- há 10 horas
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O programa EM MINAS da TV Alterosa e do Portal Uai recebe o empreendedor e jornalista especializado em gastronomia, Eduardo Tristão Girão.
Este é o terceiro bloco do programa.
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Categoria
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NotíciasTranscrição
00:01Para você que está com a gente nesse bloco exclusivo do YouTube do Portal Ai,
00:06obrigada pela companhia, o Em Minas de hoje conversa com Eduardo Girão,
00:10jornalista empreendedor, especializado em queijo, crítico de gastronomia.
00:14A gente estava falando no encerramento do bloco, do programa na televisão,
00:18sobre a forma de conservar o queijo em casa.
00:21E aí você falou que depende, mas que o ideal é deixar num pote fechado,
00:25se observar alguma coisa do lado de fora, aí sim lavar.
00:27Mas tem o queijo, por exemplo, o frescal, que é um queijo também feito aqui em Minas Gerais,
00:32em geral, o nosso, comprado aqui.
00:34Às vezes você leva para casa, ele tem ali um caldinho, uma água, digamos assim.
00:39Ele não tem que ser lavado também ou ele já é um queijo que precisa ser lavado
00:43tanto para comer quanto para armazenar?
00:46Ele comeu um queijo que não é maturado, é um queijo de alta umidade.
00:52Então tudo aquilo que tem muita umidade, tem muita água,
00:54tem a tendência de estragar mais rapidamente, mais fácil.
00:59A gente sabe isso de forma geral para alimentos.
01:01Então com o queijo não é diferente.
01:03Todo queijo tem alta umidade, ele vai perder mais depressa.
01:06Então, por exemplo, um queijo tipo brie, um queijo tipo gorgonzola,
01:09um requeijão de barra, ele vai tender a mofar e a estragar mais rápido.
01:14Com o frescal acontece às vezes dele melar.
01:17Ele baba, mela, como a gente fala mais coloquialmente.
01:23Esse é um queijo que a gente deve, até por essa validade curta,
01:26consumir o mais rápido possível, conservar sempre na geladeira,
01:30deixar ele fora da geladeira o mínimo possível, apenas para consumir e retornar ali.
01:36E se ele apresentar alguma característica desse tipo, de melar, alguma coisa assim,
01:43é recomendável que a gente assim que possível lave, escorra bem e volte para o pote
01:48para poder guardar.
01:49Porque isso pode, a proliferação das bactérias que estão ali, que são naturais ali do queijo também,
01:54pode acabar precipitando uma degradação muito acelerada dele.
01:59Então o ideal é que a gente coma depressa, mas se apresentar isso,
02:03o quanto antes a gente já lavar, dar uma escorridinha nele e voltar.
02:08Porque ele é úmido mesmo.
02:09Então ele pode soltar um pouco de líquido, um pouco de soro, isso é normal.
02:12Agora se ele começar a melar, aí realmente é melhor verificar, lavar e consumir o quanto antes.
02:19Eduardo, você trabalhou aqui no Jornal do Estado de Minas com a gente de 2004, 2003 até 2016.
02:252003 até 2016.
02:26A 2016.
02:27Agora, uma curiosidade, como é que você se tornou esse crítico gastronômico,
02:34primeiro, especializado em queijo?
02:36Como é que aconteceu isso aí na sua carreira, na sua vida?
02:38Eu entrei aqui no Jornal em 2003, comecei trabalhando em cidades, fazendo ronda policial e tal.
02:46E depois, há pouco tempo, eu passei para a cultura, na época do saudoso João Paulo,
02:51que era o nosso editor lá, deixou muita saudade, foi um grande exemplo para todos lá.
02:58E comecei escrevendo sobre gastronomia, fui chamado já para escrever sobre gastronomia,
03:03então isso desde 2004.
03:05E como eu sempre gostei muito de música, escrevi sobre música também,
03:08então isso sempre fez parte aqui da minha trajetória também, muito música instrumental.
03:11Pouca gente sabe disso.
03:13É mesmo?
03:14É.
03:14Então eu gostava muito de escrever sobre isso.
03:17E soldado no quartel, eu fazia de tudo, né?
