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O presidente Lula se reuniu com o senador Rodrigo Pacheco e voltou a defender que ele dispute o governo de Minas Gerais para fortalecer o palanque do PT em 2026. Apesar da insistência, o parlamentar manteve a indefinição sobre a candidatura e afirmou que só concorreria se não houvesse alternativa competitiva no estado.

Assista na íntegra: https://youtube.com/live/_PHAm79z2Wg

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Transcrição
00:00Já que o Dávila mencionou essa situação que envolve Minas Gerais, o presidente Lula se reuniu com o senador Rodrigo
00:07Pacheco e voltou a pedir que ele seja o candidato ao governo de Minas, onde o petista ainda busca construir
00:13um palanque forte para impulsionar sua reeleição.
00:16O senador, porém, manteve a indefinição, apesar de ter ouvido de Lula que ele é a única opção do petista.
00:24Pacheco respondeu que pretende encerrar sua carreira política, que só iria concorrer se não houvesse alternativa, o que não seria
00:32o caso na avaliação do senador.
00:33Ele indicou, contudo, que avalia disputar se não houver uma opção competitiva. O senador disse ainda que tem compromisso com
00:41Minas e com o Brasil.
00:43Você nota o encontro do presidente da república com o Rodrigo Pacheco. Rodrigo Pacheco que sempre é lembrado nas listas
00:52para o Supremo Tribunal Federal.
00:53Sempre quando aventam a possibilidade de saída de um ministro, lembram de Rodrigo Pacheco. E aí lembram da amizade de
01:01Rodrigo Pacheco com Davi Alcolumbre.
01:03Vai saber, né?
01:06Vai saber, Caniato. Dizem que há um tipo de relacionamento chamado amor de carnaval. É um amor que só dura
01:15enquanto dura a folia.
01:17Mas existe também o amor de eleição. Ele só dura enquanto existe a possibilidade do poder.
01:26Eu já disse aqui, é muito difícil você convencer alguém a desistir de ser candidato.
01:34Quando o sujeito está convencido de que o destino dele é ser presidente, ou governador, ou deputado, é muito difícil
01:40você dizer, olha, você não tem chance nenhuma, desiste.
01:44Agora, é fácil convencer uma pessoa a se candidatar. Isso aí eu já vi. Você chega e diz, olha, tá
01:50pra você. Essa eleição é facinha, facinha.
01:55E mais, participar de uma campanha política traz inúmeras vantagens.
02:01Agora, o mais importante, Caniato, de uma campanha, não é nem a vitória. O mais importante é que o político
02:09saia da campanha maior do que entrou.
02:14E que ele tenha a sua popularidade, o seu prestígio reconhecido na votação.
02:21Você, Musa, muitas pessoas escreveram aqui que o presidente da república é muito hábil com as palavras e tem as
02:32técnicas pra persuadir políticos a fazerem o que ele pede, né?
02:37E aí, quando o presidente diz que Pacheco é a única opção em Minas Gerais, eu fico imaginando Pacheco todo
02:43envaidecido.
02:44Nossa, eu sou a única opção pra Minas Gerais? Enfim, o que podemos esperar dessa negociação?
02:51Veja, quando nós analisamos, eu fiz esse trabalho de analisar os crescimentos do Brasil nos primeiros anos do governo Lula
02:581 e Lula 2.
03:00Cria-se uma coisa como se o Brasil tivesse crescido independente do mundo.
03:05Se o mundo tivesse sido muito mal e o Brasil crescido muito bem.
03:09A verdade é que o Brasil cresceu até um pouco abaixo dos pares emergentes.
03:13Só que todos cresceram muito bem.
03:15Por que eu tô fazendo isso e voltando lá atrás?
03:17Pra fazer o link com o teu comentário, Caniato.
03:20O Lula, ele sempre foi muito bom da retórica dele e de convencimento das pessoas.
03:26Tanto é que a gente sequer vai olhar os dados dos países pares.
03:31O Brasil cresceu como ninguém nos primeiros anos do governo Lula.
03:36É pelo menos a forma como nos venderam durante duas décadas.
03:40Mas quando eu convido todo mundo a mergulhar nos números,
03:43crescemos um pouco abaixo dos pares emergentes.
03:47Porque o mundo estava crescendo, já que esses países emergentes mais pobres
03:52eram e são, como nós, exportadores de commodities, com o preço na Lula.
03:57Mesmo com tudo de corrupção e desvio, mesmo assim, o Brasil produzia superávit.
04:02E a coisa foi crescendo.
04:03Mas a narrativa fica dentro da gente.
