- há 2 dias
Cidade da região Serrana do Espírito Santo é conhecida como a mais pomerana do Brasil.
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Categoria
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NotíciasTranscrição
00:00Caçadores de Destinos, patrocínio China Park Eco Resort, lugar de gente feliz.
00:16Vocês já conhecem a cidade mais pomerana do Brasil?
00:20Ela fica no Espírito Santo, não por acaso na região turística dos imigrantes e se chama Santa Maria de Etibá.
00:33Bora viajar pela cultura e conhecer um pouco mais do que o Estado tem a oferecer?
00:48Música
00:56Santa Maria de Etibá preserva arquitetura, tradições, cultura e até o idioma de uma região que não existe mais oficialmente
01:05no mapa europeu,
01:06mas cujas memórias continuam bem vivas aqui neste pedaço de solo capixaba.
01:16A Pomerânia ficava entre a Alemanha e a Polônia.
01:20Era uma das províncias, uma espécie de Estado da antiga Prússia, mas desapareceu do mapa depois da Segunda Guerra Mundial.
01:28No século XIX, o Espírito Santo foi refúgio para o povo pomerano, que fincou raízes em Santa Maria de Etibá.
01:38Música
01:42Os pomeranos vieram para o Brasil fugindo de uma situação de pobreza extrema.
01:49Como a Pomerânia ficava à beira-mar, muitas vezes ela era palco de disputas de território.
01:57Então surge o governo brasileiro com a promessa de que os pomeranos teriam terras no Brasil.
02:03Os pomeranos vieram em busca desse sonho, mas a terra aqui não foi dada, ela teve que ser comprada.
02:10Então os pomeranos precisaram pagar a terra.
02:13Quando vieram para o Brasil, em 1859, os pomeranos não tiveram casa para morar.
02:21Não foi uma tarefa fácil começar a vida no Espírito Santo, começar a vida aqui nas montanhas de Santa Maria
02:28de Etibá.
02:31Música
02:35A dona Marineus é proprietária do Vayan Hus, onde toda essa história vira turismo de experiência.
02:43Andando pela Casa Pomerana, a gente conhece os hábitos de quem morou aqui.
02:49Música
02:52Se vocês olharem as partes da madeira, ainda dá para ver as marcas do machado,
03:01onde essas madeiras foram sendo aparadas até um tronco circular virar uma peça quadrada para construção.
03:10Uma outra curiosidade que a gente tem do pomerano são as significações.
03:17O pomerano é um povo muito místico.
03:20Então, quando morre o dono da propriedade, a primeira atitude que se tem é parar o relógio.
03:28Parar o relógio porque uma vida parou, deixou de existir.
03:32Para-se o relógio.
03:35A segunda atitude, avisar as pessoas da casa e os animais da propriedade, que o proprietário morreu.
03:44Depois, o sepultamento do corpo.
03:47O relógio é posto em movimento de novo, indicando que a vida dos que ainda estão ali naquela casa
03:54continua e precisa fluir.
03:56Aí a gente vai conhecer a cama, o quarto, o quarto do casal.
04:05A gente mantém fechado exatamente para manter o pessoal atento ao que está sendo explicado.
04:15Aqui a gente tem uma escrivaninha, ela foi do meu bisavô.
04:19Meu bisavô foi professor.
04:21Hoje nós estamos na quarta geração de professores da família.
04:24Então, essa aqui era a escrivaninha dele, os materiais de uso dele.
04:29A máquina fotográfica já foi do... a máquina da tilografia foi do meu sogro.
04:37E muitos costumes são passados de geração em geração e preservados até hoje.
04:46Essa roupinha aqui, ela tem mais de 80 anos.
04:49Foi uma família inteira que foi batizado com essa roupa.
04:53E aí o detalhe, por exemplo, os enfeites aqui são rosa e a anágua também é rosa.
05:02Mas quando era um menino, esses enfeites rosas eram tirados, colocado azul e colocava-se a anáguazinha azul
05:15para ser a roupinha de um menino.
05:17Então, era uma roupa para a família inteira, não era uma roupa para cada criança.
05:24Tudo que se fazia, se fazia pensando na reutilização, em reusar.
05:30E assim a gente ainda vive até hoje.
