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A presença das produções sul-coreanas no Brasil faz parte do fenômeno conhecido como Hallyu, a “onda coreana”, que desde os anos 1990 impulsiona a cultura do país asiático no cenário global. O movimento envolve a difusão de música, audiovisual, moda, beleza e gastronomia, movimentando bilhões de dólares anualmente.

Imagens: Gabriela Matina / EM e Redes Sociais
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Transcrição
00:00K-pop, K-drama, K-food e até K-beauty.
00:04Por que o Brasil anda tão obcecado pela Coreia do Sul?
00:17Esse fenômeno tem nome.
00:19Hallyu, ou onda coreana em português.
00:22Que começou nos anos 90 como estratégia do governo para globalizar a cultura,
00:26hoje movimenta bilhões por ano e dita comportamentos aqui no Brasil e no mundo.
00:32O novo e polêmico reality da Netflix, Meu Namorado Coreano, é prova disso.
00:37Motivadas pelo desejo de viver o próprio K-drama,
00:40cinco mulheres cruzam o mundo para descobrir na pele que a realidade lá em Seul
00:45é bem diferente do amor idealizado nas telas.
00:48Especialistas explicam que esse sucesso não é obra do acaso.
00:51A Coreia investiu de forma estratégica em temas universais e narrativas intensas,
00:56que facilita a identificação do público brasileiro.
00:59Parasite.
00:59Pang Joon-ho.
01:00Pang Joon-ho.
01:03Parasite.
01:10Quer entender como isso impacta o Brasil e os detalhes do reality?
01:14Leia mais em em.com.br.
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