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  • 18/06/2025
Doze autoridades brasileiras que estavam em Israel retornaram ao Brasil após os recentes ataques no Oriente Médio. A viagem fazia parte de uma missão oficial, interrompida devido à escalada do conflito entre Israel e Irã. O Itamaraty atuou na operação de repatriação dos brasileiros.

Assista à íntegra: https://youtube.com/live/-G52sjgK2FA

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Transcrição
00:00Brasil, a comitiva que estava em Israel, com 12 autoridades brasileiras, se tornou hoje ao país.
00:06Repórter Luciana Verdolim, de Brasília, chegando com as últimas informações,
00:10nove deles, Luciana, vieram de uma aeronave fretada e pousaram em Natal, no Rio Grande do Norte.
00:16Agora, o outro grupo, com 27 integrantes, conseguiu já deixar o Oriente Médio?
00:21Bem-vinda, Luciana.
00:25Boa noite, Tiago. Boa noite a todos.
00:27Olha, o outro grupo conseguiu, sim, são 27 autoridades que, com o apoio do governo israelense, conseguiu cruzar a fronteira.
00:36E a explicação é a seguinte, a partir de agora, eles vão ser alocados em voos aqui para o Brasil,
00:44mas isso de acordo com a viabilidade, porque não está fácil nem para as autoridades locais conseguirem lugar em voos internacionais,
00:54porque está todo mundo querendo deixar a região.
00:57O governo de Israel vai bancar as passagens aéreas, garantiu o deslocamento dessas autoridades também,
01:05o que foi motivo, inclusive, de comemoração do Ministério das Relações Exteriores,
01:09que divulgou nota afirmando o seguinte, que houve uma cooperação do ministro, do nosso ministro, né,
01:16Mauro Vieira, com o ministro das Relações Exteriores daquele país,
01:19o que está possibilitando essa retirada das autoridades.
01:24Tem ainda o problema da retirada dos turistas, mas isso é num segundo momento, segundo o governo dos dois países,
01:31isso precisa ser até quantificado para saber exatamente quantas pessoas ainda estão lá em Israel.
01:37O grupo que chegou, o grupo de prefeitos que chegou hoje ao Brasil, um dos prefeitos era o de Belo Horizonte,
01:44Álvaro Damião, ele explicou o seguinte, foram mais de 50 horas de voo,
01:49foi uma travessia de Israel para Jordânia bastante complicada,
01:54no dia em que eles atravessaram foi uma hora e meia de deslocamento,
01:58e muitos estavam preocupados com a possibilidade de bombardeios.
02:03O governo de Israel disse o seguinte, não está tendo muito bombardeio, não está tendo bombardeio na parte do dia,
02:10então esse deslocamento seria seguro, por isso os prefeitos conseguiram retornar aqui em segurança via Jordânia.
02:20Há possibilidade, inclusive, de outros deslocamentos sejam feitas via Egito.
02:25Foi uma hora e meia de deslocamento de carro, e o prefeito de Belo Horizonte explicou o seguinte,
02:31que eles foram orientados, logo que começaram os ataques, a baixar um aplicativo,
02:36e toda vez que esse aplicativo apitava, eles tinham algo em torno de um minuto e meio para se deslocar para os bunkers.
02:44Por isso, ele disse que foi um momento muito tenso, que ele nunca tinha passado por tamanha preocupação,
02:50e por isso ficou muito feliz de retornar ao Brasil.
02:54Tem também o prefeito de Nova Friburgo, Johnny Michael.
02:58Ele ressaltou que a delegação foi convidada para conhecer estratégias para melhorar a gestão dos municípios,
03:06e não foi a passeio, como tem recebido críticas de várias autoridades.
03:10A gente tem, inclusive, um trechinho para acompanhar.
03:13Pessoal, depois de tanta tensão, angústia, aflição, graças a Deus chegamos à nossa amada e abençoada terra.
03:21Foram dias de terror, sem dormir e preocupação extrema.
03:24Nós fomos para Israel com o objetivo de aprender e sermos aprimorados a aplicar novos e modernos conceitos
03:31para o desenvolvimento de Nova Friburgo.
03:33No encontro com os prefeitos de Israel, desfrutamos experiências, histórias de superação,
03:39e evidenciamos o quanto uma gestão comprometida com os interesses públicos,
03:42e focado no planejamento estratégico, principalmente de médio e longo prazo,
03:47produzem resultados incontestáveis.
03:52A embaixada lá em Tel Aviv recomenda aos brasileiros que ainda estão em Israel
03:57que fiquem muito atentos às recomendações que estão sendo dadas pelas autoridades locais.
04:03É isso. Fique atento à diplomacia brasileira para saber se outras pessoas serão retiradas de lá ou não.
04:08Não é, Luciana?