05:33Por exemplo, os meus filhos, eles foram educados de que a gente só troca a mochila quando ela arrebenta.
05:41Não porque o ano acabou e começa um novo ano escolar.
05:45A gente não troca o lápis de cor porque já gastou um pouquinho dele.
05:50Enquanto tiver um toquinho, a gente continua usando.
05:53Então, é essa também, essa parte do consumismo, né?
05:57De um consumo consciente.
06:00E se acontecer de não entender o que as pessoas estão falando, não estranhem.
06:13É que o pomerano é língua co-oficial na cidade, ensinado inclusive nas escolas.
06:19Mas é só perguntar que eles traduzem para o nosso bom e velho português.
06:25Essa história, ela nos diz o seguinte.
06:28Quando eu era uma menininha, eu queria muito ter uma galinha.
06:31Todos me perguntavam qual seria o nome da minha galinha.
06:35Tu-tu-ru-te-rin é o nome da minha galinha.
06:37Tu-tu-tu é a forma como as mulheres pomeranas chamam as galinhas para alimentá-las.
06:44Então, o que eu queria, na verdade, não era uma galinha.
06:47Era uma criação de galinha.
07:13Ensinado nas escolas, falado no dia a dia
07:16e compartilhado com quem visita a cidade.
07:20Sejam bem-vindos na Santa Maria de Getibá,
07:23da grande pomeristade do Espírito Santo.
07:27A gente só não entende.
07:29Sejam bem-vindos à Santa Maria de Getibá,
07:32a maior colônia pomerana do mundo.
07:43E tem outra tradição que é preservada por aqui.
07:47O casamento pomerano é cheio de peculiaridades.
07:52Olha eu aqui de noiva, de novo, gente.
07:56Dona Marineuza.
07:57A senhora vai me casar de novo, então?
07:59Vou.
08:00Adoro casar as pessoas.
08:01Não é?
08:03Dona Marineuza arrumou um noivo para mim do Pará, gente.
08:08Venha, Pedro.
08:09O Pedro está visitando aqui.
08:12Santa Maria de Getibá é do Pará.
08:14E aí, Pedro?
08:15Vamos casar, então?
08:16Vai.
08:17Estamos aqui para isso.
08:18É só de brincadeirinha, né?
08:20Vai que dá problema, né?
08:22Dona Marineuza.
08:24O casamento pomerano tem algumas curiosidades.
08:28Dura quantos dias?
08:30Começa na sexta de manhã a festa propriamente dita.
08:35Começa na sexta de manhã e termina na quinta de manhã e termina no sábado de manhã, antigamente.
08:43Hoje ele começa na sexta de manhã e termina no domingo de manhã.
08:46São 48 horas consecutivas de festa.
08:49O preto não é cor de luto pomerano.
08:52A cor do luto pomerano é roxo.
08:54É colorido, né?
08:55É roxo.
08:56A cor do luto pomerano é roxo, não é preto.
08:59Preto é cor da nobreza, é cor da riqueza, da fortuna.
09:03É a melhor roupa que se tinha para vestir.
09:07Por isso era o preto.
09:09Vamos casar, Pedro, então?
09:10Vamos lá, Dona Marineuza.
09:12Como que é agora?
09:13Bom, o casamento pomerano, o ritual do barulho do quebra-louça começa com a oficiante chegando no recinto da festa.
09:23A festa já está rolando, todo mundo dançando.
09:26E a oficiante chega dessa forma.
09:36Cheguei aqui nesse recinto hoje e me surpreendi.
09:40Um lugar tão bonito, tão bem arrumado, tudo tão bem organizado, as pessoas tão alegres, bem vestidas, bem arrumadas.
09:49O que se passa nesse recinto?
09:51Tenho a leve impressão de que se trata de um casamento.
09:55Ah, com certeza, pois aqui estão os noivos tão belos e formosos.
10:00E eu, como oficiante desse momento, vou à cozinha verificar se realmente vocês prepararam tudo com delicadeza.
10:09Oh, como eu sou desastrada, deixei o meu prato cair e ele se quebrou.
10:16O que eu faço agora para provar essas iguarias?
10:20Esqueçamos o prato.
10:22Acontece com qualquer um.
10:23Também vai acontecer na vida de vocês, de algo se quebrar.
