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  • há 13 horas

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Transcrição
00:00Falando em chuva, hoje foi mais um dia de sufoco para quem precisou sair das ruas na região metropolitana.
00:05Muita chuva e transtornos desde cedo.
00:08Em Olinda, como a gente acabou de mostrar, por exemplo, mesmo sabendo dos pontos alagados de sempre,
00:13não se podia fazer nada. E no Recife, a mesma coisa. Na tela.
00:18Em Olinda, esse ponto já conhecido pelos alagamentos, mais uma vez ficou cheio d'água.
00:24Entre as avenidas Antônio da Costa Azevedo e Presidente Kennedy, foi uma dificuldade para pedestres, motociclistas e motoristas.
00:33Esse homem preferiu nem encarar a travessia.
00:36A frente da UPA de Peixinhos também ficou alagada.
00:40Nesse ponto, um guarda-chuva foi deixado para trás.
00:44Ao redor, os comerciantes tiravam a água acumulada dos estabelecimentos.
00:49A gente saiu de Olinda e veio para Recife, mas a imagem não muda muito não.
00:55Nesse ponto, no bairro de Afogados, toda vez que chove, fica assim, alagado.
01:01Essa é a Estrada dos Remédios, perto da estação de metrô.
01:06Nas lojas, tem proteção de ferro na frente, para a água não entrar.
01:10Mas nessa farmácia, que não tem a proteção,
01:13parte da manhã foi para fazer a limpeza e retirar a água suja.
01:18Eliane sai de casa ciente de que pode adoecer, mas se cuida como consegue.
01:24É muito complicado, né? Porque é um descaso, né?
01:29Choveu e afogado fica assim?
01:31Choveu e fica assim, é.
01:33Estava fazendo uma obra ali na Nicolau Pereira, pronto, piorou a situação.
01:38Você está indo para onde?
01:40Afogado, para feira.
01:41Tem que ir assim, com os pés na água.
01:43Com os pés na água.
01:44Dá para botar uma bota não, Eliane?
01:46Estou sem bota.
01:47Aí acostumou, né?
01:49Acostumou.
01:50A gente tem que ir, né?
01:50Dona de casa, né?
01:51Foi sem dúvidas mais uma manhã de transtornos para os trabalhadores.
01:56Essa mulher estava esperando o ônibus desde as seis horas.
02:01Passou mais de duas horas na parada.
02:03Essa outra cansou de esperar e pegou uma moto por aplicativo.
02:08O motociclista disse que saiu para trabalhar porque precisa do dinheiro,
02:13mas sabe que pode ficar no prejuízo.
02:15É, se quebrar, vai ficar no prejuízo a gente, né?
02:18Uma corrida de 10 reais, vamos supor.
02:21Aí se a moto quebrar, eu quero gastar o quê?
02:22600 reais.
02:24Aí não vale a pena, mas tem que trabalhar, né?
02:26Não é muita vantagem sair para trabalhar dia de chuva, não,
02:29mas é o seu trabalho, é o seu ofício.
02:31É o que tem para hoje, né?
02:32Tem que ir.
02:33Esse outro motociclista acabou de gastar mais de 300 reais no conserto do veículo.
02:40Ela foi em água por aqui pelo tanque, entrou, ela tinha que fazer a revisão dela,
02:44entrou por causa de peça aqui, caçar as águas que tem por aqui.
02:47Tem que sair, vai sair para trabalhar, tem algum trabalho?
02:50Eu trabalho no Ceasa, porque saio todo dia às 11h30, meia-noite.
02:53Tem que sair para trabalhar, mas...
02:58Tem que ir para letar isso, né?
02:59Tem que ir para letar isso, né?
02:59Tem que ir para letar isso.

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