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No Visão Crítica desta terça (27), Danilo Vieira e Kessio Lemos analisaram o papel da União Europeia na guerra entre Rússia e Ucrânia. “O apequenamento da Europa se deu em relação aos Estados Unidos estar mais concentrado nos conflitos no Oriente Médio”, avaliou Lemos.

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Transcrição
00:00As duas guerras mundiais foram guerras europeias.
00:041914 começa na Europa, a Primeira Guerra Mundial,
00:07e 1939, a Segunda Guerra Mundial, começa na Europa.
00:10A terceira não vai ter porque senão acaba a humanidade.
00:12Então, provavelmente não ocorrerá.
00:15Agora, então, para mostrar que, ao mesmo tempo,
00:18você usou muito a questão civilizatória,
00:21e isso tem muito a ver com o Ocidente,
00:23que é a Europa em certo momento da história,
00:25em relação à expansão na Ásia e na África,
00:27no século XIX, depois da Conferência de Berlim, especialmente.
00:31Agora, mas, por outro lado,
00:33essa civilização produziu as duas maiores tragédias
00:36na história da humanidade.
00:37A Primeira Guerra Mundial, especialmente a Segunda.
00:40E alguns falam assim,
00:42a Europa virá um grande museu.
00:44Isso eu leio assim,
00:46depreciando essa questão bem destacada pela Karina.
00:50Olha, tem duas potências nucleares,
00:51esqueceram, o Reino Unido e a França.
00:53Mas fica sempre o medo da Alemanha.
00:55Da Alemanha, tem de ter um exército forte,
00:58junto com as duas potências nucleares.
01:01Será que a Alemanha será uma potência nuclear?
01:03É a questão que eu coloco para você.
01:05E esse exército alemão reconstruído?
01:07E aí, todo mundo lembra de 1939.
01:10O trágico início da Segunda Guerra Mundial.
01:13Professor, enfatizando a questão que a professora Karina disse,
01:18acho importante considerarmos, sim,
01:20Inglaterra e França.
01:23Não há dúvida.
01:24Tanto que eu volto a insistir.
01:26O destino da Ucrânia,
01:28ou o que nós vemos,
01:29com o que está acontecendo com a Ucrânia,
01:33tem o aval ou o impulso
01:37dos ingleses e dos franceses.
01:41Zelensky não tomaria as posturas que tomou
01:44ao longo deste conflito
01:47sem o aval desses dois países.
01:49Mais um ponto importante só para a gente fechar essa consideração.
01:55Não nos esqueçamos que o governo sírio
01:58de Ahimed Al-Sharaa,
02:01que agora tem o aval dos americanos,
02:04dos países árabes, sunitas,
02:07wahhabitas ou não-wahhabitas,
02:10tem por trás os ingleses também.
02:13Quem preparou,
02:15quem moldou este homem do Al-Qaeda
02:18e do Al-Nusra
02:20como um homem pró-ocidental
02:22foram os britânicos.
02:25Tem dedo da embaixada britânica.
02:28Isso é importante nós citarmos.
02:30Ou seja,
02:31são duas potências que não estão mortas.
02:34Mas isso não quer dizer
02:35que são agentes,
02:37vamos dizer,
02:38protagonistas
02:39nessa nova ordem.
02:41Então, esse é o ponto.
02:43E sobre essa questão da Alemanha,
02:46professor,
02:47o senhor já viu por mais de uma vez
02:50Macron,
02:52presidente da França,
02:53dizer,
02:54nós, franceses,
02:57disponibilizamos o nosso arsenal nuclear
03:00para afiançar a força regional.
03:03Isso não é um recado apenas para os russos.
03:06É um recado para os alemães.
03:08Fica na sua.
03:09No que se refere
03:12a ter protagonismo nuclear,
03:15não a Alemanha.
03:16Isso faz parte do quê?
03:18De um projeto coletivo, sim.
03:21De rearmar a Alemanha,
03:23mas afiançando,
03:26afiançado com o quê?
03:28Com uma promessa
03:30de guarda-chuva nuclear
03:32vindo da França.
03:34Eu não vejo
03:35a Alemanha se tornando o quê?
