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Promovido anualmente pela Rede Gazeta, o evento contou com a presença de autoridades, empresários e entidades para debater o futuro do agro com palestras, espaços para negócios, feira de expositores e atrações culturais
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NotíciasTranscrição
00:00Hoje somos compostos por seis cooperativas singulares,
00:03divididas no interior do estado,
00:06uma empresa de recuperação de crédito e uma corretora de seguros.
00:10Esse é o conglomerado SICOB-ES.
00:13Atualmente com 196 pontos de atendimento, agências,
00:18dividido no Espírito Santo, principal atuação,
00:21até porque foi aqui que a gente começou,
00:24Rio de Janeiro, que a gente já está há algum tempo,
00:26a Bahia e agora com agência em São Paulo também,
00:30e um município e duas agências.
00:32Em 2024 abrimos oito novas agências e está prevista mais quatro agências
00:37até o final do ano.
00:41Número de empregados, enquanto muitas instituições vêm diminuindo,
00:47o quadro de funcionários a gente vem aumentando,
00:49crescemos 8% comparado com o primeiro semestre do ano passado,
00:53chegamos a 2.400 empregos diretos e 3.000 se considerar os indiretos.
01:00A segunda melhor empresa para se trabalhar,
01:03das empresas com mais de mil funcionários,
01:06do estado do Espírito Santo.
01:07Então isso foi a GPTW que classificou o SICOB,
01:11também uma instituição externa com muita credibilidade.
01:15Nossas soluções financeiras,
01:18nossos aplicativos são muito modernos e premiados,
01:21e muito bem avaliados.
01:24Um diferencial nosso,
01:25que o nosso PIX é gratuito,
01:27tanto para PF quanto para PJ,
01:28e é gratuito mesmo,
01:30é gratuito e ilimitado.
01:32Então assim, parece até normal,
01:34se você for associado ao SICOB falar isso,
01:36mas tem muitas instituições financeiras que cobram,
01:39e isso dá uma diferença relevante,
01:41principalmente na PJ.
01:47Soluções financeiras que a gente disponibiliza hoje,
01:49há 10 anos atrás,
01:51era normal,
01:52mas o SICOB não tem isso,
01:53eu queria isso,
01:54eu queria esse produto financeiro,
01:56hoje a gente tem todos os produtos financeiros de um banco,
02:00de uma grande instituição financeira,
02:02de um grande banco,
02:03e com taxas atrativas,
02:06e com o nosso principal diferencial,
02:07que é o rateio das sobras no final de cada exercício.
02:10Então, o seu retorno vai ser proporcional à sua movimentação,
02:16quanto mais você movimentar no SICOB,
02:18no final do ano, mais retorno você vai ter.
02:21As nossas soluções previstas para 2024,
02:26aqui está prevista,
02:27mas o slide já está um pouco atrasado,
02:30porque o Apple Pay saiu,
02:32tem uns 10 dias aí,
02:33já está disponível aí para quem tem o sistema em iOS,
02:37e o FINEP também já está disponível,
02:40nosso crédito de inovação direto,
02:42com o Ministério do Desenvolvimento,
02:44aqui é para a pessoa jurídica,
02:45que está fazendo alguma inovação,
02:48e é inovação mesmo,
02:50financia,
02:51é uma taxa bem atrativa,
02:53subsidiada pelo Ministério do Desenvolvimento.
02:56Aí o PIX automático é a letra financeira prevista até o final do ano de 2024.
03:02Nosso desempenho,
03:04como eu falei,
03:05chegamos a 800 mil associados,
03:06crescemos 18% em relação ao primeiro semestre de 2023.
03:11Nós chegamos a 25 bilhões de ativos,
03:14um crescimento aí de 36%.
03:16A gente tem um objetivo interno de dobrar de tamanho a cada três anos.
03:22Então, isso é, para uma empresa,
03:24é muito desafiador.
03:28A gente não tem uma ambição,
03:30a gente tem uma vontade de atender melhor os nossos associados.
03:33Para isso, a gente precisa crescer,
03:35a gente precisa estar estruturado para alcançar cada vez mais pessoas.
03:4218 bilhões de depósitos,
03:44isso demonstra a confiança dos nossos associados com a gente.
03:47Então, onde você deixa seu dinheiro,
03:49é onde você confia.
03:50Então, a nossa carteira de crédito é de 14 bilhões,
03:54e o nosso depósito é de 18 bilhões.
03:55Ou seja, a gente tem uma liquidez muito grande
03:57para atender os nossos associados.
04:025,8 bilhões de crédito liberado somente em 2024,
04:07somente no primeiro semestre de 2024,
04:10a gente liberou quase 6 bilhões para o nosso associado.
04:13Então, no SICOB, a gente tem a política de conhecer
04:17o negócio do nosso associado.
04:19E quando você conhece, fica mais fácil de acreditar,
04:22fica mais fácil de confiar naquele associado,
04:25então fica mais fácil você disponibilizar o recurso para ele.
04:28Então, a gente vê bastante depoimentos
04:32em que o associado mesmo fala assim,
04:34que eu consegui no SICOB, consegui agregar renda na minha família,
04:39consegui erguer meu negócio só por causa do SICOB.