10:28Para celebrar a data de hoje, eu trouxe para vocês alguns presentes.
10:36Eu trouxe para você este bule.
10:40Para que você possa servir a sua mesa com dignidade.
10:46E assim, receber a sua família e todos os seus convidados numa mesa digna de ser apresentada.
10:56Depois dessa cerimônia, dançam-se sobre os cacos.
11:00E ao dançar sobre os cacos, se declara a vitória do bem sobre o mal.
11:05Vamos varrer, noivo, né?
11:07Vamos juntar.
11:07Que beijo, é juntar os cacos.
11:09É juntar o caco.
11:14Agora o noivo vai voltar para o Pará.
11:17Pois é, já se parou.
11:18Aí eu vou ter que vir aqui outra vez para casar de novo.
11:21Entendeu?
11:21Não muito é isso, né?
11:23Ah, uai, você que vai me parar, noivo.
11:25Eu te carrego para a minha vida.
11:27E aí, gostou da experiência?
11:29Ótimo, muito bom.
11:31Isso é a história do povo brasileiro.
11:33Essa miscigenação que a gente tem de alemão, de italiano, dos povos originários, dos africanos,
11:40que faz essa riqueza cultural que é o nosso país, o Brasil.
11:44Já conheceu o Espírito Santo?
11:45Não, primeira vez.
11:46Já está querendo voltar?
11:48Já estou marcando a passagem de volta.
11:50Muito bom.
11:56O Caçadores de Destinos volta já, já.
12:00Continuem aqui com a gente.
12:07Estamos apresentando Caçadores de Destinos.
12:11Voltamos a apresentar Caçadores de Destinos.
12:23A avicultura e a agricultura familiar movimentam a economia em Santa Maria de Etibá.
12:30O município se destaca nacionalmente pela produção de ovos e é, inclusive, chamado de Capital Nacional do Ovo.
12:44Na agricultura familiar, são mais de 6 mil produtores.
12:48Santa Maria de Etibá é uma das cidades capixabas que mais produzem alimentos orgânicos.
12:54Por mês, são colhidas aproximadamente 250 toneladas de alimentos,
13:00que são vendidas em feiras espalhadas por todo o Espírito Santo.
13:08E essa vocação influencia o turismo.
13:11No sítio Hamertest, a Selene, que é produtora orgânica há 35 anos,
13:17oferece aos visitantes uma experiência voltada para a produção de chás com plantas medicinais colhidas aqui.
13:27Aqui temos abacaxi com melissa e tem terramicina com vique, que é um antioxidante, um refrescante.
13:36E aqui tem capim cedreiro com fada azul, que é um antioxidante e calmante.
13:42E também temos camomila, que eu chamo a planta que tem o cheiro de Deus.
13:48Aqui nós vamos fazer a experiência de chás.
13:51Vou colocar nos chaleirinhos, tem uma cor agora e ao meio tempo,
13:56quando a gente vai fazer visita ao campo e voltar, você tem a transformação dela pronto.
14:02As cores diferentes e cores e sabores, vamos dizer assim, que nos dão um verdadeiro sentido de vida.
14:18A Selene já ganhou o prêmio Sebrae Mulher de Negócios, duas vezes.
14:24E tem o título de embaixadora da ONU Mulheres Rurais, Mulheres com Direitos, da região Sudeste,
14:32graças a esse trabalho que ela desenvolve.
14:36Eu tenho 240 variedades de plantas.
14:41Eu acho que é o maior número de plantas que tem uma propriedade registrada dentro de uma propriedade aqui no
14:49Espírito Santo.
14:50E sempre é assim, alguém precisando de uma planta diferente, o nome sou eu.
14:58Essa aqui é quebra-pedra.
15:00Quebra-pedra que faz tratamento de pedra no rim e assim.
15:08Essas flores do campo que tem aqui, pode usar como ornamental e pode usar como chás também.
15:14Ela chama perpétua.
15:16É um ótimo tratamento para a inflamação uterina.
15:23Esse é o meu cargo-chefe de fazer os produtos dos temperos.
15:29Isso que é sabogueira, é uma das plantas que nossos vovós usaram para curar sarampo, febre e dores.
15:48Transformou a cor totalmente, né?