03:37Uma potência
03:38militar nuclear.
03:41E, por fim,
03:42a Alemanha,
03:43hoje,
03:44tem seus próprios
03:45infernos.
03:47Não é apenas
03:48a Índia
03:49que se torna
03:50uma potência
03:51que ameaça
03:51a posição dela,
03:52da Alemanha,
03:53como terceira
03:54economia.
03:56Mas também
03:56vemos o quê?
03:57Um enfraquecimento
03:59do modelo tradicional
04:00alemão
04:01na perspectiva econômica.
04:03temos o envelhecimento
04:05da população,
04:07temos o quê?
04:08Vamos dizer,
04:09o declínio
04:10de uma potência
04:11econômica exportadora
04:14em detrimento
04:16de países
04:16como a China e a Índia.
04:19E, para finalizar,
04:20professor,
04:22os próximos conflitos
04:24ou tensionamentos
04:26não serão mais
04:28na Europa,
04:29com exceção da Ucrânia.
04:30mas o palco
04:32é o pacífico.
04:34Não se esqueça,
04:34professor,
04:35que no discurso
04:36de Trump,
04:38um presidente
04:38que até então
04:39estava esquecido
04:40na história,
04:41McKinley,
04:43foi mais de uma vez
04:44lembrado.
04:46McKinley é o presidente
04:47da guerra hispano-americana.
04:50McKinley é o presidente
04:51que efetivamente
04:53levou a América
04:54para o pacífico.
04:55é um recado
04:58para a China
05:00e seus aliados.
05:01Temos um minuto.
05:03Quando o professor Danilo
05:04fala,
05:05a Ásia está se referindo
05:07à guerra de 1898,
05:09Filipinas e Luzigua,
05:10depois teve Cuba
05:11e Porto Rico aqui.
05:12Um minuto,
05:13olha que precisa ser concisa.
05:15E se a alternativa
05:16para a Alemanha
05:16tomar o poder na Alemanha,
05:18o que vai ser
05:19para a Rússia?
05:20Um minuto é difícil,
05:21mas é um minuto.
05:22É um cenário
05:22complicadíssimo, professor.
05:24Pode ocorrer, né?
05:25Pode ocorrer,
05:27mas eu acredito
05:27que parte dessa diminuição
05:29da importância europeia
05:31a pequenamento,
05:33como foi colocado
05:33por vocês,
05:34de forma muito resumida,
05:36dá-se o papel
05:38da União Europeia,
05:40da Europa
05:40para os Estados Unidos.
05:43O papel da Europa
05:44dos Estados Unidos
05:45era conter a Rússia
05:46até o fim da Guerra Fria
05:50e hoje o papel da Europa
05:52é apenas um papel
05:54de vocês agora
05:55são responsáveis
05:56por sua segurança
05:57porque os Estados Unidos
05:58da América
05:59agora vai focar
05:59na Ásia Pacífica.
06:01Se virem,
06:02vocês não têm mais
06:03a promessa
06:04de proteção
06:04dos Estados Unidos
06:05porque o conflito
06:06dos Estados Unidos
06:07agora é outro.
06:08Muito obrigado.
06:09Eu tenho certeza,
06:10vocês que nos acompanharam,
06:13que foi excelente
06:15o programa.
06:17E não é um autoelogio,
06:18muito pelo contrário,
06:20muito pelo contrário,
06:20não é um autoelogio,
06:21autoelogio aos nossos convidados.
06:24Olha,
06:24foi uma discussão
06:25de altíssimo nível
06:25e o objetivo
06:26do Visão Crítica
06:27é justamente isso,
06:28é qualificar a reflexão
06:30sobre o Brasil e o mundo.
06:32Sair do panfletarismo barato,
06:34de falar para as bolhas
06:35e falar na base do eu acho.
06:36Não,
06:37é através de pesquisa,
06:38de trabalho acadêmico
06:39e isso demora muito tempo
06:41e muito estudo
06:41e muita dedicação.
06:42Então,
06:42é um autoelogio
06:45que é um autoelogio
06:46que é um autoelogio
06:47que é um autoelogio
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