04:42Isso é muito...
04:44Você vê uma entrega de valor na comunidade onde a gente atua.
04:48As sobras, 587 milhões,
04:51somente no primeiro semestre.
04:53O ano passado, todinho,
04:55as sobras foram de 1 bilhão e 60 milhões de reais.
05:00Então, um crescimento de 11,4% comparado ao primeiro semestre de 2023.
05:08Ou seja, a gente está crescendo acima de 10% também nas sobras.
05:12E isso aqui é o que a gente leva para a Assembleia,
05:15para os nossos associados dividirem.
05:17Tem, claro, a política institucional.
05:21Uma parte vai para as sobras e reservas,
05:23outra parte vai para o fundo social,
05:25e outra parte vai para dividir entre os nossos associados.
05:29Nossa classificação de risco internacional,
05:31isso prova a nossa solidez e o nosso baixo risco,
05:36nosso alto risco de confiança de crédito.
05:39Isso é a classificação,
05:40mesmo a classificação do Banco do Estado do Espírito Santo.
05:43E assim, é uma classificação que, a partir dela,
05:46qualquer empresa multinacional passa a aceitar
05:48a nossa garantia, a nossa fiança.
05:52Isso comprova que a gente está aí
05:54no mesmo patamar das principais instituições internacionais.
06:00Aqui, já voltando para o nosso assunto da feira,
06:06da Tecnoagro,
06:08para começar a falar um pouquinho do rural,
06:10a gente traz aqui a nossa carteira de crédito ampliado.
06:12Por que eu trago crédito ampliado?
06:14Porque é o financiamento do agronegócio.
06:17A gente tem a carteira de crédito rural,
06:19que são recursos do Plano Safra.
06:21O Plano Safra é um conjunto de regras do Banco Central,
06:24que vai disponibilizar recursos para o produtor
06:27do dia 1º de julho de cada ano,
06:29a 30 de junho do ano seguinte.
06:31Aqui é o ano safra.
06:35Esses recursos são subsidiados, às vezes, ou às vezes obrigatórios,
06:39que é o quê?
06:39Ou o governo obriga as instituições financeiras a emprestar,
06:44e se não emprestar tem penalidades,
06:46então, obrigatoriamente para você atuar,
06:50você tem que fazer isso.
06:52Então, é a forma do governo de injetar recursos no agronegócio.
06:57Outra parte é a CPRF,
07:00que é o título do produtor rural,
07:02que não é crédito rural,
07:03mas é voltado para o agronegócio,
07:06voltado para o produtor rural.
07:07Então, ela entra aqui também.
07:09E outra parte é o nosso BNDES,
07:11que é o nosso Banco Nacional de Desenvolvimento,
07:16que é investimento,
07:18recurso de investimento.
07:18Esse recurso fica no balanço do nosso Banco Cicobi,
07:22lá em Brasília,
07:23mais as cooperativas aqui do Estado,
07:26que aplica ele na nossa região.
07:29Como que está a nossa posição no Brasil?
07:32A posição do Espírito Santo.
07:34O ano safra do ano passado foi aplicado.
07:36Quando eu falo ano safra, a gente está em agosto,
07:40mas parece que o ano passado foi há muito tempo.
07:43Mas o ano safra é de julho a junho.
07:45Então, mês retrasado acabou.
07:48O ano safra, 2023, 2024.
07:51Por isso que a gente faz muito essa referência.
07:54No Brasil foram aplicados 408 bilhões de reais.
07:59Bilhões de reais.
08:01É muito dinheiro.
08:03Esse é o total que foi disponibilizado de limite.
08:08Daqui a pouco eu vou explicar a fórmula mágica do governo,
08:10qual é o custo do governo para gerar isso.
08:13Porque não é esse o custo do governo.
08:16Não é esse o tamanho do subsídio.
08:18Pelo contrário, é muito menor.
08:20E ele faz uma alavancagem no valor dos limites.
08:24No Espírito Santo, a gente saiu de 5,3 bilhões para 7 bilhões de reais.
08:29A gente cresceu 32% no Estado do Espírito Santo.
08:32Também foi um crescimento bem considerado.
08:36Se você continuar nesse ritmo, você dobra de tamanho a casa há três anos.
08:40Enquanto no nacional foi de 13% o crescimento.
08:46No Cicobi Espírito Santo, o nosso crescimento foi de 56%.
08:50A gente saiu de 1,4 bilhões de reais para 2,2 bilhões.
08:55Então, isso foi interessante que lá no início do ano safra, 2023, 2024,
09:00a gente levou para a diretoria esse número e ele falou assim,
09:03é muita coisa para a gente.
09:05A gente falou, não, a gente consegue, porque é uma carteira super estratégica
09:09para o Cicobi Espírito Santo, para a nossa comunidade.
09:12E a gente alcançou o valor pretendido no ano safra.
09:17A nossa posição no ranking nacional, a gente está em 14º,
09:23de 5,3 para 7 bilhões de reais.
