00:00Então, o interesse pela cultura coreana, ele nasceu pelo amor da nossa vida pela Coreia.
00:06Ela, desde o último ano, em aproximadamente 17, 18 anos, começou a nutrir essa paixão pela Coreia do Sul.
00:15Então, foi quando a gente começou a acompanhar.
00:19Então, ela foi crescendo, chegou na adolescência e com esse amor pela cultura coreana,
00:26por dramas, que são os dramas, pelos filmes, pela comida, pela música, pelo foco.
00:37Então, a gente mergulhou no mundo dela, a gente pode dizer assim.
00:41Então, a gente começou, ali começou o interesse pela culinária também.
00:47Na verdade, não tínhamos, não foi por perseguição de oportunidade de mercado.
00:52Mas, infelizmente, nós perdemos a nossa filha, aos 15 anos.
00:58E, então, nós, antes desse acontecimento trágico, nós havíamos feito uma promessa para ela, que nós íamos para a Coreia.
01:08Então, quando viemos a perdê-la, a gente decidiu cumprir essa promessa, nós dois, levando as cinzas dela.
01:16Então, a gente viu que a culinária poderia nos ajudar.
01:21A culinária coreana poderia nos ajudar a chegar na Coreia e cumprir essa promessa.
01:25Então, foi quando decidimos abrir um restaurante pelo delivery, pelo iFood.
01:30E, então, houve um crescimento muito rápido, né, o nosso delivery.
01:36E, consequentemente, nós abrimos a primeira loja, uma porta bem pequena.
01:40Cabiam, acho que, de 15 a 20 pessoas dentro.
01:43E, após três meses, esse local já não cabia mais de pessoas.
01:48Ficava lotado lá na rua, fila de espera.
01:51Então, decidimos ir para um espaço maior, né.
01:54E, hoje, o senhorita aqui é o que é.
01:57Nós temos duas lojas, uma em Anamideu, aqui é a Matriz, e outra no Marisal, em Belém.
02:03Então, essa nossa recepção, ela foi marcada, podemos dizer assim, pela nossa história, né, e pela curiosidade.
02:13Porque a comida coreana, em si, ela é uma comida que a gente faz aquela extinta.
02:18A gente não vê, nós somos os pioneiros, né, o primeiro restaurante tradicional, mesmo, de comida coreana.
02:27Então, a curiosidade, né, do público, a força que a cultura coreana está tendo, né, está crescendo cada dia.
02:40E a nossa história.
02:43Eu acredito, acredito também que o Parência, ele tem uma culinária muito rica, né, e gosta muito de ter um
02:52paladar bem apurado.
02:54Então, acho que, como ela falou, a curiosidade e com essa vontade que o Parência tem de comer algo diferente,
02:59comer algo bom.
03:00Então, as pessoas começaram a chegar no senhorita aqui e gostaram da comida.
03:05Que é uma culinária muito rica também, e muito tradicional, com ingredientes que fazem, com certeza, a pessoa ter uma
03:15experiência maravilhosa.
03:18Então, acho que foi essa união, né, da nossa história, da curiosidade e do quanto que o paraense gosta de
03:25comer com as aboas, tem uma boa comida.
03:28E aí, graças a Deus que deu tudo certo e o senhorita aqui, hoje, está no coração dos paraenses.
03:34Nós temos o que a gente chama aqui dos nossos top 5, eu acho, né, que são pratos os mais
03:40pedidos aqui.
03:42São os nossos rames, topoqui, temos o jajamion, o frango frito coreano, também é muito pedido.
03:52O pimenta, né, o pimenta, ele é um prato, assim, que ele traz o sabor aí da Coreia.
04:00Quem come aqui o pimenta sabe que é um prato servido da pele, ele é um prato que...
04:06A pimenta coreana, ela é apimentada, né, apimentada é apimentada, então ele é um prato mais aceitável, porque ele, você
04:14colhe e diminui um pouco a pimenta.
04:17Tem outros pratos que não, que a pimenta é mais presente.
04:20E aí, não, é um prato que você tem essa opção.
04:23E para quem não curte uma pimenta, nós temos outros pratos dentro da culinária coreana que não levam a pimenta.
04:29São muitos.