04:09Daqui a pouquinho você volta com mais informações, mais um giro com os nossos comentaristas.
04:14Bom, além dessa situação dessas autoridades brasileiras, não é, Dora?
04:17Hoje, na vitrine esteve de novo o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump,
04:22falando, dando discursos talvez dúbios, a possibilidade dos Estados Unidos atacarem o Irã,
04:29mas do outro lado ele disse que foi procurado por autoridades iranianas
04:34e talvez uma luz no fim do túnel para uma conversa. Dora?
04:39Pois é, essa dubiedade é proposital.
04:42Até ele respondendo a pergunta de uma jornalista que queria saber
04:46se já estava tomada, quando é que ia ser tomada a decisão de partir para o ataque,
04:52ele disse, olha, eu não posso dizer isso.
04:54Obviamente que não seria alguma decisão comunicada para vocês,
05:01vocês, nós, jornalistas, poderem assistir.
05:03Então, ficou, fica essa situação dúbia e hoje a gente realmente a expectativa é saber
05:10se os Estados Unidos vão para o ataque ou se vão para a negociação.
05:17Agora, é uma decisão, não é fácil, né, porque é preciso o presidente americano
05:24também tem que sopesar situações internas, porque mesmo no Partido Republicano
05:30há uma divisão, há os que acham que é preciso partir para o ataque,
05:36há os que acham que não, né?
05:39Então, é uma decisão que não tem só a ver com a questão externa.
05:44E mais, né, tem sempre a sombra de dois fracassos estrondosos dos Estados Unidos
05:51ao partir para a guerra, que foi o Iraque e o Afeganistão, né?
05:57Foram duas campanhas que deram muito errado.
06:01Custando o Afeganistão, custou a eleição do Carter, né?
06:09Não é isso, você com a sua memória, o Tiago Meçuda?
06:12Aí, nos anos 70, ou isso é mais recente, Dora?
06:15Não, não, o Afeganistão foi, ou foi o Iraque?
06:19Qual foi que aí deu na eleição do Reagan?
06:21O Iraque foi em 2003, né, com o Bush, e aí tem nos anos 80 também que tem a questão com o Irã.
06:29Foi o Afeganistão, aquela primeira do início dos anos 80, né?
06:32Foi no projeto de reeleição do Carter que culminou com a vitória do Reagan, né?
06:37A vitória cachapante, inclusive, do Reagan, né?
06:40Olha lá, Dora, a memória do vilão também é boa, viu?
06:42É só o Tiago, pois é, é só o Tiago, o povo tá afiado.
06:46Então, pois é, essas questões todas internas e internas têm que ser surpresadas.
06:52Por isso que a decisão não é fácil também.
06:54A gente, é mais fácil a gente dar questão, mas ele fica no vai e vem, fica no dúbio, né, gente?
06:59A situação é periclitante, não dá, e ele também não pode dizer assim, não, não.
07:03Nós vamos invadir ali, vamos entrar na guerra, efetivamente, ao meio-dia de sábado.
07:10Não é possível, não é assim que funciona.
07:12Claro, ninguém vai dar essa informação, não é, Vilela?
07:14Agora, de qualquer forma, uma entrada num conflito pelos Estados Unidos,
07:18primeiro é preciso saber se o país quer ou não quer.
07:21E a própria Dora destacou que existem muitas resistências políticas pra isso.
07:26Mas, claro, o mundo não precisa de um conflito assim, né?
07:30Exatamente.
07:30A grande diferença de Trump pros outros ex-presidentes é que Trump aparece pra falar de tudo, né?
07:36Você vê que em quatro meses não tivemos um dia sem falar de Donald Trump.
07:41Ele realmente acaba falando de tudo, aparecendo, tem uma capacidade imediática muito grande.
07:47E com isso a gente nunca sabe até que ponto ele está falando, ele está blefando, o quanto a sua fala, de fato, pode se concretizar ou não.
07:55Os Estados Unidos, eu não tenho dúvida, vai sopesar, e muito, né, em termos práticos, se vai entrar na linha de frente dessa guerra ou não.
08:03Eu vejo a única possibilidade, num primeiro momento que eu vejo, dos Estados Unidos de fato entrar,
08:09é caso entenda ali que realmente tem condição de usar a bala de prata pra acabar, aniquilar de vez com o Irã e, eventualmente, promover uma troca de regime.
08:19Caso contrário, eu vejo que existe uma posição confortável de dar apoio, de dar respaldo a Israel,
08:26mas sem necessariamente colocar as suas digitais.
08:29Com isso, evita os desgastes políticos que os Estados Unidos já teve em outras oportunidades
08:35e, ao mesmo tempo, continua participando através de um terceiro, que é Israel, que é seu aliado umbilical
08:42e faz parte, efetivamente, desse conflito.
08:45Obrigado.
08:46Obrigado.
08:47Obrigado.
08:48Obrigado.
08:49Obrigado.

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