09:26A gente representa 1,7% do plano safra, ou Espírito Santo.
09:32A gente, ou Espírito Santo, representa 1,7% do plano safra nacional.
09:38Isso é um valor considerado, considerando a nossa topografia,
09:42nosso tamanho, nossas culturas.
09:44Então, enquanto o Mato Grosso faz três safras dentro de uma mesma área por ano,
09:49e tudo mecanizado, tudo, vamos dizer assim, automatizado,
09:54com muito menos mão de obra,
09:56aqui a gente, a nossa principal cultura é o café,
10:01para estar subsidiando ou financiando.
10:05Onde está aplicado esse recurso no Cicobi ES?
10:09O principal é café, 41%.
10:12E, hoje, o Espírito Santo tem mais ou menos 108 mil propriedades rurais.
10:2070% desse valor tem café.
10:2370% desses 108 mil também é agricultura familiar.
10:27Então, assim, esse valor aqui é o valor de crédito liberado para pequenos e médios produtores,
10:36mas, quando você vê a quantidade, é mais de 70% do que foi liberado,
10:41foi liberado, a quantidade de produtores atendidos é muito mais a agricultura familiar.
10:49E, como que a gente, onde é que a gente vai buscar esse recurso?
10:52Como que a gente busca esse recurso?
10:53Como que a gente faz, como que a gente faz para conseguir atender o nosso associado produtor rural?
10:59Bom, acho que aqui eu consegui resumir as principais fontes de captação do agronegócio.
11:06Primeiro, o Fundo Café.
11:08A gente, pelo décimo ano consecutivo, o Cicobi Espírito Santo é o maior repassador de Fundo Café
11:12no estado do Espírito Santo.
11:14É um fundo específico para financiar a cadeia produtiva do café.
11:18Hoje, existe nesse fundo quase 7 bilhões de reais.
11:22E desses 7 bilhões de reais que tem no fundo nacional,
11:26380 milhões de reais vai vir para o Cicobi Espírito Santo.
11:29A gente vai lá, bate na porta do Ministério da Agricultura e fala,
11:33estou querendo recurso do Fundo Café para levar lá para os meus cafeicultores do Espírito Santo.
11:38Qual o valor que ele vai me passar?
11:39Depende da quantidade que eu apliquei no ano passado.
11:44A pulverização que eu fiz, quantos agricultores eu atingi e o percentual do meu contrato anterior que eu consegui aplicar.
11:54Então, como já tem 20 anos que a gente aplica recursos do Fundo Café,
11:59a gente vem crescendo, crescendo a cada ano.
12:01E hoje, pelo décimo ano consecutivo, a gente é o maior repassador de Fundo Café no Espírito Santo.
12:07Importante fonte para o cafeicultor e para toda a cadeia que a gente consegue financiar também o torrefador de café,
12:15a indústria de café, café solúvel, o giro dos exportadores de café,
12:21que é, vamos dizer assim, o café o ano passado saiu de 600 reais para 1.300, 1.400 reais
12:27esse ano.
12:27O giro desses exportadores teve que aumentar na mesma proporção.
12:32Então, se o ano passado ele precisava de 10 milhões de giro,
12:36esse ano ele vai precisar de 20 milhões, 25 milhões para fazer a mesma coisa que ele fez no ano
12:41passado.
12:42Então, ele está dependendo bastante de recursos.
12:44Uma coisa que eu acho engraçada é assim,
12:46tem muita gente que fala assim,
12:47mas o preço do café está muito bom, o produtor vai aproveitar para pagar suas contas.
12:51Não.
12:52Aí que ele vai animar de investir mais, de plantar mais, de adubar mais,
12:56de cuidar melhor do seu café para produzir mais.
12:59Aí que a instituição financeira vai acreditar mais no segmento,
13:04vai apoiar mais o segmento.
13:07Por quê?
13:07Porque sabe que vai ter o retorno no final.
13:10Vamos dizer assim, quando você tem uma rentabilidade muito pequena,
13:15você tem que ter o seu custo muito ajustado para dar lucro.
13:17Por hoje, o café, graças a Deus, está com uma rentabilidade muito boa.
13:22Isso é muito bom para o estado do Espírito Santo.
13:24Por exemplo, a gente está com expectativa de safra entre 10 e 11 milhões de saca.
13:30Só aí, do ano passado para cá, é 6 bilhões a mais de recursos que foram injetados.
13:34Só na variação de preço do café, em relação ao ano passado,
13:39dá 6 bilhões a mais injetado na economia do Espírito Santo.
13:45BNDES, nossa principal fonte de investimento.
13:48A gente, pelo terceiro ano consecutivo, é o maior repassador de BNDES no estado do Espírito Santo.
13:52E esse ano a gente teve uma surpresa, que é o maior repassador.
13:57Não é surpresa porque a gente está trabalhando para isso,
13:59mas a gente é também o maior repassador na pessoa jurídica,
14:02que são no apoio das empresas através do BNDES.
14:05Então, hoje a gente é o maior repassador no agro e na PJ.
14:09De BNDES, que é a principal fonte de investimento.
14:12Investimento, gente, agrega renda para o nosso produtor.
