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O vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) evitou, nesta sexta-feira (27), dar garantias de que repetirá a "dobradinha" com o presidente Lula nas eleições de 2026.

Em conversas reservadas com aliados, Alckmin tem demonstrado insatisfação com as especulações de que deveria deixar a vice para disputar o Governo de São Paulo ou o Senado. Embora afirme estar "satisfeito" na função atual, o vice-presidente não cravou sua permanência na chapa, alimentando rumores de uma possível aposentadoria da vida pública caso não seja o escolhido para a reeleição.

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Transcrição
00:00Aqui em São Paulo, o vice-geral do Alckmin não assume que vai continuar na chapa de Lula em dois
00:07mil e vinte e seis e ameniza desgaste do presidente nas últimas pesquisas. A reportagem é de Marcelo Matos.
00:13O vice-presidente da república e ministro da indústria e comércio Geraldo Alckmin não confirma a manutenção da chapa com
00:22Lula em vinte e seis e minimiza o desgaste do petista nas últimas pesquisas. Flávio Bolsonaro à frente até diante
00:31de temas como CPI do INSS e Banco Master em Brasília.
00:37Em relação ao INSS, o governo é que está apurando. O governo é que está apurando, detectou um problema antigo
00:47que começou lá atrás, apurando e vai responsabilizar aqueles que estiverem envolvidos, seja quem forem.
00:56A mesma coisa o Banco Master. Quer dizer, isso aí é um assunto privado, banco privado e que tem que
01:06ser responsabilizado. Aliás, isso já está ocorrendo.
01:11No evento aqui em São Paulo, nessa agenda, um balanço do BNDES, até este momento, até o início agora de
01:18dois mil e vinte e seis, trezentos bilhões de reais foram investidos na indústria brasileira através das linhas de crédito
01:25do BNDES.
01:26A Luísio Mercadante, ele anunciou mais setenta bilhões ao longo deste ano. A gente sabe que hoje a gente vive
01:33toda essa disputa comercial muito elevada.
01:36China, Estados Unidos, a perda de competitividade brasileira, o custo Brasil, evidentemente há uma grande preocupação.
01:44Vinte e quatro, a indústria cresceu três ponto um. O ano passado, vinte e cinco, zero ponto seis, até em
01:50razão da taxa Selic na casa de quinze por cento.
01:53Mas, de qualquer forma, há uma grande preocupação com essa desindustrialização do país, a internet, a inteligência artificial, os processos
02:03produtivos cada vez mais modernos.
02:05Então, há uma grande preocupação se o Brasil terá condições de competir com o mundo e também, evidentemente, esse é
02:11um tema e, portanto, o BNDES anunciou mais setenta bilhões de reais neste ano à indústria brasileira.
02:17As diretrizes principais do Plano Mais Produção eram uma indústria mais exportadora, fizemos quarenta e seis vírgula três bilhões de
02:24reais, uma indústria mais inovadora e digital, que faça a transformação digital.
02:29Agora, o desafio da inteligência artificial, vinte e nove vírgula um bilhões, uma indústria mais produtiva, duzentos e dois vírgula
02:36oito bilhões e uma indústria mais verde, que descarbonize a sociedade, onze vírgula nove bilhões.
02:42A União Europeia anunciou que aplicará de maneira provisória o acordo com o Mercosul, mesmo ainda em processo de ratificação
02:51do tratado.
02:53Úrsula von der Leyen afirmou que após a Argentina e Uruguai concluírem o tratado, mesmo diante da forte oposição da
03:01França, o acordo entraria em vigor.
03:04Uruguai e Argentina já aprovaram e o vice-presidente Geraldo Alckmin avalia que o Senado votará em março e poderia
03:12entrar em vigor no Brasil em maio.
03:15Toda a lógica da abertura de mercado é a sociedade ganhar.
03:22Ela comprar produtos de melhor qualidade, por menor preço, você faz aí um ganha-ganha.
03:30Eu sou mais eficiente em uma área, vendo para você, você é mais eficiente em outra, vende para mim.
03:35Agora, se tiver um surto de importação, você tem uma salvaguarda, que você suspende aquela degravação, você suspende aquela redução
03:47de imposto.
