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A taxa de pobreza na Argentina caiu para 28,2% da população em 2025, o menor nível registrado desde 2018, segundo dados do Instituto Nacional de Estatística e Censos do país. Desde que o presidente Javier Milei assumiu o governo, no fim de 2023, o índice recuou 13,5%. O resultado reacende o debate sobre os efeitos das medidas econômicas adotadas pelo governo argentino.

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Transcrição
00:00A pobreza na Argentina, governada por Javier Miley, caiu e chegou a 28,2% da população em 2025,
00:08sendo o nível mais baixo já registrado desde 2018.
00:11Esse dado foi divulgado pelo Instituto Nacional de Estatística e Censo, como se fosse o IBGE deles,
00:17que calculou um total de 8,5 milhões de pessoas vivendo nessa faixa de insegurança econômica.
00:23Pela pesquisa, a fatia de argentinos em situação de indigência, ou seja,
00:27que estão abaixo da linha da pobreza, também recuou de 6,9% no primeiro semestre do ano passado
00:35para 6,3% no encerramento do ano.
00:38Desde que Miley assumiu o cargo de presidente no final de 23, essa taxa de pobreza no país caiu 13
00:46,5%.
00:48Chama o Roberto Mota porque nós debatemos tanto a administração Miley, né?
00:53Eu me lembro que no início, Mota, muitas críticas a respeito das medidas que vinham sendo tomadas por Miley
00:59e o noticiário internacional e os principais informativos argentinos falavam do aumento da pobreza,
01:08o aumento de moradores de rua e colocavam na conta de Javier Miley as medidas tomadas por ele.
01:14Parece que as coisas mudaram agora.
01:17E essa era a expectativa de quem conhece um pouco de história, Caniato,
01:22porque nunca existiu nenhum outro caminho para prosperidade e para paz social do que a liberdade.
01:33Essa é a receita que Javier Miley está empregando na Argentina.
01:37Eu me lembro quando o Miley foi eleito, as previsões catastróficas das pessoas que diziam que esse maluco não vai
01:46ficar nem três meses no poder.
01:49Então aí está.
01:51O governo de Javier Miley está sendo uma bênção para a América Latina.
01:56Em um dos momentos mais sombrios da história do Brasil, essa luz começa a brilhar na Argentina.
02:04que analisava a situação que envolve a pobreza na Argentina.
02:08Houve uma redução de 13,5% e há várias reflexões a respeito da administração de Miley.
02:15E o Bruno Musa tem uma relação muito próxima com a administração Miley, com a escola Miley,
02:21e ele tratava disso na abertura do seu comentário.
02:24Vou pedir para você retomar o seu raciocínio para privilegiar as pessoas que chegaram agora na programação, Bruno.
02:30Perfeito, obrigado.
02:31Bom, vamos lá.
02:32É exatamente isso. Eu tenho essa proximidade, estudamos com o mesmo professor, tivemos o mesmo professor,
02:37que inclusive está acompanhando de perto ali com o lupo, o governo da Argentina, assim como eu.
02:41Porque é a primeira vez, de fato, que temos um governo levando a ferro e fogo as ideias econômicas que
02:47acreditamos.
02:47Mas não tem nenhuma surpresa.
02:50Miley, ele foi a público durante a campanha e falou exatamente o que iria acontecer.
02:57Vai piorar muito antes de melhorar.
02:59Nos primeiros seis meses, de fato, piorou.
03:02E piorou bem.
03:03Mas era algo que ele previu.
03:06É óbvio.
03:07Não tem nenhum tipo de novidade.
03:10Ele retirou os subsídios.
03:11Ele descongelou os preços.
03:13É claro que a inflação subiria.
03:14Mas isso seria no momento pontual.
03:17A pobreza cresceu e agora despencou.
03:20A inflação no primeiro mês do governo Milley, que ele assumiu, foi dia 10 de dezembro, era 25,5%
03:27ao mês.
03:28Ou seja, era mais de 200% ao ano.
03:30Hoje nós estamos na casa aí de 2% ao mês.
03:32Ainda é alto para padrões ocidentais, mas ainda muito abaixo do que ele estava.
03:37E a pobreza, como a gente falou.
03:38Mas só para eu não me estender aqui e não entrar no campo técnico, qual é o pilar fundamental que
03:43ele nunca abriu mão?
03:45Mesmo na parte mais dura que ele teve do seu governo.
03:49Foi justamente o seguinte.
03:50Não abrirei mão de ter superávit fiscal.
03:55O que significa isso?
03:56Gastar menos do que ele arrecada.
03:59Não abrirei mão disso.
04:00E não abriu nenhum mês.
04:03Incluindo os juros da dívida.
04:04O governo da Argentina hoje tem superávit incluindo os juros.
04:07Isso significa que todos os resultados começam a aparecer.
04:12E aí é completamente oposto à política que o Brasil tem.
04:16Pois é, interessante essa análise do Bruno Musa.