14:15Custeio, ele só vai manter a renda que ele tinha no ano passado.
14:18Ele teve uma renda lá, 100 sacas de café.
14:21Eu vou fazer o custeio, ele vai manter com 100 sacas de café.
14:24Mas se eu fizer um investimento, não.
14:26Ele vai sair de 100 sacas para 200, para 150.
14:29Então, ele vai agregar renda na família do produtor rural.
14:35Os fundos constitucionais aqui, não é uma vitória ainda para o SICOB.
14:40A gente ainda não teve acesso ao FNE, nosso fundo do Banco do Nordeste,
14:44da área da Sudene.
14:46Então, ainda não aplicamos o FNE.
14:49É o nosso objetivo, a gente está trabalhando para isso.
14:53Mas, para 2025, talvez a gente tenha algumas novidades.
14:58Mas, em 2024, eu não acredito que a gente vai conseguir ter acesso.
15:03Mas, é uma importante fonte de recursos para o agronegócio.
15:09Exigibilidade.
15:09O que eu falei aqui, que às vezes o Tesouro ou o governo,
15:16ele incentiva ou ele direciona recursos para o agronegócio
15:21através de incentivos ou de exigências.
15:25Então, obrigatoriamente, tudo que você deixa parado na conta corrente,
15:3030% tem que ir para o crédito rural.
15:32Então, aquele dinheiro do Nubank, que está lá parado em conta corrente,
15:3730% daquilo vai ter que ir para o rural.
15:39Ele não tem cliente produtor rural.
15:41Como que ele faz para atender essa exigência do governo?
15:45Ele repassa para o SICOB e para o SICOB atender a exigência dele.
15:49Isso acontece com todas as instituições.
15:51Quem tem mais produtores rurais como cliente, como associados,
15:55a gente consegue captar esse recurso e repassar para o produtor.
16:00Então, dessa fonte, a gente prevê mais um bilhão de reais
16:03só captado dessa exigibilidade.
16:05A equalização é o quê?
16:07Eu não sou obrigado, não tenho exigência,
16:12mas eu posso ir lá no Tesouro, bater lá e falar,
16:14eu preciso atender mais produtores rurais e eu estou precisando de mais recursos.
16:19Aí eu equalizo o meu próprio recurso, o recurso próprio.
16:22Ou seja, a gente está fazendo algo a mais do que a nossa obrigação ainda.
16:26Dessa fonte, a gente tem uma previsão de 300 milhões de reais
16:30e mais uns 600 milhões de reais de dia.
16:34Aqui tem uma pequena vírgula, não é vírgula,
16:37um direcionamento, que há 10 anos o Tesouro vem mandando um recado o quê?
16:43Eu vou cuidar do pequeno e do médio produtor.
16:46E o grande vai ter que ir para o mercado.
16:48Para o mercado aberto das instituições de recurso próprio
16:52ou para o mercado de capitais.
16:56Tendência do plano safra, já vem acontecendo isso a cada ano.
17:01E não vai ser surpresa para ninguém se na virada do próximo ano safra
17:05ele fala assim, não vou atender demais produtores,
17:07quem vai atender as instituições financeiras com recurso próprio
17:10ou é o mercado de capitais.
17:13Como que isso acontece?
17:15Através do nosso recurso próprio.
17:16Pode ser através de LCA.
17:18Aí o que ele faz?
17:21Para não abandonar de vez, ele dá um incentivo.
17:24Você pode captar recurso através de LCA
17:27e eu não vou cobrar imposto de renda
17:29dessa captação da pessoa que deixou o recurso aqui.
17:34E você vai emprestar isso para o produtor rural obrigatoriamente.
17:39Então, tem esse benefício que a gente consegue captar mais barato,
17:44então a gente consegue fomentar uma taxa também mais barata para o produtor rural.
17:48Outro mercado de capital é CPR, FIAGO, CRA, CDCA.
17:56Aqui não tem fórmula mágica.
17:59A instituição financeira que está captando esse recurso vai ter que remunerar
18:04aquele agente superavitário, vai ter que remunerar aquele aplicador.
18:08Esse aplicador vai querer ganhar um pouco acima de CDI.
18:11Então, o CDI hoje está 10,5% ao ano.
18:15Então, um pouquinho acima ali ele vai ganhar 10,5%, 11% ao ano.
18:19Então, eu vou ter que repassar isso para o produtor rural
18:22numa taxa acima disso, para pagar a minha inadimplência,
18:25para pagar o meu custo administrativo,
18:26para pagar a minha rentabilidade pretendida também para ter uma folga aí.
18:32Então, o mercado dos demais produtores,
18:36ou a agricultura profissional, daqueles produtores que possuem renda
18:41acima de 3 milhões de reais por ano, está indo para esse tipo de mercado.
18:47Mas, das 108 mil propriedades que tem no Estado,
18:5175 mil é de pequenos produtores rurais, é de pronafianos.
18:56Então, eles ainda vão contar com isso.
18:58Uma boa parte são pronafianos também.
19:00Então, a pequena parte vai ser, vamos dizer assim, menos subsidiada.