03:48A expectativa para dois mil e vinte e seis passa pelo início da queda da taxa Selic e possíveis reflexos
03:55nos financiamentos.
03:57Mas não haveria espaço para uma escalada contínua dos juros e o mercado aposta em redução conta-gota.
04:05Além das incertezas do comércio exterior, algo ainda longe de uma pacificação.
04:12Bom, Denise, o vice-geral do Alckmin falando sobre o acordo do Mercosul-União Europeia, mas acho que é importante
04:19a gente discutir aqui sobre esse apoio do BNDES à indústria.
04:23A indústria que sempre agoniza, não cresce como cresceu em outros momentos, não é?
04:27Exatamente, vem patinando há muito tempo, Tiago.
04:31Não consegue retomar os recordes do passado, tem dificuldade de fechar no positivo.
04:35A indústria manufatureira, ela fechou no negativo no ano passado, a que cresceu foi extrativista,
04:40que é muito ligada a commodities, ao petróleo, ao minério e por aí vai.
04:44Agora o governo, ele pega alguns segmentos para ter mais estímulo, como na área de transportes, a questão de caminhões.
04:51Então fica sempre naqueles estímulos pontuais, sem que se defina uma política estratégica para o setor industrial.
04:58Ele pode ser até beneficiado pela reforma tributária que já foi implementada.
05:03O setor industrial vai ser o mais favorecido, porque ele tinha um custo tributário maior que os demais setores.
05:08Só que a implementação é de longo prazo.
05:11A indústria precisa avançar, precisa incorporar novas tecnologias, precisa ganhar produtividade,
05:16o que passa também pela melhor qualificação da mão de obra, redução dos custos de várias formas.
05:23Então é um processo bastante complexo que o agro já enfrentou lá atrás e conseguiu superar as adversidades.
05:29Hoje é um competidor para o mundo.
05:32Daí a dificuldade, inclusive, do Mercosul de aceitar todos os termos que foram colocados pelo Brasil.
05:37Tem salvaguardas e tudo mais.
05:39Mas a indústria, para alcançar bons resultados, teria que repetir o que aconteceu no agro, a produtividade que se alcançou.
05:46Talvez não seja a vocação para o Brasil, mas sempre ter essa tentativa de estimular alguns setores.
05:51Lembrando que é o setor que tem contratações de maior qualidade.
05:55A própria CNI falou anteontem que a indústria está patinando.
05:58Agora, o acordo Mercosul-UE é muito ainda distante, por mais que já esteja, entre aspas, na prática, com esse
06:06processo talvez parcial.
06:08Isso vai ajudar a indústria de que maneira ou não necessariamente, Denise?
06:11Não necessariamente. A indústria é exatamente pela falta de competitividade.
06:14Então, favorece mais o agro, que tem a abertura do mercado para a Europa.
06:18Agora, se a indústria brasileira conseguir melhorar a qualidade da produção, se tornar mais competitiva em relação a preços,
06:26ela pode conquistar também mercados.
06:28Não a indústria de uma forma geral, mas a indústria, alguns nichos, alguns segmentos podem abrir esse mercado europeu.
06:36Agora, Alckmin demonstrou a preocupação com a invasão de produtos industriais europeus aqui no Brasil.
06:42Então, a salvaguarda que ele citou seria exatamente para estancar esse ingresso se isso vier a acontecer.
06:48E faça um convite para quem nos assiste. No fim de semana tem Economia em Foco. É domingo, né, Denise?
06:53Domingo, 22 horas, e nós vamos falar disso. Nós vamos falar das travas para o crescimento do Brasil.
06:58A gente tem um retrato até favorável, de curto prazo, mas sempre se fala da necessidade de reformas, de mudar
07:04regras fiscais,
07:05de desenvolver a indústria, a qualificação profissional.
07:09Então, falta muita coisa para o Brasil entrar nos eixos e a gente poder confiar num crescimento sustentável de longo
07:14prazo.
07:15Eu converso com três especialistas, o Sérgio Vale, o Luiz Otávio Souza Leal e também o Zé Márcio Camargo, do
07:24Rio de Janeiro,
07:24e eles abordam todos esses problemas que não deixam o Brasil ter um crescimento para valer.
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