04:18Deixa eu passar para o Luiz Felipe Dávila, que eu me lembro que no início também o Dávila discorria a
04:25respeito dessas medidas que vinham sendo tomadas por Javier Milley,
04:28que seguiu convicto naquilo que ele acreditava, superou as críticas, apanhou demais, inclusive, da imprensa argentina.
04:37Quantas manifestações não transmitimos aqui, movimentos sociais, grupos de professores, críticas e mais críticas.
04:44A administração Milley conseguiu avançar, inclusive aprovando reformas super impopulares, né, Dávila?
04:51É isso mesmo, Caniato.
04:54Milley seguiu a receita da abertura econômica, da disciplina fiscal, do combate à inflação,
05:03da diminuição do poder do Estado em cima das costas daqueles argentinos que produzem e investem.
05:10E o que aconteceu?
05:12A pobreza despencou.
05:14É inacreditável como a esquerda não aprende o óbvio.
05:18Quer gerar riqueza?
05:19Quer tirar as pessoas da pobreza?
05:22Abre a economia.
05:24Tire o Estado das costas de quem trabalha.
05:26Faça com que o setor privado possa competir.
05:30Tenha responsabilidade fiscal nas contas públicas.
05:34É só isso.
05:35Poucas coisas.
05:37E a Argentina tirou, quando Milley assumiu a presidência da República,
05:4253% era o número de pessoas na pobreza.
05:47Caiu para 28%.
05:49Portanto, a melhor política social é tirar o Estado das costas de quem trabalha, produz e investe.
05:58Deixar as pessoas trabalharem em paz.
06:01Competir.
06:02Crescer.
06:03Sem crescimento econômico.
06:05A pobreza só aumenta.
06:07Portanto, se você quiser comer picanha e cerveja, vá para a Argentina.
06:13Aqui, que tem um governo de esquerda com Estado intervencionista,
06:18o prato vai continuar sendo pescoço de frango e água quente.
06:25Pois é, só que na Argentina seria tapa de quadril, né?
06:28Eles usam uma outra nomenclatura para picanha.
06:31Deixa eu passar para o Cristiano Beraldo.
06:33Beraldo, dá para a gente conectar essa notícia com a nossa realidade?
06:38Alguém, ao longo da história, ou pelo menos na história recente,
06:42tentou implementar essa agenda?
06:44Por que os políticos brasileiros até defendem esse tipo de agenda na campanha,
06:49mas não vamos ver quando está na cadeira,
06:51sente dificuldade em avançar com uma agenda parecida com a de Javier Milley?
06:56Neto, não dá para a gente conectar porque o Brasil mesmo que tenha passado por momentos
07:02em que o governo, por exemplo, o governo Fernando Henrique, né?
07:07Ele teve todo o evento do Plano Real, ainda no governo Itamar Franco,
07:13depois Fernando Henrique, que levou a fama ali, né?
07:17De ser o gestor do Plano Real e tal, foi eleito presidente da República,
07:20ele passou reformas importantes, como, por exemplo, a lei de responsabilidade fiscal,
07:26que, em última análise, colocava na cadeia gestores públicos que não cuidassem dos seus orçamentos.
07:32Só que, ao mesmo tempo que essas reformas foram aprovadas
07:36e que demonstravam ali uma liderança, uma determinação em modernizar o Estado brasileiro,
07:42a gente via concessões também sendo feitas,
07:45porque a estrutura política brasileira, ela é dependente da ignorância e da pobreza da população.
07:54E quando você vê, por exemplo, Fernando Henrique,
07:57que operou tudo o que pôde para aprovar uma reeleição que o beneficiava,
08:02obviamente ele fez concessões gigantescas em que aqueles parlamentares,
08:09os chefes, os caciques partidários, do qual a aprovação da reeleição dependia,
08:15eles também foram defendendo os seus interesses.
08:18E qual é o interesse do político tradicional do Brasil?
08:21É exatamente manter a população onde ela está.
08:24Não é por outro motivo que você tem até hoje, em 2026,
08:29enquanto o mundo se revoluciona mais uma vez em razão da inteligência artificial,
08:35nós temos metade da população brasileira lidando com a falta de saneamento.
08:39Quer dizer, o Brasil é uma absoluta vergonha.
08:42Aliás, mais cedo, Caniato, só para eu concluir aqui meu comentário,
08:46eu faço referência ao que foi falado aqui pelo Musa
08:49e pelo pré-candidato à presidência Ronaldo Caiado.
08:53O Brasil, não é que ele perdeu de pouco, ele perdeu de muito.
08:58Além dos outros países terem melhorado,
09:02nós pioramos demais em comparação ao mundo.
09:04O Brasil se separou do resto do mundo por um abismo.
09:09Nós estamos abraçados com os mais atrasados do mundo,
09:14assistindo de longe o resto, o mundo desenvolvido, avançado,
09:18aquelas pessoas com determinação,
09:20como, por exemplo, é o caso do Vietnã, que hoje nos humilha.
09:23Isso não faz absolutamente nenhum sentido que não,
09:26pela incompetência, a má fé e o pacto com o atraso que existe na política brasileira.
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