19:11Aqui, as exigências.
19:15Obrigatoriamente, 30% do depósito à vista vai para o crédito rural.
19:19Depósito à vista é o dinheiro em conta corrente.
19:21É o dinheiro que está parado, que dormiu na conta corrente.
19:2465% da poupança, a poupança pode ser poupança de financiamento imobiliário
19:31ou de financiamento rural.
19:32Então, a nossa poupança é rural, obrigatoriamente, 65% tem que ir para o rural.
19:37Mas, a gente bota 100% dela no rural.
19:39Não vou falar 100%, vou falar 95% dela vai para o crédito rural.
19:435% fica no imobiliário, para a gente ter uma expertise ali e aprender a fazer imobiliário também.
19:50Nossas LCA, tudo que eu capto de LCA, eu tenho que aplicar em crédito rural.
19:55Mas, obrigatoriamente, é 50% que eu tenho que cumprir de exigibilidade.
20:04Como que está dividido os recursos do plano safra atual?
20:09O plano safra é dividido em dois.
20:11O plano safra da agricultura familiar e da agricultura não familiar.
20:16Tudo que é pronafiano fica no Ministério do Desenvolvimento Agrário e o que não é pronafiano fica no Ministério da
20:25Agricultura.
20:28O que é não familiar saiu de 364 bilhões de reais para 400 bilhões de reais, um aumento de 10%.
20:36Ah, parece muito, mas a maior parte é recurso livre.
20:4219% de variação no recurso livre, no recurso equalizável, no recurso que o governo gasta mais, subsidia mais,
20:52teve uma variação muito menor.
20:55Ou seja, com o mesmo valor, ele está fazendo um limite maior.
21:01Da agricultura familiar, saiu de 71 bilhões para 76 bilhões, um aumento de 6% apenas.
21:10Mas o bom aqui é que está bastante específico para o Pronaf e bastante recurso foi para o BNDES.
21:17Então, a gente vai ter bastante recurso de Pronaf e investimento no mercado esse ano.
21:22A tendência é o quê?
21:23Recurso próprio para demais produtores, agricultura empresarial.
21:28Pronaf e Pronaf ainda ficar no plano safra nesse ano.
21:33E a fórmula linha mágica que eu falei para vocês, que com pouco, não é pouco recurso, 16 bilhões de
21:40reais.
21:41Mas para fazer aqueles 476 bilhões de reais de limite, o Tesouro gasta 16,3 bilhões de reais.
21:49Por quê?
21:50E como que ele faz isso?
21:53Ele vai bancar apenas a diferença entre a taxa praticada e a taxa Selic atual.
21:59Então, se a Selic atual está 10% e eu estou praticando uma taxa de 6%,
22:04o meu gap aí é de 4, 4,5%, porque a Selic está 10,5%.
22:08Então, o Tesouro vai bancar apenas o 4,5%.
22:12Esse é o custo de desembolso dele.
22:16Por quê?
22:16Porque os 6% o produtor já me pagou.
22:19Então, vai variar muito da taxa que eu vou praticar.
22:22E as taxas, gente, são tabeladas.
22:25Se você quiser trabalhar com Pronaf, você vai trabalhar com essa taxa.
22:29Se você quiser trabalhar com Pronamp, você vai trabalhar com essa taxa.
22:32Então, é tabelado em todas as instituições financeiras.
22:34O gap aí entre a Selic e a taxa praticada no Pronamp, de 10,5% para 8%,
22:40ou seja, 2,5% é o subsídio do governo.
22:45Isso aqui que fala muito assim, ah, que na Europa o subsídio é de 20%,
22:49nos Estados Unidos o subsídio é de 9%, 8%,
22:54aqui no Brasil é 1%, 2%, que é simplesmente isso aqui.
22:59Esses 16 bilhões de subsídio, mais um pouquinho de subsídio que entra lá no seguro rural também.
23:05Aqui, por exemplo, na taxa empresarial.
23:08Hoje a Selic está 10,5%.
23:10A taxa do empresarial está 12%.
23:13E onde está o subsídio aqui?
23:15Não existe.
23:16Porque a taxa praticada para ele já está acima da taxa Selic.
23:20Então, aqui não tem custo para o governo mais.
23:23Porque ele vai bancar a diferença.
23:25Aqui, como a taxa atual praticada já está acima da taxa básica de juros,
23:31não existe subsídio mais.
23:35Mas, ele pode dar benefício.
23:38Eu não vou dar o subsídio, mas eu vou isentar.
23:42Eu vou dar um benefício para a nossa cadeia do agronegócio.
23:47Como?
23:48De novo, não tem fórmula mágica.
23:50Aqui eu tenho, desse lado, aquele agente superavitário,
23:53que é quem tem recurso disponível para aplicar.
23:57Ele pode aplicar sem o imposto de renda.
24:01O imposto de renda vai variar de 15% a 22,5%.
24:05Ele consegue ter essa isenção se ele aplicar em títulos do agronegócio.
24:10Então, através disso que o governo arrecada recurso para a nossa cadeia do agronegócio.
