Não sei porque floriram no meu rosto os olhos e os versos que há em ti. Floriram por acaso, ao sol de agosto, sem mesmo haver agosto ou sol em mim. Não sei porque floriram: se o orvalho os queima... (Ponho as mãos nos olhos para os proteger!) Tão estranho!: florirem no meu rosto olhos e versos que não posso ver.
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