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Os preços do petróleo registraram forte alta nesta quinta-feira (19), com o Brent, referência internacional, ultrapassando os US$ 115 e chegando a tocar os US$ 119 por barril. A comentarista Denise Campos de Toledo avalia cenário de instabilidade econômica mundial.

Confira o Tempo Real na íntegra em: https://youtube.com/live/pRdOpzE-vlQ

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Transcrição
00:00E após reservas de emergência no Oriente Médio serem atingidas nos recentes bombardeios iranianos,
00:06o preço do barril do petróleo disparou.
00:09A gente comentou hoje que já passou de 110 dólares e a Denise Campos de Toledo vai chegar com informações
00:15em tempo real pra vocês.
00:17Denise, boa tarde, bem-vinda.
00:19Impacto na economia mundial que já era previsto, né?
00:23Boa tarde a todos que nos acompanham.
00:25Pois é, o impacto da guerra se espalha pelo mundo todo.
00:28Como você disse, teve uma disparada contra ação do petróleo diante de todos os ataques que ocorreram desde ontem,
00:34tanto de Israel contra o Irã, atingindo refinarias, como a retaliação do Irã atingindo outras unidades de produção,
00:42especialmente no Catar, comprometendo por muito tempo boa parte da produção de gás do país.
00:48Então, mesmo que haja um entendimento em torno do fim dessa guerra, os resultados, os reflexos podem perdurar por um
00:54longo período.
00:55Isso provoca uma crise de energia no mundo, uma crise do petróleo, crise do gás.
00:59Isso tem impacto principalmente nas bolsas de valores na Europa e na Ásia.
01:04Não é que a Europa depende muito do gás que é vindo da região.
01:08A Ásia importa o petróleo também da região.
01:11Agora, nós tivemos uma certa acomodação do mercado financeiro diante da sinalização do Japão e também da Europa,
01:18da possibilidade de tentar colaborar com os Estados Unidos para a liberação do Estreito de Hormuz.
01:24Embora haja muita desconfiança em relação a isso, foi meio que um apelo por parte do mercado para algo que
01:30crie uma expectativa melhor.
01:32E agora nós temos o petróleo tipo Brent, que é a referência global, em 109 dólares e 35 centos,
01:38uma alta de quase 2% de qualquer modo, mas ele chegou a passar dos 115 barril.
01:43E o WTI, que é referência para os Estados Unidos, está na faixa dos 95, 96 dólares e é um
01:49ponto a ser observado.
01:50Tem havido uma diferença muito grande entre o WTI e o Brent, porque os Estados Unidos liberaram reservas estratégicas.
01:59Isso não impediu a disparada dos preços dos combustíveis lá, que seguem as condições de mercado,
02:04diferente daqui que parte do preço é administrado, mas de qualquer modo tem essa diferença em relação à cotação do
02:11petróleo.
02:11É ver quais serão os desdobramentos daqui para frente, porque o gás e o petróleo mais caros têm implicações sobre
02:18o andamento das várias economias,
02:20o potencial de crescimento da economia global, a inflação, política de juros.
02:25Nós já tivemos uma mostra disso nas decisões tanto do Federal Reserve como do Copom ontem.
02:30O Copom reduziu em apenas 0,25% a Selic para 14,75% e nos Estados Unidos o Fed
02:37optou por manter.
02:37E a guerra e suas consequências estão lá em destaque em relação às incertezas.
02:44Obrigada, Denise, pelas análises.
02:46Agora a gente quer a sua opinião aqui na tela da Jovem Pan.
02:49Vamos para a JP Nas Redes, porque a gente perguntou se na sua região o combustível já aumentou
02:54e tem muita mensagem chegando no 11.9.13.25.80.55.
02:59O Jorge disse, os preços dos combustíveis no Brasil são uma verdadeira baderna.
03:04O governo teria que tabelar os preços e reduzir a cobrança de impostos.
03:08Vamos ver o que o governo vai fazer a partir de agora, tá, Jorge?
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