15:51Olha lá.
15:55Essa aqui é um calmante, né?
15:57Capim santo, capim limão e fada azul.
16:02Enche a xícara para mim, Selene, por favor.
16:05Fica bem calminha.
16:07Para aguentar meu cinegrafista, gente.
16:09Tem que tomar chá.
16:14Chá tem contraindicação?
16:16Algumas tem.
16:17Por exemplo, gestante não pode tomar chá de calêndula e nenhum tipo de chá que é amargo,
16:25porque todos os amargos provocam abortivo.
16:29Então, assim, mas outros não tem.
16:33Vai um calmantezinho aí.
16:34As visitas ao sítio Ramerteste precisam ser agendadas e são realizadas preferencialmente de domingo a quinta-feira,
16:44com grupos a partir de 10 pessoas.
16:52E a agricultura também vira atração turística com a feira da cidade.
16:58Quem vier a Santa Maria de Etibá nos fins de semana pode passar no galpão da Rua do Lazer.
17:04Toda sexta tem feira.
17:07E agora tem de manhã e à noite.
17:10Vários produtores locais vendem frutas, verduras e legumes tudo fresquinho,
17:16entre outras delícias, como queijos e linguiças artesanais.
17:23E aí, bora pra mais uma experiência aqui em Santa Maria de Etibá?
17:43As raízes pomeranas refletem nos sabores de Santa Maria de Etibá.
17:48Brote, bolo ladrão, bolo de banana, linguiça caseira.
17:53Todas essas iguarias podem ser saboreadas no passeio aqui pela cidade.
17:59Imaginem ter tudo isso em uma única mesa.
18:03A Ervânia oferece aos visitantes aqui no Café Pomerano.
18:07Bora ver?
18:15Gauta, eu estou aqui para vocês.
18:17Estamos aqui no Café Pomerano.
18:20Sejam bem-vindos todos ao Café Pomerano.
18:23Aqui a gente apresenta para vocês uma mesa com café típico, que é servido no casamento pomerano.
18:30Temos o bolo ladrão, o brote, a linguiça, que são os embutidos.
18:36Os pomeranos tiveram que se adaptar, então eles aprenderam a fazer os embutidos.
18:42O Café Pomerano, ele vem trazendo para cá o café típico pomerano já há uns quatro anos.
18:50A gente recebe aqui os turistas e é um prazer compartilhar a nossa culinária, né?
18:56Porque a gente tem muita história.
18:58São memórias afetivas que a gente traz e que a gente gosta de compartilhar com as pessoas.
19:06E se vocês pensam que esse tanto de comida é suficiente para sustentar o dia todo,
19:13a Ervânia tem uma observação a fazer.
19:17Vocês imaginem que essa mesa está farta, mas é no casamento pomerano, todos esses alimentos são servidos pós o jantar.
19:26Depois do jantar é feita uma mesa gigante com vários produtos e as pessoas tomam café até de madrugada.
19:37Ervânia, eu não sei nem por onde começar.
19:41Brote, ai gente, torta salgada.
19:44É, a torta salgada, ela também é servida nos casamentos pomeranos.
19:49Só que a gente faz uma adaptação, aquela é uma torta de frango, nos casamentos pomeranos ela é feita com
19:54salsicha, milho verde e alguns legumes também que colocam na torta.
20:00Quer experimentar? Por favor.
20:04A gente sempre tem um brote, né?
20:06O pão de banana também.
20:08O bolo não é todos os dias, né?
20:10A linguiça a gente tem aqui no café pomerano, então a gente, né, trabalha com ela.
20:16Então a gente geralmente tem, o bolo ladrão tem todos os dias, mas a torta salgada a gente faz quando
20:22a gente recebe visitas.
20:24Eu convido a todos vocês para vir conhecer o café pomerano, né?
20:28E apreciar todas essas delícias.
20:32Delícias mesmo.
20:33Vale a pena.
20:51E para quem aí já está com vontade de visitar Santa Maria de Etibá, fica a dica.
20:57O município tem excelentes opções de hospedagens que combinam tranquilidade, conforto, aconchego e belas paisagens.
21:11Essa aqui, por exemplo, é a pousada Gunz.
21:15Além de suítes aconchegantes, tem alojamento para receber grupos maiores.