24:16Então, a instituição financeira capta esse recurso desse agente e repassa para o produtor rural.
24:22Cumprindo todas as regras e exigências, é claro.
24:25A formalização para ter essa isenção do imposto de renda aqui na captação.
24:29E repassa para o produtor rural aqui com a isenção do IOF também.
24:33Com outro benefício na ponta de cá.
24:36Então, através desse mecanismo aqui,
24:38a gente consegue trabalhar com a taxa menor do que o crédito empresarial,
24:42mas uma taxa maior do que a taxa Selic.
24:45Que é a nossa taxa básica de juros.
24:47Então, assim, fica uma taxa atrativa.
24:49Isso aqui, gente, é para o demais produtor, é para o grande produtor,
24:53é para a agricultura empresarial que a gente chama.
24:55O Pronaf continua lá no Pronaf.
24:57A gente adora o pequeno produtor.
24:59A gente trata muito bem o pequeno produtor lá dentro do SICOB.
25:02Pelo contrário, é estratégico o nosso aplicar e crescer junto com o nosso pequeno produtor.
25:08Porque a nossa alimentação vem da agricultura familiar.
25:12A nossa comunidade é muito feita de agricultura familiar.
25:15Pronapiano também, que é o médio produtor, vai ficar lá no plano safra.
25:18Mas aqui a gente consegue uma taxa um pouco melhor para a agricultura empresarial também.
25:28Como que eu consigo, vamos dizer assim, provar que isso está acontecendo?
25:35E quais são os sinais que a gente vê crescendo?
25:38Quais os títulos que a gente vê crescendo ano após ano?
25:41Ano safra após ano safra.
25:43No ano safra 22, 23, a gente teve aqui 26% de captação de LCA, que é esse recurso próprio,
25:52que é esse recurso sem subsídio.
25:53Nesse último ano safra foi para 42%, é o que mais teve variação.
25:58Então, o futuro é mercado de capitais, é ir para o mercado, o grande produtor,
26:05e o governo vai cuidar do pequeno e do médio produtor.
26:10No primeiro mês do ano safra, comparando com o primeiro ano de cada safra anterior.
26:16No ano safra passado, a gente teve 47% de recurso livre e 53% de recurso subsidiado.
26:21Esse primeiro mês do ano safra, a gente teve 40% de recurso subsidiado e 60% de recurso livre.
26:28Ou seja, mais uma prova aí que está a tendência,
26:31é o governo não se preocupar com o grande produtor e deixar ele para o mercado.
26:37Como que isso está aumentando?
26:38Principalmente na CPR, que é um título desburocratizado,
26:42é um título ágil, é um título bem confiante, vamos dizer assim.
26:46A própria legislação, ela deu uma liquidação financeira para o título muito boa.
26:53Então, a gente saiu de 31% na safra passada para 54% nesse primeiro mês do ano safra,
27:00da proporção do mercado.
27:04Então, a tendência é para o recurso próprio e através de CPR, de LCA, de CRA.
27:12O CRA fica um pouquinho mais caro, vamos dizer assim,
27:15porque você tem que estruturar ele.
27:17Tem a securitizadora, escritórios jurídicos,
27:22então, ele deve ficar aí acima de 15%, acima de 16%,
27:26porque você também tem que remunerar da onde você está captando o recurso
27:32para estruturar um CRA.
27:33Então, assim, não tem fórmula mágica e não tem como sair disso.
27:39Tem um custo de estruturação, você tem que remunerar a sua captação
27:44e você tem que emprestar para o produtor a preço competitivo
27:48e pagar a inadimplência, assumir essa inadimplência,
27:51porque, com certeza, o investidor não quer ficar com a inadimplência também.
27:55Eu falo assim, graças a Deus o produtor paga muito bem.
27:57Não tem inadimplência na carteira de rural,
27:59mas é muito baixo, sempre foi,
28:02porque, tradicionalmente, ele sabe que ele sempre vai precisar do crédito.
28:07Por quê?
28:07Porque o custo operacional de uma produção é muito alto.
28:11Então, você vai para uma produção de ovos, 95% é custo.
28:16É muito caro, dá muito lucro, mas também o risco é muito alto.
28:21Então, assim, se ele não tiver o crédito para fomentar,
28:25às vezes, ele não consegue fechar um ano safra da propriedade dele.
28:31E qual a nossa meta para o próximo ano safra?
28:35Ou de onde vai vir os nossos recursos?
28:39No SICOB nacional, a gente tem 53 bilhões disponíveis
28:43para aplicar no crédito rural, isso em nível nacional.
28:473 bilhões através do BNDES, 18 bilhões através do CPRF,
28:52meio bilhão através de fundos constitucionais,
28:5426 bilhões através de repasse de outras instituições financeiras,
28:594,6 bilhões de recurso próprio e 1,3 bilhão em Funcafé.
29:04Isso no nível nacional.
29:06No nível estadual, a gente está com a meta de 3,8 bilhões de reais.
29:11No ano safra passado, a gente aplicou 2,8 bilhões,
29:16então a gente vai crescer 1 bilhão no SICOB Espírito Santo,
29:20de um ano safra para o outro.