03:19Tinha o dia do plantão e tal, então já fiz matéria de economia, política, né?
03:23Também já precisei fazer de um tudo.
03:27E naturalmente, ao fazer as matérias de gastronomia, o queijo volta e meia aparecia, porque estamos em Minas, né?
03:33Então reconheciam uma região, saía o reconhecimento de um queijo novo, né?
03:39Algo desse tipo, né?
03:40Aí tinha alguma coisa para a gente escrever.
03:41E num dado momento, essas notícias começaram a se avolumar mais, né?
03:45Já meados de 2000 e... lá para 2010, alguma coisa assim, começou o movimento do queijo, começou a crescer muito.
03:53Eu falei, opa, tem uma... tem um tema forte aqui, né? Batendo, né?
03:58É um lixo interessante, né?
03:59Isso.
04:00E eu vi que as pessoas, embora nós mineiros gostamos muito de queijo e tal, a gente, na prática, a
04:05gente não entende muito sobre queijo, no fundo.
04:08A gente gosta muito de comer.
04:09Tem orgulho, curte, aprecia e tal, mas a gente não sabe diferenciar.
04:13Não.
04:13Então, para muitas pessoas, aquela história, né?
04:15A canastra, o queijo canastra, mas, na verdade, é uma região.
04:18Isso.
04:19Confunde o Minas artesanal com o Minas meia cura, com o Minas padrão, com o Minas frescal.
04:24Tem quatro queijos que têm nome de Minas, né?
04:26E, às vezes, as pessoas não sabem diferenciar.
04:28Depois nós vamos voltar nisso para você explicar, né?
04:30Lógico.
04:30E esses quatro aí, que são os campeões de confusão do Mineiro, inclusive.
04:34É, do Mineiro.
04:35Mas aí, voltando na sua trajetória, foi aí que você...
04:37É, aí eu falei, pô, tem uma oportunidade, né?
04:39Como jornalista, né?
04:40De tratar essa informação, né?
04:44Levar essa informação para as pessoas, né?
04:45Como fazer isso e tal.
04:46Então, começou a surgir a ideia de fazer degustações abertas ao público, assim.
04:50Então, tirar as pessoas de casa e levar as pessoas para provar queijos mineiros,
04:56numa época que isso não era...
04:58Absolutamente não era comum.
04:58Não me lembro de outra pessoa fazendo isso na época, né?
05:02Então, não era...
05:02Chamar a pessoa para ir comer um brie, um parmesão, alguma coisa assim, na rua,
05:07acho que podia ser até normal.
05:09Mas não queijo Minas artesanal, cabacinho, requeijão moreno, eram queijos do nosso dia a dia, né?
05:15Mas que não tinham ainda essa visão como produtos artesanais, típicos, que devem ser valorizados.
05:21Então, isso estava muito no começo, né?
05:23Então, foi um trabalho pioneiro nesse sentido.
05:25E, aos poucos, a gente foi enxergando que dá para fazer outras coisas em se tratando de informação.
05:32Isso já dentro da sua empresa.
05:34Isso, isso.
05:35Pois é, nós vamos falar sobre ela, que é o Queijo Cura.
05:38Só Queijo Cura.
05:39Olha que nome sensacional, só Queijo Cura.
05:42Essa já é a sua empresa como empreendedor que você faz aí as degustações dos queijos.
05:48Mas como que foi essa transição?
05:49Então, foi ali já fazendo matéria e conhecendo um pouco do universo do queijo
05:53que você se especializou e viu a oportunidade e abriu a empresa.
05:58Isso.
05:58Aí, eu me desliguei do jornal em 2016, né?
06:01E aí, eu me juntei com a minha irmã, que se chama Denise.
06:06E hoje, nós somos os dois irmãos que são sócios da empresa, né?
06:09Então, a empresa somos eu e ela.
06:11E aí, com a entrada dela, a gente conseguiu entender de uma forma mais ampla as possibilidades
06:16que a gente tinha.
06:17Então, hoje, a gente trabalha, além das degustações, a gente trabalha com serviços,
06:22ações de comunicação na área do queijo, com consultorias também e com atividades de ensino
06:27também na área do queijo.
