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Rodrigo Batista, CEO da Digitra e comentarista do Cripto Brasil, explica como cinco bancos dos EUA estão usando blockchain para criar depósitos tokenizados. Entenda como a inovação combina segurança do sistema bancário com a rapidez e praticidade do mundo cripto.

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Transcrição
00:00Bancos dos Estados Unidos unem forças em plataformas blockchain para criar uma rede de depósitos tokenizados.
00:10Trata-se de uma iniciativa para defender seu espaço no sistema financeiro diante do crescimento dos ativos digitais.
00:17Esse é um dos assuntos para Rodrigo Batista, que é CEO da Digitra e do Token DGTA,
00:25além de comentarista do Cripto Brasil e figurinha carimbada aqui na nossa programação.
00:32Rodrigo, vamos começar falando dos tais depósitos tokenizados.
00:39Primeiro, o que são? E por que as instituições tradicionais, os grandes bancões, que muitos têm um século de vida,
00:48estão investindo nessa tecnologia agora?
00:50Boa tarde, seja sempre bem-vindo aqui à nossa programação.
00:55Boa tarde, Favali. Boa tarde a você que está nos acompanhando.
00:58Bom, respondendo a sua pergunta, primeiro vamos na parte do que é tokenizar, né, Marcelo?
01:04A gente está falando aqui do processo de transformar a representação de algo em um ativo digital ali, como se
01:12fosse uma criptomoeda.
01:14Então, esse é um mercado que está crescendo muito.
01:16A gente tem trazido ele bastante aqui nos nossos comentários.
01:19E nesse caso específico, a gente está falando assim, de pegar o saldo de uma conta bancária e transformar esse
01:27saldo em um token.
01:29Então, se um cliente decidiu um desses cinco bancos, tem uma conta corrente, tem lá, por exemplo, mil dólares nessa
01:38conta corrente,
01:39a gente está falando de pegar esse saldo e transformar em mil moedas que representam cada um dólar, né?
01:47E esse tipo de transação está se tornando comum.
01:53A gente falou um pouquinho disso aqui no ano passado, mas agora a gente está vendo aqui cinco bancos criando
01:58ao mesmo tempo, Marcelo.
01:59E, basicamente, a vantagem disso é que é criado um token com base no saldo do cliente, só que o
02:09token fica ainda dentro da estrutura do banco,
02:12como acontece com depósitos normais na conta corrente.
02:16Nos Estados Unidos, isso significa que a parte ali de seguros, semelhante ao nosso fundo garantidor de crédito aqui,
02:25esses seguros continuam se aplicando a esses dólares tokenizados.
02:29Tem também lá a regulação, igual a gente tem aqui no Brasil, de proteção do banco central aos bancos.
02:36Então, o banco central, no fim das contas, ele é quem garante que os bancos estão operando normalmente.
02:41E se o banco tem algum problema, que é quem vai intervir, recuperar aquele banco.
02:46Então, os clientes também têm esse tipo de proteção.
02:50Então, na prática, todo mundo que tem uma conta nesses bancos passa a ser correntista,
02:57passa a ser detentor de tokens, de dólares, por exemplo, e tem as vantagens do sistema bancário.
03:07Eu falo isso, Marcelo, porque tem uma contrapartida, tem um primo que a gente tem falado bastante aqui,
03:12que são as stablecoins.
03:14As stablecoins também são dólares tokenizados,
03:17só que esses dólares estão em um outro tipo de instituição, numa empresa,
03:21e não necessariamente em um banco.
03:23Então, essas stablecoins, elas não têm esse sistema de proteção, de seguros,
03:29de garantias de liquidez, de garantia de que elas vão ser ressarcidas caso o banco quebre.
03:38Então, a gente tem ali um tanto da solidez do sistema bancário com a inovação do mundo cripto.
03:45E aí você perguntou ali por que esses bancos têm corrido atrás desse tipo de inovação.
03:52Eu diria que é uma reação natural, Marcelo, para eles se manterem relevantes em meio ao crescimento dos ativos digitais.
04:00Então, hoje a gente já tem alguns bancos que vêm saída de dinheiro para as empresas de cripto,
04:07e aí eles agora estão se unindo a essa tecnologia para poder ter pagamentos mais rápidos,
04:15pagamentos mais fáceis, e os clientes não saírem dessa instituição.
04:20Então, é uma defesa do modelo de negócio diante desse risco de perder depósito.
04:28E os depósitos são parte essencial do modelo bancário.
04:32Então, se um banco tem um dólar de cliente, quer dizer que ele pode emprestar esse um dólar
04:37cobrando juros no mercado.
04:40Então, esse movimento de criar depósitos localizados começou no ano passado.
04:45A gente trouxe aqui quando o JP Morgan, no começo do ano passado, lançou essa iniciativa.
04:50Depois dela, o CIT, o HSBC, o New York Mellon, que é um grande banco de atacado lá nos Estados
04:59Unidos,
05:00lançaram esses depósitos organizados deles.
05:03E agora a gente está vendo bancos menores também com medo de perder mercado e entrarem nessas iniciativas, Marcelo.
05:10Rodrigo, deixa eu fazer uma maldade contigo.
05:12Rapidamente, que o nosso tempo está escasso hoje, infelizmente, mas vamos botar numa balança.
05:17Benefícios e riscos.
05:19Quais são as potenciais vantagens de um cliente, um corretista, alguém como eu,
05:25para ter os seus ativos tokenizados?
05:27E aí a pergunta que todo mundo faz quando se cria uma nova tecnologia.
05:30Eu estou exposto aos piratas digitais, aos hackers?
05:35Eu posso perder esse dinheiro?
05:36Então, o lado positivo e o lado negativo disso tudo, Rodrigo.
05:41Bora lá, Marcelo.
05:42Os Estados Unidos, eles têm um sistema financeiro bem defasado, por exemplo, com relação ao Brasil.
05:49Pagamentos são demorados, às vezes demoram ali alguns dias para acontecer.
05:54Então, os clientes, a partir do momento que eles acessam o blockchain, essa tecnologia,
05:58a gente está falando que eles passam a ter algo semelhante ao nosso PIX, 24 por 7, barato, rápido, sem
06:05infecção.
06:05Tem sim um risco adicional ali de compliance, um risco de acontecer crimes financeiros,
06:13só que os bancos também já têm processos para evitar esse tipo de incidente com os clientes.
06:20Então, a gente está falando que essas redes que estão sendo criadas entre esses bancos,
06:25elas tendem a ampliar, tendem a trazer mais facilidade para os clientes,
06:28servem ali de ponto de conexão entre o mundo cripto e o mundo financeiro tradicional
06:34e tem ali um potencial de melhorar essa infraestrutura da cadeia financeira nos Estados Unidos.
06:41Então, os clientes na ponta, os bancos, o regulador e até o próprio Banco Central ali.
06:47Então, acho que traz muito benefício, ainda mais num país que não tem as finanças tão centralizadas,
06:54como é o caso do Brasil, em que foi possível fazer um PIX, dado que todo mundo está mais conectado.
06:59Queria agradecer aqui aos esclarecimentos do Rodrigo Batista,
07:04que sabe tudo sobre moedas digitais.
07:07Ele que é comentarista, apresentador do Cripto Brasil.
07:11Batista, obrigado, sempre um prazer.
07:13Até a próxima.
07:14Até a próxima, pessoal.
07:16Tchau, tchau.
07:16Tchau, tchau.
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