29:22Emissão dada lá, emissão cumprida,
29:24a gente vai atingir esses valores no final da próxima safra.
29:28De onde que eles vão sair?
29:30Está aqui em cima, não vou ficar repetindo.
29:363,8 bilhões, a gente vai dividir em 20 mil operações
29:40para 20 mil produtores rurais.
29:42Desses 20 mil produtores rurais, 14 mil produtores são pronafianos,
29:46é para a agricultura familiar.
29:48Então, a gente tem uma pulverização muito grande,
29:52por isso que a gente consegue mais recursos no Tesouro,
29:54porque ele gosta que a gente pulveriza muita coisa.
29:57O Ministério da Agricultura, a mesma coisa.
29:59Ele fala assim, está chegando aonde tem que chegar.
30:01No BNDES, ele fala, não, vamos priorizar as cooperativas,
30:06porque as cooperativas pulverizam bastante o crédito.
30:09Então, a gente consegue atingir o nosso pequeno produtor rural.
30:19E não adianta chegar também de qualquer jeito.
30:23A gente tem sempre um planejamento bem alinhado com a Secretaria de Agricultura aqui.
30:28A gente sempre está alinhado com o secretário, atualmente é o Enio Bergoli.
30:34Então, desde lá de trás, a gente está junto com o PDAG.
30:37O Enio fala assim, é, Eduardo, a gente está junto desde o início.
30:40Desde aquela primeira gestão dele, a gente já estava junto.
30:43Lá em 2009, a gente já estava se encontrando, se esbarrando e discutindo sobre o crédito rural.
30:50Mas, lá em 2003, eu não estava lá.
30:53Mas, foi o primeiro planejamento estratégico da Secretaria de Agricultura.
30:58Em 2008, ele botou uma visão mais de regionalização.
31:04Em 2015, ele veio com a inovação.
31:07E em 2023, em 2032, agora ele veio com a palavra nova, que é a inovabilidade.
31:13Que é o quê?
31:13Pensando muito na sustentabilidade através da inovação.
31:20Hoje, a União Europeia está muito preocupada com a sustentabilidade.
31:26Então, a gente só vai conseguir exportar para lá, se manter a sustentabilidade em toda a cadeia.
31:32E precisa, gente, precisa se preocupar com a cadeia.
31:35Hoje, por exemplo, a gente é o maior exportador de gengibre do Brasil.
31:43Precisa de alguém se preocupar com a cadeia do início ao fim.
31:46Porque, daqui a pouco, pega lá uma salmonela no gengibre.
31:50Um endossulfão, uma molécula de endossulfão lá na Europa.
31:56Ah, eu não vou parar de exportar.
31:58Do Brasil, corta.
32:00Aí, você...
32:01É um efeito cascata.
32:03Ah, para quem vai vender, vai sobrar gengibre aqui.
32:05Você não vai comer tanto gengibre assim.
32:07Pimenta do reino, a mesma coisa.
32:09Como você consegue comer tanta pimenta do reino se parar de exportar?
32:13Não pode parar.
32:14Então, tem que proteger toda a cadeia de todas as culturas.
32:17Isso a secretaria está fazendo muito bem.
32:21E se preocupando muito para onde está indo.
32:24E aqui dentro com a sustentabilidade.
32:27Para não parar de ir, para abrir novos mercados também.
32:32No Cicobi, como que a gente pensa também na sustentabilidade?
32:36A gente implementou, não só no financiamento,
32:40mas a gente implementou um prêmio produtor rural sustentável.
32:43Esse ano já abriu o edital, a gente está no quarto ano consecutivo.
32:48Nos últimos três, a gente teve ganhadores aqui do estado.
32:52Então, assim, demonstra que a gente se preocupa muito com a sustentabilidade.
32:57E são...
32:59E é uma história bacana, por exemplo,
33:01eu lembro do primeiro produtor rural sustentável,
33:03que foi a Dani, o Tiago, lá de...
33:07Laranja da Terra.
33:09É uma agroindústria,
33:11que hoje ela está presente em todas as feiras.
33:14Ela cresceu muito.
33:15E a gente foi o primeiro prêmio dela.
33:18Foi assim, parece que foi quem descobriu.
33:20Foi quem financiou a agroindústria dela.
33:23É da Terra Produtos Agrícolas.
33:24Muito interessante os produtos dela.
33:26Porque ela inova até com os produtos.
33:28Por exemplo, ela faz um ketchup de goiaba.
33:31Faz uns produtos diferenciados e muito bons.
33:35Porque ela é nutricionista e o marido dela ficava na rosa.
33:39Aí ela, cansada de vender,
33:43ela vendia banana mesmo,
33:44e vendia preço de banana.
33:46Às vezes ela gastava 7 reais para produzir uma caixa de banana
33:48e vendia por 6 reais.
33:49Ela ficava indignada com aquilo.
33:51E decidiu industrializar os produtos dela.
33:54Aí para isso precisou fazer um financiamento no SICOB.
33:57Então você vê que ela cresceu e cresceu bastante.