21:20Está sendo construído um mirante que em breve será inaugurado.
21:25É claro que a gente já quer voltar para conferir.
21:30Música
21:41No próximo bloco tem mais Santa Maria de Etibá.
21:45Vamos dançar muito.
21:47Continuem aqui com a gente.
21:49Música
21:53Estamos apresentando Caçadores de Destinos.
21:58Voltamos a apresentar Caçadores de Destinos.
22:03Música
22:12Em Santa Maria de Etibá, os costumes dos imigrantes que chegaram à região em 1859 perduram até hoje.
22:21E tem uma razão muito importante que contribui para que esses costumes atravessem gerações.
22:27Desde pequenos, os moradores daqui da cidade entendem a importância de preservar as tradições.
22:33Música
22:43Para manter a tradição da minha família, meu pai também foi um dos fundadores quando ele era criança e ele
22:53dançava.
22:54Eu acho que era no juvenil.
22:55Eu amo muito o grupo de dança para fazer também, porque quando eu tiver filhos, eles vão também fazer.
23:07Música
23:14Atualmente, Santa Maria de Etibá tem 13 grupos de dança que se apresentam pela cidade, pelo Brasil e até em
23:22outros países.
23:28Música
23:32Nós temos hoje 13 grupos de dança no município e o nosso grupo mais antigo surgiu em 1985.
23:41Esse grupo de crianças, por exemplo, surgiu em 1991 e a gente considera ele um grupo de formação.
23:47Então, assim, a dança folclórica, né, aqui no município, ela já começa desde pequeno.
23:58Música
24:15E quem visita o município pode levar um pouquinho de Santa Maria de Etibá para casa.
24:25Aqui na Casa Pomerana nós temos bastante artesanato e todos os produtos aqui são feitos com muito carinho, com muita
24:33dedicação e que vocês encontram um pouquinho de tudo.
24:39E aqui se encontra de tudo um pouco. Nós tentamos fazer mais coisas manuais, mas temos também as coisas feitas
24:47na máquina, alguma coisa assim.
24:49Nós temos aqui o bordado pomerano, esse daqui são poucas pessoas que fazem, uma delas sou eu.
24:58Nós temos o ponto da vovó, temos aqui outro ponto pomerano.
25:08Temos as sacolas aonde que eu bordo e que eu não dou conta do povo, né, que eles procuram.
25:17Isso aqui é dos antigos mesmo, tá?
25:21É futa-saco que eles usam, falam como futa-saco.
25:25São as cores de acordo com o pomerano que eles gostam e é bordado todo a mão.
25:39A concertina, que estava tocando enquanto o grupo de dança se apresentava, tem história especial por aqui.
25:52A concertina, ela foi trazida junto com os imigrantes dentro do barco, né, que eles vieram lá da pomerana aqui
25:59para Santa Maria de Etibá.
26:00E na época acho que não tinha, igual, bateria, teclado e som para animar.
26:05E os tocadores traziam concertina e eles tocavam simples e o pessoal dançava e era feliz mesmo assim, né.
26:12Mesmo na dificuldade, eles festejavam os casamentos pomeranos.
26:29Agora vocês, caçadores de destinos, já conhecem quanta riqueza nosso município de Santa Maria de Etibá tem como os pisuica.
26:38Traduzindo, venha nos visitar.
26:45São todos mais do que convidados para passear em Santa Maria de Etibá.
26:50Outras informações sobre o turismo no município, vocês conferem nas edições impressa e digital do Jornal da Tribuna desse domingo.
26:56E lá no site Tribuna Online, tem novidade.
26:59Na aba Caçadores de Destinos, vocês podem buscar por este e todos os outros destinos que nós já visitamos.
27:05Ao longo da semana, também tem em Santa Maria de Etibá, na programação da Sádio Tribuna FM Vitória e Cachoeiro
27:12e da Rádio Legal FM.
27:14E não deixem de seguir as nossas redes sociais.
27:16O meu perfil no Instagram é Camila Rangel, com a letra K.
27:19E tem também os perfis Tribuna Online e TV Tribuna S.
27:23E é isso, a gente se encontra no próximo destino.
27:27Até lá!
27:32Viva Lúcia!
27:34Sempre feliz!
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