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  • há 6 meses
Segundo o ex-número dois do Ministério da Saúde, a farmacêutica também exigiu que o governo federal tivesse ativos no exterior

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Transcrição
00:00Senador, com relação ao ataque de vírus, ele se referiu a uma correspondência que a Pfizer nos mandou.
00:08E o Ministério, assim como o STJ e o Governo do Distrito Federal, ele sofreu um ataque de vírus.
00:14E a minha caixa de e-mails, ela ficou inoperante, e de todo o Ministério, entre 5 de novembro e 12 de novembro.
00:22Isso aqui nós divulgamos, inclusive, em uma nota para a imprensa, foi feita uma divulgação pública, dizendo que o Ministério ficou inoperante.
00:32Ah, então a falha na rede de comunicação...
00:33Isso aqui, somente em novembro.
00:35A falha da rede de comunicação foi a razão pela qual o Ministério da Saúde não respondeu às sete propostas feitas pela Pfizer.
00:42Isso aqui eu estou falando com relação a uma correspondência, e é isso que é o meu e-mail.
00:46Com relação às outras propostas, havia videoconferências, havia contato telefônico, havia e-mails de resposta,
00:55e eu destaco que a Pfizer exigia, por exemplo, que o memorando de entendimentos fosse assinado pelo Presidente da República,
01:03com aquelas clausas que o senhor conhece.
01:05Num primeiro momento, ela não garantia o sucesso no desenvolvimento da vacina,
01:10e exigia a assinatura do contrato 30 dias após, ou seja, era um memorando de entendimentos vinculante,
01:17que nos obrigaria a pagar adiantado, sem a garantia sequer do sucesso no desenvolvimento da vacina.
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