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  • há 4 semanas
Siderson Vitorino, advogado que atua como assistente de acusação, representando a família de Kauã, alega que não há falta de segurança para realização do júri e que não há indícios de ameaças alegadas pela defesa de Georgeval

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Transcrição
00:01O mês de abril se convola como sendo o mês da mentira para a família de Cauã Salles Butikovsky.
00:08Primeiro que é inacreditável que um pai e padrasto tenha feito o que fez com seu filho e seu enteado.
00:16Um crime bárbaro, um crime brutal, um crime que choca, que deixa perplexa toda uma sociedade.
00:23Segundo que não se consegue acreditar também que se tenha lastro de verdade em ameaças que não apresentam no primeiro
00:33momento nenhum tipo de risco à integridade de ninguém.
00:36Primeiro porque Jorge Evaldo vem escoltado pelos agentes da Sejus.
00:41E segundo que existe um forte esquema de segurança hoje aqui no fórum capaz de proteger a integridade física de
00:46todos os atores envolvidos nesse processo.
00:48Então essa alegação de que não existe segurança para a instalação do júri não se coaduna na verdade e nem
00:55se perfila no direito.
00:56Bom, os advogados de defesa abandonando a sessão plenária do júri fica ao encargo do juiz a condição dos trabalhos
01:04a partir daí.
01:05E existe uma série de desdobramentos que o juiz tem capacidade de fazer.
01:09A primeira delas é aplicar uma multa processual por má fé processual em face dos advogados.
01:18e instauração também do expediente na ordem dos advogados do Brasil
01:21para que o Conselho de Ética investigue se houve ou não algum tipo de má fé na atitude dos advogados.
01:28Para além disso, o juiz pode nomear um dativo e um dativo assumir a defesa de Jorge Evaldo e o
01:33júri ser instalado a partir daí.
01:35Música
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