34:00Depois dali ela já ganhou prêmios
34:03no BNDES,
34:04já ganhou prêmios da Mulher do Agro.
34:08E assim, a gente vê ela constantemente aí nas feiras.
34:11E a gente se esbarra, a gente lembra,
34:13ah, você foi o primeiro prêmio, foi no SICOB.
34:16E depois disso também teve outros,
34:18Café de Excelência.
34:19O último foi a Polpa,
34:21agora que eu vou passar para vocês,
34:22o nosso videocase aqui.
34:24Esse produtor ganha 40 mil reais,
34:26mais uma viagem para Brasília,
34:28com tudo pago,
34:29para ir lá receber o prêmio também.
34:32Aí você passa um videozinho para mim?
34:50Em primeira mão,
34:51vocês vão ver, tá gente, esse vídeo.
34:53Primeira vez que ele está sendo passado.
35:03A gente tem uma preocupação enorme
35:05quando a gente vai processar
35:06qualquer lote de polpa,
35:07de qualquer sabor.
35:08A gente pega esse material,
35:10esse produto que a gente acabou de processar,
35:12leva para dentro da nossa casa,
35:15faz o suco
35:16e dá a nota.
35:18Porque se não,
35:19o produto não tiver
35:20de boa qualidade,
35:22a gente não vai colocar no mercado.
35:24Nós aprendimos uma coisa com o meu pai.
35:27Se você não consumir,
35:30não passa para adiante.
35:37Desde a época do pai, da mãe,
35:40a gente nasceu dentro da propriedade
35:42e foi ajudando eles a trocar a propriedade
35:45e se apaixonando com o que a gente fazia, né?
35:47E o meu pai sempre foi um cara
35:49que gostou muito de plantar muitas coisas,
35:52muitas frutas,
35:53sempre tínhamos pomaros
35:54e a gente gostava muito de...
35:56não faltava na mesa da gente
35:57um suco, uma fruta, entendeu?
36:00E foi onde a gente sempre
36:01se apaixonou por isso aí.
36:04Tudo que a gente faz,
36:05a gente pensa em voltar para a propriedade,
36:07para não fazer mal à propriedade,
36:10para as pessoas também
36:10que estão trabalhando com a gente
36:12e quem consome o produto final, né?
36:21Quando a gente acha um apoio
36:23de família,
36:24é importante,
36:26um apoio da sociedade,
36:28igual está sendo aí,
36:29todo mundo está aceitando,
36:30conhece a gente,
36:31conhece o produto
36:33e o apoio, igual o Cicobi,
36:35deu também para a gente dar uma alavancada,
36:37porque além de ter um...
36:40assim, uma valorização das pessoas também,
36:44nós estamos tendo a valorização do Cicobi também.
36:47Eles viram que a gente tinha capacidade,
36:49eles perceberam,
36:50deram a chance para a gente
36:51e a gente está devolvendo essa confiança
36:54que eles deram para nós.
37:00Muito bom, né?
37:01A gente bota um propósito no nosso serviço.
37:03A gente tem uma preocupação enorme
37:05quando a gente vai...
37:07A gente bota um propósito
37:08no que a gente faz aqui,
37:10que a gente,
37:10a gente às vezes vai buscar recursos
37:12lá em Brasília,
37:13para repassar lá para Santa Maria de Jatibá,
37:15lá no interior,
37:16mas a gente vê que está chegando
37:18e está trazendo desenvolvimento
37:20para a região,
37:21para os nossos associados.
37:24Beleza, pessoal?
37:25Eu agradeço a participação de todos aí.
37:27Fico à disposição durante o evento aí também
37:29para trocar ideia,
37:30para conversar,
37:31qualquer dúvida.
37:33Obrigado.
37:48Oi.
37:49Obrigada, Eduardo.
37:50Obrigada a todo mundo
37:51que encheu aqui a nossa plateia
37:52dessa palestra.
37:53Daqui a pouquinho a gente volta
37:54com a nossa última palestra
37:56do segundo dia do Tecnoagro 2024.
37:58E obrigado ao pessoal de casa também
38:00que assistiu a nossa transmissão ao vivo.
38:02Boa tarde, gente.
38:08Obrigada.
38:09Obrigada.
38:09Obrigada.
38:10Obrigada.
38:11Obrigada.
38:11Obrigada.
38:12Obrigada.
38:14Obrigada.
38:15Obrigada.
38:17Obrigada.
38:24Obrigada.
38:25Obrigada.
38:26Obrigada.
38:26Obrigada.
38:26Obrigada.
38:27Obrigada.
38:28Obrigada.
38:29Obrigada.
38:30Obrigada.
38:31Obrigada.
38:32Obrigada.
38:35Obrigada.
38:36Obrigada.
38:37Obrigada.
38:38Obrigada.
38:38Obrigada.
38:39Obrigada.
38:39Obrigada.
38:39Obrigada.
38:39Obrigada.
38:39Obrigada.
38:39Obrigada.
38:39Obrigada.
38:42Obrigada.
38:45Obrigada.
39:13Legenda Adriana Zanotto
39:24Legenda Adriana Zanotto
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