06:28Então, volta e meia, a gente está viajando para capacitar produtores numa região, ensinar
06:33lojistas sobre determinado aspecto comercial, estratégico, para falar sobre queijo, fazer
06:40degustações, geralmente corporativas, algumas abertas ao público.
06:44Então, a gente tem tudo que envolve cultura queijeira como um trabalho, tendo jornalismo
06:50no seu coração.
06:53Claro.
06:53Quem quiser conhecer ou pesquisar, entrar em contato com você para acionar aí Só Queijo
06:58Cura, vocês têm o quê?
07:00Rede social?
07:00Instagram?
07:01Isso aí.
07:01A gente tem um perfil no Instagram, arroba Só Queijo Cura.
07:06Fácil demais.
07:07Facílimo.
07:08Gente, adorei.
07:08Só Queijo Cura.
07:09Isso.
07:10Agora, vamos voltar a falar sobre esses principais aí, os campeões de confusão do Mineiro,
07:14porque eu sou uma que realmente também fico na dúvida.
07:17Queijo Minas, queijo padrão, cura, meia cura.
07:21Explica para a gente essas diferenças desses principais e por que que eles causam também
07:25essa confusão em nós, assim.
07:28É.
07:29O queijo Minas artesanal já é um queijo muito antigo, ele tem mais ou menos 300 anos,
07:34né?
07:34Esse é o nosso principal, né?
07:36O nosso, é, mais difundido, né?
07:37Um dos principais, né?
07:38Que tem mais produtores, né?
07:40Inclusive.
07:41Ele não nasceu com esse nome, né?
07:43Ele ganhou, foi ganhando pedaços desse nome ao longo da história, né?
07:46Quando ele surgiu, né?
07:48300 anos atrás, ele era um queijo.
07:51Feito num lugar que viria a se chamar Minas Gerais, né?
07:54Mais pra frente.
07:55Então, quando ele passou, se tornou, né?
07:57Ganhou mais o status de produto, começou a ser vendido em outras regiões, em outros
08:02estados, né?
08:03Esse queijo, a gente sabe que ele foi muito para o estado de São Paulo por conta das
08:07linhas de trem, né?
08:08Na época, né?
08:09No século XIX, né?
08:10Principalmente.
08:11Ele foi para o mercado paulista.
08:13Esse queijo foi usado para abastecer a corte quando ela foi instalada no Rio de Janeiro,
08:19né?
08:19Então, atendeu a família real, né?
08:22Nessa época, né?
08:22Então, ele foi ganhando esse nome de queijo Minas, porque era o queijo que vinha daqui.
08:27Então, quando, só depois, lá no ano de 2002, né?
08:29Quando criaram o regulamento, a lei para dizer como ele deve ser produzido e tal, ele
08:34ganhou o nome que ele tem hoje de queijo Minas artesanal.
08:36E aí, com isso, se criou essa, por um lado, uma identificação necessária pra ele, mas
08:43que acabou coincidindo com o nome de outros queijos industrializados que, naquela época,
08:47também já estavam consolidados naturalmente.
08:50A partir do século XIX, né?
08:51Fáculas de laticínio e tal foram desenvolvendo receitas com leite pasteurizado, né?
08:55O Minas artesanal é leite cru.
08:57Então, essas fábricas começaram a fazer adaptações desse queijo para serem vendidas
09:01em outros contextos, de outras maneiras, né?
09:03Então, primeiro, se criou o queijo Minas padrão ou padronizado, né?
09:08Que aí é um queijo feito com leite pasteurizado, também de vaca, mas é um queijo que não
09:15é uma maturação que não é muito prolongada, é um queijo um pouco mais ácido, bem branco,
09:21que não tem casca, mas que a ideia era, vamos dizer assim, reproduzir mais ou menos como
09:26seria o Minas.
09:27E ele não é tão seco, né?
09:29Não, ele é bastante úmido.
09:30Ele é mais molhadinho, né?
09:32Não tanto quanto o frescal.
09:33Sim.
09:33Mas é um queijo um pouco mais enxuto, mas que ainda tem alguma umidade.
09:37Com um pouquinho, com uma certa umidade, tá?
09:39Esse é o...
09:40Minas padrão.
09:41Padrão.
