um candidato forte,
10:38mas é um candidato que tem dificuldade
10:39de falar com os extremos.
10:41Ele fala apenas com a bolha do centro.
10:43E os extremos são importantes nesse contexto.
10:46Ratinho Júnior, Jacaiado, Jazema,
10:49é um pessoal que tem mais facilidade
10:51de falar com o extremo da direita.
10:53Por essas e por outras,
10:54é que Eduardo Leite se mantém
10:55numa posição sempre intermediária.
10:58E nós temos aqui um outro extrato
11:00com outro candidato posicionado mais a centro-direita,
11:02que é com o Ronaldo Caiado.
11:04Vamos lá, Lula continua aparecendo
11:06na liderança dessa pesquisa, com 41%.
11:08Esse é o cenário de primeiro turno.
11:10Na sequência, vem Flávio Bolsonaro, com 25%.
11:13O Ronaldo Caiado, que entra aqui,
11:15que é a terceira opção, a mais recente do PSD
11:18nessa disputa, aparece com 11%.
11:21Ou seja, pontuou menos do que Eduardo Leite
11:24e menos que Ratinho Júnior também nos outros levantamentos
11:27com os mesmos cenários.
11:29Romeu Zema, do Novo, fica numa margem muito próxima,
11:32levando em consideração a margem de erro
11:33das que ele apareceu nos outros cenários, 4%.
11:37O Aldo Rabelo, do Democracia Cristã, com 1%.
11:40Renan Santos, do Missão, com 1%.
11:41Nulo, 7%.
11:43E não sabem ou não opinaram nessa pesquisa,
11:46chegam a 10%, portanto, dos entrevistados.
11:49A pesquisa Real Time Big Data, ouviu 2 mil eleitores
11:52em todas as regiões do Brasil, entre os dias 6 e 7 de fevereiro
11:57de 2026.
11:58O índice de confiança desse levantamento é de 95%
12:01e a margem de erro é de 2 pontos percentuais,
12:04para mais ou para menos.
12:06Eu quero falar um pouquinho aqui com o nosso Lucas Merreiro
12:08sobre essa demonstração e também sobre a atuação
12:12desses três candidatos que hoje fazem parte do PSD
12:16e que agora vão esperar uma escolha aí, né?
12:20Uma articulação ali dentro e também a principal definição
12:23pelo presidente Gilberto Kassab para saber quem vai.
12:26Porque você tem Ronaldo Caiado, que saiu do União Brasil,
12:28foi para o PSD, Ratinho Júnior e Eduardo Leite.
12:32Havia ali, até um tempo atrás, a possibilidade de todos concorrerem
12:38em determinado momento, se fosse para o segundo turno,
12:40esses votos se movimentariam para outro candidato.
12:42Mas, Lucas Merreiro, como é que vai ficar a situação
12:45com esses três presidenciáveis que ocupam mais ou menos
12:48o mesmo espectro político e que, inclusive, estão no mesmo partido?
12:53Evandro, e se eu te falar que nenhum dos três talvez saia candidato?
12:57É uma possibilidade.
12:58Pois é.
13:00Vejamos só, o PSD é um partido do chamado Centrão,
13:05ou seja, na prática, aquele partido que não tem uma estrutura
13:08ideológica definida, não tem um plano programático,
13:12não tem um plano de Brasil, não tem uma vontade de chegar ao poder
13:16e fazer alguma diferença, não.
13:18É um partido que entende a política como um balcão de negócios.
13:22entender aqui, poxa, será que eu consigo um cargo aqui
13:26se eu alinhar o meu posicionamento mais para cá
13:29ou se eu apoiar determinado candidato em tal lugar?
13:32O PSD é isso.
13:34O Eduardo Leite, o Caiado, o Ratinho,
13:37eles vão ter muita dificuldade de explicar como que eles querem ser
13:40os candidatos da chamada direita,
13:43estando num partido que tem três ministros no governo Lula.
13:46Um partido que apoia a reeleição de diversos governadores petistas
13:51no Nordeste, com índices péssimos, inclusive, né?
13:54Não dá nem para explicar por que eles estão apoiando esses candidatos,
13:57senão por meio da lógica do balcão de negócios, né?
14:01E tem uma outra fofoca aí que corre em Brasília.
14:04Gilberto Kassab está falando ali com pessoas próximas ao presidente Lula
14:08para tentar cavar uma vaga de vice-presidente.
14:12Talvez ele próprio saindo vice-presidente.
14:15Então, como pode esses três candidatos se prestarem a esse papel
14:18de se colocarem como os candidatos da direita
14:21quando, na realidade, estão exercendo uma função
14:24até meio vergonhosa, meio pequena demais para eles, né?
14:29Que é se colocar como verdadeiros chaveirinhos de Gilberto Kassab.
14:32Moço, o Kassab utiliza essas pessoas, esses candidatos,
14:36para mostrar, olha como meu partido é forte,
14:38olha como eu tenho influência na política brasileira.
14:40Na prática, é isso que está acontecendo.
14:42Então, é possível que nenhum desses três saia candidato à presidência da República.
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