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O grupo de porta-aviões francês Charles de Gaulle está a caminho do Mar Vermelho e do Golfo de Aden como parte de uma missão conjunta entre França e Reino Unido para reforçar a liberdade de navegação no Estreito de Ormuz. A operação foi anunciada pelos líderes Emmanuel Macron e Keir Starmer em meio ao aumento das tensões no Oriente Médio e deve manter as embarcações na região por até cinco meses.

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Transcrição
00:00A França e o Reino Unido se unem para articular o retorno da navegação no Estreito de Hormuz.
00:06Luca Bassani chega ao vivo com todas as informações pra gente. Luca.
00:11Pois é, David, desde o começo da guerra, a França e o Reino Unido têm se colocado como possíveis lideranças
00:18para reabrir o Estreito de Hormuz, ou pelo menos enviar missões para mantê-lo aberto uma vez que a guerra
00:24seja finalizada.
00:25O presidente Emmanuel Macron e as Forças Armadas anunciaram que vão enviar o porta-aviões Charles de Gaulle para a
00:33região
00:33e que ele já estaria atravessando o canal de Suez, depois passando pelo Golfo de Adem, né,
00:39entre a África e o Iêmen para chegar mais próximo possível do Estreito de Hormuz.
00:44Não sabemos ao certo quando que essas operações começarão a acontecer,
00:48mas a ideia é fazer aquilo que os Estados Unidos gostariam de fazer, fizeram por um ou dois dias
00:55e depois voltaram atrás com o anúncio do presidente Trump, que é patrulhar aquelas águas
01:00e permitir com que a navegação se torne novamente segura.
01:04Lembrando que a Europa e a Ásia são os dois continentes mais afetados pelo fechamento do Estreito de Hormuz
01:10por conta de dependerem quase que exclusivamente desses produtores no Oriente Médio.
01:16Países como a Tailândia, a Índia, a Bangladesh já sofrem racionamento em algumas regiões da gasolina e do diesel
01:22e aqui na Europa, por mais que ainda tenhamos o acesso a esses bens, os preços estão absurdos
01:28e a previsão para o verão é bastante preocupante no período de férias.
01:34Então a França e o Reino Unido liderando essa iniciativa são outros 40 países que fazem parte,
01:40dentre eles também nações asiáticas como a Coreia do Sul, como o próprio Emirado dos Árabes Unidos
01:45e outros países europeus, tais como a Itália, a Alemanha e também países do leste
01:51que precisam deste petróleo, deste gás natural chegando.
01:55Óbvio que não sabemos se essa medida será efetiva e se eles irão se engajar diretamente
02:00com as tropas iranianas ou com a marinha iraniana, considerando que muitos desses países
02:05não querem ser arrastados para um conflito de longa duração, seja pelas consequências políticas,
02:10seja até mesmo pelo medo de atentados ou retaliações que as suas próprias nações
02:14podem sofrer em relação a isso, o que causa maiores incertezas sobre os próximos dias.
02:20A gente vai ficar de olho em todas as declarações e também como que o próprio Irã pode reagir a
02:26isso,
02:26se ele vai ameaçar essas embarcações, já que é um porta-aviões de grande porte,
02:31muito expressivo, inclusive o maior que a França tem em seu arsenal
02:35e que poderia significar talvez uma ajuda operacional aos Estados Unidos, eventualmente.
02:42Aquilo que é conversado nos bastidores pouco é sabido por enquanto.
02:46Tá certo, Luca Bassani. Muito obrigado pelas suas informações ao vivo, direto da Europa,
02:51acompanhando então toda essa tensão envolvendo Estados Unidos e Irã.
02:54A gente torce para que em breve a gente tenha um desfecho, porque isso gera reflexos em todo o mundo.
03:01A gente estava há pouco comentando sobre o preço dos combustíveis também aqui no Brasil.
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