09:41E aí, daí, tem outro.
09:43A partir do Minas padrão, foi criada uma receita que ficou conhecida depois como queijo
09:47Minas Meia Cura, que foi uma, podemos dizer assim, foi uma versão um pouco diferente dele,
09:52pensada para poder maturar mais depressa.
09:56Então, não é que ele matura menos, é para ele chegar num ponto de maturação mais rápido.
10:00Então, ele tinha uma tecnologia específica, não vou entrar muito em detalhe aqui, mas tinha
10:05uma tecnologia específica para poder fazer com que a massa dele se comportasse melhor para
10:10maturar, ele maturasse mais rápido.
10:12E aí, por isso que ele é menos ácido e tem uma casquinha levemente formada, em volta,
10:17um pouquinho mais amarelinho.
10:18E a gente tem o Minas frescal, que é um queijo totalmente diferente e não é prensado.
10:23É a massa coagulada, que é colocada na forma e salgada por cima.
10:28E é um queijo que não tem maturação e que já está praticamente pronto para ser consumido.
10:33Já consumido.
10:33Você faz ele e ele fica pronto, vamos dizer, de um dia para o outro.
10:36Agora, antes da gente encerrar esse papo, eu poderia ficar aqui, gente, conversando
10:39sobre queijo.
10:40Eu vou te falar mais uns três programas em Minas.
10:44Hoje, a fiscalização, a vigilância, a legislação, você acha que ela precisa ser
10:50mudada para dar mais visibilidade, para dar mais suporte e mais condição de crescimento
10:56para o próprio produtor de Minas Gerais?
10:58Como é que você vê essa questão?
11:00A gente tem hoje um cenário em que as ferramentas, os aparatos e acaba que a burocracia acaba
11:08ficando um pouco grande para lidar com esses produtos.
11:12Então, eu creio que hoje a gente tem selos diferentes.
11:15Selo de abrangência municipal, estadual, federal.
11:19Tem vários.
11:21E tem basicamente a finalidade de dizer que aquele produto foi fiscalizado, ele está
11:25apto para consumo.
11:27Eu creio que deveria ser, na minha opinião, deveria ser unificado no sentido de permitir
11:32que esses produtos sejam fiscalizados sempre da mesma maneira, com um padrão que seja rigoroso
11:38sim, porque a gente precisa ter garantia da sanidade do que a gente vai comer, mas para
11:42que isso seja uma coisa um pouco mais simplificada, para que esse produto possa ser vendido legalmente
11:46em todos os lugares.
11:48É aquela história, por que o produto que é fiscalizado no município, que tem o SIM,
11:52ele não pode ser vendido no município do lado, ou não pode cruzar a fronteira para ser
11:56vendido em Espírito Santo, no Rio de Janeiro, em São Paulo, na Bahia, em Goiás?
11:59Precisa desburocratizar essa fiscalização.
12:01É difícil explicar isso, sabe, assim, para as pessoas.
12:04É um selo municipal, é um selo estadual, é um selo nacional?
12:07E por que que se já recebeu um selo?
12:08São vários caminhos, né?
12:09Exato.
12:10O que ele tem para ficar legalizado no mercado, isso acaba ficando confuso, é difícil,
12:15até não vou dar muita opinião nessa área que é muito técnica, né?
12:18Mas é muito difícil explicar isso para as pessoas, né?
12:21Mas, pô, por que que pode vender o produto que é feito em Araxá, vamos dizer, né?
12:25Que pode ser vendido ali, mas dependendo do selo, ele não pode ser vendido em Belo Horizonte, né?
12:29É o que a gente falou no primeiro bloco, o que dificulta, né?
12:32Dificulta demais, né?
12:33Então, essas instâncias de fiscalização, isso precisa ter uma comunicação melhor, uma padronização, uma integração, né?
12:41Para que isso facilite a vida do pequeno produtor.
12:44Lembrando que ele é um cara pequeno, né?
12:46Isso, ele é uma família, né?
12:49Que está trabalhando, não é uma fábrica de laticínios e tal, né?
12:52É uma empresa séria, né?
12:54Que faz, mas é uma empresa familiar, é agricultura familiar, né?