04:05Se tem uma coisa que o Lula, na sua retórica, ao longo da sua trajetória, é bom,
04:10é justamente em narrativas e convencimento das pessoas.
04:15Talvez ele pegue o Pacheco justamente por isso.
04:20Eu, na minha humilde opinião, acho que ele já foi muito melhor do que hoje.
04:24É normal.
04:24Ele tá com 80 anos de idade, já está mais cansado, há muito tempo na estrada.
04:29É uma questão humana.
04:30Mas, mesmo assim, é uma habilidade que ele sempre dominou.
04:33Eu acho que, talvez, não tenha mais tanta paciência como ele tinha antigamente.
04:39Mas, quando tá ali a quatro paredes, talvez ele consiga, com essa frase que você pegou,
04:44com o olhar diferente, com aquele poder de persuasão,
04:47passar a impressão e o Pacheco chegar em casa dizendo,
04:50realmente, eu sou muito importante e a única opção do presidente Lula.
04:55Eu acho que passa por isso, Caneto.
04:57Pois é, agora, Davila, os tempos são outros, né?
05:01O presidente Lula é o outro, enfim, idade mais avançada.
05:06Talvez aquele pique que ele tinha de despachar até 10, 11 horas da noite.
05:11Isso mudou, é uma outra realidade.
05:14Dizem que, aos finais de semana, que ele também despachava,
05:17ele raramente recebe assessores,
05:19prefere curtir a sua vida privada, enfim.
05:22Ainda que ele tenha tentado alterar alguns paradigmas
05:29e tenha mergulhado na articulação política nos últimos meses,
05:33ainda há uma dificuldade do PT conseguir construir boas relações
05:37com partidos fortes em alguns estados.
05:40E, a partir disso, muitos entendem que o PT poderá, inclusive, perder muitos estados.
05:46Lula não teria palanques fortes em algumas localidades.
05:50Esse é o diagnóstico do momento, Davila?
05:54Exatamente.
05:55Lula tem enorme dificuldade, como eu falei aqui nos maiores colégios eleitorais
05:59e em vários estados.
06:01Hoje, Lula tem um candidato forte do PT,
06:05que é o Fonteles e no Piauí.
06:07É isso.
06:07O resto, nos estados que o PT tem,
06:11algum candidato não é do PT.
06:13Porque é o Carlos do Rio de Janeiro, é Eduardo Paes.
06:17É uma aliança com o Eduardo Paes, mas não é com o PTista.
06:21É uma aliança com o MDB, por exemplo, no Pará, lá com a família Jader Barbalho.
06:26É uma aliança com o MDB do Renan Calheiros, em Alagoas.
06:30É isso aí, mas ele não tem mais candidato.
06:33E a Bahia, como eu disse, que era um estado forte,
06:36que tinha boas avaliações lá, o Jacques Wagner, o Rui Costa,
06:39está no chão hoje, não tem mais ninguém e é o ACM Neto que está liderando.
06:44Então, assim, é muito difícil disputar uma campanha presidencial
06:48com palanques tão frágeis nos grandes colégios eleitorais.
06:52E segundo, vai ser difícil, como bem lembrou o Musa,
06:56explicar a decepção com a narrativa.
06:59Ué, nós não teríamos um Brasil crescendo,
07:02que ia comer picanha e tomar cerveja?
07:04Onde é que está picanha e a cerveja?
07:07Desapareceram.
07:08O que chegou no lugar?
07:1075 milhões de brasileiros inadimplentes
07:12por causa da maior taxa de juros do mundo.
07:14Porque o governo gasta demais,
07:16esse juros alto está matando todo mundo no crediário.
07:19As pessoas vão chegar e perguntar,
07:21ué, em vez da picanha, eu estou indo ao supermercado toda semana
07:23e estou comprando cada vez menos,
07:25porque os alimentos estão subindo muito mais
07:27do que essa tal da inflação oficial.
07:30Então, é difícil criar uma narrativa positiva
07:34quando o governo decepcionou muitas pessoas
07:38que acreditaram naquela história.
07:40Então, tem uma dificuldade política
07:42de montar palanques regionais
07:44e uma dificuldade de explicar a decepção
07:47com a tal da narrativa,
07:49que ia ser um Brasil próspero,
07:51que todo mundo ia ter acesso a crédito
07:53e que todo mundo ia comer picanha e tomar cerveja.
07:56Pois é, muitos entendem que, em meio a essas dificuldades,
08:00o que irá se destacar nesse ano de 2026
08:04é algo que, de tempos em tempos,
08:06a gente analisa aqui, né?
08:08O chamado pacote de bondades.
08:10A gente analisa aqui, né?
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