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Uma sequência de casos graves envolvendo pessoas em situação de rua acendeu o alerta sobre a segurança pública no Distrito Federal. Especialistas reforçam que viver nas ruas não é sinônimo de crime e que a questão exige ações conjuntas entre segurança e assistência social. Uma pesquisa indica que a ampla maioria dos eleitores do DF exige propostas efetivas e integradas dos candidatos.

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📽️ Roberto Fonseca/CB/DA Press
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Transcrição
00:00Em menos de duas semanas, mais de uma dezena de casos graves envolvendo pessoas em situação de rua
00:05chamou a atenção no Distrito Federal.
00:08Na Asa Norte, um zelador foi atacado a pauladas.
00:12Na 302 Sul, uma idosa de 97 anos foi mantida refém dentro de um prédio.
00:19E na mesma quadra, uma criança de 5 anos levou um chute na cabeça de um morador de rua.
00:25Os casos são diferentes, mas o medo é o mesmo.
00:28Só que tem um ponto importante.
00:31Situação de rua não é sinônimo de criminalidade.
00:35Entre as pessoas que vivem nas ruas, há quem precise de acolhimento, tratamento e moradia.
00:41Mas há também casos que exigem ação firme da segurança pública.
00:46E o eleitor quer uma resposta.
00:48A pesquisa Correio Opinião Inteligência Política mostra que 92,8% dos eleitores do Distrito Federal
00:57consideram importante, ou muito importante, que o próximo governo tenha políticas para essa população.
01:05Ou seja, não basta tirar a barraca de um lugar e levar o problema para outro.
01:10É preciso falar de polícia, mas também de CAPS, tratamento, moradia, renda e acompanhamento.
01:18A campanha eleitoral começa domingo.
01:21E essa é uma cobrança que já está nas ruas.
01:24E a grande pergunta é, como resolver essa sensação de insegurança por conta do aumento da população que mora nas
01:32ruas?
01:33Roberto Fonseca, para o Correio Brasiliense.
01:36A questão do Correio Brasiliense.
01:37A questão do Correio Brasiliense.
01:40A questão do Correio Brasiliense.
01:40Obrigado.
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