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  • há 4 meses
O crescimento de processos judiciais ambientais mostram mais uma frente de pressão em Minas Gerais. Levantamento exclusivo feito pela plataforma jurídica Escavador para o Estado de Minas revela que as ações por poluição foram as que mais cresceram entre 2023 e 2024, chegando a 15,6%, expondo a velocidade da contaminação de rios e solos.

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Transcrição
00:00O crescimento de processos judiciais ambientais mostram mais uma frente de pressão em Minas Gerais.
00:05Levantamento exclusivo feito pela plataforma jurídica Excavador para o Estado de Minas
00:10revela que as ações por poluição foram as que mais cresceram entre 2023 e 2024,
00:17chegando a 15,6%, expondo a velocidade da contaminação de rios e solos.
00:23Os dados do Excavador mostram que a judicialização ambiental avança em várias frentes.
00:28Os processos por ataques à fauna subiram 10,5% no mesmo período.
00:33Os danos à flora, 8,8%, e as infrações em áreas de proteção permanente aumentaram 5,6%.
00:41Vários afluentes do Rio das Velhas são atingidos.
00:44O manancial é responsável por 40% da água da região metropolitana de BH e mais da metade da capital
00:50mineira.
00:51Um dos retratos mais graves dessa crise está no Ribeirão do Onça.
00:54O manancial chega ao Rio das Velhas carregado de metais pesados.
00:58Na Foz, o índice de qualidade da água amarga o conceito ruim de 70% das amostras colhidas na última
01:05década.
01:06Entre as principais fontes poluidoras do Onça destacam-se postos de abastecimento com vazamentos
01:11e indústrias como a antiga fábrica da Secrisa, hoje Dexco.
01:15A empresa chegou a ser autuada pela FEAM e é monitorada por contaminação do solo e dos lençóis subterrâneos,
01:22por alumínio, bário, chumbo, cobalto, ferro e manganês.
01:27A Dexco, responsável pelo passivo da Secrisa, informou que a área cumpre as diretrizes da FEAM
01:32e encontram-se em monitoramento preventivo de acompanhamento.
01:36O Ribeirão Sabará chega com 70% das amostras de água classificadas como ruins.
01:40O manancial corta a área de influência da Arcelor Metal, que tem duas unidades investigadas pela FEAM
01:47por disposição inadequada de resíduos siderúrgicos.
01:50No antigo aterro e na usina da empresa, vistorias constataram riscos por metais pesados e venenos sistêmicos
01:57como cianeto, cromo, arsênio, cobalto, cobre e zinco.
02:01A Arcelor Metal afirma realizar monitoramento contínuo e que as ocorrências são pontuais,
02:07restritas às áreas monitoradas, sem risco para a população, e que mantém a adoção
02:12de medidas técnicas exigidas pelos órgãos competentes.
02:16A reportagem completa você pode ler no nosso site, em.com.br.
02:21A Arcelor Metal afirma é o site, em.com.br.
02:21A Arcelor Metal afirma é o site, em.com.br.

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