12:57Então, acho que a gente precisa ter um olhar mais, vamos dizer, cuidadoso, carinhoso, né?
13:03Com eles, porque é uma tradição que, inclusive, precisa de ter o desejo de um carinho com essas pessoas.
13:10Porque é uma tradição que, aos poucos, tem se mostrado de difícil sobrevivência, né?
13:18Muitos avós, pais, tios, né?
13:20Estão ficando sozinhos produzindo seus produtos, porque as gerações subsequentes não estão querendo ficar...
13:25Dar continuidade.
13:26Não estão vendo muita dificuldade, né?
13:28Ou pouco futuro, né?
13:30Do ponto de vista financeiro, em produzir aquilo.
13:32Vêm as dificuldades todas, né?
13:34De conseguir um registro, de conseguir vender para fora, né?
13:38Da sua localidade, né?
13:39Um mercado que é muito competitivo, que ainda carece de educação, de informação.
13:45O papel da gente está nisso, né?
13:46Também.
13:47Então, essas gerações mais novas estão se afastando disso também.
13:52É preciso ter um olhar para isso, para que essas pessoas vejam que isso é um produto que tem sim
13:58futuro, né?
13:59Mas a gente precisa cuidar dele com um pouco mais de carinho, para que as pessoas enxerguem mais futuro nele.
14:05Senão, o queijo que a gente tem hoje, que a gente se orgulha, medalhas e tudo mais, ele vai morrer.
14:10Ah, é o que a gente espera, que não morra.
14:12Que não aconteça, né?
14:13Eu, como consumidora, falo isso.
14:15Porque não só incentiva o produtor, incentiva a nós também, consumidores.
14:18Agora, para a gente encerrar, sobre o mapa dos queijos, que nós falamos que foi lançado hoje, né?
14:26Como é que quem está em casa, tem a curiosidade de conhecer esse mapa, você vai disponibilizar também no Instagram
14:30da sua empresa,
14:31Só Queijo Cura?
14:32Como é que a pessoa pode fazer para conhecer esse mapa?
14:35Pode, quem tiver interesse, né?
14:38Já foi distribuído, né?
14:40E acredito que vão ter outras impressões, talvez.
14:42Mas para quem quiser, consegue acessar no site da Cumbuca.
14:45No site da Cumbuca, que é a empresa do Marcelo Vanderlei, idealizador da semana, dos queijos artesanais de Minas Gerais,
14:53Pode entrar no site da Cumbuca para fazer o download lá.
14:56Do mapa.
14:57Do mapa, exato.
14:57Está aí o mapa mais uma vez na tela para a gente poder encerrar o programa.
15:00E eu confesso que, vou te falar, fazer uma viagem, conhecer algumas dessas regiões,
15:05Porque assim, a gente sabe que Minas Gerais, né?
15:07Olha para você ver, ela é diversa demais, é um território extremamente extenso.
15:11Mas a gente pegar um prazo, escolher uma dessas regiões, visitar uma queijaria,
15:16Conhecer um pouco mais desse queijo feito no local.
15:18Você já deve ter feito muito isso.
15:19Muito.
15:20Na toa, você é um crítico e um grande conhecedor especializado em queijo.
15:23Deve ser fantástico, né, Eduardo?
15:25Sim.
15:25É, viajar para a Europa para fazer esse tipo de turismo é ótimo, né?
15:28Mas dá para a gente fazer coisas ótimas aqui também, que ainda dá até menos trabalho.
15:31Exatamente.
15:32Então, precisamos ir à Europa.
15:33Temos aí o nosso mapa dos queijos em Minas Gerais, Eduardo.
15:36Muito obrigada.
15:37Obrigado a vocês.
15:37Foi uma delícia falar sobre queijos aqui no nosso programa em Minas.
15:42As portas estão sempre abertas, tá bom?
15:43Muito obrigado.
15:44A você que nos acompanhou até aqui, a íntegra desse bate-papo, amanhã, segunda-feira,
15:51no Jornal Estado de Minas.
15:52Obrigada pela companhia e até o próximo programa.
15:55Tchau.
16:13Transcrição e Legendas por Quintena Coelho
16:14Transcrição e Legendas por Quintena Coelho
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