04:29Temos o churrasco coreano, né, com as chapas.
04:32Temos o jjapche, que podemos dizer que ele é semelhante a uma yakisoba, mas ele é de batata doce.
04:38É uma... é uma opção bastante grande.
04:40Então, o nosso principal, eu vou falar do principal, né, quando a gente decidiu abrir o restaurante, a gente decidiu
04:47fazer algo autêntico, né, a gente decidiu fazer algo, não é algo, é algo tão importante para a gente, que
04:55é algo que é uma homenagem à nossa filha, é algo da alma, é algo...
05:00Então, a gente decidiu não curlar nada.
05:04Então, a gente fala que a comida coreana, ela não dá para ser curlar, curlar.
05:09Ela tem que ser autêntica.
05:11Então, os insumos.
05:14Os insumos.
05:14Ou a gente tem ele para trabalhar, ou a gente não tem.
05:18Então, temos que estar ali ativos, buscando sempre estoque, porque não conseguimos.
05:27Porque é de tudo importado.
05:29É, a maioria dos insumos para produzir essa comida, ela é encarada.
05:33É, e aí o maior desafio se tornou dos insumos.
05:35E como o Carol já citou, ser autêntico, tratando-se de uma culinária importada, é caro.
05:45Então, para não deixarmos que isso viesse a abalar o nosso projeto, né, encarecendo,
05:53nós conseguimos encontrar um equilíbrio entre autenticidade, né, e bons preços, né.
06:00Nós temos os nossos clientes, sempre elogiam, falando bem dos nossos preços.
06:05Nós poderíamos, por exemplo, não fazer isso, não usar os insumos corretos e baratear tudo.
06:13Mas as pessoas não teriam uma experiência autêntica.
06:16Tanto que sim, tem algum insumo que porventura venha a faltar em um determinado dia,
06:21eu prefiro fechar o prato, né, do que vender algo que não venha a ser...
06:25Inclusive, o senhorita Kim recebeu a visita da embaixada coreana.
06:30E a ministra, ela veio até o nosso restaurante, justamente com a intenção de experimentar os pratos
06:36e ver se nós estávamos oferecendo uma culinária autêntica coreana.
06:40E graças a Deus, ela amou, como todos os outros que estavam com ela nessa comitiva.
06:45Inclusive, ela nos trouxe algo que é exatamente a representação disso.
06:53Do quanto que a nossa culinária, ela é autêntica, ela nos entregou um presente
06:57que são os talheres dourados coreanos, né, que é um presente que nós temos como um restaurante
07:06autêntico de culinária coreana.
07:08Então isso é muito importante pra nós e pros nossos clientes saberem
07:11que se ela vier no senhorita Kim, ela vai comer algo verdadeiramente coreano.
07:17A gente vai até mostrar aqui.
07:19Uma honra então, né?
07:20Com certeza.
07:21Isso aqui foi muito importante pra nós porque somos um dos poucos restaurantes no Brasil
07:26que tem esse reconhecimento aqui, né?
07:30Quando falam de restaurantes do Brasil que servem a culinária coreana,
07:35o senhorita Kim é um dos poucos.
07:36Além de ser o primeiro do Pará, foi recebido pela...
07:40Pela Embaixada Coreana.
07:42A Embaixada Coreana nos trouxe...
07:45A ministra da Embaixada Coreana nos entregou...
07:49Eu vou mostrar aqui pra ele.
07:50Deixa eu fechar aqui que dá pra ver melhor aqui.
07:53Aqui, ó.
07:56Esse é o símbolo da Embaixada Coreana.
08:00É, e nós pretendemos sim, né?
08:03Como já falamos, o senhorita Kim começou bem pequenininho, uma cortinha.
08:08Hoje nós já estamos a Naniguel, Adelaine, e pretendemos expandir, né?
08:14Já temos alguns projetos em mente.
08:17Projetos que com certeza vai agradar.
08:21Então, quanto já vem agradando, né?
08:24Porque são projetos inovadores, inclusive, mas envolvendo sempre a cultura coreana,
08:30envolvendo sempre a comida.
08:32Então, com certeza as pessoas podem aguardar, porque vai vir surpresas muito boas.
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