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A Confederação Geral do Trabalho (CGT), maior central sindical da Argentina, anunciou uma greve nacional de 24 horas contra a proposta de reforma trabalhista do presidente Javier Milei. A paralisação será iniciada assim que a Câmara dos Deputados começar a debater o projeto, previsto para ocorrer antes do fim de fevereiro. Na semana passada, o Senado aprovou preliminarmente o texto após negociações que resultaram em alterações na proposta original.

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Transcrição
00:00Os sindicatos da Argentina convocaram uma greve contra a reforma trabalhista no país.
00:06Eliseu Caetano chega ao vivo com os detalhes pra gente pra falar sobre, inclusive, as manifestações que já começaram lá
00:12na frente do Congresso Argentino, né Eliseu?
00:15Bom dia, seja bem-vindo.
00:18Exatamente, Bia. Muito bom dia novamente pra você, pro cine, pra todos que acompanham o Jornal da Manhã nesta terça
00:24-feira de carnaval.
00:25Aliás, bom carnaval pra você que tá chegando do bloquinho ou saindo pra ir pro bloquinho agora cedo, né?
00:30Porque carnaval no Brasil não para.
00:33A gente vem chegando com o bloco da notícia internacional aqui no JM, porque essa informação promete sacudir a Argentina,
00:42país vizinho ao Brasil, nos próximos dias.
00:44Como você disse, Bia, a maior central sindical da Argentina, a CGT, anunciou uma greve nacional de 24 horas contra
00:52as propostas de reformas trabalhistas propostas pelo presidente do país, Javier Milley.
00:56Só que daí o que veio a seguir foi uma implosão, uma eclosão de muitas manifestações em diferentes cidades da
01:07Argentina, mas sobretudo com foco lá em Buenos Aires, porque é de lá que a Câmara dos Deputados vai iniciar
01:14essa discussão desse projeto de lei.
01:16Bom, o que está em jogo? Esse projeto, que já foi aprovado no Senado, conta com 42 votos a favor
01:22e 30 contra e busca limitar o direito à greve, permitir jornadas de até 12 horas em determinados setores,
01:30reduzir indenizações trabalhistas, restringir ações judiciais por demissão injusta e incentivar a formalização do emprego com benefícios fiscais.
01:41O governo argentino argumenta que as mudanças são essenciais para, abre aspas, modernizar o mercado de trabalho argentino, atrair investimentos
01:51estrangeiros e reduzir a informalidade que afeta cerca de 40% da força de trabalho no país, fecha aspas.
02:00Esse trecho dessa aspas foi uma declaração dada por um funcionário do alto escalão do governo de Javier Milley.
02:06Claro que os sindicatos reagiram à CGT, que representa os trabalhadores dos setores como transporte, comércio, metalúrgico.
02:15Afirma que a proposta ameaça os direitos conquistados há décadas e que a greve deve enviar um sinal claro ao
02:23governo.
02:24Não haverá trabalho normal até que os direitos trabalhistas sejam respeitados.
02:29Essa declaração também foi dada em nota agora, pouco no início da manhã desta terça-feira, por um dirigente sindical.
02:36Embora a greve seja nacional, a CGT afirmou que não planeja mobilizações de rua, essas que eu estou dizendo que
02:44já acontecem nesse momento, em grande escala.
02:46Ou seja, eles queriam fazer apenas uma paralisação parcial e estão conseguindo movimentar diversos setores do país que são contra.
02:56E por isso, há muitos protestos nesse momento e um clima social ali de instabilidade.
03:02Protestos já são registrados nas ruas de Buenos Aires, já há confrontos de manifestantes com forças de segurança,
03:09até mesmo usando canhões de água e gás lacrimogênio, enquanto milhares de trabalhadores estão marchando pelas ruas com gritos de
03:18dignidade e respeito.
03:21Economistas lá da Argentina alertam que essa tensão política e também social pode afetar a já volátil economia do país,
03:31com os mercados, é claro, observando de perto aí os desdobramentos dessa votação no Congresso
03:37e, obviamente, como não poderia deixar de ser, as reações populares.
03:41O plano agora se inibia, segue para a votação final na Câmara dos Deputados,
03:47onde Milley e seus aliados esperam assegurar a aprovação o quanto antes.
03:52E aí a gente diz o quanto antes? Tem data.
03:55Até o próximo dia 1º de março, no máximo, eles precisam votar isso.
04:00É claro que nós do Jornalismo da Jovem Pan vamos seguir acompanhando tudo aquilo que acontece no Brasil,
04:04mas também no mundo, no Carnaval ou não.
04:07E eu volto ainda hoje ao longo dessa edição do Jornal da Manhã.
04:10É com vocês no estúdio.
04:11Valeu, Elisa.
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